Praia de Nudismo em família parte 2

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Era como se meu filho soubesse que eu estava ludibriada de tesao. Os bicos dos meus peitos estavam durissimos e excitados. Eu entao olhei para seu pau, que estava com a cabeca toda melada, e nao aguentando disse: “Ta bom. So mais um”, e recebi ele entre meus bracos. Nessa hora Edu veio sem cerimonias direcionando o pau durissimo em minha barriga, fazendo rocar nos pelos de minha buceta. Nao me abracou na parte superior, preferiu ficar vendo o movimento do membro entre minhas pernas, e nisso subiu uma das maos por minha coxa e apertou levemente a polpa de minha nadega. Eu imediatamente tirei a mao dele, sem ter tempo, no entanto, de evitar que ele fizesse o pau rocar por toda a rachinha de minha buceta, quase entre os grandes labios, chegando a tocar em meu clitoris, o que so serviu para me deixar mais excitada. Eu olhei para seu pau durissimo e disse: “Ta bom agora menino”, pegando seu pau com a mao. “Teu pai ta ai...”, disse comecando a esfregar a baba da cabeca por todo o membro. Eu alisava seu pau por toda sua extensao, deixando-o todo lubrificado. Meu filho levou a mao a meu seio, mas dessa vez nao empedi, pois ele ficou apenas massageando o bico. Passando a mao pelo mamilo rosado de meu peito, que por ja estar durissimo me dava enorme prazer. Nisso eu disse: “Ja chega. Vou pro quarto...”, mas ele pareceu nao dar muita importancia, ate porque eu nao parava de alisar seu pau. Alisava com gosto, baixando a pele e indo da base ate a cabeca, onde passava o dedo pela ponta mais molhada. - Que negocio duro! - eu disse, no que meu filho respondeu: - Nao va agora. - Tenho que ir tomar banho – eu disse, sem soltar seu pau. - Pois da so mais um beijinho nele – meu filho teve a cara dura de me dizer. - Nam! – eu exclamei, largando seu membro. Eduardo soltou meu seio e me segurou pelo braco, pedindo por favor e dizendo que nao custava nada. Admito que na hora me sentei no sofa mais pelo medo de comecarmos a discutir, mas logo que ele se chegou mais, voltei a alisar seu pau bem em frente a meu rosto. Alisei um pouco a cabeca e dei um beijo nela. Senti minha buceta molhar na hora e meus bicos dos seios se ouricarem ainda mais. Voltei a alisar e dei outro. Em seguida dei um terceiro, so que fazendo um bico maior com os labios, o que abrangeu mais da cabeca de seu pau. Depois disso me levantei e disse: “Pronto. Agora va se aquietar!”, e sai da sala. Nao dava mais para disfarcar que eu estava doida para dar para meu filho, e ele doido para me comer. Bolei entao a ideia, chegando no quarto, que me ajudaria a conseguir aquilo, ja que a casa era pequena e ficariamos ainda uns dias ali. E o que pensei foi em jogar de vez Ernesto para cima de Erika, pois nao tinha outra opcao. Quando meu marido saiu do chuveiro me viu sentada na cama. Ele vinha nu e se enxugava com a toalha. Me perguntou: - Cade o Eduardo? - Ta la na sala – eu disse. - E a Erika? - Deve ta saindo do banho agora – eu disse, e continuei – Vai la ver voce. Vai dar um pouco de atencao a tua filha... Dizendo isso entrei no banheiro despreocupada e tomei uma bela ducha, me lavando bem e pensando no que estava acontecendo. O problema e que ai era que a excitacao voltava. Sai do banho ja era noite. Me enxuguei e deixando a toalha sobre a cama fui para a sala, onde vi Ernesto no sofa de frente a TV e Erika na parte da cozinha, enrolada numa toalha. Notei que Edu estava sentado na cama no quarto onde a irma dormia, pois dava para ter uma vista de la da sala. Sentei entao onde pudesse ser vista, ao lado do meu marido, numa posicao que desse para ele ver minhas pernas e meu bundao. Reparei que Eduardo me via. Entao disse para Ernesto: “E tao excitante ficar assim nao e?”, no que me inclinei propositalmente na intencao de lhe dar um beijinho, ficando tao de lado que aparecia minha buceta entre minhas pernas. Reparei que Edu me olhava e que seu pau ja estava duro, mesmo de longe. Fiquei entao naquela posicao, o que fez logo minha buceta inchar e meus seios endureceram de tanta excitacao. Comecei entao a pegar no membro do Ernesto, mesmo na frente de nossa filha. Estava meio mole, mas talvez pela situacao so foi eu dar alguns toques ele endureceu em minhas maos. Erika nos olhava, como se nao acreditasse, e Ernesto disse: “E melhor parar querida...”. Eu, ao contrario, fazia era pegar mais ainda em seu pau, que estava cada vez mais duro. Ele me alertou com ar de tesao: “Querida, os meninos estao ai”. Eu disse: “os meninos ja estao maduros para entenderem que os pais deles namoram”. Pedi entao que Eduardo, que nao queria vir, viesse pra sala. E depois de insistir ele apareceu com o pau duro, que chamou a atencao de todos, e se sentou todo envergonhado no outro sofa, cobrindo-se com a almofada (pois estavamos no sofa de 2 lugares e havia outro de 3 lugares). - Tu viu isso Ernesto? – eu disse – Esse menino agora so anda assim. Ta igual ao pai. Nisso eu alisei mais ainda a pomba do Ernesto e murmurei em seu ouvido: “vai buscar a tua filha pra ficar aqui com a gente...”. Tudo isso ja fazia parte da ideia que eu tive. Entao falei mais alto para todos ouvirem: “VAI ERNESTO, VAI BUSCAR TUA FILHA PRA CA!”, no que Ernesto se levantou com a vara dura mesmo e foi em direcao a menina. Erika parecia assustada, e eu disse: “Deixa Erika, o teu pai te ajudar com essa toalha...”. Ela estava enrolada numa toalha verde e parecia paralisada, enquanto seu pai chegava nela com a vara dura. Ernesto chegou suavemente, como se tivesse com um pouco de vergonha da situacao, mas livrou a menina da toalha, expondo seu delicado corpo. Erika havia vestido por baixo apenas uma calcinha, o que me motivou a dizer: “Tu ja fez foi se vestir menina!”. A visao de seu corpo semi nu havia deixado o pau do Ernesto apontando pra cima. Ela estava com os lindos peitoes a mostra, e dava pra ver as marcas do biquini, mas seus cabelos, que sao pretos e lisos, cobriam os mamilos rosados. Eu entao orientei ao Ernesto que pegasse sobre a mesa uma liga minha e desse para a filha amarrar o cabelo. Erika assim o fez, expondo ainda mais os belos seios, e nesse tempo pedi que Ernesto tirasse tambem a sua calcinha, ja que estava todo mundo sem roupa. Ele me olhou sem acreditar, Erika me olhou sem acreditar, enquanto fazia o rabo de cavalo, e ate o irmao deveria nao esta acreditando, mas como eu ja estava excitada demais com aquela situacao pra voltar atras, pegava pesado so para ver ate onde iria. Entretanto Ernesto nao se fez de rogado e foi tirar a peca da filha. A cena foi linda de ver, pois Erika voltou a prender o cabelo, como se nao se importasse, e a imagem de meu marido com o pau duro colocando a mao nas laterais da calcinha da filha, foi, acredito eu, de excitar a todos que estavamos na sala. A calcinha que Erika vestia era branca e minuscula, e cobria apenas sua buceta, deixando um volume bem bonito em sua vulva. Mesmo assim Ernesto a baixou e quando chegou a altura dos joelhos Erika ajudou com as pernas. Foi lindo ver a menina assim, pois senti que deixou os rapazes ainda mais doidos na sala. A imagem de Erika nua era de excitar mesmo as mulheres. Sua bucetinha gordinha e bem aparada estava deixando Ernesto louco, pois eu via seu membro brilhar mesmo de longe. Entao eu pedi que Erika viesse sentar conosco e chamei Ernesto pra mim. Quando meu marido sentou ao meu lado nao deixei seu membro acalmar e ja comecei a alisa-lo novamente, sem disfarcar e na frente de todos. A televisao estava ligada, mas ninguem dava atencao. Meus filhos olhavam para mim. Entao eu disse: - Por que isso ta assim Ernesto? Ele nao respondeu. Entao eu pedi que o Edu tirasse a almofada de seu colo, o que ele fez com alguma resistencia, expondo seu pau tambem duro. Entao eu disse: “Erika, vamos ter que descobrir o que esta deixando esses homens assim, afinal so tem nos duas em casa...”, e continuei, “a gente pode Ernesto?”, no que ele disse, “a vontade”. Perguntei tambem ao Edu, e ele respondeu com ar de riso que a gente podia sim. Entao eu disse: - O que voce acha Erika que esta deixando eles assim? - Nao sei mae – ela disse, timida mas participando da brincadeira. - Tu acha que ele ja estava assim antes de tirar tua calcinha? – perguntei a ela. - Estava – ela disse. - Mas tu nao acha que ficou maior enquanto ele tirava ela? - Nao sei – ela disse. - Pois pergunto a ele? Erika estava timida, assim como todos, mas mostrou que nao deixaria de responder nenhuma pergunta. A tudo ouvia com o pau quase na mao o Edu. Ai eu disse: - Entao Ernesto, ficou maior ou nao quando tu estava baixando a calcinha dela? - Nos nao podemos ajudar – ele disse, saindo da pergunta. Eu insisti para provoca-lo: - Pois diz so se gostou de tirar a calcinha da tua filha? – eu disse, voltando a pegar seu membro duro. Ele ficou calado, mas vi que gostava, principalmente porque seu membro babava. Eu perguntei tambem ao Edu o que estava deixando ele assim, e igual ao pai ele nao disse. O pau do Edu estava duro como rocha, so de ouvir nossas conversas. Nessa hora nao pude deixar de encarar aquele cacete duro enquanto passava a mao no do meu marido. Entao disse: - Filha, vamos ter que fazer um teste pra descobrir. Eles nao deveriam estar assim, ja que so tem nos duas dentro de casa. O que tu acha? - Pode ser – ela disse. Entao eu disse: - Vamos fazer o teste do abraco. E assim, nos vamos abracar eles e ver se muda alguma coisa. Pedi que eles se pusessem em pe, o que depressa eles fizeram, e perguntei a Erika qual deles ela queria abracar primeiro. Ela disse com voz manhosa: - Nao sei mae. - Ernesto, responde voce... – eu disse – Voce prefere ganhar um abraco da tua mulher ou da tua filha? Ernesto disse que nao nos ajudaria, mas eu senti nele uma vontade enorme de dizer que era na menina. E disso eu ja sabia. A mesma vontade senti na Erika em dizer que era o pai, tanto que na escolha ela ficava com vontade de chorar. Entao eu dei uma forca a eles, sobretudo porque estava com os bicos dos peitos estourando de duros pela vontade de voltar a me atracar com meu filho. Assim eu disse: “Pois Ernesto, ja que foi tu que tirou a calcinha dela, vai dar um abraco nela”. Erika nao riu, mas eu senti a felicidade dela em abracar o pai. Ernesto foi em direcao a ela com a vara durissima e Erika o recebeu abracando pelo pescoco. Eles nao se tocaram, exceto os peitos dela que rocaram nos do pai, mas quando eu pedi que eles segurassem naquela posicao, para que eu mostrasse como deveria ser o abraco com meu filho, quando voltei a olhar notei que o pau duro de Ernesto tocava a barriga da filha. Isso foi como um sinal verde pra mim, que abracei meu filho ja deixando que seu pau duro tocasse em minha barriga, entao eu disse em seu ouvido: “passa ele em mim como tu fez antes”, no que meu filho sem vergonha inclinou um pouco o corpo e mesmo na frente de seu pai fez o pau rocar nos pelinhos de minha buceta. Ernesto nao disse nada, entao eu falei que o teste era esse, que eles fizessem a mesma coisa. Ernesto ouvindo isso passou o pau pela buceta de Erika, que se agarrou ainda mais no pescoco do pai. Eles pareciam estar apaixonados. Aquilo mexeu comigo, pois alem de eu estar muito excitada me deu tambem muito ciume. Entao, para testar minha excitacao e meu ciume, peguei o pau do meu filho e para ver ate onde eles iriam eu disse, chamando a atencao do meu marido: “pronto, agora o teste e fazer assim”, e direcionando o pau do meu filho para minha buceta rocei ele de tal forma por minha racha que abriu os grandes labios. Meu marido nem pensou em reclamar comigo e ja foi pegando ele mesmo seu pau durissimo e posicionando como fosse introduzir na filha, e esfregou ali de tal jeito que fez Erika colocar a testa na sua e depois jogar o corpo pra tras rindo. Nao sei se Erika teve um orgasmo, mas sei que resolvi tirar ela dali antes que o pai introduzisse realmente o penis nela. Eu disse: “Erika, deita agora ali no sofa”, e quando ela deitou eu disse: “Ernesto, vem ca”, trazendo-o pra perto de mim. “Deixa o Eduardo mostrar como ele fez a massagem na irma la na praia hoje”. Ninguem entendeu direito aquilo (nem eu consigo entender hoje), mas acho que queria voltar atras por ver a reacao tao entregue entre Ernesto e nossa filha. Eu estava louca pelo cacete constantemente duro do meu filho, mas eu disse: “vai la Eduardo, mostra como voce fez”, e nisso ele sentou perto dos pes da irma, que estava deitada com a bunda virada pra cima, e comecou a alisar as coxas dela. Porem, por causa dos hormonios e da excitacao que deveria estar mexendo com os dois, logo estava Eduardo com ambas as maos apertando as nadegas redondinhas de Erika, que para meu agrado parecia mesmo arrebitar um pouco a bunda com a massagem. Vendo aquilo pensei que Edu a comeria ali mesmo, na nossa frente, tal era a forma que ele apertava e alisava suas nadegas. Porem, para meu espanto Erika vira o rosto para mim e diz, sem que o irmao parasse a massagem: “Mae, nao da mais pra disfarcar nao e?”. Eu disse: “Nao...”, no que ela disse: “Pai, vem ca pra eu ver uma coisa”, e no que Ernesto se chegou ela segurou seu pau, que nao precisa dizer como estava, e deslizou da cabeca ate a base, alisando na minha frente. Nisso Eduardo olhava impressionado, mas por estar com o pau mais que duro nao parava de alisar a bunda da irma, de tal forma que cheguei a pensar que ambos a comeria ali. Mas nao custou e Erika, do jeito que estava, parou de alisar o pau do pai e sem se preocupar com o que eu pensaria pos ele na boca, primeiro passando os labios pela cabeca, e depois ja engolindo a metade dele. De modo algum eu esperei aquela reacao de Erika, que me deixou meio perdida, mas tao excitada que escorria um liquido pela minha perna e os mamilos durinhos. Eduardo, assim que viu a irma com o pau do pai na boca, como uma flecha se levantou do sofa e correu pra cima de mim, como se ele tivesse diabete e eu fosse insulina. Ele me pegou em pe, perto da mesa, e sem conversa ja queria introduzir aquele pau grande pelos labios de minha xana. Eu ria e ele me abracava, querendo enfiar de todo jeito e o bicho rocando pra todo lado em minha bucetona. Eu disse: “vamos aqui pro sofa”, e sem aguentar mais, trouxe ele comigo e pondo meu joelho no sofa, fique de quatro com a mao na parede e esperei que meu filho posicionasse o pau em minha buceta.

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Comentários


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eu21 Comentou em 10/06/2016

Tu quer me matar de tesão com esse conto. Gozei de novo lendo a 2ª parte.




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Ficha do conto

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paulofernandes

Nome do conto:
Praia de Nudismo em família parte 2

Codigo do conto:
79118

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/02/2016

Quant.de Votos:
21

Quant.de Fotos:
0


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