O Dia do Castigo

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Estou aguardando o meu Senhor no quarto sentada sobre os joelhos encima da cama, sem poder me mexer, ordens do Dono, hoje Ele disse que vai me castigar severamente, já estou ali há muito tempo, já não sei quanto tempo se passou, não sei o que me espera, minha respiração está ofegante, tenho medo dos castigos, a mão do Dono é pesada.
O que eu fiz para merecer isso? Fiquei pensando comigo mesma, sou uma submissa obediente, propriedade do meu Senhor, dedicada, vivo com Ele uma dominação/submissão que me restringe pelo simples fato de não poder esquecer nunca e por nenhum instante a quem eu pertenço, tenho que saber me comportar em qualquer ocasião, permanecer fiel e casta se Ele assim desejar, nada me pertence, meu corpo, minha alma estão à disposição do meu Senhor, o que significa estar sempre pronta para atendê-lo, estar sempre depilada e disponível para o seu prazer, sou totalmente entregue ao meu Senhor, que não aceita não, como resposta em hipótese alguma, meus castigos normalmente são por pequenas falhas, um atraso, alguma coisa que não realizei prontamente, a rotina do trabalho e família às vezes me impede de ser mais dedicada como gostaria, me sinto em dívida com meu Senhor, embora sempre faça o meu melhor, há sempre espaço para melhorar, enfim os castigos servem para que eu me torne melhor e melhor.
Passaram-se alguns minutos mais, eu acho que Ele quer que eu reflita sobre minhas falhas na solidão do quarto. De repente, sinto a aproximação dele e mais outros passos, Ele não está só, quero me virar e observar o que está acontecendo, mas não tenho permissão, a ordem é ficar ajoelhada sentada sobre as pernas encima da cama, aguardando e olhando a parede, obedeço, imóvel, embora minha curiosidade seja enorme e a vontade de me virar e ver quem está com Ele seja realmente muito grande.
Ao entrar no quarto, Ele pede que me posicione empinando a bundinha e encostando a testa na cama, para receber o castigo e assim eu faço sem olhar para trás, obediente, ofereço meu corpo para o castigo, Ele vai usar a colher de pau, sem dó, uma, duas, três, qua..troo, cin.. Não consigo concluir a contagem de tanta dor, chego a ouvir o som do deslocamento de ar de cada investida por conta da velocidade e força. Dói imensamente, chego a morder os lábios para não gritar, minha bunda arde, quente, está totalmente esfolada, vou ficar marcada desta vez, marcada pelo Dono. Ele me bateu com toda a força que eu queria fugir dali, achava que não iria suportar, nesse momento sinto o seu corpo se aproximando do meu, sua respiração está ofegante, Ele me toca pela cintura e puxa minha bunda contra sua rola para eu sentir sua ereção, então puxa meus cabelos e sussurra nos meus ouvidos agora minha kdela vamos brincar um pouco, vem dar prazer para o seu Dono, enfiou os dedos na minha boca, e eu o lambi como uma kdela.
Estou muito excitada, com sua voz, sua rola junto ao meu corpo, ele tira a minha calcinha, acaricia minha bunda sensível e dolorida e meu corpo acende de tesão, a buceta pulsa, molhadinha, suas mãos passeiam sobre o meu corpo e seus dedos entram em mim, firmes e fundo nesse instante eu gemo baixinho e intensamente.
Neste momento, Ele me diz:
Vire-se quero que conheça minha nova aquisição.
Neste instante eu me viro e vejo uma mulher loira, bonita, nua, apenas de calcinha, com o olhar baixo, em pé nos observando, ela havia presenciado o castigo e tudo mais, estava visivelmente assustada. Era uma submissa inexperiente, o Dono estava começando a adestra-la, acho que ela nunca havia visto nada igual assim antes.
Ele ordenou que ela se aproximasse, deu-lhe um tapa no rosto sem muita força, delicadamente e perguntou-lhe:
- Gostou kdela?
Ela prontamente respondeu:
-Sim, meu Senhor.
Agora quero que você fique na mesma posição, empine a bundinha que é a sua vez de apanhar, os olhos dela denunciavam o medo que sentia.
Começou a lhe dar palmadas com as mãos e a vadia gemia muito, o tom avermelhado ia aumentando a cada golpe, Ele mandava ela contar, mas ela só gemia o que o irritou, então Ele disse:
- Ou você conta, ou eu vou começar tudo novamente sem fim, até você obedecer.
Claro que a putinha começou a contar rapidinho, com a bunda em brasa. Ao terminar, Ele arrancou a calcinha da vadia. Ela estava ali exposta para recebê-lo, a buceta úmida, latejando e o botãozinho pronto para ser arrombado por Ele, caso fosse seu desejo comer o cú da putinha, mas o Dono queria mesmo era ver suas fêmeas se pegando.
Ele olha para mim e diz:
Vai minha kdelinha mostra e ensina para a vadia tudo o que ela terá que fazer contigo exatamente igual.
Ela permaneceu na mesma posição do castigo, não podia se mexer, a bunda vermelha empinada, expunha a buceta úmida que eu iria chupar, enfiei meus dedos dentro dela, ouvi um gemido de prazer, ela oferecia e se expunha num rebolado buscando os meus dedos e a minha boca, enquanto eu chupava o grelo e bebia o líquido que descia da bucetinha, enfiando a língua profundamente, a kdela gemia de prazer.
Logo em seguida, Meu Senhor ordenou que ela ficasse de quatro para chupá-lo, enquanto eu continuava a chupá-la também. A rola do Dono estava dura e grande, enfiada até o talo na boca da vadia que gemia intensamente enquanto eu a chupava, ela acabou gozando, a vadia, sem a ordem do Dono o que foi, sem dúvida, uma desobediência. O Dono deu-lhe alguns tapas na cara e a fez repetir várias vezes que só poderia gozar com o seu consentimento. Ele então mandou ela me chupar e percebeu uma certa resistência dela em cumprir a ordem, era a sua primeira vez com uma mulher, ela levou outro tapa no rosto o que a fez prontamente descer até minha buceta que já estava pulsando, louca para receber o Dono. Timidamente ela começa a me chupar, ele apertou os mamilos da vadia até ela gemer de dor e disse que ela deveria fazer direito, entregue, com vontade. Torturava-lhe os seios enquanto enfiava a rola grossa e dura na sua bocetinha, em estocadas firmes, ela foi perdendo a timidez e melhorando a chupada, que agora já parecia ser com mais vontade, mais desejo, chupava meu grelo, enfiava a língua lá dentro e enfiava os dedos dentro de mim, me proporcionando muito prazer, nessa altura eu gemia de tesão, mas eu ainda não podia gozar.
Meu Senhor, se aproxima de mim aperta meus mamilos e torce, eu gemo de dor, me vira de quatro e enfia dentro de mim sua rola deliciosa em movimentos frenéticos de vai e vem, então Ele me autoriza a gozar e eu vou ao delírio com seu pau grosso, duro e gostoso.
Meu Senhor, está pulsando dentro de mim, posso sentir o seu tesão, então Ele enfia seu pau na minha boca, dentro da minha garganta, e goza na minha boca, e eu bebo meu alimento com muita vontade, mas tenho que dividir com a outra putinha que já está aguardando ansiosa, Ele deixa tudo na minha boca, na minha língua e a vadiazinha vem beber da minha boca, o alimento de kdela, delícia compartilhada.
Adoro meu Dono e Senhor, eu sou sua vadia, puta, kdela, totalmente dedicada e submissa há vários anos, somos um casal maduro, de ótima educação e nível social, higiênicos, buscamos uma mulher que esteja se descobrindo submissa que queira conhecer esse maravilhoso universo BDSM de forma totalmente segura e discreta nas mãos de um Dominador experiente e de sua submissa bissexual que também pode lhe proporcionar muito prazer. Meu Senhor também domina casais submissos, que o marido aprecie ver sua mulher ser totalmente fudida e humilhada por um macho Dominador.


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Comentários


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fulano Comentou em 08/03/2017

Votado ... Excitante

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eutoaquipraver Comentou em 27/02/2017

lindo conto, adorei eu vou ter uma vadia assim bem gostosa,

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bicasado Comentou em 26/02/2017

Lindo conto, Beijos sim votei




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Ficha do conto

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mestreuriens

Nome do conto:
O Dia do Castigo

Codigo do conto:
97310

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
26/02/2017

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
0


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