Quebrand tabus pessoais

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O que vou relatar é verídico e resultado de longo tempo onde o desejo e a vontade eram tolidos pelo medo e pela falta de conhecimento. Desde adolescente despertava-me atrativamente assuntos relacionados à sexo e mais ainda quando esses eram com pessoas do mesmo sexo, sobretudo homens. Enquanto garoto, vivi relâmpagos de experiências que se limitaram a ver o pênis de meus coleguinhas, acochadinhas rápidas e poucos toques no ânus. Sempre fui gordinho e alvo de risadas da parte de meus amiguinhos devido meu pênis ser pequeno. Tinha vergonha e evitava qualquer possibilidade de estar nu no mesmo ambiente que outras pessoas.
Tornei-me adulto e aos 17 anos conheci uma menina que veio se tornar e é até hoje minha esposa. Já somos casados há 20 anos. Temos filhos e minha vida sexual sempre foi ativa mesmo com meus “grilos” quanto ao tamanho de meu pênis. Hoje tenho 42 anos e mesmo já tendo vivido bastantes anos, a vontade de me relacionar intimamente com outro homem sempre esteve presente em minha mente e muitas vezes, em minhas fantasias secretas que mesmo enquanto fazia sexo com minha esposa inisistia em me imaginar sendo comido por outro homem enquanto a comia.
Vivo normalmente sem dar a menor dica de minhas vontades secretas e ao longo de todos esses anos a única realização são os vídeos e salas de bate-papo gay que mesmo me deparando com um possível “bom partido” disposto a realizar minhas fantasias secretas, desistia por incontáveis medos. Cheguei muitas vezes a marcar idas a encontros, trocava emails e telefones; mas na hora “H”, não tinha coragem. Achava que pudesse ser descoberto, que alguém conhecido pudesse me ver e desconfiar do verdadeiro motivo de estar com aquela pessoa estranha. A mim é assustador a possibilidade de ter que entrar em um motel com outra mulher que não seja minha esposa; entrar com um homem então, nem pensar. Considerava encontrar alguém em um veículo com vidros que possuem película escura, mas quase sempre, ouvia recusas devido ao desconforto do espaço.
Parecia estar condenado a viver meu tesão secreto sozinho por toda a minha vida.
Numa tarde em que minha esposa e filhos não estavam em casa, pois haviam viajado para uma visita familiar no interior de outro estado do país, vi-me com a cabeça pensando muitas possibilidades, mas o medo tolia todas elas. Até que em uma tarde de domingo, indo à padaria comprar pão para meu lanche vespertino, deparei-me com um jovem de aproximadamente 20 anos. Ele era moreno, cabelos curtos, aproximadamente 1,75m, magro que se sentava num parapeito de muro próximo a esquina da rua onde moro. Nunca havia visto aquele rapaz que me chamou a atenção não sei o por quê, pois sempre imaginei que meu primeiro macho seria mais velho e com certeza mais experiente do que eu. Mas aquele rapaz ali sentado tão descompromissado, por algum motivo, despertou-me uma enorme vontade de torná-lo meu homem.
Passei por ele indo ao meu destino inicial e voltando resolvi atrasar meus passos e fazer algo que jamais fiz com tanta ênfase: olhar para ele demonstrando desejo. Fiz isso. Retornando da padaria, reduzi a velocidade de meus passos e quase me arrastando, olhava para ele sem tirar os olhos e contemplando sua pele e corpo cobreto por uma bermuda e camiseta. Não sei se existe alguma capacidade humana que permita perceber quando alguém lhe olha diretamente, mas antes mesmo de passar por ele voltando, nossos olhares se encontraram e tenho certeza que intenções também, pois ele não tirou os olhos de mim a partir de então.
Fiquei mei encabulado e ao mesmo tempo excitado. Havia um homem olhando para mim e tinha certeza que haviam intenções também. Passando perto dele, cumprimentei-o educadamente com um boa tarde e ele prontamente respondeu que estava esperando que se tornasse melhor. Não entendi e voltei para perguntar o que ele quis dizer com sua resposta.
Acredito que apesar de ser um jovem homem, já possuia alguma experiência e sabia muito bem o que queria. Falou-me que acreditava que sua tarde poderia ficar ainda melhor se tivesse a sorte de encontrar alguém para lhe aquecer, uma vez que o tempo estava frio e bastante convidativo para estar agarradinho com outro alguém.
Perguntei-lhe se aguardava alguém que pudesse fazer com que sua tarde se tornasse da maneira que esperava e prontamente, para minha surpresa, disse que esperava a mim. Fiquei meio sem palavras, subiu-me um calor pelo pescoço. Se eu tivesse a pele branca, com certeza, estaria vermelho como tomate depois do que havia ouvido daquele lindo jovem.
Perguntei-lhe se me conhecia ou se já haviamos nos encontrado anteriormente e ele disse que não, mas sabia que havia algo de safado em mim que pode notar em minhas olhadas ao sair da padaria.
Estava ali a verdadeira intenção daquele safado. Perguntei por seu endereço e o que estaria realmente fazendo ali naquele lugar. Ele me disse que havia se mudado para uma casa naquela rua havia dois dias e que não conhecia ninguém, pois sua familia se resumia a ele e sua mãe já com seus cinquenta e poucos anos que trabalha diariamente como empregada de um salão de belezas em Copacabana. Naquele momento tinha descid a rua para “ver as modas”, ver os movimentos das pessoas do bairro.
Não acredito em destino, mas alguma coisa tinha nos levado a nos encontrar e pelo diálogo inicial, havia um motivo para tal.
Voltei a perguntar sobre sua resposta e o fato de achar que meus olhares sugeriam a ele alguma coisa. Perguntei-o o que lhe parecia minhas olhadas para ele e sem nenhum pudor e le respondeu que eram olhares de alguém que queria algo especial dele.
Não confirme e nem o reprovei. Estava excitado com aquela conversa e também com muito medo. Pela primeira vez estava conversando com alguém que via meu rosto e poderia me reconhecer em qualquer momento de minha vida a partir daquele dia. Estava meio trêmulo com o que ouvia e via, mas fiquei ainda mais assustado e excitado quando olhei para a bernuda dela e vi que possuia algo bastante volumoso dentro da calça. Tentei desviar o olhar, mas ele percebeu e começou a sorrir muito discretamente e com ar cada vez mais safado. Ao mesmo tempo que olhava seu rosto sorridente, não deixava de olhar seu volume peniano dentro da bermuda. De repente, vi ele se contorcer no parapeito em que se sentava e mexer sem nenhum pudor em sua vara ajeitando-a para o lado. Interessantemente naquele momento, não queria sair dala e nem deixar aquele rapaz sozinho. Queria ele para mim, queria ver de perto que havia dentro de sua bermuda, queria que ele fosse meu primeiro homem.
Tomei coragem e fiz-lhe uma pergunta:
_Não sei seu nome ainda, mas acho que isso será mero detalhe, pois sei que que estou sentindo é o mesmo que você. Confesso-te que estou com medo, mas também com muito tesão e gostaria de satisfazer-me e a você nesse momento. Você estaria disponível?
Ele me olhou com uma cara de garoto sapeca, levantou-se do parapeito, ficou meio de lado em relação a mim e disse:
_Meu nome é Júlio César e você pode ter certeza que estou realmente sentindo a mesma coisa que você, mas apesar de minha mãe não estar em casa, há algumas pessoas no terreno que acharia estranho eu levar alguém em tão pouco tempo para dentro de casa e com certeza, falariam com minha mãe.
Naquela hora me deparei com o maior e tão corriqueiro motivo para não realizar meu desejo secreto. Não tínhamos onde ficar à vontade.
De repente como algo absurdo, propus a ele a possibilidade de ir até minha casa e ele prontamente aceitou somente pedindo para que não demorássemos, pois sua mãe retornaria breve de seu trabalho e teria que estar em casa. Aceitei sua condição prontamente e acertamente alguns detalhes que eram muito necessários para que pudessemos entrar e sair de minha casa sem qualquer suspeita alheia quanto ao verdadeiro motivo de nossa permanência naquele lugar. Como havia a iminência de contratar um profissional para realizar alguns reparos em minha casa, pedi a ele que fingisse ser um pedreiro e que ao entrar no hall de acesso a minha casa, falaríamos sobre obras e construções. Ele aprovou a ideia e partimos para lá.
No caminho que leva cerca de 5 minutos, minha vontade era correr e diminuir ainda mais esse tempo. Chegamos ao portão de minha casa, abri-o e convidei-o a entrar. No hall, encontramos um vizinho que saia com sua familia. Ao notar isso, comecei a falar sobre as necessidades que tinha para serem reformadas na construção. Passamos pelos vizinhos que nos cumprimentaram e sem perceber nada, contiinuaram seu trajeto sem olhar para trás ou sugerir qualquer observação em baixo volume.
Abri a porta e entramos em minha casa. Estava ali a prova de que poderia sim realizar uma fantasia e um grande passo havia sido dado. Estava só com outro homem que tinha em sua mente intenções bastante indecentes e que o foco de seu desejo era eu.
Após trancar a porta de entrada, virei-me para Júlio e disse que agora poderíamos fazer o que ele esperava quando estava sentado naquele parapeito na esquina de sua rua: tornar aquela tarde inesquecível. Acredito que essa foi a deixa que Júlio aguardava, pois não se fez de rogado e se achegou a mimpegando-me pela cintura e tascando-me um beijo na boca. Pela primeira vez em minha vida estava beijando outro homem e adorava o gosto que sentia. Sua língua entrava entre meus lábios, me sentia tomado e desejado por meu garoto. Chupei sua língua e ele a minha. Suas mãos já subiam e desciam pelo meu corpo. Agora, totalmente entregue, sentia suas mãos tocarem minhas nádegas apertando-as. Decidi livrar minhas mãos e retirar a blusa de Júlio. Seus beijos não paravam e parecia que me desejava muito. O peito de meu menino era lisinho, moreno. Apertei-o contra mim abraçando-o fortemente. Desci minhas mãos até sua bermuda e comecei a empurrá-la para baixo. Simultaneamente, Júlio já retirava minha camiseta e também facilitava que retirasse sua bermuda que eu fazia questão de levá-la até seus pés. Já de joelho em frente a Júlio, tive uma visão inédita em toda minha vida: estava a menos de 5cm de um pau. Via que dentro de sua cueca o volume estava imenso. Não resiti e comecei a cheirá-lo, mordê-lo, até que não me contive e desci de uma só vez sua cueca deixando-o totalmente nu e com aquela maravilha ereta e apontando para cima. Devia ter uns 18cm. Uma cabeça vermelha e lisa. O cheiro de sua caceta era forte e já começava a minar uma aguazinha. Júlio se senta no sofá da sala e eu aos seus pés ponho minhas mãos naquele monumento e ouço seu pedido amoroso:
_Chupe, meu amor, quero te fazer a pessoa mais realizada do mundo.
Olhei para ele e abocanhei sua vara. Que experiencia maravilhosa. Nunca havia chupado um caralho antes e para minha sorte, aquele era muito bonito e gostoso. Chupei-o conforme fazia com meus pseudovibradores que possuia em casa e serviam para me aliviar nos momentos de solidão. Júlio urrava de prazer. Minha chupeta era feita com lambidas que iam desde seu saco até a cabeça de seu pau. Colocava dentro de minha boca a sua var e tentava engolir o maximo que podia, mas devido ao tamanho, não passava da metade daquel lindo piru.
Estava amando, realizando-me enquanto homem.
Após algum tempo mamando aquela vara, levantei-me, retirei o restante de minha roupa e já totlamente nus eu e Júlio fomos ao quarto onde costumava dormir com minha esposa. Queria que aquele momento fosse mágico e intenso e totalmente confortável.
Deitamo-nos na cama e nos beijamos novamente. Virei-me e o pedi que ficasse juntinho de mim. Queria sentir sua vara tocando minha bunda.
Que delícia foi sentir Júlio atrás de mim e sua vara quente tentando entrar em meu rabinho. Júlio se eleva, lambe minha orelha, meu pescoço e começa a descer por minhas costas. Em alguns momentos, sinto-o mordiscando minha pele e me dando pequenos chupoes. Ele me vira de bruços sobre a cama e desce com sua língua até minha bundinha. Beija-a, mordisca-a e me pede para empinar o rabo. Faço o que ele me pede colocando uma almofada debaixo de mim. Júlio começa agora a me dar um dos maiores prazeres que pude experimentar em minha vida até aquele momento. Sinto sua língua descendo pelo meu rego em direção a meu anus, Que sensação maravilhosa. Quando sinto que sua língua tocou meu buraquinho, sem qualquer controle, minha vontade é grtiar de tesão. Júlio me fez sofrer. Sua língua entra e sai de meu buraquinho como se estivesse o treinando para o que viria após. Eu estava louco.
De repente, Júlio me vira me deixando de barriga para cima. Levanta minhas pernas e me pede para ficar igual franguinho assado. Nessa hora ele continua a salivar meu cue também a alternar chupadas em meu saco. Júlio é maravilhoso.
Levantei minha cabeço e pedi que fizesse comigo um 69. Ele prontamente atendeu. Se colocou ao contrário de minha posição e me ofereceu aquele imenso cacete em minha boca. Chupei-o muito e agora também recebi de Júlio o mesmo tratamento na minha piroca de pouco mais de 13cm.
Ficamos naquela posição por alguns minutos. Queria experimentar tudo o que aquele homem pudesse me dar. Chupava meu garoto e ele me chupava. Fazia questão de chupar seu saco colocando seu ovos em minha boca. Era uma delícia ter a boca totalmente cheia como os ovos de meu amante. Ao mesmo tempo, tomava cuidado para que meu menino não gozasse, pois queria sentir esse momento de forma diferente.
Nos levantamos e Júlio se deita sobre mim beijando-me novamente. Abri minha pernas envolvendo seu tronco. Queria que ele entendesse que queria sua piroca dentro de mim apesar de nunca ter feito isso. Ele entendeu e falou:
_Minha querida, se é isso que deseja, isso você terá.
Peguei uma camisinha que minha esposa sempre deixava no criado mudo ao lado da cama e um creme que usavá-mos em nossos momentos de sexo. Esse creme era mentolado e tinha uma capacidade um tanto anestésica. Pedi a Júlio que me untasse e após deixasse que colocasse em seu cacete a camisinha. Meu menino me virou de quatro e começou a dedilhar meu cu. Estava maravilhosamente delicioso. Sentia quando bezuntava meu rabo com o creme e quando ele começava a ficar geladinho. Júlio introduziu um dedo no meu rabo. Fui aos céus. Depois, doi dedos e por fim, introduziu o terceiro. Tinha certeza que mesmo tendo aguentado três dedos de Júlio, seu pau era muito maior do que isso. Restava-me crer que o creme me isentaria da dor que acreditava sentir quando ele começasse a introduzir sua vara em mim.
Júlio parou de dedilhar meu cu e entnedi que estava na hora de vestí-lo com aquela camisinha que achara. Fiz com muito carinho, dei-lhe um beijinho na ponta do pau e falei para meu amante que estava pronta para ser descabaçado. Júlio me deu um beijo e se colocou com sua vara muito dura atrá de mim. Senti quando a cabeça de seu pau tocou a portinha de meu cu. Júlio com muito carinho, pegou-me pela anca e apertava se pau contra meu cu me pedindo para relaxar. Estava difícil, mas até então, não sentia qualquer dor. O creme havia feito efeito. Que delícia. Júlio coloca a cabecinha de seu pau em meu rabo. Pede para eu rebolar o que faço prontamente. Enquanto rebolo, ele vai introduzindo pouco a pouco sua vara em meu rabo. Sinto que meu cu se abre para receber meu macho e ainda não sinto dor.
Sou tomado por um tesão sem tamanho. Fico louco sentindo sua vara dentro de mim. Agora Júlio me pega pela cintura e levanta me tronco com sua piroca totalmente enfiada dentro de mim. Ficamos os dois juntinhos. Júlio beija miinha nuca, e fala no meu ouvido:
_Agora você não tem mais nenhum motivo para não ser o que sempre quis ser. A partir de hoje, você é minha gatinha e eu, seu amante.
Sentir meu macho dentro de mim foi maravilhoso e confirmou que desde cedo sabia o quanto aquilo era bom. Por isso. desejava tanto.
Júlio me pede para ficar de quatro novamente e agora estava disposto a foder meu cu até gozar. Eu deixei, pois também desejava receber seu leite e gozar junto.
Meu amor parecia um animal. Metia forte e isso despertou um moment de dor que sentia com muito prazer. Sabia que ele estava abrindo meu cu, mas também sabia que todas as outras vezes seria somente para sentir meu home dentro de mim.
Júlio urrava baixinho, pois não podíamos falar alto devido os vizinhos.
Experimentei contrair meu rabo e isso fez Júlio me chamar de puta. Não demorou muito, vi Júlio se agarrar fortemente a minha anca e apertar seu pau contra o fundo do meu cu. Sabia que estava gozando e só não foi melhor porque a camisinha não permitiu que sentisse o calor e os jatos de seu leitinho dentro de mim.
Meu homem ficou lânguido, caiu ao meu lado dizendo que nunca havia fodido daquela maneira e que eu era o cara mais gostoso que havia transado em sua vida.
Havia algo que ainda queria fazer: desejava gozar em meu homem. Pedi a ele que me masturbasse e ele prontamente atendeu fazendo chupadelas e punhetinhas intercaladas. Meu homem se colocou entre minhas pernas e disse que queria tomar banho de leite, o meu leite. Fiquei doido com seu carinho e palavras. Gozei muito e quando o olhei, pegava toda porra e passava em seu corpo falando que naquele momento queria possuir o cheiro daquele que passosu a ser parte de si.
Júlio vem até mim e avoltamos a nos beijar intensamente. Tornamo-nos namorados.
Sugeri um banho juntos, pois já havia tempo e sua mãe poderia chegar em sua casa a qualquer momento.
Claro que nosso banho foi regado a água e muito carinho.
Vestimo-nos e descemos para que Júlio retornasse a sua casa mas antes de siar pela porta, beijamo-nos novamente.
Hoje, eu e Júlio mantemos um relacionamento ainda escondido e muito discreto. Procurei estreitar relações com sua mãe apresentando de maneira muito sutil minha esposa para que se tornasse cliente em seu trabalho como cabeleireira, Sempre quando temos oportunidades, não as perdemos e fodemos gostoso. Hoje, como previsto, meu cu não dói apesar dos 19cm da pica de meu macho.

Guilherme


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Comentários


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beto50 Comentou em 25/11/2016

belo relato e tens um belo rabo

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Comentou em 06/08/2016

Quebrar tabus é essencial... vencer os medos não é fácil... assim como você eu muitas vezes desisti na hora H até enfim me entregar a poucos, mas deliciosos momentos de prazer entre machos. Fiquei com tesão ao ler seu excitante conto no qual certamente votei. Silv

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kzdopass48es Comentou em 26/04/2016

Fui, vc tem uma bunda é um cu muito lindos! Adoraria saborear essas delícias! Uma pena estarmos distantes. BETTO

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maduroop Comentou em 17/08/2015

linda e deliciosa história

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casadocarioc Comentou em 27/07/2015

Delícia de conto!

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40taoversatil Comentou em 12/07/2015

adorei seu conto gostaria de nos conhecer melhor luiz




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67692 - Um amor verdadeiro direto do bate papo. - Categoria: Gays - Votos: 2

Ficha do conto

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Nome do conto:
Quebrand tabus pessoais

Codigo do conto:
49014

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/06/2014

Quant.de Votos:
13

Quant.de Fotos:
0


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