A CASA DA PRAIA PARTE 2

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O telefone tocou e minha prima disse que ela e o marido precisavam ficar no Rio e que só voltariam no dia seguinte. Fiquei excitado. Pelo menos teria uma noite inteira para curtir aquelas novas emoções da minha vida. Surpreendentemente estava leve, tinha gozado como nunca. Resolvi preparar o lanche e nós quatro comemos como loucos (quem não fica com fome depois de uma boa gozada?), enquanto a chuva voltava a castigar a cidade de praia.
Carlos e Marcelo convidaram Bruno para passar a noite com eles e, esperando um consentimento meu, vibraram quando eu disse que sim. Imediatamente ligaram para a casa dos pais do amigo, que permitiram que Bruno ficasse conosco. Por volta de 22 horas, fui até o quarto de hóspedes, vesti meu pijaminha curto de malha branca, quase transparente, e trouxe um colchonete para a sala. Os três jovens estavam debruçados de costas na janela da sala, vendo a chuva e conversando. A visão daqueles três traseiros teria endurecido meu pau, não fossem as duas punhetas há poucas horas. Encostei o colchonete fazendo um T com o sofá grande, joguei o lençol e o travesseiro e me deitei, catando o controle remoto para assistir a um bom filme na TV.
Quando ouviram o som da televisão, os três viraram-se e me viram deitado, as pernas arreganhadas, uma no norte outra no sul. — Tio, o senhor vai dormir assim, aqui na sala, num colchonete?

— Claro, Marcelo. Com esse calor infernal, aqui é muito mais fresco e posso ver um bom filme antes de dormir...

Marcelo olhou para Cacau, que entendeu o recado. — A gente também pode, tio?

Disse logo que não, mas a insistência dos três foi tal que acabei concordando. Pelo menos eu tentei. Em segundos eles trouxeram mais dois colchonetes da casa, encostaram no meu, jogaram os lençóis e travesseiros, arrumando tudo. Antes que se deitassem, perguntei: — Vocês não vão dormir com a mesma roupa que usaram o dia inteiro, vão? — perguntei fazendo cara feia.

— Mas eu não trouxe roupa de dormir — disse Bruno decepcionado.

— Isso não é problema, mano. A gente te empresta... — falou Cacau.

Quando os três apareceram de volta, vestindo pijamas, quase enfartei. Eram curtos também, de malha como o meu, mas muito mais justos, moldando perfeitamente seus corpos. Principalmente o de Bruno, que tinha o maior traseiro de todos e o pijama emprestado por Marcelo tinha ficado bem arrochado. Ruidosamente deitaram-se ao meu lado, encostando-se nos travesseiros. Fiquei entre Bruno e Carlos, com Marcelo na outra ponta. Estava adorando tudo aquilo. Ficamos recostados vendo um filme que tinha acabado de começar. Só as luzes da TV e de um abajur iluminavam a sala. Num trecho, o ator principal beijou apaixonadamente a protagonista.

— Nossa!... — disse Cacau, entusiasmado.

— Isso não é pra você não, cara! — retrucou o irmão Marcelo.

— De nós, só você tem chance de dar um beijo desses, Marcelo — falou Bruno, referindo-se ao primeiro namoro do amigo, que tinha começado há uma semana.

— É... Só ele está namorando, mas também até agora é só mão dada... — ironizou Cacau, o irmão menor.

Os dois mais novos riram e Marcelo ficou vermelho. — Eu ainda não sei fazer tudo, mas pelo menos eu tenho uma namorada — desafiou os amigos.

— Você não sabe nem beijar. Olha só como o cara faz no filme e vê se aprende, mano! — riu o menor dos meus primos.

Fiquei ali ouvindo os três. — Você já beija de língua, Marcelo? — perguntei. — Envergonhado, ele fez que não com a cabeça. — Não tem nada do que se envergonhar, é só uma questão de treino e de tempo...

— Mas eu vou treinar com quem, tio? Ela não sabe nada e eu não quero pagar mico quando eu der o primeiro beijo pra valer.

Todos ficaram em silêncio, acompanhando o beijo tórrido no filme.

— Só se o tio ensinar... — sugeriu Cacau, de longe o mais sacana.

— Que isso, mano? Vai pegar mal...

— É só um treino. Se ninguém falar nada, ninguém vai ficar sabendo...

Bruno alisou discretamente o pau em cima do pijama justo e olhava para os dois amigos e para mim. — Eu também não sei como se beija ainda...

— Tá vendo, Marcelo. Até o Bruno precisa de treino... e eu também... — disse o esperto Cacau.

— O único problema é saber se o tio topa... — falou Marcelo baixinho, vencendo a timidez.

Senti os três olhando diretamente para mim, como que esperando uma resposta. — Nem pensar, vocês estão malucos? O que a mãe e o pai de vocês vão pensar de uma história dessas? Se ainda a minha mulher estivesse aqui, eu e ela mostrávamos pra vocês...

— Ninguém vai ficar sabendo, tio. Você mostra uma vez, em cada um de nós e a gente jura que fica só entre nós quatro...

Cocei a cabeça, fiz que não, mas eles continuavam insistindo. — Não — insisti — deixa pra outro dia. Quando eu vier com a minha namorada aqui, a gente combina e eu beijo ela na frente de vocês...

— Olha só, tio, não dá pra você fingir que está beijando a sua namorada, enquanto treina com a gente?

Acabei concordando, simulando uma certa resistência, mas confesso que tinha ficado completamente excitado com aquela nova possibilidade. — Ok, quem é o primeiro? — perguntei. — Jogo rápido, ok?

Ajoelhamos no colchão e Marcelo veio até onde eu estava e ficou ali, esperando. Passei a mão em seu pescoço e puxei sua cabeça na minha direção. Antes de continuar, coloquei uma condição. — Mas olha só, quando a gente beija uma mulher rolam outros lances. É a hora de acariciar os peitinhos dela, as costas, as coxas, os cabelos e até a bundinha. Vocês querem a aula completa ou só o beijo?

— Completa! — disseram os três em uníssono.

— Então tá! Vem cá, meu priminho — falei sério, tentando dissimular meu tesão.

Quando meus lábios tocaram os de Marcelo, o garoto tremeu como uma donzela. Fiz pressão e aos poucos abri sua boca com a minha língua e enfiei metade, procurando a dele. Entendendo o recado, ele relaxou e tocou minha língua com a dele também. Aproveitei para acariciar os ombros dele, o pescoço, o rosto. Quase cinco minutos depois, quando nos separamos, Marcelo ainda tinha os olhos fechados e a boca para frente, esperando mais. Olhei para baixo e vi que o “circo” dele estava armado. O pau dele estava duro como uma pedra.

— Viu como é que se beija, Marcelo? — perguntei.

— Porra, tio, é a melhor coisa que tem. Se beijar um homem é bom assim, imagine uma mulher.

Imediatamente Bruno se apresentou e repetimos a cena, com a diferença que ele estava enganando todo mundo e já devia ter beijado antes. Como eu estava com o corpo encostado no sofá, puxei o garoto para mim. Nossos peitos encostaram um no outro e com as duas mãos livres fiquei acariciando suas costas e fui até o bundão dele. Enquanto travávamos um duelo de línguas, aproveitei para enfiar a mão no elástico do pijama de Bruno e fui baixando, até que metade da bunda ficou de fora. Quando terminamos, ele estava em alfa e não poupou elogios.

— Tio, agora é a minha vez — disse Carlos, o menor. — Só que eu quero ficar deitado, pode?

— Pode, Cacau. Pode o que você quiser.... — falei, ajeitando o meu pau.

— Eu quero a aula completa, tá? — pediu.

Cacau se deitou de barriga pra cima no sentido contrário dos colchões colocou as mãos embaixo da cabeça e esperou. Marcelo estava se punhetando dentro do pijama e Bruno olhava fixamente meu pau. Antes do beijo, alisei o corpo todo de Cacau, que estava de olhos bem abertos. Massageei e acariciei sua barriga, as pernas. Ele estava de pau duro, também, formando uma tenda no pijama. Passei a mão suavemente nos peitinhos e ele gemeu baixinho. Com um sorriso maroto, puxei o pijama dele dando a entender que o queria nu. Cacau colaborou levantando a cintura e a roupa foi descendo até sair pelos pés. O irmão e o amigo aproveitaram para tirar seus pijamas também. Estavam aqueles três belos exemplares masculinos nus como vieram ao mundo.

Aproximei minha boca do rosto de Cacau e ele abriu os olhos ainda mais. O garoto segurou meu rosto com as duas mãos e me puxou. Foi uma viagem. Como beijava bem o garoto. Passei a perna esquerda por cima do corpo dele e fui baixando o meu, até que fiquei completamente em cima dele, beijando aquela boca deliciosa. O menor, mas o mais safado dos meus primos postiços, repetiu o gesto comigo, arriando o meu pijama até o meio das minhas coxas. Meu pau bateu no meu estômago e eu estava a ponto de gozar. Marcelo e Bruno agora batiam uma violenta punheta, acompanhando a cena.

Ainda beijando meu sobrinho na boca, segurei meu pau e encaixei entre as coxas dele, embaixo do saco. Cacau gemeu e parece ter gostado, porque juntou as coxas fortemente, numa tesoura muscular. — Esse é um outro carinho que vocês podem fazer na namorada que não quiser transar logo de cara. Fuder as coxinhas dela. Pode ser deitado, assim, como eu e Cacau estamos fazendo, ou em pé. Dá o maior tesão, não dá, Cacau?

— Se dá, tio! Eu nunca senti tanto tesão na minha vida...
Baixei bem a cabeça e fiquei beijando o ouvido do garoto. — Posso gozar nas coxinhas da minha namoradinha? — perguntei cheio de maldade.
Cacau apertou as coxas ainda mais e disse no meu ouvido. — Pode, tio. A partir de hoje eu posso ser a sua namorada, quando o senhor quiser. Esse será o nosso segredo. O seu pau é grande pra caralho, tio...
Ainda sussurrando no ouvido dele, falei: — Você vai adorar quando ele entrar no seu cuzinho e eu gozar bem fundo, beijando a tua boca...
Foi demais para nós dois. Cacau alisou as minhas costas e tocou punheta no meu pau com as coxas. Gozei lindamente, enquanto ele também gozava, o pau imprensando entre nossas barrigas. Que foda!
— Nossa, tio, que aula — exultou Cacau, passando a mão na bunda, toda melecada com a minha porra. — Adorei.
Marcelo e Bruno também não pouparam elogios, espalhando a porra sobre seus corpos, depois da punheta. — Tio, queria aprender mais...quero agradar bastante minha namorada — disse o mais velho da minha prima de criação, voltando a vestir o pijama. — Já perguntei ao meu pai muitas coisas, mas ele sempre diz que me explica outro dia.

Exausto pela foda memorável, custei a me levantar e vestir o meu pijama. Quando sentei no sofá, expliquei a Marcelo que muitas vezes os pais têm dificuldade de falar de sexo com os filhos, o que geralmente é mais fácil para um estranho ou parente próximo. Enquanto Cacau e Bruno foram à cozinha trazer refrigerantes e sanduíches para todos, ficamos eu e o sobrinho mais velho sentados, lado a lado, no sofá. — Gostei mesmo da aula, tio... Queria saber mais coisas porque ela já disse que sexo só depois do casamento...
Pobre garoto, cheio de hormônios. Tinha acabado de gozar e já estava excitado de novo, só de falar em sexo. — Bom, filho, você já aprendeu que o beijo na boca pode ser bem excitante, depois viu que meti nas coxas do teu irmão, o que é sempre uma alternativa segura de sexo...

— Adorei essa parte, tio, fiquei cheio de tesão...— falou o garoto, alisando o pau.

— Pode tentar comer o cuzinho dela, filho...

— Comer o cu dela, tio? Nossa, ia ser demais... Mas a galera diz que dói muito, que as meninas geralmente não curtem...

— Tem razão, se for mal feito, dói mesmo, mas mesmo assim rapidamente a dor se transforma em prazer... Tem muita mulher que só curte sexo anal, sabia? — expliquei, sem disfarçar o tesão que inflava meu pau naquele momento.

— O senhor ficou com tesão só de falar nesse papo, né, tio?

— Nem fala, adoro comer um cu...

Marcelo se mexeu no sofá, alisando o pau dele. — Como senhor faz pra comer e não doer, tio?

Era a deixa que eu esperava. — Quer experimentar, filho? Assim você aprende também pra tentar com a sua namorada e sente por antecipação o que ela vai curtir.

— Ah, tio, sei não... isso é coisa de boiola...

— Você que sabe, Marcelo...Se quiser provar, meu pau está no ponto certo — falei escorregando meu corpo para baixo no sofá, juntei bem as pernas e tirei o pau duro todo pra fora.

— Nossa, tio, ele é enorme... muito grosso....— o garoto tirou o pau dele pra fora também e praticamente babava de tesão, enquanto se masturbava.

— Faz assim...senta o teu cu na cabeça do meu pau, que já está lubrificado, e vê se gosta... Se curtir a penetração, você pode baixar um pouquinho, mais fundo, o quanto quiser e aguentar...

Marcelo ainda pensou alguns segundos e, tomando coragem, passou as pernas por cima das minhas, ficando de costas e baixou o corpo, como se fosse sentar no vaso. Quando a cabeça do meu pau tocou seu ânus, o garoto estremeceu. — Nossa, tio, não vai passar nunca....

— Calma, garoto... encosta e relaxa....

Com a minha lubrificação natural, quando Marcelo soltou ligeiramente o peso do corpo pra minha surpresa a cabeça passou. Marcelo deu um grito de dor e espanto, mas segurei sua cintura suavemente e ele ficou no local. Nesse momento, Cacau e Bruno vieram correndo da cozinha, segurando a bandeja de sanduíches, os copos e as garrafas de refrigerante. Ao perceberem a cena, ficaram de boca aberta. — Caralho! — disse o mais novo da minha prima. — Puta merda, Marcelo...Como é que você tá aguentando esse pau no cu????

Mesmo de costas pra mim, senti que o irmão mais velho estava com tesão ao ser surpreendido pelos dois rapazes, porque piscou o cu violentamente, mordendo a cabeça do meu pau. — Chega mais, Bruno, olha só que maravilha! — disse Cacau tirando o pijama, no que foi acompanhado pelo amigo adolescente. — Nossa, Marcelo, que coragem... Senta mais um pouco no caralho, senta... — falou o amiguinho com tesão.
Animado pelo encorajamento, Marcelo fez um esforço e entubou mais alguns centímetros, fazendo cara de dor e prazer. — É muito grande e muito grosso, tio... está me rasgando todo.
Nem respondi, tantas foram as vezes que tinha ouvido aquela frase. Ainda assim, sempre tinha conseguido colocar meu pau todo dentro de qualquer buceta ou cu. — Faz força como se você estivesse cagando, Marcelo.... — ensinei.
Os dois amigos agora estavam sentados, lado a lado comigo, com os olhos fixos no meu pau, duro como uma rocha, entrando lentamente naquele cu virgem e maravilhoso. — Vocês dois, quero que um beije o Marcelo na boca e o outro chupe o pau dele, se revezando, pra ele aguentar tudo no cu...
Nem precisou pedir duas vezes, Cacau caiu de boca no pau do irmão e Bruno grudou na boca do amigo, para o meu prazer. Marcelo gemia e suspirava sem parar, facilitando a dilatação do reto. Meu pau avançava lentamente e a metade já tinha entrado. — Cacau, aí debaixo mesmo cospe no meu pau...
O meu sobrinho mais novo tirou a boca do pau do irmão, levantou o saco dele e deu umas cinco cusparadas no meu pau e o resultado é que meu caralho deslizou no túnel de Marcelo, fazendo com que sua bunda encostasse nos meus pentelhos. — Está todo dentro, garoto... Que delicia de cu....
— Ai, tio, nem acredito... Parece que tenho um cagalhão parado na minha bunda....dói pra cacete...
— Relaxa, puto...A partir de agora tem que sentir prazer....Rebola no meu caralho e você vai ficar freguês...Depois sobe e desce... Toca uma punheta gostosa com o teu cu no meu pau...
O irmão e o amigo estavam babando de tesão, se masturbando violentamente... — Também quero experimentar, tio — pediu Bruno. — Eu também, eu também... — disse Cacau com a voz aflita....
— Calminha, vocês dois. Deixa eu curtir um pouco... — falou Marcelo, cheio de tesão, enquanto cavalgava no meu pau com mais desenvoltura.
— Deixa o Marcelo entalado mais um pouco... Depois vocês também podem provar, mas ninguém pode gozar sem que eu mande.
Os três concordaram com a cabeça. Dalí pra frente, meu pau provou três cus diferentes, de três jovens tesudos e doidos por uma putaria. Marcelo ficou maluco com o caralho entrando e saindo da sua bunda, mas depois ajudou a guiar meu pau no cu do amigo Bruno, cuja bunda fazia inveja a muita mulher. Pela facilidade com que penetrei nele, era fácil imaginar que ele já tinha perdido o selo no cu há muito tempo.
Quando Cacau, o mais novo e tesudo de todos, montou no meu pau, dessa vez de frente, alisando meu peito e beijando minha boca, meu tesão triplicou. Mandei que Marcelo sentasse ao meu lado e, na mesma posição, fudesse o cu do amigo Bruno. O mais velho dos meus primos castigou o rabo do amigo, enquanto seu irmão rebolava como um louco no meu caralho. Dez minutos depois, Cacau implorou que todos gozássemos juntos e não foi difícil sincronizar o momento, já que os quatro estavam com uma sobrecarga de hormônios. — Tá gostando do cuzinho da sua namoradinha, tio? — perguntou Cacau com a voz melosa e para que todos ouvissem. — Estou adorando, minha putinha, agora me faz gozar minha gostosa, safada, dá uma chave de cu no meu pau. — pedi com luxúria, sentindo que a porra queria sair. — Vamos gozar todos juntos, agora! — comandei.
Imediatamente os quatro despejaram a porra, com gritos e suspiros de prazer. — Que foda maravilhosa, garotos — disse. — Cacau desmontou do meu pau e “cagou” a minha porra na mão e depois lambeu tudo, com uma cara de safado. “Esse meu sobrinho promete”, pensei com satisfação e já imaginando se poderia me mudar para aquela hospitaleira cidade de praia. Marcelo estava acabado, mas ainda teve fôlego de beijar Bruno na boca, que se entregou apaixonadamente. — Que tal vocês dois namorarem, a partir de agora? — sugeri com malícia.
Bruno ficou vermelho como um pimentão. Marcelo fez cara séria e disse: — Eu topo... quer, Bruno? — O amigo ficou em silêncio e depois concordou com a cabeça. Feliz da vida, Marcelo puxou-o para si e o beijou novamente. — A gente vai tomar um banho juntos, ok? — avisou Marcelo.
Quando os dois saíram, Cacau olhou pra mim com a cara travessa e perguntou: — E eu, tio, como eu fico?
— Você já não disse que é minha “namoradinha”? Então, pronto. Já temos um compromisso...
O garoto gritou de felicidade, sentou ao meu lado e me deu a mão. Depois da trepada fantástica, nós quatro desabamos nos colchonetes e dormimos profundamente, sem que ninguém se importasse com a televisão ligada e as janelas abertas. Mal imaginávamos que teríamos uma grande surpresa.


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Comentários


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vitor3421 Comentou em 15/02/2017

Otimo conto, esperando a continuaçao




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A CASA DA PRAIA PARTE 2

Codigo do conto:
94582

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/12/2016

Quant.de Votos:
2

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