Gostei do que vi

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Gostei do que vi

Por conta de compromissos sociais, me reuni com um grupo de amigos para passar um feriado prolongado em um sítio na região de Bragança Paulista, regado a muito churrasco, chopp e piscina.
Chegamos na sexta-feira à noite e fomos muito bem recebidos por todos, cerca de 30 pessoas. O local é muito bem dividido com vários chalés e toda a infra-estrutura de lazer, ou seja campo de futebol, quadra de tênis, piscina, pomar, etc. Nos instalamos no chalé mais distante da área da piscina e da churrasqueira, mas que oferecia o conforto do silêncio no período noturno.
Minha esposa, Marcela (36 anos, corpo exuberante e bem tratado) logo na chegada demonstrou não estar se sentindo muito bem, tomou alguns comprimidos e preferiu ficar no chalé, enquanto eu, fiquei com os amigos na roda de viola que se formou próximo à piscina.
Já passava de 11:00 hs da noite quando Marcela se uniu a nós, mostrando mais disposição e chegou até a entoar algumas canções. Estava muito animada e apesar do frio característico das noites na região, vestia uma blusinha de alça que mostrava parte de seu colo exuberante e os mamilos eriçados, também trajava uma calça jeans bem justa que delineava todo o seu corpo. Bebeu um pouco de vinho e quando já estava meio alegrinha, me pediu sussurrando ao meu ouvido que a levasse ao chalé e a comesse sem dó porque ela estava muito a fim. Nem trancamos a porta e já retirei um seio pra fora da blusa e o suguei arrancando sussurros e gritinhos dela. Joquei-a na cama e retirando sua calça, puxei a sua calcinha de lado e caí de língua em sua bocetinha cuidadosamente depilada. Marcela gemia e pedia que a comesse antes que ela gozasse em minha boca, mas não a atendi e ela cumpriu o que prometera, gozando fartamente em minha boca, melando todo o meu queixo. Em seguida deitei-me de costas e pedi que ela sentasse devagar, o que ela fez demoradamente. Marcela começou a cavalgar lentamente, falando palavras desconexas, quando notei que havia um vulto na janela, mas não conseguia perceber quem era, apenas que se trava de um vulto masculino. Aquilo me excitou e fingi não ter percebido, permitindo a Marcela que cavalgasse até gozar convulsivamente, deitando-se sobre mim.
Recompostos seguimos para o banho, onde perguntei a ela se tinha visto o vulto na janela, Marcela me olhou com cara de assustada e eu a reconfortei dizendo que tudo estava trancado e apenas a pequena janela deixava uma fresta por onde se podia ver o interior do quarto. Pedi a ela que disfarçasse no retorno ao quarto e que não desse bandeira. Voltamos, eu nu, ela com a toalha enrolada em seu corpo e lá estava o vulto. Disfarçadamente perguntei se ela tinha visto e ela confirmou. Beijei-a na boca e percebi que ela estava muito excitada. Levei minha mão até sua boceta e percebi que a excitação se traduzia em umidade. Lentamente liberei a toalha que envolvia seu corpo. Chupei o peito, um a um, sentindo cada milímetro de seu corpo. Sentei-me na cama e aguardei a sua boca tomar meu pau. Parecia que participávamos de um filme, sempre oferecendo a melhor visão ao ângulo de visão da janela. Marcela chupava lentamente meu pau, como querendo prolongar a minha excitação. Coloquei-a de quarto e passei a lamber o seu rabinho lisinho. Levei minha língua até sua boceta que já não estava úmida, mas molhada, chegando a escorrer. Enfiei um dedo em seu rabinho enquanto me colocava de deitado de costas com sua boceta ao alcance de minha boca. Chupei até ela gozar gemendo alto e urinando descontroladamente.Me excitei mais ainda, levantei-me a penetrei de quatro. Puxei seu quadril junto ao meu e senti a penetração total. Bombeei algumas vezes lentamente outras vigorosamente. Enfiei o meu polegar inteiro em seu rabinho e após algumas bombeadas gozei fartamente, enchendo sua boceta todinha de porra. Olhei para ela e percebi que ela olhava para a janela enquanto gozava. Foi sensacional.
No outro dia, café da manhã na beira da piscina, olhávamos para todos os homens tentando adivinhar de quem era o vulto que nos espreitava na noite anterior. Descartamos os mais baixo, os mais cabeludos, os de barba. Enfim aqueles que não tinham as características mínimas para se enquadrar no perfil de nosso observador. Desistimos da idéia e passamos a curtir o dia na piscina. Em dado momento, Marcela alegando estar ainda com dores de cabeça resolveu se recolher em nosso chalé e me disse para eu continuar aproveitando o dia, sugerindo que eu fosse jogar futebol. Aceitei a sugestão e fui com ela até o nosso quarto, onde peguei tênis, meia e troquei de roupa, colocando calção de banho por baixo pois queria pegar uma piscina após o jogo. Marcela tomou um banho colocou um baby-doll bem leve e se deitou. Fui para a quadra, mas cinco minutos depois senti uma forte dor na virilha, o que me impediu de continuar. Resolvi voltar ao chalé, mas quando estava chegando quis olhar da fresta da janela para poder ver até que ponto nosso observador pode ter acompanhado nossa noite. Tentei fazer o meso movimento, ou seja sem barulho. Quando me coloquei na posição, tomei um susto. Marcela estava na cama, com a mesma roupa sexy que havia se deitado, de bunda para cima e à sua frente estava Paulo, um amigo nosso, com um pau de tamanho considerável duro para fora do calção. A mão de Marcela tocava uma punheta para nosso amigo, ao mesmo tempo em que ela falava que jamais tinha visto algo tão grande e grosso. Naquele momento pensei em arrebentar a porta e dar um cacete em ambos, mas me percebi de pau duro e excitado com a cena. Marcela passou a chupar Paulo enquanto ele levava sua mão até sua bundinha empinada, enfiando um dedo e dizendo que iria comer aquele cuzinho. Marcela disse a ele: “Olha estou gostando muito da situação, mas nem por nada nesse mundo eu deixaria você me penetrar com tudo isso, ou é uma chupada gostosa ou é nada, tudo bem? Se você insistir eu grito, ok? Paulo fez um movimento com a cabeça, concordando com a situação e sentou-se encostando na cabeceira. Marcela muito habilmente passou a chupar aquele pau enorme e virou-se de tal forma que passaram a fazer um 69. A minha visão era perfeita, podia ver Marcela sugando aquele membro enorme que mal cabia em sua boca, por vezes ela o retirava da boca, o contemplava, batia-lhe uma punheta para logo em seguida enfiá-lo na boca novamente. Lambeu toda a extensão, chupou seus testículos. Enquanto isso Paulo a chupava enfiava o dedão em seu rabinho, exatamente como eu havia feito na noite anterior e perguntava se Marcela estava gosta e se era assim que eu havia feito na noite anterior. A ficha caiu, Paulo era o nosso observador e muito provavelmente procurou Marcela para tirar aquilo à limpo e de qualquer forma estava conseguindo. Em dado momento, Marcela disse não mais resistir e gritando gozou na boca de Paulo, que excitado passou a lambê-la mais rápido retirando dela mais dois ou três gozos. Marcela devido a excitação do orgasmo passou a punhetá-lo mais rapidamente, enquanto mantinha a glande inteira em sua boca. Paulo anunciou o gozo e Marcela retirando o pau de sua boca contemplou o gozo forte e abundante. Saí dali, com o meu calção todo melado, e retornei à piscina e lá fiquei até que Paulo ali surgiu com cara de quem nada quer. Algum tempo depois apareceu Marcela dizendo que havia melhorado da dor de cabeça e me pediu para irmos ao chalé para repetir a noite anterior, o que aceitei imediatamente e lá permanecemos fazendo sexo a tarde inteira, imagainando que alguém nos espreitava. Marcela estava excitadíssima, talvez pelo que fez e eu mais ainda pelo que vi. A partir desse passeio nossa vida sexual mudou radicalmente, o que pretendo contar a vocês m outras oportunidades. Aguardem!


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rela999168

Nome do conto:
Gostei do que vi

Codigo do conto:
7602

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
02/05/2006

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0


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