Cleber, o Negão

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As fotos são verídicas.

Somos um casal liberal, e já tivemos algumas experiências com swing e ménage, poucas mas muito excitantes, as quais relembramos prazerosamente . Certa noite, minha esposa Claudia me disse que tinha a fantasia de fazer um menage com um negão de cacete bem avantajado, como tínhamos visto em alguns filmes eróticos. Como de costume, eu me esforçaria ao máximo para satisfazer a fantasia de minha amada esposinha . Certa tarde,estávamos em um clube, quando chegou um amigo meu, o Cleber, um negro de 1,80 m de altura, forte e simpático. Ele sentou-se conosco e começamos a conversar sobre esportes . Notei que Claudia ficou interessada pelo nosso amigo, talvez já pensando que poderíamos realizar aquela fantasia com ele . Como o papo estava animado e o sol já iria se por, sugeri a nosso amigo que continuássemos a conversa em um barzinho, uma "happy hour" . Cleber estava livre, havia terminado um relacionamento há pouco tempo, e ficou feliz com a idéia . Sugeri um "pub" bem discreto, cujas mesas ficam à meia-luz . Claudia, que também conhecia o lugar, olhou para mim com um sorriso de cumplicidade . Nosso amigo morava bem perto do clube e estava a pé, então fomos os três no nosso carro . Já no pub, pedimos umas cervejas e alguns aperitivos. Após alguns copos, ficamos mais alegres e desinibidos, passamos a conversar sobre outros assuntos além de esportes, Cleber disse que seu relacionamento havia terminado porque sua namorada não curtia muito sexo, e ele, ao contrário, era muito ativo ( e sacana, como eu já sabia ). Ele também sabia que eu e Claudia transávamos bastante, e estávamos sempre nos acariciando e beijando, como qualquer casal que se ama de verdade. A mesa era pequena, então era inevitável que de vez em quando as pernas ou pés se tocassem. E Claudia aproveitou, fazendo isso com uma frequência bem maior. Enquanto conversávamos, tocava nas mãos ou no braço de nosso amigo, encostava sua perna na dele, e ele passou a fazer o mesmo, principalmente quando viu que eu não parecia reparar ou me importar. Claudia estava com um mini-vestido, pois fazia muito calor, então suas belas pernas estavam bem expostas. Ela levantou para ir ao banheiro, e notei que quando voltou havia tirado o soutien, depois percebi que a calcinha também, ela estava ficando realmente excitada com aquele jogo. Como o ambiente estava na penumbra e havia poucas pessoas no pub naquele horário, apenas um outro casal apaixonado lá no fundo, que nem percebia o que acontecia em volta, estávamos bem à vontade. Claudia passava as mãos na minha perna e também na de Cleber enquanto conversávamos, inicialmente nosso amigo - acho - atribuiu isso à cerveja. Então, resolvi também ir ao banheiro, mais para deixá-los à vontade do que outra coisa. Fiquei um pouco por lá após ter urinado, e dei uma olhada pela porta entreaberta do banheiro. Cleber já estava mais solto, passando a mão na coxa de minha esposa, quase chegando à sua xoxotinha. E ela também, de vez em quando passava os dedos por cima do volume que o membro dele, a esta altura já duro como pedra, fazia sob a calça. Voltei, e nosso amigo deu uma disfarçada, mas depois continuou com aquele flerte por debaixo da mesa. Quando percebi que o clima já estava no ponto, falei que devíamos sair, pois com aquele calor, provavelmente iria chover logo e, claro, convidei Cleber para continuar o papo e as cervejas em casa. .Ele aceitou imediatamente . Fomos para casa, sentia que minha esposa,estava louca para transar com aquele negão, e sentir aquele cacete,que deveria ser imenso . Ao chegarmos em casa, peguei uma cerveja importada e ofereci ao Cleber. Ele aceitou e me cumprimentou pelo sabor da mesma, dizendo que era bem melhor que a que havíamos tomado no pub . Enquanto isso, Claudia tomou uma ducha e depois foi pegar uns aperitivos . Ela havia colocado um microvestido, bem leve, mais curto ainda do que o que ela havia usado à tarde. Sem nada por baixo, estava um tesâo . Ao colocar as bandejas dos aperitivos na mesa, deu uma abaixada que revelou sua bundinha nua para nosso amigo, que olhou admirado . Acho que nessa hora ele começou a imaginar o que poderia acontecer . Para melhorar o clima, pedi para ela ficar fazendo sala para nosso amigo, enquanto eu também ia tomar um banho . Não demorei muito, mas quando retornei à sala, notei que Cleber estava sentado bem juntinho de Claudia, com os olhos percorrendo sem nenhum pudor o corpo escultural de minha esposa . Era o que nós queríamos . Coloquei uma musica bem erótica no aparelho de som, e deixei o ambiente da sala na penumbra. Comecei a dançar com Claudia, enquanto Cleber nos olhava . Enquanto dançávamos, eu a acariciava de maneira bem sensual, beijando sua boca, seu pescoço, suas orelhas, e quando fazia carícias,, levantava seu vestidinho, mostrando mais ainda a bundinha dela ao nosso amigo, que já esfregava seu membro avantajado por cima da calça, ao ver aquele "show" erótico particular. Logo que terminou a musica, falei que não era justo que apenas eu dançasse, perguntei se ele queria dançar com ela também . Ele, respeitosamente ( na medida do possível ) disse que só se a Claudia quisesse mesmo, obviamente pedindo o consentimento para o que viria a seguir. Minha esposa deu um grande sorriso, e estendeu os braços. Começaram a dançar . Notei que o cacete de Cleber, estava enorme e duro, se encostando em Claudia, que roçava seu corpo sensualmente em nosso amigo. De início timidamente, ao perceber nossos olhares de aprovação, ele também passou a acariciar o corpo de Claudia, demorando suas mãos em sua bundinha . Mais um pouco, e já estava, como eu, levantando o vestidinho dela para poder sentir a pele nua das nádegas de minha esposa, ousando cada vez mais, esfregando seu cacete nela enquanto apertava com as mãos sua bundinha, e mesmo chegando a tocar o seu cuzinho com o dedo. A certa altura da música, o vestidinho de minha esposa estava erguido até quase a cintura, enquanto Cleber passava as mãos em sua bundinha e sua xoxotinha totalmente depiladas, o que o deixava ainda mais excitado .Quando acabou a musica, ele ficou meio sem jeito, e se sentou no sofá, tremendo de excitação, e me pediu uma cerveja . Ele estava terrivelmente excitado, mas não iria tomar a iniciativa se nós não o fizéssemos primeiro. Fui buscar a cerveja na geladeira, e enquanto isso foi se sentar juntinho dele, com o vestidinho ainda levantado, enquanto sentava roçou a bundinha no cacetão duro dele . Ele não resistiu e pegou com as duas mãos na bunda de minha esposa, e levantou mais ainda o vestido dela, Claudia então, também louca de excitação, terminou de tirá-lo, ficando totalmente nua na frente de nosso amigo. Ela pegou nosso amigo pelas mãos e o convidou para dançar novamente, Cleber estava atônito, não sabia se dançava, mas então abrimos o jogo, dizendo que ele podia ficar tranquilo, que essa era uma fantasia nossa, que ele poderia fazer o que quisesse que estava tudo bem. Então Claudia soltou o cinto das calças de nosso amigo, e foi abrindo sua camisa. Ele ajudou, e ficou totalmente nu, como minha esposa. Seu corpo negro e lustroso contrastava com o de Claudia. Também tirei minha roupa, mas fiquei olhando os dois dançarem. O cacetão de Cleber era bem avantajado, e Claudia se esfregava nele com muita sensualidade. Nosso amigo, avidamente, acariciava o corpo inteiro de minha esposinha, agora uma fêmea seduzindo seu macho, como num ritual erótico de acasalamento . Não havia pressa, lá fora estava chovendo e ninguém tinha compromissos exceto o prazer daquele momento . A dança continuou, corpos entralaçados, mãos e bocas acariciando cada centímetro do corpo um do outro . A visão era espetacular, mas minha excitação também era imensa e fui me aproximando, Cleber beijava os lábios e o pescoço de Claudia, eu passei a beijar a nuca, as costas, a bundinha de minha esposa, Enquanto eu mordiscava sua bundinha, ele chupava os peitos, e isso fazia Claudia delirar de prazer, chegou a ter um orgasmo apenas com as carícias. Cleber esfregava seu cacetão na barriga e na entrada da xoxotinha de minha esposa, eu fazia o mesmo na bundinha dela. Ficamos assim por muito tempo, até que a excitação nos fez ir para o quarto. O pau de Cleber era bem grande como nos filmes que assistíamos. Claudia deitou na cama, Cleber colocou uma camisinha e enfiou tudo aquilo em minha querida esposa, devagar e com carinho de tal maneira,que ela somente suspirou de prazer. Ele gozou bem rápido, parecia que não metia fazia muito tempo, e realmente o clima estava para lá de excitante. Mas seu membro não amoleceu, continuou duro e ereto, e nosso amigo continuou a penetração, fazendo Claudia gozar novamente .Cleber, ainda louco de tesão, passou a lamber o cuzinho de minha esposa, deixando o mesmo cheio de saliva . Claudia, nessa hora, ficou assustada, achando que iria doer muito, então pediu que eu pegasse o tubo de lubrificante KY que estava na gaveta. Passei o tubo ao Cleber, que cuidadosamente lubrificou o rabinho de minha esposa e depois aplicou uma quantidade generosa em seu cacetão, e vagarosamente foi introduzindo seu imenso cacete naquele orificio que apenas eu tinha penetrado - até aquele momento .Claudia gemia profundamente, dizendo que não doía mas o tesão era imenso .Gozaram feito loucos,enquanto eu assistia, afinal ela estava realizando sua fantasia. . Quando ele tirou seu cacete do cuzinho de minha esposinha foi ao banheiro e ficamos eu e minha esposa sozinhos por uns momentos . Claudia pediu que eu me deitasse ao seu lado, me beijou um montão, e agradeceu imensamente pela realização da fantasia, disse que continuava cheia de tesão e começou a me chupar. Em seguida, deitou- se em cima de mim, disse que queria sentir dois cacetões dentro dela. Introduzi meu cacete em sua xoxota, e ela ficou com a bunda para cima, empinada, aguardando o nosso amigo Cleber, que retornava com o membro ainda duro, mais rijo ainda pela visão daquela bunda maravilhosa. Ele penetrou o rabinho de Claudia, e ela gozou quase imediatamente com aquela dupla penetração. Continuamos os movimentos, enquanto Claudia gozava alucinadamente naquele sanduíche fenomenal. Já era madrugada quando caímos no sono, exaustos e suados. A chuva continuava a cair lá fora, murmurando uma melodia natural que, misturada ao odor de sexo, mantinha o clima extremamente erótico da noite . Acordei ao perceber um movimento, era Claudia que, de quatro, recebia novamente o membro enorme de Cleber em seu rabinho. Nosso amigo negro bombeava fortemente a bundinha de minha esposinha, batendo suas bolas nas nádegas dela, que gozava e gemia selvagemente, pedindo para que ele batesse com mais força, enquanto ele segurava com suas mãos negras e fortes os quadris dela, pedindo para que ela piscasse o cuzinho no pau dele . A noite parecia não ter fim. E continuamos nos revezando, ora na bundinha, ora na xoxota de Claudia, ora em uma nova DP, até o dia raiar. Nosso amigo foi para sua casa, e combinamos de nos encontrar outra vez para repetir a festa.

Foto 1 do Conto erotico: Cleber, o Negão

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Comentários


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kzdopass48es Comentou em 16/11/2016

Nossa, que delícia esse negão! Vc nem falo mais, pois pode causar enchente! Betto

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skarlate Comentou em 09/06/2016

eu quero essa fêmea tbm...

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aribam Comentou em 09/04/2016

isso que é negão de sorte, quem me dera estar no lugar dele. parabéns, votado

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sograrb Comentou em 05/04/2016

Tesão de conto. Fico doida de tesão nesses contos em que o marido esta olhando. Ainda mais quando tem um negro de pau grande. Sou tarada por negro.




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Ficha do conto

Foto Perfil sexycouple
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Nome do conto:
Cleber, o Negão

Codigo do conto:
81255

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
01/04/2016

Quant.de Votos:
17

Quant.de Fotos:
5


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