O CAMPEÃO E SEU PAI - PARTE 7

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O CAMPEÃO E SEU PAI – PARTE 7

CAPÍTULO 7 – SEGUNDA-FEIRA DE MANHÃ E DE VOLTA À ESCOLA


Tales ainda estava olhando para o teto de seu quarto quanto ele ouviu o despertador tocar. Ele virou o rosto e viu 06h00min horas. ‘Merda’ ele pensou, ‘já é hora de acordar!’. Sua mão tocou no despertador para desliga-lo e ele se levantou da cama. Tirou sua cueca e foi ao banheiro tomar uma ducha. Ligou a água quente, entrou de baixo fechando a porta do Box. Ele sentou-se no chão do Box, com as mãos nos joelhos enquanto apoia sua cabeça neles. A água quente caia sobre ele enquanto ele ficava pensando no que ele tinha que fazer naquela tarde. No fundo ele achava que não deveria ter mentido para sua namorada, a Jessica, sobre ter todo o dinheiro para fazer o procedimento, mas ele achava que ia encontrar uma forma de conseguir a grana toda. Ele então se levantou, se lavou e desligou a água. Saiu do Box, se enxugou e se enrolou na toalha. Em seu quarto, pegou roupas limpas, se trocou e foi pra cozinha. Pegou uma garrafa de suco de laranja e bebeu enquanto saia para pegar a van que o levaria para a escola.
Às 06h00min da manhã também na casa dos

Na sequencia, a van parou na casa dos Silva, Daniel, que dormia de conchinha com seu filho Xande, gentilmente esticou o braço para apertar a soneca do despertador. Xande começou a espreguiçar seus braços e Daniel abraçou seu filho puxando para mais perto de si, buscando sua boca para beijá-lo. Um beijo apaixonado.
“Bom dia, Campeão!”
Xande sorriu relembrando dos fatos do dia anterior e percebendo que não foi um sonho enquanto ele descansava sua cabeça no peito do seu pai. Eles ficaram assim até que o alarme tocou novamente.
“06h15min, Campeão. Hora de levantar se não vai se atrasar para a escola.”
Daniel foi primeiro para chuveiro. Um minuto depois Xande entrou no Box junto de seu pai, abraçando-o pelas costas, sentindo seu peito peludo e acariciando seu peitoral e seu pau roçando na bunda do seu pai, bunda firme e dura. Daniel pegou seu filho pelas mãos e o puxou para mais perto de si, virando seu rosto e o beijando na boca novamente.
Daniel se virou para ficar de frente com seu filho enquanto eles continuavam seu beijo apaixonado e poderem se agarrar mais e mais. A água quente em seus corpos os deixavam mais entusiasmados, com seus corpos roçando um no outro. Daniel então agarrou o pau duro do seu filho e começou a punhetá-lo vagarosamente e sua língua serpenteando dentro da boca de seu filho. Xande se arrepiou e soltou um suspiro de tesão com o toque de seu pai no seu cacete. Daniel posicionou os dois paus juntos e com sua mão punhetava os dois cacetes ao mesmo tempo. Em minutos os dois estavam gozando um no outro, a porra quente dos dois se misturando com a água quente do chuveiro, enquanto continuavam a se beijar.
Daniel soltou os dois cacete, deixando-os pulsarem por conta própria enquanto também tirou sua língua de dentro da boca de Xande, olhando para o rosto lindo de Xande sorrindo.
“Eu te amo muito, Campeão! Você nunca vai saber o quão feliz você me faz!”
“Eu sinto o mesmo, pai! Você fez meu sonho se tornar realidade!”
Com isso, suas bocas se uniram novamente num beijo. Daniel pegou um pouco de gel de banho, passou em seu peito e esfregava-o conta o peito liso de seu filho, usando seu peito peludo como uma bucha de banho. Ele então posicionou seu filho em baixo da ducha para enxaguá-lo, ficando o Xande de costas para ele, que massageava seus ombros; Daniel pegou o xampu e espalhou pela cabeça de Xande sensualmente, massageando seu couro cabeludo. Xande pôs suas mãos para trás, na cintura de Daniel e o puxou para frente. Daniel esfregava novamente seu corpo com o de Xande enquanto via a espuma escorrer pelas coxas e pernas de Xande, que se virou fazendo com que a ducha caísse em sua cabeça retirando a espuma do xampu.
Xande saiu da ducha, pegando com sua mão um pouco da espuma no peito de Daniel e começou a espalhar pelos ombros, fazendo compressão nos músculos firmes. Suas mãos iam dos ombros até os bíceps. Daniel os flexionava para Xande sentir, que o fazia com prazer, grandes, gerando admiração em Xande; sua mão mal conseguia cobrir o músculo todo. Sentir o poder do seu pai estava deixando o pau de Xande duro.
Daniel colocou as mãos na sua nuca dando acesso ao seu sovaco. Xande então enterrou seu nariz nos pêlos molhados, inalando um mix do aroma do seu pai com o perfume do gel de banho em seus pulmões. Ele desceu suas mãos desde o sovaco de Daniel até a cintura, percorrendo toda a silhueta do tronco do seu pai. Ao chegar à cintura, levou suas mãos para trás acariciando as nádegas do seu pai, fazendo seus dedos percorrer pelo seu rego, brincando com o cuzinho do seu pai.
Xande então se ajoelhou e abriu as nádegas do seu pai e enterrou sua língua e sua boca naquele paraíso, lambando em volta primeiro e depois cutucando o cuzinho com sua língua. Daniel se curvou apoiando na parede do Box, abrindo as pernas para dar mais acesso ao Xande para poder acomodar sua cara na sua bunda e poder enfiar mais sua língua. Xande acariciava as coxa de seu pai enquanto devorava o seu cuzinho. O pau duro de Daniel pulsava de tesão, balançando no ar, e a ponta batendo na parede enquanto se deliciava com as sensações luxuriosas da língua de Xande dentro e fora do seu cuzinho.
Xande abraçou as coxas de Daniel segurando-o bem firme enquanto buscava enterrar mais e mais de sua língua dentro do cú do seu pai. Isso era uma das coisas que Xande nunca achou que conseguiria fazer, mas nesse momento tão erótico, se tornou viciante. Ele continuava da foder seu pai com sua língua ao esticar sua mão e pegar no saco do seu pai, brincando com as bolas em suas mãos.
Esse estimulo foi algo demais para Daniel. Ele se esticou e esfregava a parte de baixo da cabeça do seu pau (a mais sensível) contra os azulejos da parede. Ele sentia a língua de Xande tocando em todos os pontos sensíveis do seu cú, gerando um prazer único. Ele tentou se controlar, mas Daniel não podia segurar mais. Ele começou a gozar e a porra do seu saco começou a percorrer o caminho da sua vara e espirrar jatos longos e forte de porra. Xande podia sentir a força de cada jato através do saco do seu pai que ele segurava em sua mão.
As pernas de Daniel estava mole e ele então se ajoelho de frente com Xande. Ele segurou a cabeça de Xande e beijou apaixonadamente, suas línguas se enroscando uma na outra enquanto a água quente atingia seus corpos. Nem dos dois queria que esse momento acabasse, mas eles sabiam que precisavam, então suavemente foram dando beijinhos um no outro e se olhando um nos olhos do outro, sem precisarem dizer nada, cada um sabendo o que o outro pensava.
Ambos se enxaguaram e saíram do Box, pegaram uma toalha e se enxugaram.
“O que meu campeão vai querer de café da manhã?”
“Qualquer coisa que você está bom para mim, pai!”
Daniel vestiu um roupão e foi pra cozinha, não sem antes dar mais um beijo no Xande. O campeão foi até seu antigo quarto para se vestir. Vestiu uma cueca e meias, quando ouviu o telefone tocar. Vestiu calça e camisa da escola. Se dirigiu à cozinha onde seu pai Daniel estava fazendo um pão lowcarb. Ele foi para trás de seu pai, pondo seus braços em volta de seu pai e descansando seu cabeça em seu ombro.
“Quem ligou tão cedo?”
“Era da Companhia. Um dos pilotos ficou doente e ele precisam que eu o substitua num voo para Manaus nesta tarde!”
“Quanto tempo você vai ficar fora?”
Daniel percebeu tristeza na voz do Xande. Ele tirou a panela do fogo e virou o pãozinho no prazo, virando-se para Xande e fazendo carinho em seu rosto.
“Eu sei campeão”! Eu também não queria ter que sair viajar tão cedo assim, mas eu volto na quarta-feira à tarde.
“Tá bom, acho que aguento dois dias sem você... eu acho!”
“Eu te ligo toda a noite enquanto eu estiver fora, Campeão, e quando eu voltar, a gente tira o atraso.”
“Hummmm... assim fica melhor!”
“É melhor você comer. Tá quase na hora de você ir!”
Xande olhou o relógio e viu que faltavam apenas 5 minutos para a van passar para pegá-lo. Então ambos sentaram-se e tomaram o café da manhã. Xande estava terminando de comer quando a van buzinou. Xande pegou sua mochila e Daniel o acompanhou até a porta, onde se beijaram novamente.
“Já sinto sua falta, pai!”
“Eu também, Campeão. Te ligo hoje à noite. Tenha um bom dia!”
“Obrigado, pai! Um bom voo pra vc!”
Xande deu mais um beijo em seu pai antes de abrir a porta e se dirigir para a van. Lá encontrou Tales, que tinha muita coisa rolando na sua cabeça que até esqueceu-se de olhar para Daniel de roupão branco. Xande entrou na van e foram para o colégio.
“Mano, seu cara tá péssima!” disse Xande
“Obrigado por perceber!”
“Foi dormir tarde?”
“É, algo assim!” Tales desviou de assunto
“Mas você tá bem?”
“Sim, tudo bem. Só to tendo que pensar em muita coisa ultimamente!”
Até chegar na escola, ambos estavam calados. Na cabeça de Tales, a preocupação em como arrumar R$2.000,00 que ele precisava para hoje à tarde. E nada parecia ajudar. Ele ia ligar na clínica para tentar negociar algo. A van parou em frente ao colégio e entraram no prédio. Tales procurou por Jéssica e fizeram planos para pós almoço. Ambos estavam preocupados pela gravidade da situação e foram feito zumbis para a sala de aula.


******************************

Na hora do intervalo, Xande encontrou Jeferson na lanchonete como sempre faziam. Jeferson queria contar para o Xande tudo o que rolou entre ele, seu irmão e seu pai. Ele não se aguentava querendo compartilhar com alguém tamanha felicidade, sobre sua descoberta sexual enquanto espiava Xande e Daniel na noite anterior. E ele achava que Xande acharia isso legal. Jeferson procurava por um mesa mais separada da turma para poderem conversar, mas não havia nenhuma. Eles sentaram perto duns caras do cursinho e começaram a comer. Jeferson achou melhor então não conversar sobre as atividades do fim de semana então ele partiu para o plano B.
“Xande, mano, vamos matar a últimas aulas e pegar um cinema no shopping?”
“Porra, mano, boa ideia! Eu não fiz a tarefa mesmo!”
“É mesmo? Fim de semana corrido?”
“Pô bro, super! Cê sabe... teve a final do campeonato de Luta e tudo o mais!”
“Nem fale, eu também não fiz as tarefas. Bom, nos encontramos no portão?”
“Sim, encontro!”
Jeferson olhava para Xande enquanto caia a ficha para o que ele tinha acabado de dizer (um encontro).
“Eu quero dizer...”
Jeferson interrompeu Xande: “Eu sei o que você quis dizer!” e sorriu, dando a Xande a impressão que havia algo no ar. Sua mente percorria muitas coisas, inclusive aquele sonho onde ele foi posto pra fora do armário na frente de todos da escola, e sentiu um certo desconforto no estômago. Jeferson pôde perceber a mudança no Xande.
“Tá tudo bem?”
“Sim Tô bem! Só não estou com fome. Tenho que ir pra aula. Te vejo às 14h.”
“Beleza. Nos vemos, então!”
Dessa forma, Xande se levantou e jogou na lixeira metade do seu lanche. Deixou a lanchonete e se dirigiu para sua sala de aula. Ele sabia que havia algo na cara do Jeferson. ‘Como ele poderia saber?’ pensou Xande milhares de vezes antes de decidir não ficar paranoico com a ideia. Além do mais, Jeferson era seu melhor amigo e ele confiava nele. E seu estomago estava ficando melhor e foi para sua aula de biologia 2.


***************************
Antes de o sino tocar, Tales foi para a saída da escola e se encontrou com Jessica que já o aguardava. Ele chamou um Uber e cerca de 15 minutos depois já estavam na clínica.
“É melhor nos apressarmos ou vamos no atrasar!” disse Tales.
Saíram do Uber e Tales colocou seu braço sobre o ombro de Jessica, dando suporte a ela.
Já dentro da clínica, na recepção, conversaram com a secretária sobre os papeis e Tales deu uma olhada para ver se não havia ninguém conhecido por lá. Havia apenas um cara sentado no sofá, do outro lado da sala, que Tales aparentemente não conhecia. Eram apenas eles por lá! A secretária então deu a eles alguns papeis para preencherem e foram para a área de espera. Antes mesmo de Jessica terminar de preencher os formulários, a enfermeira veio e a chamou para entrar.
“Pode deixar que eu termino isso!” disse Tales.
Jessica então se levantou e seguiu a secretária porta adentro e sumiu. Tão logo isso ocorreu Tales foi até a secretária para falar com ela.
“Precisa de alguma ajuda?”
“Sim, preciso. Eu liguei hoje mais cedo aqui e a mulher com quem eu falei disse que não precisava pagar tudo hoje, de uma vez só. É verdade isso?
“Sim, pague o que você puder hoje e nós te mandamos a nota depois para você escolher o plano de pagamento.”
“Ótimo! Muito obrigado!”
Ele sentiu um peso sair de seus ombros quando percebeu que o dinheiro não seria o problema hoje, pelo menos por algumas semanas. Tales voltou para o sofá onde antes estava para terminar de preencher os formulários. Ele olhou para o cara do outro lado da sala e seus olhos se cruzaram. Tales pensou: ‘isso não é hora de ficar azarando’ e voltou para os papeis.
Enquanto ele escrevia, ouviu um leve assobio e olhou. Viu o cara vindo em sua direção. Ele usava calça preta de moletom e um camiseta regata branca. Enquanto ele cruzava a sala, os olhos de Tales percorreram o corpo do rapaz. Seu peitoral marcava a camiseta justa no peito e a falta de mangas deixam seus bíceps bem à mostra, cada um com uma tatuagem tribal. Mas as coxas também estavam marcada no moletom. Tales estava focado no rapaz, desejando esse desconhecido.
“Se importa de eu me sentar aqui?”
“De forma nenhuma! Fique à vontade!”
“Obrigado, cara! A propósito, meu nome é Almir!”
“Oi, Tales... Meu nome é Tales!”
Tales não sabia se estava nervoso pelo lugar ou se pelo belo cara que estava sentando ao seu lado.
“Prazer em te conhecer, Tales. Isso enche o saco, né!”
“Parece que não vai acabar nunca!” comentou Tales.
“Era sua namorada?” perguntou Almir.
“Sim, minha namorada. A sua está aqui também?”
“Não. Só uma amiga. Ela pediu para acompanhá-la para apoio moral.
“Que legal da sua parte!” elogiou Tales!
“Bem, eu sou um cara legal!”
Almir sorriu ao dizer isso e Tales sacou que esse universitário era bem gostoso. Olhos verdes, cabelos loiro e cacheados.
“E você também faz faculdade na USP?”
“Não, ainda estou no colegial, no terceirão!”
“Sério? Quantos anos vc tem cara?
“18 anos!” disse Tales.
“Tá terminando, então?!”
“Sim, último ano!”
“Achei que você fosse um pouco mais velho!”
“Obrigado... eu acho...” Tales ficou confuso.
“Foi um elogio!” disse Almir.
Almir começou a falar mais baixo, então.
“Eu não pude deixar de ouvir você falar sobre a questão do pagamento!”
“Pois é! Vou ter que dar um jeito de pagar pelo serviço!” disse Tales.
“Acho que eu posso te ajudar!”
“Sério, cara?! Como?”
“Vou sair fumar; quer ir comigo? A gente pode conversar enquanto isso!”
Tales acompanhou Almir sem saber o que ele ia dizer ou sugerir, mas seu desespero era tamanho que ele estava no ponto de fazer o quer que fosse.


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Comentários


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alexcasaverdeznsp Comentou em 18/03/2017

Ainda bem que voltou e quero muito mais. Delicioso.

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passivo_1996 Comentou em 16/03/2017

Nuss continua, continua, continua. Super curioso ^^

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lucasjoao Comentou em 16/03/2017

Acompanho desde o dia em que postou a primeira parte do conto. Parabéns! Está ficando gostoso demais.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O CAMPEÃO E SEU PAI - PARTE 7

Codigo do conto:
98104

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/03/2017

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
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