enrabada na frente do marido.

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Um casal aventureiro cai nas garras de um dominador.
Tudo aconteceu assim...
Era mais um dia comum, sem nada pra fazer. Quando meu celular chamou.
A ligação era de uma grande amiga, que a muito tempo eu não via. Ana luz.
____ Oi DOM, tudo bem com sr.? Estou em um rancho aqui pertinho. E tenho uma amiga louca pra conhecer um dominador.
( aqui na minha região, rancho significa o mesmo que casa de praia. porém nas margens de um rio de água doce)
A ligação da Ana luz me pegou desprevenido e me deixou um pouco surpreso, mas como era bem perto e eu não tinha nada pra fazer, peguei meu carro, algumas cervejas pelo caminho e parti pro rancho.
Logo quando cheguei percebi que a festa estava animada, o som tava nas alturas e as músicas variavam de rock metálica até o fank.
Ana luz me recebeu no portão e me apresentou para o pessoal da casa, e maliciosamente percebi que haviam dois casais na casa. Sendo assim eu e Ana luz estávamos sobrando. Apesar de eu já ter sido o dono da Ana luz, hoje em dia é praticamente impossível termos algo, pois nos tornamos grande amigos e definitivamente não rolaria nada entre a gente.
Muitas cervejas e whisky depois, comecei a ler o perfil dos dois casais. ..
Carol e Carlos eram os mais velhos, provavelmente na faixa dos 40.
Carol era gordinha sarada 1.50 de altura seios e bunda farta. E ficou bem assanhada depois de tomar umas.
Carlos era grande e forte e aparentemente muito ciumento pois logo que percebeu que sua esposa estava se engraçando comigo, a colocou no carro e foi embora.
O segundo casal era exatamente o oposto do primeiro.
Jaques e Sílvia eram bem jovens, ele 25 e ela 22 anos. Eram casados a dois anos.
Sílvia era magra, de cabelos loiros, olhos azuis e seis pequenos.
Jaques era baixo e gordo porém muito carismático e divertido.
Minha amiga e anfitriã, Ana luz já havia bebido de mais e se retirou para um dos quartos.
Ficamos ali jogando conversa fora e invariavelmente o assunto acabou chegando em sexo.
Sílvia estava bastante alta pelo álcool e disse que já sabia dos meus gostos peculiares para sexo e que tinha muita curiosidade de conhecer mais sobre o bdsm.
Eu fiquei um pouco sem jeito na hora.
Então Jaques, se pronunciou quebrando o gelo. Disse que isso não era nada demais e que dar uns tapas e puxões de cabelos qualquer um fazia.
Comecei então a explicar um pouco de como funciona as regras e fundamentos do bdsm aos dois, enquanto eu falava não pude deixar de notar a empolgação de Sílvia que involuntariamente começou a esfregar as mãos entre as pernas. Percebendo a excitação de Silvio eu deixei minha explicação o mais excitante possível.
Depois de algumas doses e cervejas, Jaques se levantou da sala e se retirou dizendo que precisava descansar um pouco.
Depois que ele saiu, eu e Sílvia ficamos em silêncio. .. Ela me encarou durante, procurando olhar dentro dos meus olhos.
Senti meu sangue ferver, uma mistura de tesão, raiva e medo.
Mas ela não parava de me olhar. Até que eu a adverti :
____ Não me olhe assim menina. Seu marido está no quarto ao lado e eu não quero confusão.
Ela soltou uma risada debochada, dizendo.
____Aquele corno uma hora dessas já deve estar comendo sua amiga.
Aquilo foi como um choque 220w. Ana luz já foi submissa e tenho muito carinho por ela.
Eu olhei para Sílvia com frieza, levantei da poltrona, tirei minha calça e minha camiseta. Ficando apenas de cueca box.
Voltei a sentar e sem parar de olhar pra ela eu disse:
____Va minha criança, busque um whisky com gelo pra mim.
Ela mais uma vez deu aquele sorriso debochado, e me disse que não, pois não era minha empregada e que se eu quisesse eu poderia ir pegar na geladeira.
Levantei mais uma vez da poltrona, peguei minha calça no chão, retirei o cinto e caminhei em sua direção. Passei o cinto em seu pescoso, apertei bem firme e pude ver a espresão de surpresa em seus olhos.
Esperei alguma reação por parte dela e como não ouve me senti a vontade pra continuar.
Sílvia estava sentada em uma cadeira de fio bastante inclinada para trás, então eu a puchei com o cinto como se fosse uma coleira com guia.
Segurei Sílvia pelos cabelos no alto da cabeça a obrigando a ficar de cabeça baixa e a arrastei assim pelo corredor até a copa. Ergui sua cabeça e encostei seu rosto na geladeira, dei uma mordida forte em sua nuca que a fez gritar. Depois encostei meu rosto no dela e disse em seu ouvido :
____ Sirva _ me um whisky com gelo.
E mordi sua orelha de leve.
Me afastei dela, sentei em uma das cadeiras da mesa da copa e fiquei a observando.
Ela ficou imóvel por um tempo, olhar fixo ao chão, e logo em seguida abriu a geladeira pegou o gelo e sem ousar a levantar o olhar se dirigiu ao balcão de bebidas. Pegou um copo de dose, colocou o gelo e o whisky, e me entregou.
Eu estava ainda de cueca, e Sílvia ali parada em mim frente sem ousar me olhar. Como ela tinha a pele bem clara dava pra notar a vermelhidão no seu corpo pelo decote de seu vestido, e apesar de ela se manter de cabeça baixa eu conseguia ver sua face extremamente vermelha também.
Fiquei de pé diante dela, segurei forte em seu queixo e a mandei se ajoelhar.
Ela resistiu dizendo que eu não tinha autoridade sobre ela pois não era seu dono. Então eu disse calmo e pausadamente :
____ Não sou seu dono. Não sou seu marido. Não sou seu namorado e muito menos seu amante. Mas você me provocou, e eu vou foder você. Eu sei que você quer isso, então vai ser do meu jeito. Você entendeu ?
Ela não respondeu, apenas se ajoelhou.
Me livrei da cueca, e como ela estava ajoelhada bem próximo de mim, meu pau ficou esfregando em sua cara.
Ela o abocanhou imediatamente, chupava com gula, as vezes chegava a se engasgar tentando em vão por tudo na boca.
Com um tratamento tão relaxante eu apenas me sentei e continuei a beber meu whisky, enquanto Sílvia se apoiou em minhas pernas e mamava tão gostoso que quase me fazia gosar.
Ela segurava meu pau com uma das mãos e descia lambendo ele até o saco, sugava as bolas como se fosse um sorvete e depois voltava lambendo até a cabeça, chupava a cabeça do meu pau como se fosse um pirulito e depois afundava tudo na boca até a garganta. Repetia isso com perfeição e a cada vez conseguia por um pouco mais em sua boca.
Eu estava tão envolvido com o boquete da Sílvia que nem me lembrava mais de que o marido dela estava no quarto com minha amiga Ana luz.
Me inclinei sobre Sílvia e toquei sua bucetinha que estava encharcada de tesão, eu também estava muito excitado e já não aguentaria muito tempo sem gosar.
Segurei seu rostinho pequeno com as duas mãos e à afastei do meu pau. Ela ficou de pe em minha frente mais uma vez, eu derrubei seu vestido macio no chão.
Puchei ela pra mim e a beijei com fúria. Ela se levantou e sentou sobre mim de frente comigo, com suas próprias mãos colocou meu pau na entrada de sua bucetinha e soltou seu corpo sobre ele que entrou fácil por ela estar tão molhada.
Sílvia me cavalgava com força de olhos fechados e com seus seios pequeninos esfregando em minha boca.
Ela gosou forte e gemeu alto. Se agarrando em mim como uma criança indefesa querendo abrigo.
Como eu não tinha gostado ainda, me levantei com ela em meus braços e pude sentir sua bucetinha se contraindo em torno do meu pau. Levei ela assim, de pau dentro, até a sala. Coloquei ela no braço do sofá e a fiz deitar nele. Com as pernas erguidas sua bucetinha vermelha ficou totalmente exposta e eu comecei a foder sem dó. Eu socava forte e a cada estocada o som dos corpos se chocando se misturavam aos gemidos de Sílvia e podiam ser ouvidos pela casa toda.
Eu tentava abafar seus gemidos com minhas mãos tapando sua boca mas era impossível. As vezes eu dava tapas em seu rosto e a fazia calar, mas logo os gemidos recomeçavam.
Com todo aquele clima envolvendo o local o cheiro de sexo estava espalhado pela sala e o mundo parece que havia parado pra me ver foder.
Até que uma voz me trouxe a realidade. Era o Jaques.
____ Eu não disse que esse negócio de dominação não era nada demais ? Foder assim qualquer um fode.
Ela não estava nem aí por eu estar comendo a mulher dele. Aliás ele estava gostando da cena, e pelo jeito já estava nos observandoa muito tempo.
Porém seu comentário me deixou puto.
Sai de dentro de Sílvia e a deixei se contorcendo no sofá. Com as pernas abertas e a buceta muito vermelha e até mesmo um pouco inchada.
Caminhei até Jaques, eu estava numa e a visão deixou ele um pouco desconcertado. Fiquei de lado com ele e o segurei pela nuca com muita força. Então o levei até o sofá e o forcei pra baixo lhe obrigando a se ajoelhar, com isso sua cara ficou bem próximo a buceta de Sílvia.
Empurrei sua cabeça e o fiz chupar a buceta dela... Ele entendeu a mensagem e caprichou nas lambidas fazendo ela gosar mais uma vez.
Eu o incentivava o tempo todo :
____Olha seu corno como tá arrombada sua mulher, chupa ela aí agora, vamos não era isso que vc queria?
Depois que ela gosou eu o tirei dali.
Peguei Sílvia pelos cabelos mais uma vez e a obriguei a olhar pro seu marido pela primeira vez. Pois até então ela estava de olhos fechados.
Dei dois tapas fortes em seu rosto. .. Jaques se assustou ao ver, mas ela sorriu.
____ Olha isso seu corno, ele me fudeu na sua frente e agora está me batendo. Vc vai deixar ele fazer isso ?
Jaques não disse nada, apenas abraçou Sílvia.
Mas eu não tinha gostado ainda é meu passageiro sombrio queria um pouco mais de ação.
Segurei Sílvia pelos cabelos e a tirei dos braços de seu marido, e como da primeira vez a arrastei até a cozinha, ela veio de quatro com as mãos e os joelhos no chão e Jaques veio logo atrás.
Na copa, tinha uma mesa de vidro temperado. Eu a debrucei sobre a mesa e ergui um de suas pernas pra cima da mesa também.
Talvez por medo da mesa se quebrar ou pelo clima de tesão Sílvia ficou imóvel naquela posição.
Eu me abaixei atrás dela e com minha boca ensalivei seu cuzinho... enquanto lambia seu rabo eu dava palmadas em sua bunda e ela apenas gemia. Dei tantas palmadas que minha mão chegou a arder.
Depois fiquei de pé e penetrei seu cuzinho lentamente, porém continuo e só parei quando estava tudo dentro.
Sílvia gemia alto e chamava pelo marido.
Nessa hora segurei a ponta do cinto que ainda estava em seu pescoço e puchei pra traz lhe obrigando a erguer a cabeça.
Comecei a foder aquela bunda num ritmo lento e cadenciado e em poucos minutos eu estava socando tão forte quanto em sua buceta.
Conforme eu estocava aquela bunda eu apertava o cinto com uma das mãos. .. cada vez que eu tirava o pau daquele rabo até a metade mais ou menos, eu dava um tapa em sua bunda.
Fiz isso por um bom tempo e socava e batia e socava cada vez mais profundo e forte e batia cada vez mais forte também. ...
A bunda da Sílvia estava muito vermelha e ela não demonstrava nenhuma reação negativa.
Então diminui o ritmo das estocadas e chamei Jaques.
_____ venha Jaques, olhe o que tô fazendo. .. olha como deixei a bunda da sua mulher. Olha aqui de perto, veja o que um dominador fez com sua esposa.
Nessa hora ele se aproximou, passou a mão na bunda vermelha de Sílvia, e só então se deu conta de que eu estava fodendo o rabo da mulher dele, e não a buceta.
____ Meus Deus cara. Você tá louco?
Vai machucar ela. Chega.
Enquanto isso eu fodia sem parar, só que bem devagar, pra ele ver meu pau entrando e saindo. Sílvia não dizia nada, apenas gemia. ..
Meu passageiro sombrio estava agitado e queria mais.
____Então Jaques. Você não disse que isso qualquer um faz ?
Então veja o que vou fazer agora.
Sílvia quebra o silêncio :
____Fode porra, quero gosar pelo rabo agora.
Ouvindo suas palavras e como se eu tivesse sinal verde.
Comecei a foder como um louco, socava tão forte que acabei empurrando a mesa pra frente. Socava e Batia ao mesmo tempo e cada vezmais forte.
Jaques deu a volta na mesa e começou a beijar Sílvia. Ela o mordeu quando gosou e eu gosei logo entre seguida.
Sai de dentro dela e pude ver que ela ficou aberta, escorria porra pelas suas pernas.
Ela se levantou, Jaques a abraçou e foram pro quarto.
Eu peguei outra cerveja e entrei no meu carro e fui embora sem me despedir.
Depois conversando com Ana luz fiquei sabendo que Jaques nem ficou com ela, esteve escondido o tempo todo nos observando.
Nunca mais vi esse casal pois eles era do Rio de Janeiro e voltaram pra lá logo após as férias.
Por se tratar de um fato real os nomes foram alterados para manter a a privacidade dos envolvidos.
Eu sou DOM CRUSH. !!!

Até a próxima! !!

Foto 1 do Conto erotico: enrabada na frente do marido.

Foto 2 do Conto erotico: enrabada na frente do marido.


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Comentários


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bomaluno1000 Comentou em 24/06/2017

Que gostoso cornear o marido na frente dele...

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jhoumontana Comentou em 10/03/2017

Obrigado por comentarem. Estou sempre a disposição. .. Abraços.

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natsilva Comentou em 01/12/2016

Eu amei. tenho essa fantasia e sei que nunca realizarei rsrsrs

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morenocasado27 Comentou em 30/11/2016

sonho em ser corno!!! to fazendo minha parte incentivando sempre.

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exibido1012 Comentou em 30/11/2016

Muito bom esse conto tive que bater uma kk de onde voce é precisamos de um assim nas ferias daminha esposa kk aguardo retorno votadissimo!

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kzdopass48es Comentou em 30/11/2016

Nossa, uma esposa assim, seria a grande sorte da vida! Betto

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cornutto Comentou em 29/11/2016

nada como um macho para dominar a puta e o corno...




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Ficha do conto

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jhoumontana

Nome do conto:
enrabada na frente do marido.

Codigo do conto:
92524

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/11/2016

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
2


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