A mãe do bruno- 2ª parte

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A mãe encostou a sua coxa ao filho e diz “ Querido filho foi grande o nosso sofrimento!” Um sorriso dissimulado passou pelos lábios do rapaz. Puxa a toalha da mesa para tapar mais as pernas dele e da mãe e coloca a sua mão direita nas coxas da mãe. A mãe estremece primeiro, mas sente a mão a massajar-lhe a pele da coxa com caricias sensuais, sentindo a cona a apertar-se de tesão e medo e embaraço. Ela na sua angustia, caída assim de rompante, e sentindo o que a mão do filho lhe faz, mais pelo que lhe vai na cona, agarra-a e tenta afastá-la. Ele mantém a mão e ela luta para afastá-la. “Pai!! ouve aqui!! o tio e a mãe fizeram velório ao avô...” “Estavam sozinhos??” “ Não pai! Eu estava a ver tudo o que se passou!!” Larga em tom de voz frio, olhando ora o Tio, ora a mãe. A mãe estremeceu, sentia-se que perdera as forças, que estava apavorada com o que se dizia na mesa. A culpa sufocava-a. Algo lhe passou na cabeça em rebaque de peso na consciência.. a culpa... e ela largou a mão do filho, que em movimentos suaves e carinhosos mas carregados de violência erótica, lhe acariciou a coxas, sentindo o seu caralho a crescer soltado pelo calor da vontade de foder e soltando o tesão que lhe invadia a mente e o caralho. Afastou a saia das coxas da mãe e subiu pernas acima saboreando o suave roçar naquela pele fina e sedosa até que encontrou a calcinha da mãe. Saboreou pelas suas goelas a saliva quente com o sabor da tesão solta e revolhada que lhe despejava a emoção da vontade de comer a mãe. Ela não lhe ia escapar. Ia ser fodida Ela iria desflorá-lo. Pela primeira vez iria enterrar o seu caralho já calibrado na cona de uma mulher. E essa mulher era a sua mãe. Ao chegar com as suas mãos à cona da mãe em festas esfomeadas de sexo, parou para ouvir o que se passava ao redor. “Então Bruno??”, indagava o Pai “Como, Pai??” Correu tudo bem no velório??” Ele olha para a mãe acusando-a com os olhos e mantendo firmeza com a mão, exprimindo pelo olhar que haveria denuncia, se ela opusesse qualquer resistência às suas intenções, Sente que esta baixa os olhos com ar de ter sucumbido às investidas do filho, escondendo-se ligeiramente atrás do filho e este avançando um pouco cobrindo-a “Sim pai foi um velório cheio de tristeza em que todos estavam guardando o avô!! Todos choraram amargamente a dor e a morte do avô!!!” E ao dizer isso, afastava a calcinha da xana da mãe, tocando-lhe com os dedos. Sentiu a doce humidade da cona da mãe a embeber-lhe os dedos. Ele com um dedo explorou a entrada da vagina que estava submetida à sua vontade, pois ela abrira bem as perninhas, deixando a cona toda para ele poder acariciar com o seu desejo e apetite. Sentindo os movimentos inibidos pela presença das cuecas da mãe, decide retirar-lhas. Pega as cuecas pela zona da cintura e começa a tirá-las pernas adiante. A mãe ajudava os movimentos para que a calcinha se soltasse da bunda e cona dela. Deslizaram pernas fora e caíram no chão. O Bruno ao sentir que elas estavam no chão, deixa cair o guardanapo e vai apanhar as calcinhas ao chão. Traz o guardanapo e as calcinhas e deixa as calcinhas no bolso das calças. A sua mão regressa de novo pela coxas a cima da mãe com caricias de prazer. De novo ao ter a mão na xaninha, sente o calor e a humidade de tesão daquela cona. Sentiu que aquela humidade se misturava com movimentos, sim ele sentia que a cona dela estava a gostar porque ela se movia, sentia que o seu dedo era beijado. A cona dela envolvia o seu dedo e acariciava-o com movimentos deliciosos. Como era maravilhosa a cona dela!!! Depois de se demorar na entrada da vagina dela alargou a sua mão pelo caminho aberto e acariciou o púbis da mãe. Depois olhou para ela e com os olhos penetrantes fuzilou-a. Depois afastou as pernas da mãe e acariciou toda a vulva dela. Viu que ela estava a gostar pois reparou nos olhos dela a fecharem-se. O pai continuava a conversar com o Tio e as Primas. Conversavam sobre a tragédia e a violência do acontecimento. Continuou a acariciar a cona da mãe acariciando a dureza que se levantava grelada junto à união das duas partes. Dava-lhe gozo sentir aquele nó ali entre os dedos dele. Ela estava a gostar. O grelo endurou e ele acariciava-o com carinho e prazer. Gostaria de o beijar de o passar com a língua de o molhar para a sentir espernear de tesão. Mas isso faria depois. Agora apenas o sentia duro e sentia as virilhas dela duras e ouvia um ranger de dentes. Ela estava a gostar. Manteve a caricia no grelo e na entrada da xaninha que o beijava e sugava de cada vez que lá aparecia o dedo. Ela por fim agarra a mão do filho e aperta as pernas e a sua cabeça sobe de olhos fechados. Desfez-se em gozo. A mãe que estava de olhos fechados, abriu-os e olhou indefesa e sedenta de caralho nos olhos do filho. Sorrateiramente limpa a mão na toalha da mesa e continua a comer. A conversa continuou entre todos. Agora era só o Pai com o Tio e a Tia com as primas que conversavam em pranto e lamento. Ele e a mãe podiam ocupar um espaço e um tempo só deles. Estavam à mesa com todos, mas ninguém os olhava, ninguém lhes falava. Eles conseguiram apagar-se do conjunto. Olha a mãe cheio de tesão e coloca a mão, coxa dela acima e poisa-a com os dedos contra a coninha. Acaricia-a, de novo. Depois toca no braço da mãe. Olha para Ela. Ela não percebe o que o filho quer. Mas ao levar as mãos para arranjar a saia decomposta, o filho agarra-lhe na mão e suste-a a meio caminho. Ela tem um ligeiro sobressalto. Mas aceita a mão do filho. Acariciam-se as mãos que se enlaçam e acariciam dedo a dedo, palpa a palma e dorso. Depois ele agarra na mão dela e trá-la para o seu caralho. A mãe oferece resistência e não a pousa no pau dele. Mal ele lha pousa no caralho, ela afasta-a. Ele olha para ela irritado. Um vermelho sobe-lhe face acima. Agarra no telemóvel e procura uma imagem com o Tio a foder a mãe e digita uma mensagem: ”Esta foto vai ao telemóvel do pai senão me tocas aqui uma punheta!!! E é já!!! tás a ver??” e envia-a para o telemóvel da mãe. Esta sente no seu telemóvel o aviso de mensagem recebida. Procura-o. Ao abrir a Mensagem e ver a imagem fica parada e sem ar. O irmão está sustendo-a no seu abraço e ela cavalga louca o caralho do irmão abraçando-o frenética de dentes serrados contra o seu peito e braços cercando-o pelos ombros, e naquela foto, o caralho penetra bem espetado a cona dela. Sustém a respiração. Um vermelho envergonhado e desesperado e um olhar furioso misturado sobem rosto acima. As sobrancelhas arqueiam-se. Fita o irmão... que nada percebe do que ali se passa. Olha para o marido em pânico e pousa os olhos no filho, que se mantém de olhar interrogativo e aponta para o seu telemóvel com os olhos, ameaçando-a com ele- “queres mais???”. Não sabe como raciocinar. O pensamento fica paralisado. Fecha os olhos e dirige a mão para o caralho do filho por baixo da toalha. Este abre a braguilha e sente a mão quente e experiente da mãe a massajar com carinho e muito saber o seu caralho que se empina e adquire o vigor de um pau duro e alongado pela vontade de ser punhetado. A mão sábia da mãe induzida em cuidados de pura vontade de agradar ao filho amestra-se e com desenvoltura e tacto macio vai passando em caricias a pele da vara que deliciada ela masturba, lenta, suave, vagarosamente, mas deixando a suficiente pressão para o excitar e fazer rebentar de quente tesão. Foram 4 minutos de prazer que explodiram ali debaixo da toalha com a cara vermelha do Bruno e com os olhos a fechar de prazer. Os jactos saíram quentes na mão da mãe que os susteve com a ajuda de um lenço. O Bruno parou meio atrapalhado meio satisfeito. A mãe depois de o caralho se ter liquefeito em langonhosa e saborosa substancia de prazer limpa-o o melhor que pode e faz-lhe mais algumas festas; depois olha o filho e largou-o pois já há cerca de 10 minutos que estavam naquilo e a sobremesa aproximava-se. Retirou-se da mesa para fora e entrou no quarto, avisando o marido que estava mal disposta e precisava de descansar um pouco. Foi à casa de banho, esconder-se dos olhos de todos e lavar-se. Arfava cheia de tesão e ao mesmo tempo culpada pelo filho e pelo dia que era negro. Pensou um pouco... as ideias estavam a chocalhar-se na cabeça. Teria de conversar com o filho. Isto não poderia continuar.
Já no quarto o telemóvel toca de novo com nova mensagem. O filho pergunta-lhe se ela gostou da punheta que ele lhe fez e agradece a punheta que saboreou. Ela não responde à mensagem. Uns minutos depois cai nova mensagem com uma nova foto com ela a beijar o caralho do irmão dela. A fúria sensual espetada na sua cara bem desenhada dela em vermelho estival deliciava-se com a tora do irmão irrompendo castigadora dentro da sua boca ávida de caralho. Os olhos dela colados e escondidos nas pálpebras nada podiam dizer, mas as feições eram dela não podia negá-lo a ninguém. O caralho sabia ela que era do irmão pelas dezenas de felacio que lhe fizera.
O telemóvel dele acusa mensagem recebida. Era da mãe. Dizia textualmente “Querido filho que queres da tua mãe?? Beijinho”. Responde de imediato: “Querida mamã, vem aqui à mesa e senta-te de novo, mas não tragas soutien. Quero ver as tuas mamas soltas debaixo da tua camisa. Traz um casaco sobre a camisa para não causares muita estranheza no ambiente. Quero-te sem soutien e de mamas soltas e sem a tua calcinha. Quero a tua coninha bem liberta. Ela faz o que ele lhe pede. Ao sentar-se de novo na mesa, olha o marido e diz que afinal vem acabar a refeição que já está melhorzita. O Bruno olha para ela e observa-a a sentar-se a seu lado. Olha a mãe nos olhos e desce os olhos para as mamas, que estão atrás dos botões da camisa, espetadas pelo inchaço que produzem na mistura da tesão e medo angustiado com bicos e auréolas marcados na textura da camisa. “Mãe esta sobremesa está muito boa! A tia é muito boa na cozinha!! Tens de nos fazer um docinho!!” e olha atrevido para as mamas da mãe. O pai concorda absorto na conversa com o tio e a sogra... as lágrimas e o peso da dor da morte que está ali desfeito no tempo, há cerca de uma hora. “Bruno o teu telemóvel tocou há bocado, quem era??” “Pai era uma mensagem erótica” responde maroto e brincalhão. “Miúdo, Quem te anda a mandar essas porcarias??” A mãe olha-o meio assustada. O Bruno vira-se para ela e depois para o Pai. “Pai não sei... alguma doida!!” A mãe está vermelha. A conversa retoma o curso na mesa. Ele e a mãe regressam de novo ao seu escutar. Ele olha para ela e diz-lhe ”Não te portaste bem comigo!!” “Porquê??” indaga a mãe. “Nada”: Envia nova mensagem para ela “Mãe quero esses 2 botões da camisa abertos para te ver as mamas, só um bocadinho. Depois, quando estiverem bem despidas aos meus olhos eu deixarei cair um garfo e tu baixas-te para o levantares e passa-las pelos meus joelhos... e passa a tua mão no meu pau!! Depois de trazeres o garfo, podes fechar os botões da camisa.” A mãe morde os lábios ao ler a mensagem. Olha muito furiosa para ele. Não sabe que fazer. Mas depois olhando para todos e vendo que ninguém olha para eles, lembra a fotografia que o Bruno lhe enviou. Numa, ela via-se desnuda beijando e succionando o caralho do irmão; Via-se a ser fodida pelo irmão na outra; Que mais haveria o Bruno de possuir de prova da sua relação incestuosa? A angustia e o medo de ser descoberta apoderam-se dela. Não havendo nenhuma fuga na sua cabeça para fugir do beco em que estava situada resolveu começar a desabotoar a camisa e a expor os seios aos olhos do filho. Fá-lo devagar e olhando à sua volta, perscrutando algum olhar distraído que pudesse cair naquela atitude inevitável. Sim ela não o queria fazer, mas como proceder em alternativa? O filho já se mostrara bem decidido. O malandro estava a fazer crescer nela um sentimento mistura de impotência, de tesão doida e pavor que os outros descobrissem o que se passava. Não tinha agora nenhuma solução para evitar servir ao filho os seus desejos de sexo. E ela mãe dele como poderia naquela confusão, conversar com o filho para o acalmar? As paredes deixavam passar os sussurros, quanto mais uma conversa... Ainda não houvera espaço para o levar para fora de casa e chamá-lo à realidade. Não via como proceder de outro modo... Com os olhos pergunta-lhe se já chega. Ele com os olhos cheios de gula sexual ordena-lhe que abra mais um. Ela abre e quando as mamas estão bem expostas aos olhos do Bruno em toda a sua grandeza e esplendor e furor sexual, deixa cair um garfo no chão para o seu lado esquerdo, para que esta o apanhe debruçando-se com os seios sobre o seu colo onde o caralho já se encontrava solto e duro fora da braguilha; depois, prende os olhos da mãe que o olha com olhos cobertos de lágrimas e revelando um medo que lhe enevoa os sentidos sentindo a cona a gemer sem a protecção da calcinha e sentindo directamente a dureza da cadeira a fazer contacto em seu grelo atesoado e duro. Afasta-se ligeiramente da mesa. Pousa a mão direita na mesa e com a outra protege a camisa para que as mamas não saltem para fora da roupa e se exponham aos olhos dos presentes. O Bruno está de olhos fixos em todos . Vigia o ambiente e sente que todos se encontram lamuriando o avô. O seu caralho está cheio de um quente e um formigueiro que lhe sabe bem. Vê a mãe inclinar-se para ir recolher o talher. Ela fá-lo raspando-se e encostando as mamas a ele. Sente que as mamas lhe deslizam pelos seu braço direito como o lento contacto físico da almofada carnosa daquelas mamas rijas que se serpenteiam e rosnam na sua pele eriçada. O contacto das mamas deixam a sua tesão num ponto de quase delírio e o caralho pulsa em movimentos de pulsação ritmada pelos espasmos da tesão das tetas da mãe. Aquele contacto do movimento do corpo dela a inclinar-se e abaixar-se para sobre ele esticar a mão esquerda até ao chão provoca nele um pau esticado e pulsando contra as mamas dela; Ele sentia que aquele corpo seria fodido até aos limites do que ele entendia o sexo com uma mulher. Ela deixa as duas mamas escorregarem ao longo das coxas do filho sentindo com suada humidade na cona o prazer do punhetar o caralho do filho com as mamas; encosta-as e massaja-as contra as pernas e o caralho deliciando-se com a força daquela bomba fuziladora que a queria romper; deixa-as sobre o caralho que sente pulsar suplicando nova punheta; mas agora as mamas seriam a massagem mais desejada para fazer explodir o liquido espesso e branco que pulsa por sair de seus tomates; ela leva a mão ao garfo que está estendido no chão e sente que a mão do filho está nas suas costas acariciando-as; sente um arrepio subir pelas costas; o seu cu e a sua cona gemem de prazer; Há um espasmo de ambos, pedindo por caralho; ela sente que a mãos do filho exploram as suas mamas pelas zonas em que estão expostas; ela afasta-se do chão e ao afastar as mamas do colo do filho este acaricia-lhe os bicos escuros, tumefactos e entesados; o arrepio torna-se mais agudo; o filho contempla embevecido a silhueta magnifica de seus seios desnudos; sente que deve afastar-se, porque se alguém acaba por se aperceber do que se passa, irá ser uma vergonha para ela. Ao chegar com o garfo á mesa depois deste movimento, olha o filho e pousa o garfo ao lado do prato. O filho não desvia os olhos das tetas da mãe. Este está petrificado e saboreia com um olhar matreiro a angustia e a tesão de sua mãe. Ela levanta-se e vai para o quarto, escondendo as mamas sob os botões da camisa. Vermelho e de novo pujante o Bruno regressa de novo à conversa da família; O avô, o choro e o sofrimento de todos; O pai e o tio têm conversa perdida, as oliveiras, a vinha o porco e os carneiros que estão nas hortas do avô. Ele levanta-se e diz ao Pai que vai ver se a mãe está bem . Bate na porta que se abre e mostra uma mãe a chorar e de olhos muito tristes e mergulhados em terror. Entra, gira a chave para trancar a porta do quarto e pergunta à mãe “Mãe estás a chorar???” “Sim meu filho!!” “Não me atormentes mais por favor!!” diz ela deixando-o entrar e vendo-o mover-se de um para outro lado num semicírculo à sua volta olhando-a matreiro e mostrando que lhe dá prazer vê-la assim encurralada e atordoada no silencio do quarto e apanhada pela surpresa de tudo o que já acontecera e pelo atrevimento de seu filho em vir ali ao quarto ter com ela num momento em que tentava fazer um ponto de ordem na sua cabeça. A mãe suplica-lhe para ele não a humilhar mais, para respeitar a mãe dele. “Mãe respeitar-te? Mas eu não te desrespeito!! Eu amo-te mãe!! É tudo por amor minha querida mãe!!” e com o dedo de uma mão em riste nos lábios faz um gesto de pouco barulho com o silvo característico dos lábios, ao mesmo tempo que continua com o seu andar em semicírculo em redor dela, segurando com a outra mão o seu telemóvel onde passava as várias fotos em que se exibia a mãe fodendo e fazendo broche ao tio. Entretanto, o jantar acaba e todos se levantam da mesa. O Pai gira o manipulo da porta do quarto que não deixa abrir a porta por esta ter a fechadura com a roda da chave dada. Lá dentro, a mãe fica sobressaltada e vai falar, mas o filho aproxima-se dela e tapa-lhe a boca com a mão e enrosca-se no corpo dela sentindo os seios a fremirem contra ele. Depois dirige a boca para a boca dela e beija-a. Enrola a língua na da mãe que primeiro o recusa, mas depois sentindo o marido do outro lado desesperado para entrar, sucumbe, quebrando-se-lhe a pouca força que ainda lhe restava para lutar contra o que se passava e nos braços do filho abandonada deixa-se beijar e corresponde ao beijo do filho, deixando-se penetrar pela língua deste recebendo-a na sua boca e enrolando-a em caricias com a sua, em abundante saliva lubrificadora; Cede aos seus desejos abrindo-lhe as mamas para serem gozadas e punhetadas, entumescidas e gorgolejando a tesão pelo corpo a tremer. Sente a mão do Bruno de novo invadir a sua cona levando a saia pernas acima e acariciando-lhe as coxas. Os dedos massajam a sua humidade e sentem o gemer espasmódico da sua cona. Cede ao filho quando este expõe o seu caralho e afaga-lhe o caralho com a mão em punheta gostosa, depois agacha-se e deixa as mamas no caralho do filho fazendo com elas uma masturbação que acaba em explosão de sémen espalhado por sobre as mamas, a cara e boca dela. Depois separam-se os dois e a mãe afasta-se para o outro lado da cama e o Bruno abre a fechadura da porta do quarto. Entreabre a porta, guardando o caralho e diz ao pai. “Pai a mãe está muito triste... ela está mal... pede para a deixarmos descansar um pouco!!” E sai com o Pai para a sala a conversar sobre o sofrimento da mãe.
Essa noite dormiram todos em casa dos pais da mãe. Os casais nos quartos, o Bruno e a avó pela sala numa cama, e as primas noutra cama. Dormiram até à tarde do outro dia. Eram 15 horas quando foram para a mesa para a primeira refeição desse dia. O Bruno levantara-se mais cedo, mas fora com a avó, ver a campa do avô ao cemitério. Ela chorava a nova situação que iria ser a sua vida. O peso de não mais ter o marido ao pé de si. Chorara para o neto ”Querido filho trata bem os teus pais!!” O Bruno assentiu que sim, que os amava muito. Mas ele não esquecia que a mãe fodera com o tio. Essa era a verdade. O Bruno regressou a casa com a avó e já todos se preparavam para a refeição da despedida. A mãe no entanto estava no seu quarto e ao sentir o filho a entrar em casa, de imediato saiu e veio para junto de todos... O medo de ficar de novo sozinha com o filho, a alertou de imediato e veio ter com todos. Em conversa com o irmão dela resolveram que um tio deles iria com eles na viagem de regresso a Lisboa; o irmão tinha uma obra a correr em Lisboa e convenceu um tio deles a ir dar-lhe uma mão; como não tinha lugar no carro dele, pediu ao cunhado para o levar ele no carro, já que lhe sobrava espaço. Beijaram-se os pais e o filho, deram-se os bons dias, fizeram-se os lamentos. Preparou-se a mesa e a mãe cuidou de se sentar junto á mãe dela na banda onde estava a cunhada. Ele ficou ao lado do pai ( o pai ficou numa das cabeceiras da mesa, a outra era ocupada pelo tio ) com as primas a seu lado: Olhou furioso para a mãe que estava de frente do outro lado da mesa. A conversa e a refeição alongaram-se sem que ele interviesse. Todos choravam e lamuriavam. No final, ele pega no telemóvel e envia para a mãe outra imagem dela a foder com o tio. Uma em que ela estava gozando um orgasmo esticada sobre os ombros dele em delírio comatoso. E digitou: “quero foder-te. Só uma vez!! mas quero sentir a tua cona maravilhosa. Quero o meu caralho lá espetado, e quero sentir a tua língua a beijar o meu caralho faminto”. Ela desconfia do que ele escreveu. E recebe sinal de mensagem, mas não a abre. Fica imperturbável. São 18,30 horas, a noite começa a cair. É hora de iniciarem a viagem de regresso. Despedem-se e vão para o carro. À frente senta-se a mãe e o pai, atrás o tio da mãe e o Bruno. A viagem corre no escuro da noite. Viagem longa... mais de 3 horas se tudo correr bem. A mãe e o pai vão conversando. “Pai!! Estou tão triste por tudo o que aconteceu!! Tenho saudades do avô!! Ninguém poderia fazer assim tanta falta!!” “É mesmo meu filho!!” comenta a mãe “Achas que é só o avô que te atormenta??” “Que mais poderia ser??” “sei lá o meu tio anteontem estava a dizer-me que o avô sofrera tanto que tu e ele perderam a noção de tudo!!” “Perderam o quê??” indaga o pai dele “O teu filho está cansado, não ligues Jonas!!”. “Mãe, eu?? Cansado?? Tu é que deves estar!!” Ferra os olhos nela ameaçador e olha para o telemóvel, insinuando que quer que ela veja a mensagem que lhe enviou ao almoço. “Mãe queres que eu explique melhor para o pai??” Ela fica meio parada e vermelha. Olha para trás fazendo com os olhos que não fale mais. E abre a mensagem do telemóvel. “Bruno que foi isso??” indaga o pai. “Pai deixa não ligues!!” O carro entretanto parava num posto de abastecimento de gasolina. O pai sai com o tio da mãe que aproveita para desentorpecer as pernas enquanto o carro abastece. A mãe faz que também vai sair, e o filho diz-lhe... “olha mãe... não te armes em parva comigo, sabes o que quero de ti... dás-me a cona e vai correr tudo bem... senão o Pai vai receber uma reportagem pormenorizada com o que aconteceu no velório do avô!!” “Bruno... que queres??” “ Já viste a mensagem que te enviei??” “Já Bruno!! não quero aborrecer o teu Pai e estragar a nossa familia!! deixa-me descansar..” replica lamentando-se. “Mãe ...vou lá fora... já volto!!” Dedilha nova mensagem a dizer que a partir de agora até ao fim da viagem quem mandava era ele. “Se queres que não haja nada com o Pai fazes o que eu te pedir ou deixas correr a meu favor!! Se não vou despejar as fotos das tuas lágrimas do velório do avô no telemóvel do Pai e depois arranja-te com ele!! Não repito!!” ; depois afasta-se da mãe e caminha na direcção da caixa da estação de serviço; Pára e de telemóvel na mão selecciona duas fotos dela a fazer broche no tio e envia-as para ela. A mãe olha para ele, e aterrorizada abraça o marido pela cintura e ajusta-se no corpo dele. O Jonas olha para ela e faz um gesto com a cabeça se está tudo bem!! Ela baixa os olhos e percebe-se lágrimas de raiva e de desespero nos olhos dela. Regressam todos ao carro: Ele começa a conversar com o pai e entre os dois bancos e aproveitando o escuro da noite, aproxima-se da frente do carro. Vai encostando os braços na mãe e aproveitando a distracção do pai e a sua concentração na condução do automóvel e deixa as suas mãos escorregarem pelo peito da mãe acariciando-lhe a pele e sentindo o rugoso da tesão que invade a pele dela; afasta o soutien dela e a mão roça nas mamas saboreando o contacto delas; acaricia-as em todo o seu tamanho e deixa-se embevecer pela tesão que este toque lhe proporciona; o contacto com elas espevita-lhe de novo o caralho. Ela não esboça qualquer movimento de se afastar. Deixa que ele as tome para si. A viagem vai prosseguindo com conversa sobre o enterro e as pessoas da terra. Mais à frente saem todos para comer algo. O Bruno sai com a mãe, deixando-se os dois ficar para trás do pai e do tio dela que conversam em entusiasmada conversa sobre as noticias da terra. O Bruno pergunta-lhe “Então mãe??” Estás de acordo??’” “Ela olha para ele e sorri abrindo-lhe uma cara em que deixa descobrir mil desejos de sexo com o filho. Ele imobiliza-a, pegando-a pelo braço, e ao constatar que desta vez ela não oferece qualquer contrariedade ao seu avanço, agarra-a, vira-a para ele e beija-a na boca, apertando-a. Ela deixa que o filho a percorra com as mãos. A cona fica cheia de tesão. “Querido vou deixar que faças o que quiseres, mas é a despedida!! Tá? Depois acabou toda esta loucura!! Prometes??” Olha-o fundo nos olhos e afaga-lhe a cara com uma festa e beija-lhe os lábios suavemente deixando o seu corpo percorrer o do filho sentindo o seu caralho duro a acariciar através das roupas a sua cona que uiva ao senti-lo. “Sim mãe prometo que depois disto não torno a atrever-me contigo!!” Dirigem-se à tasca de estrada e todos comem algo para ocupar o estômago até Lisboa, em conversa repartida pelos quatro com o Bruno mantendo sempre a mãe sob os seus olhos ciosos e encostando-se nas mamas da mãe sempre que pode consegui-lo. Ao regressarem ao carro, o Pai que vinha em entusiasmada conversa com o tio dela convida-o para ir a frente com ele. Ficam os dois na frente. A mãe vai para trás com o Bruno. O carro reinicia a viagem, e ele, deixa a sua mão correr o corpo da mãe. Retira-lhe a calcinha avançando por baixo da saia aberta na frente que a mãe usa; pede-lhe o soutien, que guarda no bolso do blusão. Depois beija-a na distracção dos outros viajantes. As línguas dançam molhadas pela saliva de ambos. Ela retira o seu casaco desabotoando-o devagar, lança-o sobre as pernas do filho e acaba por se libertar da camisa e do soutien. Fá-lo discretamente afundando-se no fundo do banco enquanto o Bruno lhe acaricia as coxas procurando com os dedos consolar e acalmar a cona furiosa da mãe. Fica de mamas expostas. Depois veste de novo o casaco. E só de casaco e saia no corpo, sente-se solta. As suas mamas estão soltas e saltam à vontade. Os movimentos soltos das mamas aumentam-lhe a tesão. A cona ardente e húmida acariciada pelos dedos do Bruno ardia e esfumava bafos de amor. A cona uivava acariciando os dedos do Bruno, chupava-os deliciada e cega. Os pequenos espasmos convulsivos da cona abraçavam os dedos do Bruno. Naquele momento, a tesão subira a tal ponto de descontrole que foderia todos os homens que iam no carro se não fosse o medo de a tomarem de puta. Inclina-se sobre o filho e beija deliciada o caralho dele; succiona-o com arte e prazer, depois com muito discrição cavalga sobre o caralho do filho e deixa que este entre na sua cona e delicia-se a sentir os gemidos convulsivos da sua cona e com gana deixa-se foder . A mãe está por cima de seu caralho furiosamente a foder... À frente o Tio dela ao olhar de lado sente que os movimentos que correm atrás são estranhos. Repara então que a mãe e o filho estão amarrados a foder. Hesita espantado sobre o que fazer... quando apanha os olhos da mãe do Bruno esta fica horrorizada e tapa a boca, tapando com a mão a boca e abafando um ai impulsivo que lhe ia sair. O Tio faz sinal de assentimento e sorri convidando-a a continuar... Ela hesita. Mas o tio remata falando para o marido “ A tua mulher é uma simpatia de senhora...” “Está arrasada pela morte do Pai”- responde o marido. “Mais arrasada ficará senão continuar boa mamã e acarinhar o Bruno!!” fala o Tio numa risadinha acusativa, olhando para ela e mandando-a com os olhos e os gestos retomar a foda. Ela mantinha-se cavalgando o Bruno, mas o tio que estava virado de lado passa-lhe a mão no rabo acariciando-a, e desliza um dedo até ao cu dela. Ela fecha o olhos e um tesão longo a torna hirta em todo o seu corpo. Uma convulsão de prazer inunda-lhe o corpo. Estava a ser comida por um homem e uma criança. Continua fodendo fazendo um caluda com o dedo para o Tio e fechando os olhos e enviando-lhe um beijo cheio de tesão olhando para trás de novo, convidando o Tio a participar mantendo a discrição, e procurando cobrir o rosto do filho, passando-lhe as mamas de bicos hirtos pela cara com o casaco semiaberto. O Bruno vai saboreando com o caralho a deliciosa cona que geme nele e com a boca succiona e chupa as mamas dela. O tio enfia o dedo no cu dela e acompanha a foda do Bruno. Enterra-o o mais que pode no cu com força e com tesão. Ela está fodendo, acelerando o ritmo, de saia e de casaco cobrindo o corpo dela e o do filho, mas contorcendo-se de prazer com o dedo do tio no rabo e o caralho do filho na cona. O dedo do tio sadicamente alarga o cu dela, mete dois dedos no cu.. ela sente uma dor e um prazer pelo cu acima que obedece alargando-se e deixando entrar um, depois dois dedos, que se alargam dentro dele. Cu e cona se coordenam para se contorcerem em prazer, acarinhando ambos os prazeres que lhe entram na cona e cu. O tio vira-se de novo para a frente passado uns minutos ao aperceber-se que ela se separa do filho, para se inclinar sobre ele e lhe beijar o caralho que se desfaz em esporra na boca dela. A viagem vai correndo. O filho encosta-se a ela e mantém as mãos nas suas mamas que afaga com carinho. O tio olha para ele, dizendo com os olhos que descobriu tudo. Leva a mão para trás e pousa-a no joelho da mãe. O Bruno protesta com os olhos, mas o tio mantém firmeza, enquanto a mãe lhe cochicha no ouvido que o tio dela vira tudo e que agora tinham de se calar, que ele não os denunciaria; o Bruno, contrariado, concorda. Mais à frente, o carro pára porque o Pai vai ver um barulho que sente na roda. Como não descobre o que se passa propõe-se ir a pé telefonar no posto de socorro a frente para saber como resolver o problema. Afasta-se do carro caminhando pela berma da estrada. O Tio informa-os que viu tudo mas que não há problema, mas também quer participar, senão o Pai do Bruno vai saber tudo. A mãe anui, com a cabeça, sorrindo sensualmente para ele. A tesão ultrapassara todos os limites e ela queria mais... não estava satisfeita. “Dêem-me caralho!!” suplicava ela e espalhava um toalhão, para proteger o banco, que havia num gavetão debaixo do banco traseiro do carro. O Tio faz avançar a mão pelas pernas da sobrinha acima, chegando à sua cona deliciosa cheia de húmida tesão. O escuro da noite oculta o que se passa entre eles, quando ela de novo abocanha o caralho do filho, fazendo-lhe delicioso broche enquanto o tio dela lhe acaricia as coxas, a cona e o cu. O Bruno enfia o caralho na cona dela e o tio salta-lhe para cima aproveitando aquele cu que já fora bem alargado pelos dedos dele. A foda corre louca para ela que se desfaz em tesão, ganindo e arfando prazer por todo o corpo enquanto o Tio lhe lança vigorosas palmadas nas bochechas daquela deliciosa bunda. O vermelho da bunda dela e os gemidos de prazer denunciam a submissão dela aos desejos sádicos do tio e do filho. Faz vários orgasmos e finalmente quando percebe que o Tio se está a vir afasta-o bruscamente e mantém apenas o Bruno a foder, deixando o Tio a bater punheta ao lado deles. Quando percebe que o filho está para se vir, pede-lhe o caralho e punheta os dois de joelhos no banco traseiro entre eles. Eles desfazem-se em abundante esporradela que ela tenta impedir que vá sujar o banco traseiro. Recolhe o toalhão limpando-se. Depois aparece o Pai que informa que têm de parar na estação de serviço seguinte para reparar a roda. Ao chegarem o pai vai procurar o mecânico de serviço. O Tio afaga mais uma vez a cona da mãe, inclinando-se e beijando-a e pedindo um broche. Esta mama o caralho do tio e dá a cona de novo para o filho. Geme depravada pelo tesão que sente. Os dois fodem-na com toda a gana e despejam a fúria da tesão na boca e na cona dela passado que foi o orgasmo dela e o tesão deles rebentou. O pai regressa com o mecânico mesmo depois de estarem já arranjados e calmos. Todos saem. O regresso a Lisboa faz-se sem percalços após a reparação da roda, com mais uma foda discreta na mãe do Bruno, agora ela deixou o Bruno sair a porra dentro da xana dela. No final a vida continuou.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico luiscarlos141

Nome do conto:
A mãe do bruno- 2ª parte

Codigo do conto:
9765

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/06/2010

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0


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