Levei um pé na bunda e ganhei um presentão!

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Olá, meu nome é Bruno, sou de Sampa, tenho 27 anos, 1,85 de altura, 80 quilos, curto malhar e cuidar do corpo, mas físico nunca foi tudo pra mim. Gosto de viajar, sair com amigos, ir a cinema e fazer coisas legais pra curtir a vida na boa.
Adoro sexo, sou muito discreto e, na cama curto ser passivo. Não sei explicar, mas a sensação de dar prazer a outro homem, sentindo-o gemer dentro de mim, é algo que me enlouquece.

Preciso desabafar e contar o que estou vivendo atualmente.

No início de dezembro de 2012, o cara com quem eu tinha um caso me ligou, disse que precisava levar um papo comigo e me convidou pra jantar. Chegando lá, começamos a bater papo, percebi que ele estava diferente, perguntei o que tinha acontecido e ele, sem fazer rodeios disse que estava afim de terminar o relacionamento. Gelei! Fiquei totalmente sem ação, perguntei se ele estava de brincadeira, mas logo percebi que o papo era sério. Ele acabou dizendo que tinha conhecido outro cara e não achava justo ficar me enrolando. Fiquei ainda mais chocado. Não acreditava no que estava acontecendo, comecei a chorar, pedi que ele me dissesse que estava brincando e ele continuou firme nas palavras. Perdi minhas forças, comentei que dois anos não eram dois dias e tive que controlar meu choro em público.
Perguntei se ele sabia o que estava fazendo, ele fez uma pausa, mas disse que sim. Levantei e saí daquele lugar sem ter tocado em nada, sem ter me servido de nada.
Vaguei pelas ruas por horas, totalmente sem direção e chorei muito. Confesso que me transtornava muito a ideia de que não teria mais aquela “cama” que era maravilhosa.
Passado um mês e eu ainda muito abatido, na noite do dia 31 de dezembro, um amigo que estava sabendo de tudo me chamou pra romper o ano na praia, onde acabamos conversando por horas. Ele me sugeriu que eu saísse de Sampa por uns tempos, pois sabia que eu tinha facilidade pra resolver minha vida de trabalho. Sou designer gráfico e trabalho pra meu tio. Fui pra casa pensando naquele papo e acabei tomando uma decisão muito mais radical. Decidi me mudar de cidade e ir morar em algum lugar menor pra tentar esquecer tudo aquilo. Conversei com meu tio e consegui resolver meu lado profissional, passando a trabalhar de casa pelo computador e entregando os trabalhos pela internet.
Coloquei meu plano em prática e atualmente moro numa cidade no interior de Minas Gerais que prefiro não revelar o nome. Já tem quase três meses que estou aqui e no início foi complicado demais, mas estou melhorando. Cheguei aqui totalmente na minha, sem pretensão de me envolver com pessoa alguma, fiz poucas amizades sempre procurando me envolver o mínimo possível.
Passo a maior parte dos meus dias dentro de casa trabalhando no computador e o máximo que faço é sair algumas noites pra tomar umas cervejas num bar próximo do local que moro. Gosto do bar que é tranquilo e não costuma ficar cheio.
Mais ou menos um mês depois de ter me mudado, numa dessas noites no bar, um cara boa pinta que eu sempre via por lá, veio falar comigo. Aproximou-se e perguntou se podia sentar. Eu estava totalmente sem vontade, mas achei que deveria ser simpático e falei que sim. (aqui, vou chama-lo de Vicente).

Vicente – Tudo bem? Sempre vejo você sozinho por aqui e resolvi puxar papo se não te incomodar.
Eu – Tudo bem cara! Meu nome é Bruno. Sou de Sampa, me mudei pra cá tem um mês e não conheço quase ninguém.
Vicente – Ah legal! Deve estar estranhando muito a paz do local, não?
Eu – Vim exatamente em busca disso, paz!
Vicente – Se quiser, posso lhe apresentar algumas pessoas da cidade, se bem que sou muito na minha e nem tenho muitos amigos.
Eu – Confesso que não estou muito interessado em conhecer pessoas no momento. Acabei de sair de um relacionamento que me fez sofrer muito. Por isso me mudei pra cá.
Vicente – Porra cara, sei muito bem o que é isso. Na verdade não me dou muito bem em relacionamentos, mas deixa isso pra lá, afinal, você quem está triste aqui.
Eu – Estou um pouco melhor, mas não estou interessado em conhecer ninguém pra me relacionar por um bom tempo.
Vicente – Mas é foda ficar sem sexo. Não sei você, mas eu fico louco sem sexo. É foda ficar muito tempo sem mulher. Depois, pra mim, é muito complicado arranjar uma mulher que tope trepar comigo.
Eu – É verdade, isso pega sim e eu já estou sem sexo há dois meses.
Vicente – Que isso? Tem que se desafogar cara, senão essa parada sobe pra cabeça, rs.
Eu – Cara, eu sinto vontade sim, mas toco uma e resolvo meu problema por algum tempo. Vem cá, como assim é um problema arranjar mulher pra trepar com você? Você é um cara boa pinta, vai dizer que não consegue?
Vicente – Não é isso não, mas deixa pra lá. Sou meio tímido pra falar certas coisas.
Eu – Pô, sou muito curioso cara. Sei que não temos intimidade, mas acabei me abrindo com você, por isso, se quiser, pode falar dos seus problemas também.
Vicente – Bem, além de eu ser tímido, justamente por não ter muita intimidade é que fico ainda mais sem graça de falar.
Eu – Ah, fala sério, fala logo.
Vicente – Cara, promete não rir de mim?
Eu – Prometo!
Vicente – É que tenho um pau muito grande.

Fudeu! Parece que o cara falou as palavras mágicas. Já estava aquele tempo todo sem sexo, subindo pelas paredes, tocando punheta quase todo dia, lembrando das trepadas com meu ex, que, diga-se de passagem, tinha um pau absolutamente normal, nada demais em termos de tamanho, mas que sempre me fazia feliz. Afinal, nunca tinha rolado comigo um cara de pau grande.
Naquele momento, em uma fração de segundos, vieram à minha mente um monte de lembranças do passado, em que eu sempre imaginava conhecer um cara de pau grande.
Estava completamente enlouquecido na cadeira imaginando mil coisas, ao mesmo tempo que tentava controlar minhas caras. Entrei numa de fazer papel de bobo e falei:

Eu – Pau grande? Como assim?
Vicente – Como assim o que? Poxa Bruno, eu falei pra você cara. Meu pau é um pouco maior que o normal e as mulheres acabam reclamando que dói pra cacete. Algumas vezes, na hora H nem rolou nada porque a mulher não topou a parada. Outras vezes, quando rolou, não consegui meter tudo. Só rola legal quando vou a BH e entro numa de procurar uma daquelas casas de putas que tem por lá.

Fiquei nervoso demais com o papo e estava muito preocupado por não conhecer nada do Vicente. Não sabia o que ele tinha em mente, apesar dele fazer uma cara bem normal o tempo todo. Depois, me preocupava muito o fato de estar em uma cidade pequena e dar algum tipo de vacilo na mesa com aquele cara. Resolvi sair fora. Não sei se fui movido pela preocupação ou pelo tesão ao imaginar o tamanho do pau do Vicente. Aquilo tinha me transtornado demais a cabeça. Cheguei pra ele e falei que já estava tarde e que eu tinha que dormir, quando ele falou:
Vicente – Tá vendo? Tu não gostou do que falei cara. Já tá me tirando né?
Eu – Nada disso cara. Tá de boa. Só acho estranho você dizer isso porque as pessoas se amarram nessa parada. Depois... há, deixa pra lá.
Vicente – Depois, o que? Fala?
Eu – Não cara, melhor eu ir dormir.
Vicente – Agora eu que fiquei curioso pô. Fala aí.
Eu – Ah cara, sei lá se tu tá de papo pra cima de mim. Acho que pau grande só existe em filme de sacanagem. Vou nessa. Deixa eu pagar a conta.
Vicente – Pô Bruno, não falei isso de sacanagem e foi difícil pra cacete confidenciar essa parada pra você. Acho que só falei justamente porque você não é daqui. Se eu tivesse intimidade com você, poderia te mostrar e você veria que não estou de sacanagem.
Eu – Daí você sairia dizendo que mostrou o pau pro mais novo viadinho da cidade né? Rs.
Vicente – Não cara. Esse papo aqui tem que ficar entre nós dois. Eu que te peço que você não comente isso com ninguém.

Eu tremia com o papo. Não estava mais respondendo pelas minhas palavras. Sabia que se não saísse dali correndo, não responderia pelos meus atos e resolvi levantar. Só me preocupei em deixar uma abertura pra outras oportunidades e levantei dizendo:
– Em outra oportunidade você me mostra porque não acredito mesmo.

Me despedi do Vicente e fui até o caixa pagar a conta. Enquanto estava no caixa, tive um impulso malicioso de ir ao banheiro depois que recebesse meu troco. Sabia que pra chegar ao banheiro, teria que passar pelo Vicente, o que poderia fazer ele ir atrás, caso quisesse me mostrar. Entrei no banheiro e fui direto pro mictório. Acabei de mijar e nada. Quando estava lavando minhas mãos, entra o Vicente. Gelei! Voltei a tremer de novo.
Num curto espaço de tempo, rolou mais um diálogo entre nós:

Vicente – Bruno, olha como não estava mentindo pra você.

Dei uma olhada e tirei o olho quase que imediatamente. Fiquei ainda mais desesperado com o que vi. Mas o pau dele estava normal, eu acho. Maquinei mil coisas na minha cabeça e, sendo muito filho da puta com ele, falei:

Eu – Pô cara... Sabia! Tu tava de sacanagem comigo. Não estou vendo nada demais aí.
Vicente – Que isso Bruno? É que não está duro pô. Mas você não tá vendo o tamanho?
Eu – Não cara! Não vi nada demais. Vou nessa. Um abraço.

Saí rápido do banheiro. Parecia que meu tesão movimentava minhas pernas. Estava um calor do cacete e eu suava como se estivesse correndo a São Silvestre.
Cheguei em casa, entrei no banho e me masturbei correndo. Gozei rápido demais. Estava muito excitado e não parava de pensar no que tinha visto, mesmo após ter gozado. O cara tinha um pau enorme e, aparentemente estava mole. Não entendo nada de tamanho em centímetros. Só sei que era enorme. Fiquei imaginando como seria aquele pau totalmente duro, como seria chupar e se eu aguentaria sentir aquilo dentro de mim. Foi difícil demais conseguir sentir sono pra dormir, quando me dei conta que aquela tinha sido a primeira coisa que fez me sentir vivo após tudo que tinha passado.

No dia seguinte, acordei com muita disposição e logo me coloquei a elaborar como deveria conduzir o papo com o Vicente na próxima vez que o encontrasse. Sabia que voltaria ao bar pra esbarrar com ele.
Deixei minha casa toda arrumada, tomei aquele banho, me preprando pra tudo que pudesse pintar. Saí por volta das sete da noite, cheguei no bar e sentei na minha mesa de costume.
Não demorou muito e Vicente apareceu. Ele falou com uns caras que estavam por lá, cumprimentou o dono do bar, coisa que todo mundo fazia e veio em minha direção. Eu já tinha meu plano em mente, continuar fingindo que não acreditava nele.

Vicente – Beleza Bruno? Pô você ontem sumiu na poeira. Pensei que fosse te encontrar aqui fora e não te vi mais. Cara você está chateado comigo? Está com uma cara de poucos amigos pra mim.
Eu – Não! Estou normal.
Vicente – Cara, você está chateado comigo sim. Está falando diferente de ontem, antes de entrar no banheiro.
Eu – Cara você vem com um papo estranho pra cima de mim, falando que tem um pau enorme e eu não vi nada demais em você. Só não entendo o motivo de você fazer isso.
Vicente – Porra como que vou provar pra você? Acho que não viu direito, pois reparei que você olhou rápido demais.
Eu – Olhei o suficiente pra notar que não tinha nada demais. Se eu ficasse olhando, o que você acharia de mim?
Vicente – Não estou achando nada de você poxa. Somos homens ué? Apenas estava mostrando pra você um lance que eu tinha te falado.
Eu – Tudo bem, mas como disse, não vi nada demais.
Vicente – Cara eu achei que você perceberia que é grande, só que estava mole.
Eu – Vicente, eu vi e achei que seu pau é normal. Quer saber? Acho que você queria era me mostrar seu pau. Tu curte essas paradas? Pode falar. Não tenho preconceito de nada. Minha cabeça é super aberta. Pode falar cara.
Vicente – Cara não é nada disso. Também não tenho preconceito e, quer saber? Pra você ver como estou me abrindo com você, vou até te contar que já pensei em procurar outro cara pra ver se seria diferente, se o cara toparia me dar pra eu meter gostoso. Saca? Meter na boa, pra valer. Eu vivo pensando em dar uma trepada podendo meter tudo. Tô nem aí se for mulher ou homem. Mas não fiz nada disso que você tá falando.

Socorro! O cara estava me maltratando, sem mesmo eu ter sentido aquela rola linda que vi rápido demais. Mesmo assim, reuni forças e continuei o papo.

Eu – Então, estamos na mesma. Não tenho preconceito mesmo e confesso que já tive uma experiência uma vez, mas se você falar alguma coisa, saio contando pra cidade toda que tu quis me mostrar o pau no banheiro.
Vicente – Cara, por favor eu não faria isso e imploro que você não conte nossos papos pra ninguém. Estou confiando em você.
Eu – Eu também! Então tá, será nosso segredo. Mas continuo achando que você é super normal.
Vicente – Então, se você não acredita, só se eu te mostrar ele duro pô. Você topa?
Eu – Como assim?
Vicente – Sei lá pô! Teria que ser num lugar que eu tivesse tempo de colocar ele duro. Se você topar, poderemos ficar aqui até mais tarde e, aqui bem perto tem ruas desertas.
Eu – Ficou louco? Acha que vou correr um risco desses? Se passa alguém ou um carro?
Vicente – Relaxa! Mais tarde essa cidade fica vazia. Ah tu mora aqui há um mês e já deve saber disso.
Eu – Nem pensar cara. Não teria coragem de fazer isso. Depois, eu moro sozinho e não preciso correr esse risco. O lance é que continuo achando que você tá de papo pra cima de mim e só tá querendo me enrabar. Pode falar.
Vicente – Cara já disse que não é nada disso. Confesso que depois que você falou que teve experiência com outro cara, até fiquei curioso, mas não estou jogando papo pra cima de você.
Eu – Tá, mas essa parada de você me mostrar seu pau duro... E se tu ficar afim? Como vai ser?
Vicente – Ué? E se você ficar afim? Como vai ser?
Eu – Bem, essa parada de rua eu não topo mesmo. Se tu quiser, a gente pode dar uma chegada lá em casa.
Vicente – Então vamos pô. Tu que é o dono da casa. Se eu não morasse com minha mãe e meu irmão, já teria te convidado.
Eu – Cara, vamos tomar mais uma cerveja, enquanto isso a gente vai conversando e vamos vendo se isso desenrola mesmo. Vou ao banheiro e nada de vir atrás de mim porque hoje tem mais gente no bar.

Saí da mesa realizado por entender que meu plano, até ali tinha dado totalmente certo. O que eu pretendia era mesmo arrastar o Vicente pra a minha casa. Claro que eu não tinha como saber se tudo se desenrolaria de forma legal pra ambos. Confesso também que aquele papo todo me excitava demais. Dava muito tesão saber que eu estava prestes a ficar sozinho com um cara bem dotado em minha casa.
Voltei pra mesa, procurei tomar a cerveja devagar de propósito. E pude perceber que ele estava elétrico pra sair fora.
Chegamos em casa, liguei o som, convidei o Vicente pra sentar na sala e abri outra cerveja. Ele se sentou todo esparramado no sofá. Eu estava muito mais à vontade e tentei demonstrar que estava bem mais solto. Sentei ao lado dele e fiquei olhando o encarte do CD. Pintou um silêncio estranho. Fiquei meio sem saber o que fazer e resolvi me soltar ainda mais:

Eu – E aí? Como que a gente vai fazer essa parada?
Vicente – Posso tentar?
Eu – Tentar o que? Você tem problemas de ereção? Aliás, quantos anos você tem? Não falou sua idade?
Vicente – 32! E não tenho problema algum de ereção. Apenas, por ele ser meio grandinho, demora um pouco mais.
Eu – É, você está conseguindo me deixar curioso. Só quero ver se isso tudo não é papo furado.
Vicente – Beleza, deixa eu te mostrar.

O Vicente começou abrir sua calça, tentou tirar o pau, mas estava muito apertado. Falei:

Eu – Pode ficar à vontade, tira essa calça.

Ele relutou um pouco e argumentou:

Vicente – Falei que eu era tímido. Esqueceu?
Eu – Ok! Então vou tirar a minha pra você ficar mais solto.
Vicente – Bruno, por favor, não conte isso pra ninguém.
Eu – O mesmo digo eu!

O Vicente tirou a calça e começou a alisar o pau por cima da cueca. Eu tentava me sentar de uma maneira que escondesse o meu pau que já estava uma pedra. Acho mesmo que ele não tinha visto, já que não olhava pra mim.
Falei pra ele tirar a cueca e mostrar o tal pau duro.
Nesse momento, notei que estava dando errado, pois ele parecia estar ainda mais tímido. Ele estava visivelmente sem graça. Agi rápido e perguntei:

Eu – Olha só, posso tentar dar uma ajudinha? Ou você acha pior?
Vicente – Legal! Faz o que você quiser.
Eu – Cara, estou confiando em você. Tira a mão.

Impressionante que entre eu perguntar se podia dar a ajudinha e pegar de fato, o pau dele já começou a se avolumar dentro daquela cueca.
Toquei no pau dele, ainda dentro da cueca, comecei a alisar com carinho, dava umas apertadas de leve e aquele cacete começou a crescer na minha mão. Fui ficando impressionado como aquilo tudo se transformava rapidamente, virei-me melhor pra passar a alisar com as duas mãos e não parava de me impressionar com o que eu ainda não estava vendo. De repente a cabeça do pau do Vicente já estava lá na lateral da cueca. Ele estava todo estirado no sofá, com a cabeça bem deitada, os olhos fechados e as pernas e pés bem esticados. Continuei na minha investida alucinante, coloquei a mão por dentro da cueca e ele soltou um gemido. Bem devagar continuei tirando e comecei a me assustar com o que estava aparecendo bem na minha cara. O pau era verdadeiramente enorme e grosso. Comecei a ficar nervoso com aquela cena, sem saber muito bem o que deveria fazer. Fiquei meio sem ação, fazendo movimentos de subida de descida com as duas mãos de forma meio abobalhada. De repente, o Vicente abriu os olhos e falou:

Vicente – Acredita agora? Entendeu meu problema? Difícil encontrar alguém que tope essa parada.
Eu – Cara você tem um pau enorme.
Vicente – Por favor, não pare! Está uma delícia.
Eu – Cara estou sem ação. Não sei o que fazer.
Vicente – Não precisa fazer nada. Continue assim.

Eu estava vidrado. O pau dele estava totalmente duro, mas tinha uma textura macia. Era muito gostoso de pegar.
A essa altura eu já pegava com mais gosto, com mais desenvoltura e ele gemia cada vez mais intensamente, até que pegou no seu pau por cima das minhas mãos, abriu o olho e falou:
Vicente – Sabe como eu faço pra me virar sozinho? Fica olhando.

Ele se sentou direito no sofá, se curvou e começou a chupar seu próprio pau. A cena era chocante. Meu tesão estava nas alturas. Acho que nunca tinha sentido aquilo. De repente, ele tirou uma das mãos do seu pau e começou a alisar minhas coxas. Fui me aproximando ainda mais, posicionei minha boca bem junto da boca dele, ele tirou o pau da sua boca e eu comecei a chupar aquele cacete enorme. Na mesma hora, ele voltou a deitar a cabeça no sofá e eu tentava corresponder chupando com mais gosto. Ele me apertava, gemia, se contorcia todo e eu tentava enfiar o máximo que podia em minha boca. Fingia que estava convencido de que ele tinha uma pau enorme, falava pouco e sempre palavras repetitivas como – que isso? Cara que pau enorme! Nunca vi nada igual!
Confesso que entendi que aquilo devia ser um problema pra ele e estava muito interessado em poder ajudar.
Eu já me sentia com o cuzinho totalmente aberto, mas achava que não aguentaria aquela rola dentro de mim. Sem contar que eu me preocupava em sair me oferecendo logo. Ao mesmo tempo, percebi que ele foi ficando cada vez mais louco, a respiração mais ofegante e entendi que ele iria gozar. Difícil descrever, mas me entrelacei naquele pau virado pro teto, encostando aquela rola no meu peito e caí de boca naquela cabeçona com mais gosto até ele falar que ia gozar, fazendo movimentos como se quisesse tirar da minha boca. Não resisti e não deixei ele tirar. Ele entendeu e falou:
Vicente – Bruno, eu vou gozar, cara! Assim vou gozar na sua boca, cara! Ai, Bruno... ai, assim, vai porra! Não para! Vai.... Vai... Aiiiii tô gozando. Ai tesão. Isso! Assim Chupaaaa... Delícia, Bruno. Ai porra chupa! Isso! Assim! Uhhhhh...

Eu parecia uma puta de filme erótico com a boca toda cheia de porra escorrendo pelo meu peito e pelo corpo do pau dele. Não conseguia me controlar, quando me dei conta que gemia junto com ele. Claro que ele notou. Eu engasgava, gemia e me contorcia de forma frenética. Tirei o pau dele da minha boca, fiquei alisando aquela tora toda lubrificada de porra quentinha nas minhas mãos. Uma delícia. O problema é que ele tinha gozado, mas eu continuava louco de tesão, louco pra tentar levar aquela rola no meu cuzinho.
O pau dele começou a amolecer. Voltei a chupar aquele mastro todo lubrificado. Ele me olhava com um ar de surpresa. Eu já não tinha mais o que esconder, quando ele me diz o seguinte:

Vicente – Pra você não ficar bolado comigo, quer que eu te chupe também?
Eu – Vamos fazer o seguinte? Topa tomar um banho?
Vicente – Sim!
Eu – Então vem! Vamos tomar um banho.

Entramos no banheiro e começamos o banho. Embaixo d’água, comecei a me esfregar nele, fui virando de costas e passei a esfregar minha bunda naquele pau que estava meia bomba. Acabei abrindo o jogo e falei:

Eu – Olha só, acho que isso deve ser um problema mesmo. Estou com vontade de ser legal com você e tentar te ajudar, mas confesso que não sei se vou conseguir. Quer tentar?
Vicente – Notou que meu pau ficou duro só de você falar isso?
Eu – Sim! Mas, repito que não sei se vou aguentar.
Vicente – Pô vamos tentar. Quem sabe?

Acabamos o banho e fomos pro meu quarto. Eu continuava louco de tesão e com medo também. O pau do Vicente era enorme mesmo.
Ele estava mais solto, passava a mão na minha bunda, dizia que ela era carnuda, que era linda toda lisinha e que faria tudo bem devagar. Aquelas palavras me levavam à loucura. Eu ficava imaginando como seria aguentar aquele mastro dentro de mim.
Deitei na cama e o Vicente me surpreendeu ao me dar um beijo na boca. Correspondi imediatamente, todo fogoso e demoramos num beijo de língua enquanto ele deslizava seu mastro entre minhas coxas. Aquele movimento era delirante. Ele fodia minhas coxas com o pau bem encostado no meu saco. Eu o apertava, gemia, abraçava com gosto aquele homem enorme e másculo. Ficamos naquela putaria por um bom tempo, até que o Vicente me pede pra eu chupar o pau dele de novo. Claro que eu caí de boca. Dessa vez, ele me pediu que eu ficasse deitado e foi se virando ao contrário, ficando na posição de um delicioso 69. Ficou de joelhos na cama, meteu seu mastro na minha boca e foi descendo devagar. Notei que aquela posição me favorecia, permitindo que entrasse muito mais na minha boca. Estava obstinado em aguentar a engolir o máximo que eu pudesse. Ele ficou ainda mais louco ao ver seu pau deslizando na minha boca, entrando ainda mais. Eu sentia minha garganta se abrindo, engasgava pra cacete, tirava pra respirar e voltava a meter com gosto, até que ele se curvou e caiu de boca no meu pau que estava latejando de duro. Chupou com gosto também, conseguindo meter tudo em sua boca. Eu movimentava minhas pernas como se estivesse tendo uma convulsão de prazer. Vicente se movimentava fudendo minha boca, eu segurava com as duas mãos a base do pau dele e não tirava o olho daquela coisa linda que eu estava mamando. Alisava seu saco, seus pelos, abraçava o corpo dele, subia e descia minha cabeça naquele mastro. Estava realizado.
Vicente começou a abrir minhas coxas, passou a procurar meu cuzinho com a língua, eu fui me abrindo, liberando pra ele, joguei minhas pernas pra cima e ele caiu de boca no meu cuzinho. A essa altura, eu já estava bem arreganhado e pedi que ele metesse o dedo. Ele atendeu na hora, começando a enfiar um dedo no meu cuzinho enquanto me mordia a bunda. Sabia que aquele dedo não representava nada diante do que estava por vir, por isso pedi que ele metesse dois e comecei a sentir meu cuzinho se abrindo mais. Estava uma delícia sentir aquele macho me dedando.
Saímos daquela posição, senti um vazio na minha boca e no meu cuzinho, ele foi me virando até eu ficar de costas. Meu medo foi aumentando, Vicente tratou de meter os dois dedos novamente, abri meu cuzinho com as mãos e fiquei me deliciando com suas dedadas. Em seguida ele caiu de língua na minha orelha me levando à loucura. O cara sabia fazer coisas deliciosas e fazia tudo com muito carinho. Seu pau sempre duro, ao mesmo tempo macio, era meu foco o tempo todo. Eu sabia que tudo dependia de mim, se eu iria aguentar sentir o Vicente dentro do mim.
Me estiquei na cama, até alcançar a mesinha de cabeceira, abri a gaveta e peguei o KY. Ele olhou praquilo, deu uma risada e me perguntou por que eu tinha aquilo. Sabia que despertaria curiosidade e simplesmente disse que gostava de me masturbar metendo o dedo no meu cuzinho e que o KY ajudava. Não sei se ele engoliu o que eu disse, porém não falou mais nada. Ele se curvou, aproximando seu pau da minha boca, chupei um pouco mais enquanto abria o Ky, comecei a lubrificar meu cuzinho, depois passei a lubrificar o pau dele enquanto ele metia três dedos no meu cuzinho depois de lubrificado. Doía, mas estava delicioso e eu tentava mesmo aguentar ele me dedando com gosto. A cena dele se masturbando com a outra mão, fazendo aquele percurso visivelmente maior que o normal, me dava um certo pânico, ao mesmo tempo que eu me sentia totalmente impotente diante de tanta virilidade.
Vicente foi se posicionando atrás de mim, sempre carinhoso, beijava e passava a língua na minha bunda até meu pescoço. Delícia. Posicionou seu pau no meu cuzinho, parou e perguntou se podia. Disse que sim, mas que fosse devagar. Ele pediu que eu abrisse bem minha bunda e começou a meter e tirar logo só a pontinha do pau. Ficou fazendo isso por um tempo. Demorou um pouco a se aventurar a meter mais, fazendo com que eu achasse que estava meio chato. Assim que comecei a falar, ia pedir pra ele meter um pouco mais, ele deu uma estocada um pouco maior, fazendo-me tropeçar nas palavras e soltar um gemido. Senti minhas pregas se abrindo, dei uma olhada pra trás e vi que ele estava a uma boa distância de mim. Procurei não pensar muito naquilo e tentei arreganhar meu cuzinho com as mãos. Novamente ele ficou metendo e tirando sem avançar até eu sentir novamente que estava demorando e resolvi empinar minha bunda pra sentir mais dentro de mim. Ele ficou parado e eu comecei a subir e descer, sentindo dor e prazer ao mesmo tempo. De repente, uma nova investida e seu pau começou a entrar mais e mais dentro de mim, fazendo-me falar pra ele parar, mas ele não parou, começou a morder minha orelha com certa força, parecendo que queria confundir meu cérebro com qual dor seria maior. Realmente, eu tentava me esquivar da rola e das mordidas em minha orelha, mas confesso que não tinha muito como me mexer, ficando muito nas mãos dele. Mesmo assim, ele conseguia ser possuidor ao mesmo tempo carinhoso. Aquilo tudo era forte demais, a dor, o prazer no cuzinho e na orelha, sua respiração ofegante, palavras soltas ou incompletas e eu sem ação tentando entrar pelo colchão a dentro e me livrar daquelas linguadas. Não conseguia nada. O cara só metia e tirava e eu sabia que faltava muita pica ainda. Botei a mão em sua rola, apertei firme, tentando reter seus movimentos, mas ele era mais forte que eu e não parava de meter, Eu estava alucinado de dor e tesão ao mesmo tempo. Meu corpo estava mole. Sentia que aquilo estava além do que eu costumava aguentar, mas os pensamentos se confundiam na minha cabeça. Ao mesmo tempo eu queria dar prazer ao Vicente.
Ele gemia muito na minha orelha com aquela voz grave. Eu estava adorando seus gemidos, pois sabia que ele estava gostando. De repente ele foi tirando tudo e eu senti um enorme alívio e vazio. Imediatamente ele meteu com mais força, dei um urro sei lá do que e senti aquela rola entrando sem parar e ele a dizer em tom de pedido pra eu aguentar. Fiz um tremendo escândalo naquela cama, me debati pra cacete e ele foi descendo sempre devagar, porém firme. Novamente ele parou, mas senti que seu corpo ainda não estava totalmente encostado no meu. Nesse momento, não sei descrever o que senti quando ele, numa estocada só, acabou de meter tudo dentro de mim e parou. Parou, segurando meus braços, forçando muito seu peso sobre mim e eu com as lágrimas descendo. O cara ficou assim um tempão, sem piedade, sem liberar nem um pouquinho pra mim. Disse que estava realizado, que meu cuzinho era quente demais. Me pedia desculpas, sem tirar nada. Eu estava até com medo dele por perceber que ele tinha se transformado num cara meio agressivo. A dor não sedia, eu estava completamente arrombado e mole. Daí, o filho da puta chega pra mim e pergunta se queria que ele tirasse. Disse que sim e ele começou a tirar bem devagar. Parecia que eu estava parindo um pau ao sentir um vazio tomando conta das minhas entranhas. Quando a cabeça estava quase saindo, ele voltou a meter tudo e eu voltei a gemer de dor. Ele não parou até entrar tudo novamente, voltando a tirar. Continuou nessa sequencia por um bom tempo, até que a dor foi diminuindo dando lugar a um prazer indescritível. Vicente voltou a ser carinhoso me alisando os braços, a cabeça, passando sua língua molhada na minha nuca, enquanto eu dava sinais de prazer através dos meus gemidos. Caralho, a sensação era maravilhosa. A imagem daquele cacete na minha mente, mais o fato de saber que ele estava dentro de mim, e a sensação de felicidade por estar dando prazer ao Vicente, tudo isso me fazia sentir como se eu estivesse usando algum tipo dessas drogas que nos levam ao êxtase.
Vicente estava literalmente me possuindo com gosto, me arrobando sem piedade e eu totalmente entregue ao prazer. Ele dava estocadas fortes, tirava e voltava a colocar e eu pedia que ele não parasse. Eu estava alucinado de prazer. O danado continuou assim por um bom tempo, fazendo-me achar que eu nunca tinha trepado de verdade na vida. Estava impressionado com a transformação que aconteceu dentro de mim.
Quando ele perguntou se podia gozar dentro do meu cuzinho, pedi que ele não gozasse já, pois estava delicioso. Ele disse que não estava aguentando mais, que estava se segurando a um tempão por perceber que eu estava alucinado de prazer. Nem esperou eu falar, aumentou ainda mais as estocadas, urrando com sua voz grave dentro do quarto, até anunciar que ia gozar. Senti seu pau se avolumar ainda mais e senti também algo delirantemente quente lá dentro de mim. Maravilhoso! O cara estava gozando jatos de porra no meu cu. Sem comentários! Eu ainda empinava minha bunda como se quisesse mais. Ambos não parávamos de gemer, quando ele me abraçou, me virou de barriga pra cima e pegou meu pau passando a me masturbar. Enquanto isso eu abria minha bunda com as mãos, fazia movimentos de subida de descida até sentir que ia gozar, fazendo aquele escândalo com meus gemidos. Gozei fartamente também. Não sei como, mas foi porra até no rosto do Vicente que estava por baixo de mim.
Sem sacanagem, até pra sair daquele monumento era diferente. Ele me virou de lado, foi se afastando e eu gemendo de prazer ao sentir aquela rola deslizando no meu cuzinho. O Vicente me abraçou, me beijou muito gostoso e me agradeceu. Eu estava completamente mole e foi difícil levantar da cama. Parecia que um trator tinha passado por cima de mim.
Novamente outro banho. Antes sentei no vaso, abri as pernas e vi aquela porra escorrendo de mim.
Vicente saiu fora, deitei na cama e dormi logo.
No dia seguinte acordei com muita dor, sem posição pra sentar direito. Decidi que não apareceria no bar naquela noite pra me esconder do Vicente. Fui pra cozinha, preparei uma comida leve e decidi que ficaria em casa ouvindo música. Lá pelas oito da noite, a campainha toca. Era o Vicente. A sensação foi de pânico e felicidade. Só aí me dei conta que eu parecia estar curado das minhas tristezas e ainda sentia que algo novo poderia estar rolando em minha vida.
Claro que eu tentei resistir ao mastro de Vicente. Claro que ele conseguiu me convencer a dar pra ele de novo. Claro que foi maravilhoso.
Desde então, o Vicente não sai da minha casa. Praticamente posso dizer que estou namorando de novo e com um cara que nem sabia que poderia curtir essas paradas. E ele parece estar feliz também.

É isso aí! Se gostaram, peço que votem. Curto muito escrever minhas experiências, mas não sei se elas agradam.
Valeu!


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Ficha do conto

Foto Perfil dang
dang

Nome do conto:
Levei um pé na bunda e ganhei um presentão!

Codigo do conto:
27871

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/04/2013

Quant.de Votos:
163

Quant.de Fotos:
0


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