MINHA MÃE

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Naquela manhã, me levantei um pouco antes do normal, estive preparando minha roupa para a viagem que ia fazer. Era raro tomar café fora das épocas de exames, mas o início dessas férias me animou. Estava merecendo! Fechei a porta de casa e com as malas fui para a estação de ônibus, minha mãe me esperava na casa de campo que meus avós tinham num lugar a norte da península espanhola, tinha muita vontade de ir e de ver aquilo, fazia muitos anos que não visitava aquela casa, quase desde moleque, e agora parece que finalmente ia fazê-lo.
Naquele verão, eu tinha terminado meus estudos universitários, uma “carreira” demasiada e longa pro meu gosto, quase que se pode dizer que desde que comecei a estudar a sério, nunca mais tinha tido férias. Mas este ano era diferente, estava obrigado a sair de férias por várias razões, e uma delas, a principal, era de finalmente ter acabado o curso e merecer o descanso depois de tantos anos metido entre os livros, a outra razão era que meus pais tinham se separado há pouco mais de um ano, e minha mãe já estava de férias na casa de campo, e eu não gostava da idéia de deixá-la sozinha, já que meus avós faleceram há algum tempo e a única dona da casa era a minha mãe.
Por isso, decidi que o primeiro verão livre de estudos iria ser passado com a minha mãe, na casa de campo. A viagem não levou muito tempo, assim a meio da tarde cheguei à casa dos meus avós, que agora é da minha mãe.
Ao vê-la, tive uma grande alegria e nos abraçamos como se não nos encontrássemos há vários anos, mas o segredo de tão efusivo abraço por parte dela foi de eu ter decidido passar essas férias com ela. Deixamos minhas coisas no quarto que ia ser meu durante umas semanas e minha mãe esteve me mostrando todas as mudanças que havia na casa, porque já fazia mais de 6 anos que não ia lá.
Depois, já fora da casa, passei pelo que em outros tempos, servia como estábulo das vacas e cavalos, e agora estava convertido em um armazém de palha, grande pilhas de palha que se acumulavam formando uma espécie de labirinto lá dentro. Minha mãe disse que havia alugado a um fazendeiro da região, que usava o armazém para guardar o feno para os animais. A idéia me pareceu boa, porque a gente só vinha aqui de férias e assim o lugar não ficava desaproveitado, e os vizinhos sempre davam uma olhada quando não estávamos aqui.
Depois de passar a tarde caminhando por aquelas bonitas terras, decidi ir para casa tomar um banho e comer algo, estava cansado e precisava dormir, já estava escurecendo e estava mesmo com vontade de ter um bom descanso, tinha sido um dia com muitas novidades. Minha mãe estava fazendo o jantar enquanto eu tomava banho, e quando fui me vestir observei que minha roupa já estava perfeitamente dobrada e colocada em gavetas, inclusive já tinha uma muda de roupa limpa para vestir após o banho. Vesti-me e fui à cozinha, dei um beijo na minha mãe e estivemos falando sobre coisas sem importância, depois comemos e assistimos um pouco de televisão na sala, mas não tardei muito em ir para a cama.
Pela manhã me levantei novo, com uma sensação de bem-estar e de descanso como há muito tempo não sentia, fui até a cozinha e encontrei um papel escrito pela minha mãe, tinha ido de carro até ao povoado mais próximo para comprar mantimentos, e não sabia quando voltaria.
Então resolvi preparar eu mesmo um café da manhã e depois me dediquei a conhecer os cantos da casa. Estive olhando todas as habitações, todas me traziam boas recordações de infância, lugares onde eu escondia meus segredos de criança...
Depois, entrei no dormitório de mamãe e estive vasculhando as coisas, minha mãe tinha roupa íntima lavada e secada em cima de um banco; movido pela curiosidade, peguei aquilo, e fiquei alucinado quando comprovei que minha mãe usava uma roupa muito bonita e tesuda, daquelas calcinhas que não tapam quase nada; minha mãe tem um corpo muito bonito e tem um traseiro muito bem formado, mas fiquei pensando que aquelas calcinhas ficavam demasiado ajustadas ao corpo e assim não taparia nada, e estive calculando mais ou menos e se a minha mãe pusesse aquelas calcinhas seu esplêndido e redondo cu ficaria quase a descoberto, isso sem prestar atenção às calcinhas bem pequenas que ela também tinha, porque essas deixariam minha mãe com o traseiro ao ar, sem nada cobrindo.
Também observei que mamãe tinha uns livros sobre sua mesa de cabeceira, estive olhando por alto e um deles me chamou a atenção: Era um livro erótico, sem dúvida alguma, e tinha algumas frases sublinhadas a lápis, mas me pareceu normal que minha mãe lesse literatura erótica, é uma mulher muito jovem e tem todo o direito a ler o que tiver vontade. Não estava gostando muito de estar em seu quarto remexendo nas suas coisas e assim resolvi sair dali; saí e passei pelo armazém da palha e pude apreciar que o vizinho a quem tínhamos alugado o armazém estava cuidando muito bem do lugar, todos os fardos de palha estavam perfeitamente empilhados, pilhas altas e retas como um labirinto.
Estava quase indo embora do palheiro quando escutei uns ruídos entre a palha, me encaminhei pelo caminho principal até o fim e entrei à direita, no fundo havia muitos gatinhos, quase recém-nascidos, cheguei perto deles e estive os observando durante uns segundos, e ao fim disso fui para casa. Depois de comer, mamãe e eu nos sentamos diante da TV para ver as notícias, mas o sono se apoderou de mim e caí de sono poucos minutos depois, quando acordei já eram quase 6 da tarde e estava sozinho na sala, minha mãe não estava e a verdade é que não fazia a mínima idéia de onde ela poderia estar, assim decidi sair e apanhar um ar e fumar um cigarro enquanto ia andando pelo campo fora, tinha pensado em ir ao povoado mais próximo naquela noite para tomar uma bebida e dar uma olhada nas mudanças nos últimos anos, mas meus passos acabaram me levando quase sem pensar ao palheiro e me lembrei dos gatinhos, pensei inclusive em dar meia-volta e buscar algum leite para eles, especialmente para a mãe dos gatinhos, mas estava já muito perto do palheiro e não estava certo de que eles estariam no mesmo lugar, então apaguei o cigarro e entrei no palheiro cuidadosamente, fazendo o mínimo de barulho possível.
Ia andando com todo o cuidado, passando pelas esquinas de palha quase sem respirar, alerta ao menor som que poderia me guiar até os pequenos gatinhos ali escondidos, prestava bastante atenção, mas não conseguia escutar nada… Finalmente me pareceu escutar algo fora do normal, e escutei outra vez... Sim, eram como pequenos gemidos, suspiros entrecortados, e me encaminhei até a origem daqueles gemidos... Muito cauteloso, fui me aproximando, mas tinha o caminho cortado por uma grande pilha de palha, teria que andar quase todo o armazém para chegar ao outro lado, estive olhando, mas não havia outra maneira...
Os gemidos pareciam cada vez mais fortes, inclusive num momento pareciam muito fortes, algo muito estranho, não sabia que os gatos poderiam suspirar tão forte...
Assim, olhei para o telhado e vi que umas vigas de madeira que atravessavam todo o armazém... Subi numa delas e caminhei pelo alto até o outro lado, mas qual não foi minha surpresa quando vi a causa dos ruídos, minha única reação foi me agachar e me esconder entre as sombras do telhado, entre madeiras meio apodrecidas... Deitei sobre a viga e olhei até o lugar do show. Eu deitado sobre uma viga de madeira e debaixo de mim estava a minha mãe, deitada sobre a palha, enquanto tinha um livro numa das mãos e com a outra acariciava a sua preciosa vagina, enquanto dois dos seus dedos se perdiam nos seus lábios vaginais, ela estava se masturbando, tinha as saias subidas até a cintura, umas calcinhas brancas descidas até as canelas, com as pernas totalmente abertas e fazendo uma extraordinária siririca…
Ela se movia ao ritmo da sua mão, suas maravilhosas tetas saíam do vestido fininho que levava posto naquele dia, e gemia, gemia... Com os olhos fechados, claro, enquanto os seus dedos saíam com um excitante fluido vaginal e alguns gritos de prazer que saíam da sua garganta.
Ela estava linda naquela pose, comecei a ter vontade de sair de cima da viga e subir nela, penetrá-la.
Minha mãe é uma mulher maravilhosa e tem um corpo fabuloso, além de ter percebido que é uma mulher muito sexual e com certeza qualquer homem desfrutaria dela como com mais nenhuma outra. Mamãe se dobrava enquanto se masturbava sobre a palha, suas pernas se moviam de um lado para o outro, levantava e sua mão sumia entre elas; sua bucetinha era linda, depilada pelos lados, descrevia um triangulo perfeito, pequeno mas muito apetitoso, eu já tinha minha pica arrebentando, pressionada contra a viga. Mamãe então começou a gritar cada vez mais forte, eu estava alucinado, não podia acreditar, mamãe gozava entre gritos de prazer, mas gritos como eu nunca tinha ouvido, estava gozando como uma puta se retorcia e esticava seu corpo enquanto uns espasmos tomavam conta do seu ser, que linda mulher, que ali estava gozando.
Ela gozou gritando de uma maneira que ecoou em todo o palheiro!
Depois, deixou cair o livro e caiu tombada durante uns minutos, levantou-se e subiu a calcinha, meteu os enormes peitos dentro do sutiã e baixou a saia, apanhou o livro e ajeitou um pouco o cabelo, depois disso saiu pela porta fora como a mulher mais fascinante do mundo, movendo aquela bunda maravilhosa como só ela sabe move-lo, com um ligeiro movimento dos peitões, uns peitos enormes mais lindos, daquelas que não dá pra cansar de chupar, e chupar, de tocar e brincar com eles.
Minha mãe tem um corpo delicioso: É alta e não está gorda nem magra, tem um peso ideal, suas curvas pronunciadas fazem-na ser uma mulher que quando caminha faz acender algo dentro de um homem, tem uma bunda fabulosa, grande, mas redondo e bem formado, pernas esbeltas e finas, tem o cabelo moreno e largo, encaracolado nas pontas, seus olhos são azuis e seus lábios formam o sorriso mais bonito que se possa imaginar.
Não tive outro remédio senão bater uma punheta em cima da viga, e quando gozei deixei saltar toda a porra para o armazém gritando de gosto e sem se preocupar se alguém me visse, era a minha primeira gozada em homenagem a minha mãe, de desejo por ela. Enquanto saía do armazém pensei, tenho de voltar a ver isso… Como está gostosa a minha mãe, que tesão que ela me dá... Acendi um cigarro e fumei antes de entrar em casa.
Chegou a noite, e eu e minha mãe jantamos como fazíamos toda noite, mas eu já olhava para ela com outros olhos, com olhos de desejo, ficava olhando todos os seus movimentos, como movia a bunda, como se moviam seus peitos, não deixava de recordar a cena em que ela estava gozando no palheiro e ficava imaginando ela fazendo tudo de novo, mas comigo comendo ela, a questão é que passou a noite e disse a ela que iria ao povoado para dar uma volta e assim fiz. Peguei o carro e enquanto dirigia a figura dela no palheiro se repetia vezes seguidas na minha mente, não conseguia tirá-la da cabeça, eu pensava que ela aproveitaria todos os momentos em que eu não estivesse em casa para masturbar-se e essa noite era ideal para isso, mas que garantias tinha eu se ela já não havia se masturbado à tarde?
Não conseguia tirar essas idéias da cabeça e então decidi dar meia volta e entrar em casa sem que ela suspeitasse, só pensava na melhor maneira de entrar na casa dos meus avós sem que ela desse conta da minha presença, optei por parar o carro afastado de casa e entrar as escondidas, e assim o fiz.
Estacionei perto de um arvoredo e fui para casa a pé, como é uma casa de campo muito grande, os vizinhos estão afastados, e então não havia problemas de alguém me ver entrando em casa de maneira suspeita. Quando cheguei entrei pela porta da cozinha, uma porta de serviço pela parte traseira e tirei os sapatos, entrei descalço e observei que na parte de baixo da casa não havia ninguém, subi as escadas para ir aos quartos pensando que minha mãe estaria dormindo, subi com vontade de voltar para trás e sair pela mesma porta que entrei, mas decidi subir…
Quando ia no meio dos degraus da escada, ouvi vozes do quarto, mamãe tinha uma pequena televisão lá e pensei que estaria na cama vendo TV, assim cheguei perto da porta do seu quarto e vi que a porta não estava fechada, estava entreaberta. Uma fraca luz azulada saía do quarto, cheguei um pouco mais perto e pela abertura da porta olhei para dentro do quarto. Minha mãe estava deitada na cama, a almofada estava dobrada, assim a cabeça estava mais alta que o normal, tinha a camisola a altura da cintura e as pernas dobradas... Não usava calcinha porque suas coxas lindas estavam totalmente desnudadas; tinha uma mão metida entre as pernas, acariciando a vagina, na outra mão estava com o controle remoto da televisão...
Porra, pensei eu, está se masturbando outra vez, ela não pára, está sempre com tesão. Minha mãe se tocava levemente, lentamente... Vi como a sua mão entrava cada vez mais pra dentro porque ela levantou a bunda um pouco e observei como fazia uma careta com a cara, deixou escapar um profundo “Uffffffff”! E seguiu com a perna um pouco levantada enquanto se tocava, estava concentrada em algo quando lançou pela sua boca um sonoro “Ohhhhhhhhhhhh”!
Então minha mãe levantou toda a sua perna esquerda e prosseguiu com o seu prazer, estava se tocando cada vez mais profundamente, sua cara demonstrava isso...

Continua...

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LISI...

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Comentários


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darkcar2015 Comentou em 02/08/2016

Realmente muito bom, li, gostei, bati uma e gozei gostoso.

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cordeiroleite Comentou em 25/07/2016

Muito bom seu conto. Com certeza deve ter uma segunda ou terceira parte dessa história.

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zeze Comentou em 14/06/2016

Muito bom seu conto, adoro contos de incesto, principalmente entre mãe e filho. Sua mãe é tesão digna de elogios. Votei

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amordeamigo1 Comentou em 05/09/2015

votado, muito bom esse capitulo.

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morenoluissilva Comentou em 05/08/2015

Muito bom, com a dose certa de ritmo e suspense...

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gordinhopassivo100 Comentou em 05/08/2015

Conto muito excitante, merece mesmo continuação... MAs tenho de dizer, qual o filho que não ficava excitado com uma mãe assim...

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val214 Comentou em 22/06/2015

Belo conto.

foto perfil usuario carreteiro 1498

carreteiro 1498 Comentou em 18/06/2015

Esqueci de falar do tesão que é as fotos, que delicia.

foto perfil usuario carreteiro 1498

carreteiro 1498 Comentou em 18/06/2015

Conto muito bom, sou amante do incesto. Parabéns, votado e comentado.

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adorolokuraspro Comentou em 04/06/2015

dlçççççç de mae sfd amo incesto de mae e filho

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luizt1959 Comentou em 02/06/2015

Conto esta otimo, as fotos da sua mae melhor ainda...

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medeiros61 Comentou em 25/05/2015

Muito bom e excitante o seu conto e belas fotos, parabéns e já votado e indo ler os próximos.

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fudedordecu Comentou em 24/05/2015

esta mulher e deliciosa

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skarlate Comentou em 24/05/2015

sensacional

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apeduardo Comentou em 18/05/2015

delicia de conto, adoro esse tipo de incesto, visite minha pagina e aprecie os meus contos e se gostar comente, parabens pelo conto, valeu

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orgasmerio Comentou em 15/05/2015

delicioso !!! agurdo ansioso a continuação. votado comm certeza

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falcão Comentou em 14/05/2015

Muito bom parabéns continua quero saber se ela transou com você, pois ela é muito gostosa.

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Comentou em 14/05/2015

Que inicio sensacional, bem excitante. Gostei das fotos e lógico mais um voto pra ti!!! Bjs!!!

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negrosantista Comentou em 14/05/2015

extremamente excitante...

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Comentou em 13/05/2015

Belo conto excitante e bem escrito, parabéns, belas fotos e linda buceta votado

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Comentou em 13/05/2015

Hummm...menina eu adoro seus contos...sempre deliciosos e me deixam de pau latejando.Sem falar nessa buceta linda que vç tem, do jeito que eu gosto. Quando for a SP adoraria te mostrar como eu fico ao ler seus contos...bjus amore

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morenoloco Comentou em 13/05/2015

Que delicia de conto igual a dona!! Beijos!! Votado!!




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Ficha do conto

Foto Perfil buceta careca
bucetonacareca

Nome do conto:
MINHA MÃE

Codigo do conto:
64902

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/05/2015

Quant.de Votos:
104

Quant.de Fotos:
5


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