a filha do pastor trai o maridinho com... (III)

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No último conto falei como foi que flagrei minha esposa Ester dando pro seu Zé, zelador da igreja do pastor Carlos, com quem fiz um trato para saber mais sobre as estripulias da minha mulher.
Minha putinha safada parecia ficar mais gostosa a cada dia. Depois que flagrei ela com o seu Zé nossa vida sexual deu uma significativa melhorada. Ela passou a ficar mais solta na cama e isso me deixou muito contente. Fora que os encontros com o pai e irmão seguiam a todo vapor. Seu Zé cumpriu sua parte do trato e me passava um relatório semanal do que acontecia naquela igreja. A putaria rolava solta entre pai e filhos (e também com o seu Zé, que continuou comendo minha esposa). Vez em quando eu passava na igreja pra espiar as transas deles e cair na punheta. Seu Zé havia arranjado um jeito de eu espiar o escritório do pastor Carlos e assistir as sessões de suruba incestuosa. Às vezes também assistia as transas dela com o seu Zé escondido dentro do armário do quartinho dele. Esse trato foi definitivamente algo maravilhoso. Ele entendeu que o que eu curtia mesmo era observar minha esposinha me chifrar e colaborava pra que eu sempre estivesse por dentro do que acontecia e facilitando minha entrada na igreja pelos fundos, sem que ninguém me visse entrando ou saindo do prédio. Na verdade, o velho tarado se excitava com toda essa putaria também e me confessou que caprichava nas fodas com a minha mulher quando eu estava espiando. Um exibicionista nato, hehe.
Além de ninfomaníaca minha mulher era muito metódica, então as transas seguiam sempre certo padrão de horários, de forma a facilitar eu me desvencilhar de alguns compromissos de trabalho pra poder espiar ela em seus momentos de lascívia. Realmente, seguir a risca um personagem sem dar na vista exigia uma precisão cirúrgica e minha esposa não gostava de se arriscar.
Numa dessas vezes eu fiquei realmente muito excitado com uma coisa que aconteceu. Seu Zé me ligou dizendo pra eu dar um jeito de aparecer em determinado horário pra conferir o que acorreria mais tarde na igreja depois do culto da noite. Cheguei lá no horário combinado e seu Zé já foi falando que isso vinha acontecendo a bastante tempo já, mas não tinha dia certo pra ocorrer, nem era muito comum, por isso não havia comentado, pois não queria criar expectativas. Ele havia sem querer escutado uma conversa de que o tal “evento” iria se suceder naquele dia e horário, ele tratou logo de me avisar. Ele sabia que o que eu estava pra ver me deixaria com um novo nível de tesão.
Fui pro lugar onde sabia que eu poderia assistir a cena toda. As paredes nessa parte do prédio eram feitas com placas de gesso e a sala do pastor Carlos ficava ao fundo, fazendo divisa com a salinha onde seu Zé guardava os materiais de limpeza e manutenção. Ele havia produzido uma falha na parede, fazendo com que ficasse uma fresta na qual se podia espiar o escritório. Sempre que eu ía espiá-los eu entrava sorrateiro nessa salinha e olhava pela fresta. Seu Zé convenceu o pastor de que era uma falha no material, mas que não causaria problemas justamente por ser divisória de uma sala a qual só ele tinha acesso. Como já comentei no outro conto, pastor Carlos, assim que foi descoberto por seu Zé das suas recreações familiares, confiava ao zelador a tarefa de cuidar o prédio impedindo que outras pessoas se aproximassem enquanto a putaria rolava lá dentro. Portanto, o pastor nem sonhava que Zé liberava a salinha pra minhas punhetas e pro meu voyeurismo.
Mas voltando ao ocorrido... Ao terminar o culto e diminuir o alvoroço com a ida dos fiéis para suas casas, eu já estava na salinha da zeladoria quando a porta do escritório se abriu. Estranhei, além do meu sogro e do meu cunhado, estavam junto também o Paulo e seus dois filhos gêmeos, respectivamente o tio e primos de Ester. Não entendi o porquê deles estarem ali. Eles moravam numa cidade vizinha e já tinha visto eles no culto algumas vezes, mas geralmente a esposa de Paulo estava junto; dessa vez não.
Paulo era um sujeito bonachão e pouca coisa mais velho do que o pastor Carlos, uns 50 anos. Era fisicamente parecido com o irmão, porém mais baixo e robusto. Seus filhos, Roberto e Alberto eram rapazes na faixa dos 22 anos e idênticos, bem apessoados, mais altos que o pai, mas mais esguios. Claramente faziam academia, mas não eram marombados como o Davi, que era praticamente o Hulk, só que sem o tom de pele verde (sempre achei ele muito narcisista e tirava sarro com ele quanto ao pecado da vaidade, mas pensando bem, um homem com uma pica daquele tamanho merece um corpo gigante também, nem que seja pra não vergar pra frente com o peso do bixo).
Paulo dizia como era bom poder estar ali com a família e compartilhar o que eles tinham de melhor. Todos riam do que ele falou. Continuei sem entender nada até que de repente entra na sala a Ester. Ela usava uma saia comprida, que ía além dos joelhos, mas leve, de forma a mostrar as curvas das pernas e bunda perfeitas. Na parte de cima estava usando uma camisa de botões, com babadinhos na frente. Estaria completamente normal se o cabelo não estivesse solto e revolto. Numa só feita fechou a porta atrás de si, desceu o zíper da saia que caiu no chão aos seus pés e arrancou os botões da camisa expondo as lindas tetas, sem soutien. Também não estava usando calcinha sob a saia. Ficou peladinha e avançou com só de scarpin na direção dos machos da família. Eu não acreditei no que vi. Ester parecia estar possuída. Sabia que ela curtia uma pica mais que qualquer coisa, mas ainda assim, não esperava isso.
Foi chegando perto do tio e perguntando se ele estava com saudades da sobrinha preferida dele. Paulo segurou ela pela cintura, tascou-lhe um bjo bem molhado e disse se aquilo respondia a pergunta. Ela passou a mão por sobre o volume que havia se formado na calça dele e disse que aquilo ali sim respondia sua pergunta. Paulo sacou a pica pra fora e deu pra ela “matar a saudade do titio”. A pica de Paulo não era tão grossa quanto a de Carlos, mas quase tão comprida quanto a de Davi. Tinha uma piroca que era par com a do sobrinho, mas engrossava mais na base. Definitivamente os genes dessa família eram de uma mistura com um cavalo, só podia ser! Os gêmeos não ficavam muito atrás. Nem tão compridos nem grossos como as dos outros, mas ainda assim nitidamente maiores que o meu.
Os outros machos da família não perderam tempo, cercando Ester que estava de joelhos pagando um boquetão pro tio, e expuseram as suas picas pra que ela chupasse também. Foi um tira tira de roupa que uma voou na direção da parede quase tapando minha visão da cena. Ela ficou alternando aquelas picas na boca e não sabia qual abocanhava primeiro. Os gêmeos levaram ela para a mesa do escritório e puseram ela de forma que ficasse chupando os caralhos deles enquanto os outros 3 davam um banho de língua naquela xoxota e cuzinho.
Como era noite e Ester não poderia se demorar pra chegar depois do culto, eles não perderam muito tempo só com chupação, sendo que tinham dois buracos pra serem preenchidos. Poucos buracos e muita pica... teriam que se revezar comendo cu e buceta ao mesmo tempo. Paulo foi logo lubrificando com ky aquele cu rosinha e dedilhando minha mulher. A buceta já ensopada foi preenchida por Carlos que ficou numa posição que pudesse ter o rabinho penetrado por seu irmão. Ester gemia alto com aquela putaria toda. O calibre das pirocas foi irrelevante diante do tesão que ela sentia, senão não teria aguentado ser praticamente rachada ao meio (muito embora devesse estar já acostumada com as constantes dupla penetrações que aguentava do pai e do irmão). Enquanto seu traseiro era cravado por duas jebas de responsa ela chupava a cacetona do irmão e ao mesmo tempo punhetava os primos.
Normalmente eles teriam retardado ao máximo a transa, mas como falei, eles estavam com pressa e todos queriam gozar nessa brincadeira. Os paus do tio e pai de Ester avançavam com vigor nos buracos dela e não demorou muito ambos gozaram dentro dela. Eles saíram de dentro dela e lhes deram as picas para serem limpas por minha esposa enquanto os gêmeos assumiam o lugar dos fodedores. Achei um pouco nojento, mas também excitante, eles meterem no cu e na xota com aquele rio de porra ainda jorrando de dentro.
A porra que já estava ali deixava os buracos de Ester bastante lubrificados... vez que outra uma das cacetas escapava pra fora de tanto que aquilo deixou escorregadio o interior da minha esposinha. Nisso, Davi toma o lugar de um dos gêmeos (não sei qual dos dois era quem ali, sei que foi o que tava metendo no rabinho). Davi enterra sua jeba e convida o primo de quem ele tirou a vaga a entrar também. Não acreditei... já tinha visto em vídeos de internet, mas minha esposa sendo fodida por 3 varas, e varas gigantes, parecia um episódio de “Além da imaginação”. Senti um tesão ainda maior (a essa altura eu já tinha gozado umas duas vezes e meu pau não baixava), mas também fiquei com medo pela Ester. Será que ela aguentaria tudo aquilo?
Davi se posicionou deixando um pequeno espaço pra que mais alguém colocasse uma pica ali e o gêmeo foi chegando e forçando a entrada do pau junto com a jeba do seu irmão, na buceta. Foram duas tentativas que não deram muito certo, mas na terceira a cabeça entrou. Ester pela primeira vez mostrou uma expressão de dor. Até então havia sido só prazer. Apesar da dor ela fazia força pra receber aquelas picas. Parecia desafiada a conseguir engolir todas pra dentro de si. Uma verdadeira guerreira. Seu primo continuou forçando até que se aproximou o máximo possível da entrada da buceta. Não chegou a ir até o talo, mas foi quase. Os movimentos de vai e vem ficavam prejudicados com aquele tanto de gente ali ao mesmo tempo. Mas não precisou de muito tempo para que os 3 começassem a gozar feito loucos. Imagino que a pressão contra os paus dentro de Ester estava forte demais, o que fez eles gozarem com certa rapidez.
Logo os 3 urravam e despejavam leite naquela vadia arrombada. Ester estava quase desfalecida por conta do esforço em aguentar 3 paus simultaneamente, mas realizada. Ao tirarem as jebas, veio junto um pouco de sangue junto com a quantidade gigante de porra que vertia dos seus orifícios. Os 3 também tiveram as picas limpadas por Ester.
Se não fosse a pressa a coisa toda teria continuado, pois o pai e o tio da minha esposinha já estavam com as picas duras novamente logo depois de terem gozado dentro dela, mas se contentaram em bater uma punheta e despejar a gala quente na boca da safada que mamou o que pôde e o que lhe escapou espalhou pelos seios, esfregando nos mamilos. Isso tudo enquanto os 3 rapazes estavam alargando os seus buracos.
Vi que não iriam demorar pra sair dali e tratei de sair antes. Mas não fui rápido o bastante e quase fui pego, indo me esconder no quarto do seu Zé, no qual me enfiei debaixo da cama mesmo.
Acontece que o estrago foi grande. Ester estava toda ardida e seu irmão carregou-a até o quartinho de seu Zé, (indo na direção onde eu estava, e foi por isso que quase fui descoberto) pedindo se podia usar o chuveiro. O velho entendeu que judiaram da moça e safado que só, permitiu o uso contanto que deixassem ele ajudar ela no banho. Davi não gostou muito disso, mas concordou. Seu Zé ainda era forte e carregou minha mulher até o seu banheiro e começou a banhá-la. Davi ficou sentado sobre a cama, assistindo a cena pela porta aberta. Eu logo abaixo dele via tudo também. Seu Zé sabia que eu estava observando e não resistiu em dar uma última fodida em Ester.
-- Onde dói, patroinha? – perguntou seu Zé. Ela explicou que era na bucetinha. Ele foi passando água morna do chuveiro na minha mulher, que estava meio de cócoras, meio de 4, limpando a porra que ainda estava saindo de dentro dos buraquinhos dela. Como estava se molhando muito, disse q iria entrar no banho com ela e tirou a roupa. Continuou a esfregar a bucetinha com bastante delicadeza, passando um sabonete neutro pra que não ardesse ainda mais. Com isso sua caceta dá sinal de vida e ele comenta: -- Olha só o que a senhora fez comigo. Ainda bem que o cuzinho tá inteiro, porque vamos ter que baixar essa jeba.
Ester, como boa tarada que é, deu-lhe um sorriso bem depravado e já trouxe aquela picona preta e cabeçuda até sua boca... Vi que Davi ficou irrequieto em cima da cama. Minha mulher chupou e punhetou a pica por um tempo. Ela era muito esperta e sabia que tinha que voltar cedo pra casa (de preferência chegar antes de mim), então, ela pediu pra seu Zé lubrificar o cuzinho dela com sabonete e enterrar aquela piroca com vontade. Davi deve ter começado, pelo barulho, uma punheta sobre a cama do velho, mas ficou só assistindo. Logo depois, quando seu Zé estava prestes a enrabar Ester, chega o pastor Carlos no quarto e vê tudo o que está acontecendo. Ele havia levado o irmão e os sobrinhos até a entrada e se despedido, depois veio ver o que tinha acontecido com a sua putinha.
Ficou também excitado com o que viu. Sua filhinha, debaixo da água corrente, dando o cuzinho praquela caceta preta que cada vez se enterrava mais. Uma vez que a piroca negra entrou toda cu adentro o velho começou a aumentar o ritmo, e pai e filho pareciam estar tocando punheta ao ver essa situação. O zelador bombou forte naquele rabo... queria fazer um showzinho pra mim e aconteceu que gozei sem tocar no pau vendo aquilo. Ele pegava ela pelos cabelos e erguia a perna dela pra que eu pudesse enxergar o pau entrando com tudo. Depois, Sentou no chão do box e fez ela cavalgar em sua pica. Ele foi aumentando a força das estocadas, ritmando suas fincadas com as sentadas de Ester, até anunciar o gozo. Gozou bem fundo no cuzinho na patroinha dele. Nisso, Davi e Carlos entram no banheiro e esporrearam na cara dela. Ela sorri bobamente com tudo isso. Linda... e toda melada de porra.
Eles se limparam rapidinho e voltaram pro escritório, onde estavam as roupas de todos, com exceção de seu Zé, que permaneceu no quarto e assim que a barra ficou limpa, disse que eu podia sair. Perguntou se eu tinha gostado da surpresa. Disse pra ele que adorei tudo, principalmente o gran finalle. Ele viu que eu tinha me gozado todo e riu da piada.
Fui embora, com a sensação de que minha mulher finalmente liberaria o cuzinho essa noite pra mim, já que a raxinha estava dolorida.
No próximo conto, vou falar sobre o hóspede que recebemos lá em casa por uns dias... dias bem quentes.
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Comentários


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hiwansky Comentou em 23/08/2013

preciso arrumar um maridinho igual a vc que queira me ver fudendo gostoso com varios homens delicia! só de pensar estou toda molhadinha

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bianor Comentou em 15/04/2013

Isso é que é volúpia por pica se todas as esposas fossem assim era muito bom bjus na piriquitá dela.

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arianowam Comentou em 15/04/2013

estou adorando seu conto. Esta cada dia melhor.tem meu voto.

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notório Comentou em 15/04/2013

Bom conto. E que mulher essa, heim ? Ela daria uma excelente atriz pornô, não acha ?

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lingeriefiodent Comentou em 15/04/2013

Esta cada vez melhor seu conto.Otimo,amei,teve meu voto.Nota 10.

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ksadocarinhoso Comentou em 14/04/2013

ta interessante a sua historia, vamos ao proximo capitulo

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Comentou em 14/04/2013

Não tenho dúvidas que vc provoca um nerdadeiro frisson entre alguns leitores! Boa série! Parabéns!

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srº das ninfeta Comentou em 04/09/2012

Vc é um excelente escritor de contos, faz com que todos leiam os outros contos pela curiosidade que deixa em todas histórias. parabéns

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querocudemulher Comentou em 11/08/2012

delicia de conto,me add

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paul tp Comentou em 08/08/2012

Se a tua família descobrir ela pode pedir q vc tome uma atitude. E vc vai ter q tomar uma decisão? Se vc resolve manter o casamento tua família pode virar a cara para ti. E na hora q tu precisar dela ñ vai querer ajudar tem q pensar bem né.

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paul tp Comentou em 08/08/2012

Pelo visto vc gosta, mas e se ela aparecer grávida vc assumirar a criança? Se vc assumi aí mora o perigo por que se vier com anomalias ou um negão todos da igreja vão desconfiar q ñ é seu, e vão pensar q vc é corno, mas quem sou eu pra opinar sobre sua vida e se os fiéis descobrir q eld tem um caso é com os parentes e principalmente com o pai q é o pastor da igreja e mais o zelador da igreja.

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talk Comentou em 06/08/2012

Ola gostei dos seus contos, muito bem escritos estou ansioso pela continuaçao, se tiver outros contos e puder me enviar por email




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Ficha do conto

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guaposo

Nome do conto:
a filha do pastor trai o maridinho com... (III)

Codigo do conto:
18855

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/08/2012

Quant.de Votos:
16

Quant.de Fotos:
5


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