Fiz Meu Sobrinho de Putinha.(Parte 1)

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Eu me chamo Dom Monteiro e tenho 41 anos. Já comi muita mulher nessa vida, desde moleque quando eu tinha 15 anos a faxineira lá de casa me levava escondido para o fundo do quintal e começava a chupar minha pica. Acho que essas experiências desde menino me amadureceram rápido para o sexo e me tornaram insaciável. Na adolescência eu comia muita buceta de meninas da minha idade que davam mole pra mim, já tirei muito cabaço por aí e com 17 anos pegava até mulher mais velha. Eu era encorpado, malhado e atraía olhares das mulheres bem mais velhas e ninfomaníacas. Aos 17 minha pica já tinha lá uns 19 cm, era grossa e cabeçuda pra dar conta dessa mulherada viciada em adolescentes garanhões.
Mas foi com 19 anos que eu descobri também como é gostoso tirar cabaço de afeminadinhos, comi um no apartamento da minha Irma, lambi ele inteirinho, tinha uma bunda lisinha e pele moreninha cheirava a creme de leite kkkk, minha rola ficou gigantesca, quando vi ele de bermudinha curta, todo menininha, depois que comi ele, nunca mais parei. Adoro comer uma buceta mas quando vejo uns afeminadinhos, eu sempre dou mole para eles, ai depois de levá-los para casa, coloco sainha, vestidinho, piruquinha, sandalinha, e brinco deliciosamente, kkkkk. Principalmente aqueles branquelinhos afeminados, criados em apartamento metidos a Mauricinhos, com bumbum de mocinha que não comem ninguém e ainda tem medo do que verdadeiramente sentem. São CDzinhas naturais. A gente vê logo que o putinho gosta de pica só pela cara.
O que vou relatar agora aconteceu em fevereiro deste ano, quando estava em uma chácara com a família para passar o carnal longe da bagunça. A família se reuniu pra um churrasco e fazia um tempo que eu não comia uma cdzinha devido o trabalho e Já estava louco de vontade de brincar com uma menininha rs. Entre minhas irmãs e meus cunhados, e sobrinhos(as) tinha minha prima Lucia é mais velha do que eu ela tem 47 anos tem um casal de filhos e eles foram, o Juliano tem 18 aninhos, quando eu vi ele eu assustei pois parecia uma menininha, era não muito magrinho, com uma bunda que parecia de moça, bem redondinha e empinada, um rostinho de anjo inocente, mas que guardava escondido a safadeza de um putinho só esperando ser deflorado. Ele era muito mimado, apesar de ter 18 anos parecia que tinha bem menos, sempre muito protegido tinha todas as suas vontades atendidas.
Logo comecei a reparar no rabo dele, estava com um short de malha curto, ressaltando ainda mais a poupinha daquela bundinha branca, e tinha umas coxas grossinhas sem um fio de cabelo. Vestia uma camiseta branca, deixando ver que se formava uns peitinhos .Toda hora enfiava a mão na bunda e tirava o short do rego, numa sensualidade inocente de ninfeta. Aquilo me deixou com um tesão da porra.
Enquanto rolava o churrasco da família, meus primos e sobrinhos, já a maioria todos adultos, inventaram de brincar de pique esconde e eu fui participar também,mas sair fora do carnaval para ir ficar com a família em uma chácara é para isso né, brincar virar criança de novo Como eu era o mais velho alí na turma e já conhecia bem a chácara pois eu sempre fazia umas festinhas ali, eles nunca me encontravam. Só que o Juliano por ser mais lento pra correr, toda hora era o pique (que contava e procurava os outros).
Por sorte e a muito custo, Juliano acabou saindo do pique e passou a esconder também. Era a minha chance de agir pra tirar meu atraso naquele rabinho lindo.
Na hora de esconder eu cheguei pra ele e disse:
- vem se esconder comigo, se não vão ficar sempre fazendo você de bobo, Você é lento demais.
Ele aceitou na hora.
- Poxa Dom, valeu!
O primeiro passo estava dado. Juliano já estava no esquema e era hora do teste. Corri com ele para trás de uma casa onde o caseiro guardava ração pra animais.
Fiz questão de o mandar ele ir um pouco mais na frente pra ficar olhando aquele rabão de putinha virgem, que a cada passo engolia o tecido fino do short, revelando as papadas branquinhas, redondinhas e lisinhas que só a mamãe, até aquele dia podia dar tapinhas.
Meu pau estava duro já fazia um volume de lado a lado na minha bermuda. A ansiedade e nervosismo aumentavam ainda mais a minha vontade de meter gostoso e fazer aquele putinho gemer na minha pica.
Chegamos atrás da casa onde havia um vão, uma espécie de corredor que só podia entrar um de cada vez. Vi logo que lugares assim são ótimos pra testar esses afeminadinhos, ver se vai dar mole, pois você tem uma boa desculpa do lugar ser apertado pra começar a encochar e apalpar a bundinha deles sem deixar tão claro suas verdadeiras intenções.
Eu entrei primeiro pra ficar por trás, mandei o Juliano entrar e ficar na minha frente:
- Juliano fica olhando pela quina da parede pra ver se vem alguém, beleza?
Ele disse: “Ok!” e ficou olhando de cantinho recostado na parede sem desconfiar que assim sua bundinha ficava bem na posição que eu queria.
A visão era boa!! Dava pra ficar só olhando e tocar uma punheta. Meu pau estava como pedra dentro da bermuda só de saber que eu tinha uma bundinha virgem na minha frente pra poder brincar. Mas eu tinha que ir devagar, putinhos novinhos e virgens tem medo de dar mole muito rápido e serem ridicularizados pela turma se depois a pessoa abrir a boca. Tentei tocar a bundinha dele com meu pau bem de leve. Percebi que ele recuou um pouco, por reflexo talvez, mas continuou olhando lá fora pela quina da parede.
Resolvi tentar uma aproximação melhor e perguntei pra ele:
- E aí Ju, tem alguém vindo aí?
- Ainda não…-sussurrou todo animado.
Aí eu dei uma de desconfiado e falei:
- Peraí, deixa eu ver isso direito! Tá um pouco apertado aqui, vou ter que encostar-se a você, viu?
- Tá bom.- respondeu.
Como ele estava inclinado eu me debrucei encostando o peito nas costas dele com a desculpa de me esticar para olhar também. Foi aí que arrisquei ser mais ousado e cravei forte meu pau pressionando na bundinha dele.

Fingi procurar os outros meninos ele ficou parado, aceitando meu pau na bundinha sem reclamar, sentindo toda potencia da minha rola na bunda dele.
Pronto! A isca tinha sido jogada e foi muito fácil como imaginei que seria! Ceder a uma situação dessas sem reclamar é típico de quem quer brincar.
Meu pau encaixava perfeitamente naquele rabo. Sentir aquele bumbum macio e meio frio por ficar exposto ao ar livre em contato com minha pele da perna era muito excitante.
Pra tentar disfarçar, ele continuou olhando fingindo não estar percebendo o que acontecia e fez uma pergunta meia sem sentido demonstrando seu nervosismo:
- Será que eles estão ainda procurando a gente?
- Não sei! Vamos ficar de olho.
Eu achava que a situação estava sob controle já que ele estava aceitando a condição de ter minha pica cravada no rabo dele como se fosse sem querer. O próximo passo era começar a bolinar, me esfregar naquele rabinho e comecei bem devagar pra ele ir se acostumando. Percebi que ele ficou tenso, mas não disse uma palavra, sinal que eu já tinha dominado o putinho para aceitar minha encochada. Comecei a empurrar com um pouco mais de força, rebolando, fazendo um movimento lento de vai e vem, de um jeito que o short dele foi subindo e se enfiando no reguinho. Ele parecia bem receptivo comigo, enquanto continuava olhando lá fora.
- Continua olhando, viu ?- falei baixinho.
- Tá, popode dedeixar.- respondeu gaguejando.
Como ele estava quietinho, aceitando minhas investidas, me ergui pra olhar seu rabinho pressionado na minha pica. Era uma delícia ver aquela bundona empinada e poder encochar e me esfregando todo nela. Sem pudor e muito ansioso, segurei a cintura dele com as mãos e disse na maior cara de pau:
- Deixa eu te segurar pra você não cair.
Falei isso pra ele se sentir seguro, como se assim ele não estivesse me confessando ser uma putinha e que estava adorando aquela nossa brincadeira.
Segurando a cintura dele com mais vigor sem tirar ainda meu pau pra fora, só arrumei a rola dentro do meu shrots de modo que a cabeça ficou bem pontuda, kkk e ficou dentro do rego da bunda dele dividindo a banda da bunda por cima do shortinho dele. Ele deu uma empinadinha no rabo, mostrando o prazer em ser dominado, facilitando ainda mais o contato da minha pica na sua bunda.
O próximo passo era dar umas apalpadas naquele rabo, alisar, passara mão e tentar cutucar o cuzinho com o dedo.
Soltei as mãos da cintura dele e comecei a tocar as polpinhas da bundinha. Era uma pele lisa e macia, gostosa de tocar como uma bundinha de uma ninfeta tem que ser. Apertei, alisei, abri as nádegas daquele rabinho na maior ousadia e ele não falava nada.
Puxei o short pra cima, deixando como se fosse um fio dental, comecei a enfiar o dedo por dentro, quando puxei bem a bermudinha dele, vi que ele estava usando uma cuequinha feminina todinha enfiada na bunda, minha rola ficou maior ainda e pulsando no rego da bunda dele. Mas quando eu toquei na portinha quentinha do seu cuzinho com meu dedo, e tentei meter o dedo La dentro, ele se assustou, acho que não agüentou tanto tesão, e ficou com medo. Seu corpo tremeu todinho e ficou ainda mais tenso. Coloquei a rola pra fora e esfreguei a cabeçona na porta do cuzinho, ele começou a piscar a bunda sem parar, quando sentiu minha rola batendo na portá do cuzinho,Ainda tentei abraçá-lo e ganhar de novo um pouco da confiança, mas ele falou numa vozinha trêmula:
- Aacho que eles estão vindo pra cá! Vou correr para não me verem, tchau. - E saiu dalí correndo. Fiquei alí alisando minha pica que parecia querer explodir de tanto tesão. Meu coração estava batendo a mil… Pensei em desistir, bater uma uma punheta alí mesmo, já que a rola estava babando e acabar com aquela agonia e voltar para a festa chata no casarão da chacara. Mas uma coisa devo admitir, eu nunca tinha sentido tanta vontade de meter num cuzinho como estava sentindo naquele momento. A bunda daquele filho de uma puta era linda e gostosa demais. Tinha que tentar mais uma vez, pensei.
Arrumei um pouco o monstro pra não ficar tão visível enfiei a mão no bolso da bermuda e fui correndo pra me salvar do pique. Chegando lá eu vi aliviado que o Juliano tinha conseguido se salvar também.
A família toda tava na maior gritaria, festejando, bebendo bastante sem ao menos prestar atenção na nossa brincadeira, eu fui até a geladeira e peguei uma cerveja, outros sobrinhos foram também uns pegaram refri, outros cerveja, minha sobrinha Fernanda do outro conto que contei, estava La também com seu marido, e estava deliciosa, com uma bundona empinada, de calça legue, ela me olhava louca para eu dar um tapa na peteca dela de novo, mas eu iria ficar ali os 4 dias e com certeza iria comer minha sobrinha Fernanda de novo, agora eu queria outra coisa rs .Íamos para mais uma rodada de pique esconde e eu tentava bolar uma nova abordagem com o Juliano, só não sabia se ele ia aceitar a voltar se esconder comigo. Meus ovos estavam cheios de porra pra jorrar que até doíam, estava com um puta tesão mas tentava parecer calmo escondendo dos moleques o meu pau estourando a minha bermuda.
Olhei para o Juliano e dei uma piscada de olho, ele não parecia estar com raiva, exibia até um sorriso de ponta a ponta no rostinho. Saltitava como uma gazela de um lado para o outro e começou a olhar o volume do meu pau na minha bermuda, mas quando eu chegava perto pra tentar dar umas encostadas nele dava uma risadinha e saia dando os pulinhos como uma gazela .
- ! Venha cá meu filho.- minha prima chamou da varanda do casarão.
O Ju foi lá atender seu chamado e eu pensei:
“ Ele não vai mais voltar, a chata da minha prima vai encontrar alguma maneira de manter o filinho quietinho lá dentro da casa pra não se sujar…” por isso que ele era assim, era muito paparicado nem parecia que tinha 18 aninhos.
Enquanto ele andava, eu vi que seu short estava meio torto por causa do sarro que eu tinha dado, imaginei ver aquela bundinha nua se abrindo pra mim e tive a certeza que eu necessitava meter naquele cuzinho de qualquer maneira. Um friozinho na barriga subiu até minha garganta acelerando meu coração.
Como ele era todo mimadinho a mãe foi logo mandando:
- Conserte esse short meu filho, tá todo torto. - E arrumou o short nele.- Bebe uma aguinha pra não desidratar e deixa eu colocar um pouco de protetor solar em você meu lindinho.
Eles iam recomeçar a brincadeira, achando que o Juliano não voltaria mais eu perdi totalmente o interesse de continuar brincando e olhava ao redor procurando um lugar pra bater uma punheta.
- Peraí gente! Me espera que eu vou alí e volto agora.- gritou o Juliano .
“O que será que o ele foi fazer?” Pensei.
Ele não demorou, voltou logo, sorrindo e me olhando. Eu tremi só com a esperança de ter uma nova chance pra recomeçar a nossa brincadeira. Fiquei tentando pensar rápido numa maneira de chamar ele pra ir comigo, mas ele me surpreendeu quando chegou perto de mim e disse:
- Então, Dom vamos esconder?

Acompanhem o desfecho deste conto na segunda parte beijos.

Foto 1 do Conto erotico: Fiz Meu Sobrinho de Putinha.(Parte 1)


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Comentários


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novoxx19 Comentou em 13/10/2016

Faz a mesma coisa comigo por favor? kkkk'

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pmsafadu Comentou em 13/10/2016

Tá ficando interessante caralho....estou quase gozando....vamos pra outra parte...e gozar gostoso....sabe escrever ehin e deixar a gente num tesão danado...

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marcosagar Comentou em 12/10/2016

Delícia de conto. Você sabe melhorar o tempero do desejo. Parabéns!

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pedro010298 Comentou em 12/10/2016

Delicia de conto, votado.

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ferstar Comentou em 12/10/2016

vc é tudo de bom, quero ir para esse sitio e ficar dia todo de fio dental para vc

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kzadojfora Comentou em 11/10/2016

Adorei só aguardando final

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kzdopass48es Comentou em 11/10/2016

Legal tio! Betto




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Ficha do conto

Foto Perfil dommonteiro
dommonteiro

Nome do conto:
Fiz Meu Sobrinho de Putinha.(Parte 1)

Codigo do conto:
90376

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/10/2016

Quant.de Votos:
31

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1


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