TIRANDO OS CABAÇOS DA MINHA CUNHADA

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Era o mês de setembro do ano de 2005 e eu voltando das férias onde tiver o prazer de tirar os cabacinhos da minha cunhada (irmã da minha namorada), a vida voltou à rotina do começo de ano, mas nunca mais foi a mesma. Bom, vamos aos fatos. Eu e minha namorada Vânia (vamos chama-la assim), uma belíssima gata no auge dos seus 25 anos, morena, olhos esverdeados, cabelos longos e encaracolados, seios médios, bundinha proporcional meio empinadinha e belas pernas com lindas coxas, havíamos nos conhecido fazia poucos meses e praticamente desde o primeiro dia (um domingo à noite) já passamos a nos relacionar mais intimamente quando a levei em casa, pois se não rolou uma transa legal por estarmos na garagem da casa dela onde mora com os pais que estão viajando mas a irmã dela estava em casa. Contudo, rolou muitas carícias e até chupadas, eu nos seios e na bucetinha dela e ela no meu cacete até me fazer gozar gostoso. Nos dias que se sucederam na semana, nos víamos rapidinho e nos falávamos mais por telefone, pois trabalhávamos e ela ainda cursava faculdade duas ou três vezes na semana, noutro município só chegando tarde da noite, o que só permitia que ficássemos bastante tempo juntos nos finais de semana, onde passamos a transar e gozarmos muito. O tempo foi passando e nós cada vez mais íntimos e arranjando tempo para satisfazermos nosso tesão. Trabalhávamos em empresas diferentes e uns três meses depois que engrenamos nossa relação, aproveitando que eu saí de férias e ela teve direito a uns dias de folga, resolvemos aproveitar o clima que estava bem quente e combinamos de passarmos uns dias juntos. Como ela ainda não conhecia a Ilha Grande, combinamos de passarmos uns dias lá e nos divertir curtindo praias, cachoeiras e outras atrações que o local oferece. Resolvi esquematizar com um amigo que tinha uma casa lá e fazia pouco uso dela, para me alugar, mas ele não quis e me emprestou sem ônus algum. Resolvido à questão da hospedagem, fizemos uma bela compra de alimentos para o período de nossa estadia e marcamos de nos encontrar no ponto da barca que nos transportaria, no dia seguinte, uma quarta feira. No horário combinado, ela chegou e para minha surpresa, acompanhado da minha linda cunhadinha (vamos chama-la de Júlia) irmã dela, que eu conhecera uns dez dias antes e soube na hora iria conosco. Confesso que vibrei internamente de alegria só em pensar ter e ver aquela gatinha linda, no auge dos seus 19 aninhos, com um corpinho pra ninguém colocar defeito, junto de nós exibindo seu belo corpo nos minúsculos biquínis que ela estava acostumada usar segundo a irmã dela durante uma conversa nossa contou. Minha namorada veio até mim, me beijou e disse se eu não me importaria da irmã dela ir junto conosco, pois ela também não conhecia a ilha e tinha muita vontade de conhecer. Sorri e disse que não, que seria legal tê-la lá com a gente. Nisso ela veio e me cumprimentou com dois beijinhos no rosto. Tudo em ordem, colocamos nossas bagagens e compras no interior da barca que minutos depois zarpou rumo ao nosso destino. Uma hora depois chegávamos à ilha onde desembarcamos e fomos direto pra casa emprestada pelo meu amigo. Colocamos as coisas num cantinho e como ainda era cedo e o sol nos brindaria por umas duas horas ainda, resolvemos ir tomar um banho de mar. Fui trocar de roupa no banheiro e as duas foram pro quarto. Minutos depois ao nos reencontrarmos na sala, quase pirei ao vê-las vestidas com um minúsculo biquíni que quase deixava a bucetinha delas de fora, pois mau cobria a racha. Foi a primeira vez que as vi assim. Olhei-as e brinquei dizendo:
- O que que é isso, cadê o restante do biquini? e sorri.
Elas rindo também me perguntaram se eu não gostei, se estava indecente demais e eu (vibrando de alegria por dentro) disse que estava ótimo, pois o corpo delas era merecedor de peças como a que estavam usando. Fomos então os três para praia onde ficamos até quase escurecer, quando então voltamos pra casa, nos banhamos alternadamente e ai sim Vânia e eu, arrumamos nossas roupas e mantimentos nos devidos lugares, enquanto a Júlia preparava a janta pra todos nós, que estávamos varados de fome. Terminamos de jantar já bem tarde e resolvemos não sair e descansarmos, pois ainda teríamos muitos dias pela frente. Ficamos conversando e assistindo um pouco de tevê na sala e por volta da meia noite fomos para os quartos (eu e Vânia num e minha cunhadinha no outro) dormir, mas obviamente depois que eu desse uma boa pirocada na bucetinha e no cusinho da minha namorada até gozar gostoso na boquinha dela que adorava engolir meu leitinho. Metemos gostoso, gozamos e então apagamos. Na manhã seguinte eu fui o primeiro a levantar e enquanto preparava o café, minha cunhadinha chegou na cozinha vestida com um shortinho branco e uma camiseta que deixava transparecer seus belos seios já que ela não estava usando sutiã e deu-me um bom dia me beijando no rosto e sendo retribuída por mim. Começamos a conversar e beber café quando minha gata que não ficava atrás, era tão linda quanto a irmã veio, me deu um beijo de bom dia e juntou-se a nós na mesa, para então traçarmos o que faríamos ao longo do dia. Como eu já conhecia bem o local elas deixaram por minha conta e minutos depois lá estávamos nós indo curtir as belezas do lugar e aproveitar as praias e cachoeiras, o que tornou-se rotina nos dias seguintes, onde nos divertíamos pra valer e nos tornávamos cada vez mais íntimos, inclusive eu e minha cunhadinha, que certamente a noite ficava imaginando as loucuras que eu devia fazer quando ia para o quarto com a irmã dela, que um tanto escandalosa gemia alto quando eu a penetrava e em especial quando ela atingia o orgasmo encharcando meu pau ou a minha boca com o melzinho dela. Minhas transas com ela ficavam cada vez mais show e eu não parava de pensar na possibilidade da minha cunhadinha estar ouvindo e certamente se tocando numa siririca querendo gozar também. Cada amanhecer era um desfile com aquelas duas belas gatas em seus minúsculos trajes tanto de banho quanto nas roupinhas que elas usavam pra sairmos, o que chamava à atenção de todos em especial dos nativos da terrinha. Quando víamos da praia e eu as vezes entrava sem minha namorada para tomar banho, confesso que não resistia imaginando o que minha cunhadinha escondia embaixo das roupinhas e dos biquínis que ela usava e acabava tocando uma punheta daquelas, só não gozando porque sabia que logo mais eu teria onde jorrar meu leitinho. Já estávamos alguns dias nos divertindo pra valer e na manhã de terça feira minha namorada recebeu uma ligação da patroa pedindo pra ela retornar ao trabalho para cobrir a função de uma colega do trabalho que havia adoecido e ficaria de licença médica até sexta. Como ela estava pleiteando uma vaga na gerência que não tardaria pra sair, ela achou por bem atender ao pedido da patroa e meio chateada contou-me. Fiquei triste, mas não demonstrei e resolvi apoiá-la dizendo que iriámos e no final de semana voltaríamos pra ilha onde curtiríamos o fim de semana. Pra minha surpresa ela disse pra eu ficar e aguardá-la que ela trabalharia na quarta, quinta e sexta, mas voltaria na sexta mesmo a noite e quando a irmã dela demostrou tristeza, pois estava curtindo bastante e disse que ia arrumar as coisas, Vânia me surpreendeu mais uma vez e disse pra irmã que não teria necessidade de voltar, que ela poderia ficar e curtir o passeio. Vibrei de alegria, mas me contive. Nisso entramos pro quarto e transamos. Dei um trato daqueles, chupando-a e fazendo-a me chupar, antes de eu penetrar naquela bucetinha e cusinho lindo dela, fudendo gostoso pra então jorrar meu leitinho naquela boquinha maravilhosa e gulosa que ela tem. Terminamos de transar, ela tomou um banho, se arrumou e fomos levá-la no caís onde pegaria a lancha pra retornar ao continente. Logo que partiu eu e a minha cunhadinha retornamos pra casa, colocamos nossos trajes de banho e fomos curtir a praia, onde aproveitando que estávamos a sós, ela deitou-se de bruços e me pediu para passar óleo bronzeador nela o que fiz com o maior prazer, passando bem lentamente, curtindo cada pedacinho daquele corpinho lindo, em especial nas suas pernas, entre suas coxas e na bundinha com aquele biquinizinho enterrado nela. Meu pau endureceu na hora e quase saltou da sunga. Quando me levantei pra estender minha toalha, ela me olhou e com um ar de menina sapeca, disse que algo tinha acordado entre minhas pernas e eu disse apenas que não tive como evitar, deitando-me próximo dela, após pegar uma cervejinha e começar a beber. Perguntei-a se não queria uma e ela disse que beberia da minha mesmo se não me importasse. Lógico que não, disse eu ela e assim passamos horas e horas, deitados, nos queimando ao sol, ora ou outra nos banhando no mar e conversando bastante. Eu não conseguia desviar meu olhar dela, apreciando aquele belo corpinho o que estava me deixando cada vez mais excitado, pois não sabia até onde eu poderia tentar investir, afinal eu namorava com a irmã dela. O tempo passou e no finalzinho da tarde voltamos pra casa, onde tomamos nosso banho separadamente, almo-jantamos e nos acomodamos na poltrona para assistirmos tevê e conversarmos, enquanto bebíamos cervejas . Lá pelas tantas ela meio que de pileque, pois estava bebendo bem mais que de costume, desviou o assunto para sexo e com a maior naturalidade disse que ouvia eu metendo na irmã dela que gemia muito e a fazia ficar com a buceta molhadinha só de imaginar em estar junto e recebendo um trato também, o que a levava a se masturbar até ser tomada de uma sensação que ela não sabia explicar direito. Meu cacete saltou de alegria ao ouvi-la dizer isso e fiz questão que ela percebesse me recostando no braço da poltrona de frente pra ela, que já não disfarçava mais o tesão e alternava os olhares nos meus olhos e no meu short. Fingindo não perceber o que estava passando eu tentei explicar o que ela disse sentir quando se tocava e ela disse que podia ser isso mesmo. Passado alguns minutos ela levantou-se e foi no banheiro e quando voltou trazendo mais duas cervejinhas pra gente, ela sentou-se, deu uma golada e me disse que estava com a buceta molhadinha e que teve de trocar a calcinha que estava toda melada. Eu olhei pra ela e disse que era tesão que ela estava sentindo e que era uma pena eu não poder ajuda-la a se aliviar com minha língua e depois com o meu pau que pulsava sem parar. Ela então me perguntou o porque eu não podia e eu disse que não pegaria bem, afinal eu namorava com a irmã dela. Pra minha surpresa ela perguntou se eu estava vendo mais alguém ali a não ser ela e como respondi que não, ela concluiu dizendo que gostaria de sentir o que a irmã dela sentia quando estávamos no quarto e que só dependia de mim para satisfazê-la ou não, pois seria um segredinho nosso que ela jamais contaria para alguém. Não esperei ela falar mais nada, fui com minha boca ao encontro da dela e a beijei. Que beijo gostoso e correspondido o nosso. Nisso passei a tocá-la nos seios e logo em seguida nas pernas e na bucetinha sobre o shortinho que ela usava. Ela gemia e se contorcia de tanto tesão e buscava a qualquer jeito tocar no meu pau, segurando e apertando ele sobre o short. Estávamos tomados pelo tesão e gemíamos muito. Eu então a fiz erguer-se um pouco e retirei a blusinha que ela usava, vendo-a com aqueles belos seios, pouquinhos maiores que os da irmã, saltarem na minha frente. Toquei-os com minhas mãos, eram durinhos e pontiagudos e estavam com os biquinhos bem tesos. Pus-me a chupá-los e mordiscá-los alternadamente, arrancando-lhe suspiros e gemidos. Ela continuava segurando meu pau que pulsava sem parar na mão dela, mesmo ainda embaixo do short e da cueca que certamente já estava toda babada. Eu então interrompi as chupadas nos peitinhos dela, levantei-me, fiz ela sentar-se na poltrona e parado na frente dela, disse pra ela tirar meu short e livrar meu pau daquele sofrimento. Assim ela fez e ao arriar meu short e cueca juntos, meu pau, todo babado, duro feito pedra e pulsante, saltou frente aos olhos e rosto dela, que sem fazer-se de rogada, segurou-o e levou-o na boca, passando a chupá-lo meio desajeitadamente no início, mas logo emplacando com sugadas espetaculares que faziam-me gemer e ter de me segurar pra não gozar. Ela chupava como uma profissional e eu tinha de fazer um esforço descomunal pra não gozar naquela boquinha embora minha vontade era de inundá-la com minha porra. Eu percebendo que não iria me segurar por muito mais tempo, afastei-me e pedi que se recostasse na poltrona para então eu me agachar frente a ela, desabotoar o shortinho e arriá-lo de uma só vez deixando-a só de calcinha na minha frente, e que calcinha, um fiozinho dental, branquinha e bem transparente que deixava ver bem sua rachinha e os poucos pelinhos que a envolviam. Parei e fiquei observando-a por um tempinho, então afastei sua calcinha pro lado e cai de boca naquela racha que estava meladinha de tanto melzinho que escorria. Corri minha língua naquela linda rachinha e chupei-a por muito tempo fazendo ela gemer e pedir pra que eu não parasse que estava bom demais e passou ter espasmos em cima de espasmos até que um tempinho depois com o corpo tremendo e gemendo muito ela soltou um grito e praticamente desfaleceu ao encher minha boca com o seu melzinho numa gozada sensacional, a primeira gozada real dela. Parei um pouco e deixei ela se restabelecer e perguntei se gostou com ela me respondendo que nunca sentira algo assim tão bom, que a deixou com o corpo trêmulo e as pernas bambas. Disse que era assim mesmo, pra que fosse se acostumando, pois seria esta uma sensação comum a cada gozada que ela atingisse. Nisso beijei-a e voltei a tocá-la dizendo que queria meter meu cacete na bucetinha dela que olhou pra mim e perguntou se eu não havia notado nada. Disse-lhe que não, realmente não notara e antes que eu pudesse falar mais alguma coisa, ela disse que ainda era virgem, pois nunca ninguém sequer a tocou a não ser eu naquele momento. Fiquei surpreso, até pela naturalidade dela quando conversávamos sobre sexo e disse-lhe que teria outra forma dela me sentir e manter o cabacinho da bucetinha, e mais uma vez ela surpreendeu-me dizendo que eu me referia em meter no cusinho dela como outros dois amigos que ela chupou o pau deles já cantaram mas ela não permitiu. Disse-lhe que sim, que eu iria com jeitinho pra que ela não sentisse tanta dor caso ela topasse e ela falou que sendo assim eu poderia tentar. Sugeri que fôssemos pro quarto onde ficaríamos mais a vontade sobre uma cama. Lá chegando, a fiz retirar a calcinha e ficar completamente peladinha. Tímida, ela cobria a bucetinha e eu disse pra que relaxasse. Falei pra que subisse na cama e ficasse de quatro. Agachei-me e passei a chupar aquele cusinho fazendo-a gemer. Vez ou outra eu ia enfiando um dedo para alarga-lo um pouco mas ela ainda tensa contraía e dizia que estava doendo. Eu mandava ela buscar relaxar e continuava com minhas investidas, retirando melzinho da bucetinha dela com a ponta do dedo e metendo dentro do cusinho que ao pouco foi lubrificando ajudado com minha saliva que depositava nele. Logo, postei-me por trás dela e tentei penetrá-la, mas ela contraía e impossibilitava a entrada. Mudei de tática e a fiz deitar-se de ladinho e fui por trás dela, erguendo uma das pernas, direcionando a cabeça do meu pau pra aquele buraquinho e pressionando até que aos poucos o cusinho dela foi aceitando-o e depois de algumas tentativas, recebeu-o parcialmente dentro dele. Quando a cabeça passou ela soltou um grito e tentou retirá-lo de dentro, mas segurei-a firme e parei dando um tempo pra que ela se acostumasse com a espessura e logo com frenéticos movimentos de vai e vem, entrei com tudo, rasgando-lhe todas as pregas e desvirginando aquele belo cusinho que só tinha recebido até então o fio dental do biquíni e das calcinhas sobre ele. Ela gemia e reclamava da dor, mas aos poucos foi se acostumando e com o passar do tempo já implorava pra que eu não tirasse meu cacete de dentro dela que estava muito bom. Meti por um bom tempo até que não aguentei mais e inundei aquele rabinho que recebia porra dentro dele pela primeira vez. Fiquei abraçadinho com ela e deixei que meu pau saísse dela naturalmente conforme fosse amolecendo o que não tardou pra acontecer. Passado alguns minutos nos levantamos e fomos tomar banho juntinhos como eu fazia com a irmã dela. Nos ensaboamos mutuamente e isso fez meu cacete dar sinal de vida novamente ficando semi duro. Voltamos pra cama e ela abocanhou-o passando a chupá-lo e deixando novamente no ponto, bem duro para senti-lo de novo dentro dela. Sugeri que se sentasse nele, pois assim ela poderia coordenar a entrada. Ela assim fez a não tardou para ter o total domínio da situação a passar a cavalga-lo com prazer, ora engolindo-o por completo e ora superficialmente com o cusinho dela. Não tardei e gozei novamente. Quando ela ergueu-se pra levantar, a porra armazenada dentro do buraquinho dela começou a cair sobre o meu cacete e eu a fiz limpar com a língua o que ela fez sem pestanejar, colocando toda porra na boca e engolindo como a irmã adorava fazer. Perguntei onde aprendeu fazer aquilo com desenvoltura e ela disse que de tanto conversar com a irmã que disse adorar beber porra e com isso ela também perdeu o nojo. Então falei:
- Que bom que você e sua irmã são experts em chupar cacetes, pois eu adoro que chupem o meu.
Nisso deitamos abraçadinhos e ficamos ali inertes só nos curtindo com pequenas carícias sem nada falarmos por um bom tempo. Depois levantamos, tomamos outro banho e devido ao calor que fazia fomos dar um passeio na praia onde nos beijamos e conversamos muito. Minutos depois retornamos e antes de dormimos, metemos mais uma vez até eu gozar desta vez direto na boquinha dela que mostrou-me cheia de porra e depois engoliu voltando abocanhar meu cacete e sugando-o até não ter mais uma gotinha de porra sequer. Mal terminamos, o meu celular tocou, atendi e era a irmã dela perguntando se estava tudo bem conosco. Disse-lhe que sim e menti, dizendo que a irmã dela já estava dormindo, pois o dia inteiro na praia foi bem cansativo. Nos despedimos e ela disse que estava com saudades e que não via a hora de estarmos juntos novamente na sexta a noite. Desliguei o telefone, abracei minha cunhadinha e dormimos de conchinha. Nos dias seguintes pela manhã de quarta e quinta feira, a rotina se repetiu, praia, transa, almoço, descanso, praia, transa, janta, assistir tevê ou passear na praia, transa e dormir. Meti muito no cusinho da minha cunhadinha que já recebia meu cacete sem proporcionar-lhe dor alguma, pois já estava bem dilatado para espessura do meu cacete, que a fodia sem parar e quando não jorrava o leitinho dentro do cusinho dela, jorrava na boquinha onde ela fazia questão de mostrar-me antes de engolir tudo. Eu me satisfiz metendo naquele cusinho, chupando aquela bucetinha, sentindo a boquinha dele chupando meu pau, mamando naqueles peitinhos, fazendo-a gozar e também gozando muito e na sexta pela manhã ao despertarmos, quando achei que a rotina seria a mesma dos dias anteriores, minha cunhadinha me surpreendeu ao dizer que estava cheia de tesão devido um sonho que ela teve com a gente e antes que eu me levantasse, segurou no meu cacete e passou a punhetá-lo deixando ele bem duro. Então enfiou-o na boca e passou a chupá-lo e percebendo o meu prazer, disse pra eu meter no cusinho dela de quatro. Nos posicionamos e passei a fodê-la gostoso e depois quando eu estava prestes a gozar, ela percebeu e disse pra me segurar, pois queria sentir minha porra bater, mais em outro lugar. Nisso, deitou-se de frente pra mim, abriu as pernas deixando sua bucetinha virgem totalmente exposta pra mim e disse:
- Vem com tudo, é toda sua, quero que você me torne uma mulher completa e quero gozar muito com você dentro de mim.
Quase não acreditei no que estava vendo e ouvindo e cai de boca naquela bucetinha chupando-a e deixando-a bem molhadinha, pra em seguida conduzir meu cacete pra aquela rachinha e passar a força-lo na entrada até fazê-lo desaparecer naquele interior, após romper-lhe o cabacinho e ver o sangue escorrer. Ela estava com tanto tesão e tão molhadinha que nem dor sentiu, pois quando viu eu já estava totalmente dentro dela e adeus virgindade. Bombeei um bom tempo naquela bucetinha até sentir meus jatos espirrarem e enchê-la com minha porra, fazendo-a gemer e gritar de prazer. O cabacinho dela já era e minha cunhadinha agora era sim, uma mulher de verdade. Após gozarmos demos um tempo para repor nossas energias, tomamos um banho, bebemos café e voltamos pra cama, quebrando a tradicional rotina. Logo nos excitamos novamente e metemos gostoso sem parar, em várias posições. Ela pode sentir e gozar muito com o meu cacete dentro dela, ora na bucetinha, ora no cusinho e ora na boquinha. Eu a chupava, ela me chupava, fazíamos sessenta e nove, gozávamos um na boca do outro e assim passamos o dia, trancados dentro de casa e nos satisfazendo muito, afinal a noite a minha namorada estaria de volta e nossa festinha particular e sigilosa ia acabar, pelo menos ali na ilha, mas certamente continuaríamos quando retornássemos ao continente mantendo nosso relacionamento sigiloso, escondido.
Depois de nossa última foda na sexta antes da chegada da irmã dela, durante o banho perguntei-a o que levou-a a querer me dar a bucetinha e deixar eu tirar o cabacinho dela.
Com a maior naturalidade e um sorriso estampado no rosto pelo prazer que sentiu em todos os momentos, ela disse que achou que era o momento, sabia que eu saberia como fazer gostoso sem traumatiza-la e porque podia confiar que eu guardaria o segredo, pois era o namorado da irmã dela. Indaguei-a se então acabaríamos por ali e ela disse que dependeria de mim, porque por ela nos tornaríamos amantes, embora fosse chegar uma hora que a irmã dela ia perceber que ela já não era mais virgem, mas não precisaria saber quem a desvirginou, mas se insistisse ela inventaria alguma coisa. Disse que por mim tudo bem, mas teríamos que tomar muito cuidado e arranjar tempo, o que ela sugeriu que nos encontrássemos quando a irmã dela estivesse na faculdade e assim formamos nosso trio, namorava a irmã e era amante da minha cunhadinha com quem eu transava duas ou três vezes na semana. Saímos do banho, nos vestimos e molhamos nossas toalhas e roupas de banho, pra que minha namorada não percebesse que não tínhamos ido à praia durante o dia. À noite com a chegada da minha namorada, retomamos a rotina inicial e assim seguimos por mais três dias até retornamos todos pro continente na semana terça feira seguinte. Foram ao todo doze dias de muita diversão e prazer, onde eu pude me satisfazer fodendo de todas as formas imagináveis com minha namorada e com minha cunhadinha, a qual eu ainda tive a honra de tirar-lhe os cabacinhos do cu primeiramente e depois da buceta. Como eu disse lá no início, foi uma mudança radical na minha rotina e eu tinha de me desdobrar pra satisfazer minhas duas gatinhas lindas, sexys e completinhas na hora do vamos ver. Meu namoro durou por mais dois anos até que terminamos por diversas razões, já minha cunhadinha e eu continuamos nos relacionando por quase quatro, mas na condição de amantes, já que eu havia arrumado outra namorada e ela também estava com namorado. Com o tempo tornamos nossos pares amigos e passamos sair como casais e não tardou pra que eu e ela criássemos uma situação de passarmos um final de semana juntos, onde conseguimos quebrar certos tabus e transamos swing, trocando de parceiros, ou seja, eu meti com ela na frente do namorado que metia com a minha namorada na minha frente, mas isto contarei outro dia. Pensei em dividir o relato em dois para não tornar-se tão cansativo, mas resolvi manter um só. Se gostarem, votem e comentei.
Fotos: Ilustrativas

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Comentários


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adriangra Comentou em 07/08/2015

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Ficha do conto

Foto Perfil mauriciodangra
mauriciodangra

Nome do conto:
TIRANDO OS CABAÇOS DA MINHA CUNHADA

Codigo do conto:
68961

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
06/08/2015

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
1


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