Em família – Parte 008

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Caros amigos, este conto é um relato de parte da minha vida e que mudou rotinas opiniões sobre relações e muita sensualidade e sacanagem.

Chamo-me Ricardo tenho 48 anos, sou moreno, alto, muito bem dotado (23 ctms) cabelos grisalhos.

Minha esposa chama-se Rose, 42 anos, loira, bunda arrebitada, bronzeada, nossas filhas chamam-se Elaiane, 24 anos, casada, loira, muito, parecida com a mãe, sendo malhada de academia, Raquel, 22 anos, noiva, loira, linda, bronzeada, uma bunda empinada de chamar atenção, nosso filho Bruno, tem 20 anos, namorando com Maria Eduarda, loira, linda uma bunda maravilhosa, mais tudo começou há anos atrás e continua até hoje.

Leiam os contos anteriores para saber como tudo começou.

No outro dia acordei cedo, quando fui a cozinha minha mãe estava somente de camiseta fazendo o café, dei bom dia e abracei ela por tras, encostando em sua bunda, logo ficando de cacete duro, ela empinou e abraços meus braços, falando baixo.

- Já acorda assim, safado, tarado, quer meter né,,,tem que ser rápido, tenho q trabalhar, mais chega cedo viu.

Afastei e ela empinou mais ainda, só cuspi na pica, fui em direção ao cu dela, quando encostei ela respirou forte xingando.

- Filho da puta tarado em cu, vai porra soca logo, acaba comigo porra.

Dei uma segurada firme na cintura dela e meti de uma vez, ela tremeu toda, fez um barulho com a boca, mais enterrei mesmo ate o talo, comecei a socar forte, ela rebolava e bufava, não podia gritar, minha irmã ainda estava em casa, ela segurou na pia, eu socando, ela não aguentou e berrou.

- Vai caralho, goza porra, meu cu esta doendo, filho da puta.

Foi quando escutamos o barulho da porta era minha irmã que tinha nos flagrado assim, eu tremi de tesão, ela queria sair dei uma socada mais forte e gozei dentro do cu da minha mãe, minha irmã parada ali na porta, tirei bem devagar para ela ver mesmo, minha mãe saiu correndo, passando por ela sem falar nada.

Fiquei sem graça e passei por ela também, que pegou no meu braço, dando um beijo perto da boca, fui tomar banho e ir para a o trabalho.

A noite fui na casa da Rose, ela me abraçou e já fomos sarrando, eu queria meter, mais ela estava menstruada, não queria, mais ela falou que queria mamar.

Os pais dela na sala assistindo tv e fomos para a cozinha onde ela ia preparar um lanche, mais quando entramos ela logo se ajoelhou e caiu de boca, chupava com tesão, cuspia na pica, segurei na cabeça e meti ate a goela, as lagrimas escoria nos olhos dela te que explodi num puta orgasmo, jorrando toda a porra na garganta dela que engoliu tudo.

Fui embora aliviado, com tudo isso casamos e fomos morar perto da casa dos pais dela, a vida estava uma maravilha, ate que a família marcou um churrasco no fim de semana no sitio deles.

No sábado fez um sol de rachar, estava meu sogro, minha sogra, meu cunhado, a esposa dele, e mais alguns amigos e amigas, minha esposa estava com um mini biquíni, minha cunhada com um lindo fio dental, creio que isto fez as outras garotas, também trocarem de biquíni e colocarem biquínis cada vez menores, os homens estavam todos de sunga, menos eu que estava de calção, minha esposa pediu para que eu colocasse uma sunga, falei que não porque ela sabia do motivo.
Começamos um churrasco e muita caipirinha e cerveja, minha esposa e minha sogra insistiram e lá fui eu colocar uma sunga, quando voltei às pessoas ficaram olhando, era um volume enorme na sunga, fiquei sem jeito e mergulhei na piscina, minha esposa foi atrás e ficamos brincando na água, ela ficava chamado de delicioso, cacetudo, bem baixinho no meu ouvido e fui ficando de cacete duro, a cabeça do cacete saiu da sunga, ela viu, começou a rir e chamou a mãe e a cunhada para perto da gente, elas vieram, entraram na água minha sogra de biquíni branco logo deu para ver os bicos dos seios dela, quando chegou perto minha esposa falou.
— Olhem aqui o que me rasga inteira, nem cabe na sunga.
Elas olharam e ficaram de boca aberta suspiraram e minha esposa saiu e todas foram deitar de bunda para cima, dei um tempo e sai, fui para o banheiro, de lá dar para ver a piscina inteira, fui olhar pela janelinha e via que dava para ver todas as bundas ali, não resisti, tirei o cacete e comecei a bater uma punheta, olhando aquelas bundas, estava tranqüilo, porque na casa tinha quatro banheiros e aquele era do andar de cima que quase ninguém usava, e todas as mulheres estavam ali.
Da piscina elas não davam para ver nada, eu estava me acabando na punheta, foi quando a porta do banheiro abriu, quase cai de susto, era meu cunhado, irmão da minha esposa, mais velho 3 anos, eu ali de cacete duro, estava ate babando, ele foi logo falando.
— Cara que cacete enorme você tem, puta que o pariu, minha irmã deve sofrer com você, que esta olhando ai.
Fiquei sem graça, saindo da janela, ele foi olhar e viu a cena, meu cacete não abaixava apesar do susto, eu tentava colocar a sunga, ele não tirava os olhos do meu cacete, me deixando mais tesudo ainda, foi quando ele disse.
— Cara vem ver, elas estão passando óleo umas nas outras, dar para ver as marquinhas, que rabo tem a Gláucia minha esposa, né, olha só que bunda.
Como sou mais alto, não dava para que os dois ficassem na janelinha, tínhamos que ficar de lado, fui e fiquei por trás dele mais ele de lado, foi quando senti o braço dele tocando meu cacete, tentei afastar, mais não dava, ele foi olhando para o meu cacete, estávamos quase frente a frente, quando fui passar, ele foi e pegou no meu cacete, porra foi outro susto, eu estava ficando com medo da situação.
Eu tentei tirar a mão dele do meu cacete, ele disse.
— Cara fica quieto, já pensou no escândalo aqui, deixa-me pegar, nunca peguei em outro cacete, quero sentir essa jeba na minha mão, que pica grossa cara, puta que o pariu.
Parece que ali foi a chama para que ficasse safado e um puto na cama, quase gozei, fui ate a porta tranquei a mesma tirei a sunga e indo em direção a janela eu disse.
— Vem, pega, bate uma punheta aqui.
Ele ficou ali pegando e batendo a punheta, falei de novo.
— Vira, deixa eu me esfregar na sua bunda, abaixa a sunga.
Ele se virou, eu abaixei a sunga dele, colocando meu cacete no rego de sua bunda, comecei a roçar, ele empinava a bunda gemendo, eu senti que eu ia gozar, virei ele de frente, ele também estava de cacete duro, demos um abraço roçando cacete com cacete o meu era o dobro do dele e falei.
— Chupa meu cacete.
Ele se assustou e disse.
— Que é isso cara não vou fazer não.
Eu estava ficando louco meu cacete estava inchado de tanto tesão, falei.
— Chupa aqui filho da puta, chupa logo, senão te dou umas porradas.
Empurrei ele para baixo, ele foi e caiu de boca, que tesão, aquele cara, ali, meu cunhado, casado, me chupando, eu segurei a cabeça dele e fui fodendo a sua boca, mandava ele deixar bastante cuspe, fui segurando ate não agüentar mais, segurei a cabeça com força e comecei a gozar, esporrando na boca dele e ele babava tudo, era muita porra, ele começou a gemer gozando também no chão, falei para ele.
— Foi um tesão, valeu cara, valeu mesmo.
Voltei a piscina mergulhei e a Rose veio atrás logo nos beijamos na boca ela enfiou a língua na minha boca e fiquei de cacete duro de novo, ela adorou ficou se esfregando nele, quando já não estávamos mais agüentando mergulhamos e fomos para a parte mais funda da piscina, chegando lá ela ficou passando a mão no meu cacete, nisso minha cunhada a Gláucia chegou perto e percebeu tudo, ficando olhando, para minha surpresa a Rose colocou meu cacete pra fora e ficou ali me punhetando, para ela ver, quase gozei ali mesmo com a minha cunhada olhando e sorrindo.
À noite continuamos na beira da piscina, estava quase todos de foguinho, mais caipirinha e cervejas, na hora de dormir, ficaram em um quarto meu sogro e sogra e a Rose, no outro um casal com seus dois filhinhos, restava apenas um para um monte de gente, fizeram a divisão, as mulheres no quarto, os homens na sala, a não ser que entrando em acordo os casais ficam na sala, na sala ficaram três casais e o resto do homens, deitei no canto da sala, todos se ajeitando, quando vi que meu cunhado e minha cunhada vinham deitar do meu lado, eles estavam rindo, ela com um shortinho branco bem cavado, ele de calção, mais ate ai tudo bem, ele estava do meu lado, no meio da noite senti que ele se levantava deve ter ido no banheiro, eu já tinha ate perdido o sono, me fiz de dormindo, ele voltou e ajeitou para que ela ficasse no meio de nós dois, eu estava apenas de calção sem cueca, ele passou o braço por cima dela, eu estava de cacete duro, vendo aquela bunda ali, já que a luz do corredor estava acesa, vi que ele com a mão estava como procurando algo, não me fiz de rogado, fui e encostei o cacete na mão dele que logo apertou e ficou pegando, ele levantou a cabeça, demos um sorriso um para o outro, ele falou.
— Encosta o cacete nela.
Não acreditei, fui devagar ele ajeitando e colei na bunda dela, eu apertava e dava para sentir a bundinha dela inteira no meu cacete, me ajeitei mais ainda colocando o cacete para fora, coloquei bem no rego dela, eu não ia agüentar, falei que ia sair e gozar, ele riu, levantei e fui para a parte de fora da casa, fui para a parte dos fundos, fica longe da casa, estava batendo uma punheta, quando escutei passos próximos, pensei, pronto fodeu tudo, fiquei quieto, era ele que estava chegando, ele chegou rindo, dizendo.
— Cara que tesão danado, eu também não estava agüentando mais.
Mostrei o cacete a ele e ele logo foi caindo de boca, mais eu queria mais, olhei para o relógio já passava da meia noite achei que eu ia morrer de tesão, falei para irmos ate a garagem, que fica mais longe e não tinha perigo, tinha um sofá velho, chegando lá acedemos uma luz fraca, sentei e ele ajoelhou e começou a chupar de novo, falei deixa bastante cuspe estava ate brilhando, falei para ele.
— Fica de quatro aqui.
Ele foi reclamar eu retruquei.
— Vai caralho fica logo, porra, deixa de frescura, filho da puta.
Ele levantou e ficou de quatro, eu abaixei o calção dele, abri a bunda e fiquei roçando, abri o cuzinho dele e enfiei a língua ele deu um gemido, eu fiquei com um tesão animal, deixei o cuzinho dele bem molhado, levantei e encostei a cabeça do cacete no cu dele, ele se assustou quando forcei a cabeça para meter no cu dele, ele .
— Não cara isso não, pelo amor de deus, isso não, você vai me arrebentar as pregas do meu cu, não faz isso filho da puta, não sou viado.
Tentou sair, eu dei um tapa na bunda dele, ele falou de novo.
— Filho da puta vou gritar vai ser um escândalo fudido, não faz isto, seu filho da puta, desgraçado, lazarento escroto.
Parece que aquelas frases foram a mola para que eu metesse meu cacete no rabo dele, quando senti que estava entrando, dei uma socada para frente que entrou a cabeça, ele deu um berro, tapei a boca dele com a mão, fiquei parado com a cabeça dentro do rabo dele, ele soluçava dizendo.
— Tira, tira, tira, não vou agüentar, vou sujar seu cacete, seu filho da puta.
Soquei mais um pouco, tinha entrado a metade bem devagar, para não estourar as pregas dele, percebi ele mexendo, estava batendo punheta nele, fiquei sem jeito e tirei, ele virou de frente ele disse.
— Tenta assim de frente.
Falei que ele não ia agüentar, para que parássemos, ele se arreganhou de frente no sofá e disse.
— Me fode, estoura minha pregas, seu desgraçado, maldito, você já me arrebentou o cu.
Segurei as pernas dele, ajeitei de novo e meti, dessa vez sem ter pena dele, ele estava com os olhos arregalados, as lagrimas descia, ele me puxou pelo pescoço e disse.
— Me beija filho da puta, me beija.
Nos beijamos na boca, eu estava escutando ele soluçar baixinho, chorando, não agüentei meti tudo, foi quando ele disse.
— Macho filho da puta estourou minhas pregas, tira, tira, não vou agüentar, vou sujar você, para porra, ai meu deus, to cagando, que dor do caralho, to cagando, que fedor..
Afastei-me e vi, estava todo enterrado no rabo dele, quando tirei vi que tinha sangue e ele estava cagando no meu cacete, comecei a foder com força ele soluçava e chorava, fazia ate barulho do saco batendo nele, não agüentei, quando comecei a gozar, eu sentia o cuzinho dele morder meu cacete, nos beijamos de novo, gozei assim mesmo todo enterrado nele, ele se masturbou o gozou também, nos limpamos e saímos de fininho para a casa de novo, já que de manha tinha mais churrasco.

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Comentários


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rodriguinho Comentou em 03/07/2014

não pare de escrever não ta muito bom seus contos!!!!!!!!!!

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bianor Comentou em 25/06/2014

Bju na piriquita das mulheres deste conto e continua postando mais não demora muito abraço.




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico casalcriativos

Nome do conto:
Em família – Parte 008

Codigo do conto:
49019

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/06/2014

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
0


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