O namorado putão da minha mãe

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Me chamo Marcelo (ficticio), 22 anos, branquinho meio oriental, moro em Belém do Pará. Filho de pais separados, moro com meu pai que é PM e meu irmão mais velho que está se formando em Ed. Física, meus pais se separaram quando eu tinha uns 15 anos. Minha mãe é uma mulher de 42 anos, branca, bonita demais, tem uma loja de roupas numa cidade distrital chamada Marituba que fica numa distancia média de 1hora de Belém, mulher independente.
Depois da separação, minha mãe passou a ser uma mulher mais jovem e passou a ter namorados jovens e bonitos, muitas das vezes eu percebia o interesse nos olhos deles, quando estavam com ela só por coisas que ela dava. Eu nunca gostei de ir fazer visitas a ela devido à distância das cidades e achar o lugar perigoso. Certo dia minha mãe resolveu comemorar seu aniversario e pediu que eu e meu irmão fossemos, também foram convidados alguns parentes para o tal almoço, Eu nunca fui com a cara de nenhum dos namorados dela, eu tinha um certo ciúme dela (de filho).
Quando chegamos lá já haviam alguns convidados, vizinhos dela, e uma piscina grande de plastico armada e cheia. Por volta do de umas 14 horas chegou o Andrei, 38 anos, 1,90de alt, branco, corpo legal, olhos escuros, cavanhaque, cabelo meio ondulado, vestia-se bem adequado ao momento, um cara bonito, percebi tudo aquilo, mas nenhum namorado dela passava pela minha aprovação, mesmo sem conhece-los. Meu irmão ficou logo incomodado, minha cunhada ficava pedindo calma a ele pedindo que não se irritasse e que nem precisava ele dar papo, o cara falou com todos, deu um beijo na minha mãe e foi para o quintal (área de traz da casa), onde rolava o almoço de aniversario, depois que todos já haviam almoçado e já estava apenas bebendo, meu irmão veio me avisar que já íamos pra eu arrumar minhas coisas, eu não conseguia parar de olhar para o Andrei, falante e divertindo a todos na festa, fazendo todos se sentirem à vontade, falei ao meu irmão "poxa cara ainda nem cantaram o parabéns", o que seria só por volta de umas 16hrs, ele falou "é mas o transito vai estar ruim depois pra voltarmos", minha cunhada salvou a situação sugerindo que eu dormisse lá, até porque seria chato os 2 filhos irem embora antes do parabèns, minha mãe vendo aquele nosso motim logo se aproximou e perguntou o que tava acontecendo, meu irmão explicou que precisava ir embora por causa do transito do FDS e teria que acordar cedo, eu aproveitei e perguntei se eu podia ficar, ela respondeu claro que sim que tinha um colchão que colocaria na sala, já que a casa apesar de espaçosa só tinha 1 quarto.
Após meu irmão ter ido embora, a festa já dava sinas de que estava acabando, a tarde escurecendo, sinal de chuva, as crianças já não brincavam mais na piscina, era o momento certo de bater o parabéns e encerrar a festa, a essa altura já tinha trocado pequenas palavras com Andrei, já havia até me dados alguns pequenos abraços dizendo que gostava muito da minha mãe (um papinho de quem já tava um pouco bebido). Ele mesmo chamou a todos para proximo da mesa e anunciou o parabéns, depois do cantar, do partir do bolo e cada um pegar o seu pratinho pra elevar um pedaço, um a um começou a se despedir e agradecer pela tarde maravilhosa, cada pressagio deste me deixava mais nervoso com a idéia de que eu ficaria enfim mais proximo do Andrey aquela noite. e assim aconteceu, festa vazia apenas Andrey, eu e minha mãe na casa, ele logo arrastou uma mesa com cerveja para proximo da piscina, minha mãe que já havia bebido bastante foi lavar a louça, Fiquei conversando com Andrey de um banco no quintal quando começou a chuviscar, minha mãe apareceu da porta da cozinha e perguntou "vocês não vão entrar? vai chover forte", eu era obrigado a entrar por não ter levado roupa, coloquei uma cadeira debaixo de uma coberta na saída da cozinha e fiquei admirando aquele lindo corpo tomando uma cerveja, de oculos escuros, relaxado olhando pro céu de dentro da piscina, eu dava umas disfarçadas olhando no meu celular de vez em quando.
Num desses momentos mexendo em meu celular ele respingou água em mim e falou "ei meu filho, não quer tomar um banho também?", eu respondi "não trouxe shorts" ele rapidamente chamou pela minha mãe que não respondeu, imediatamente ele levantou da piscina, estava de bermuda fina vermelha, sem cueca, pude ver um volume ainda que mole debaixo da bermuda, saiu e entrou na casa molhado mesmo, quando voltou, jogou a bermuda em mim e falou "veste essa, acho que dá em você, tua mãe tá tão cansada que já apagou lá no quarto", Uau, tomariamos banho só nós, fui pro banheiro me trocar e ajeitar o pau numa posição onde escondesse minha excitação, quando fui saíndo da cozinha para o quintal ele disse "fecha a porta, pra não molhar pra dentro", logo obedeci e entrei na piscina, estava chovendo e fazia muito frio, o que havia de mais confortavel era a água que descia por um cano grosso que jogava uma água forte o qual enchia a piscina, o cano vinha de cima da casa, o que fazia a queda d'agua ter tanta força. Quando me pus debaixo da agua do cano, a corrente abaixava a bermuda meio frouxa que não era minha, e o Andrey continuava a vontade de peito pra cima atras de mim na piscina. Ali minha malícia de sedução aflorou e saquei uma oportunidade, de proposito mesmo eu tomava banho e deixava a corrente abaixar a parte de traz, mostrando bem delicadamente meu bumbum branquinho e lisinho, não demorou pro meu amigo tirar os óculos e puxar assunto como coisas da escola, garotas, futuro.,
Em certo momento o namorado da minha mãe me pediu pra tomar banho debaixo do cano, e ficou lá deixando a agua cair sobre ele, enquanto ele estava em pé ali, aproveitei pra fazer a brincadeira de passar por debaixo da perna, sem pedir, iniciei a brincadeira e fique dando voltas, sempre me esbarrando bastante nele, em certo momento ele se ajoelhou dentro da agua, nesse momento eu vi, pois mergulhava de olhos aberto, mesmo assim, fingi não ter visto e encostei todo meu rosto no seu pau, ainda que ele de bermuda, não reclamei apensa levante e continuamos conversando, ele já estava meio bacana, chegou a me abraçar na pisicina, debaixo daquela chuva torrencial, notei que o pau dele havia dado sinal de vida após a imprensada que dei no pau dele, o que fez com que ele saísse da piscina dizendo "cara já escureceu, eu vou entrar", eu disse "vou ficar mais um pouco", estava com muito tesão, mas lá dentro estava minha mãe, fiquei muito satisfeito com todos aqueles momentos de prazer contido que tivemos ali, mas estava tarde e não parava de chover, entrei fui pro banheiro vestir minha roupa mesmo, e fui direto pra sala, onde minha mãe ficara de preparar um colchão pra eu dormir, ao passar pelo corredor e entrar na sala, com quem me deparo? Andrey está deitado no colchão só de toalha ainda molhado e roncando.
não havia mais lugar pra eu dormir a não ser um desconfortavel sofá onde me deitei, eu não conseguia parar de olhar pra ele deitado de peito pra cima, torcendo para que aquele nó se desfizesse, e que parecia estar bem preso. Não podia me arriscar, podia ser uma armadilha dele e minha mãe estava no quarto. momentos depois aquele tesão que não me deixava, me levantou e me levou até o quarto da minha mãe, vi que ela estava em um sono profundo, voltei para a sala, apaguei a luz e deitei do lado dele, a claridade que tinhamos era apenas da luz que vinha do corredor, o que me permitiria até ver se minha mãe viesse. A princípio deitei e analisei o tamanho do seu cansaço, percebi que ele dormia realmente, no segundo momento, passei minha mão por cima do seu peitoral que tinha pelos bem rentes, deixei ali ainda em analise, quando percebi que ele estava acordando fechei meus olhos e fingi dormir, ele se reclinou um porco e sentia que ele estava me olhando no rosto, tirou de leve meu braço do seu peitoral se levantou e foi para o quarto da minha mãe onde ele dormia, ainda demorei para abrir os olhos, até ter a certeza que ele não estava em pé me olhando. fiquei remoendo aquilo na mente e logo depois me dei por vencido, decidi que era hora descansar, quando após alguns minutos já quase pegando o sono, senti aquela pessoa gelada do frio, deitando bem atras de mim, senti ainda a roupa molhada, que se tratava ainda de uma toalha, era o Andrey que havia voltado, após deitar, eleabriu a toalha e cobriu apenas o quadril deixando uma parte por cima de mim, estavamos de conchinha e eu fingia dormir, o que era quase impossivel já que me dava uns xiliques de tremedeiras,
Andrey beijava meu pescoço e pressionava o pau sobre meu bumbum, de vez em quando tambem colocava a mão pra dentro da minha bermuda que era jeans e dificultava o movimento dos dedos dele, ele melava os dedos com a baba da de gala do pau dele e e ficava bolinando o meu rabinho, aquilo tava uma delicia e eu não me mexia pra nada, até que ele novamente parou se enrolou na toalha e voltou pro quarto não retornando mais, de manhã quando acordei, fui ao quarto da minha mãe avisar que eu já ia embora, mas ela não estava la, aoenas o Andrey dormindo com lençol a té a cintura, aquele volume lá me chamando, mas já era, dia, não havia, clima e estavamos limpos de alcool, mexi com ele e perguntei "Andrey cadê a mamãe", ele respondeu ainda de olho fechado "ela foi na feira", não entendi se ele não lembrava ou se nem estava com vergonha e nem queria me olhar... enfim essa é uma experiencia maravilhosa que guardo na lembrança e agora dividida com vocês.
Foto 1 do Conto erotico: O namorado putão da minha mãe

Foto 2 do Conto erotico: O namorado putão da minha mãe

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Ficha do conto

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ninfentinho22

Nome do conto:
O namorado putão da minha mãe

Codigo do conto:
95335

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/01/2017

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5


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