A Prima Ticynha Pt.2

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Olá a todos estou aqui escrevendo a continuação do primeiro conto que escrevi aqui.
Bom da última vez eu relatei a festinha que eu fiz com minha prima e a amiga dela quando voltei pra Curitiba depois de muito tempo e disse que ainda tinha umas coisas pra contar depois daquilo, então vamos lá.
Depois do que rolou na casa da Karol as coisas entre eu e a Ty haviam esquentado bastante, sempre que meus tios davam uma brecha rolava uns amassos, umas chupadas e umas punhetinhas, porém nunca conseguia comer minha prima na casa dela, a Karol quando aparecia vinha com a maior cara de santa, como se nada tivesse rolado, eu então me fazia de santo pros meus tios também e até hoje acho que nunca desconfiaram das coisas que rolaram.
Faltavam dois dias para o ano novo a família já tinha decidido passar a virada de ano na praia, meu tio tem até hoje uma casa na Ilha do Mel lá no Paraná, pois bem começamos os preparativos, minha tia e a Ty foram comprar roupas não sei onde, eu e meu tio ficamos em casa arrumando as coisas no carro pra viagem, eram poucas coisas, pois ele me dizia que na outra casa já tinha as coisas pra fazer churrasco e essas coisas todas.
Terminamos rápido a arrumação, fiquei um tempo conversando com meu tio e resolvi ir me despedir da Karol já que ela ia passar o ano novo com a mãe, os pais dela eram separados, o pai vivia fora e ela só morava com a mãe e com o irmão, depois descobri que a mãe dela arranco uma puta grana do ex-marido e por isso que eles viviam tão bem.
Chamei-a pelo interfone e aguardei uns 5 minutos até ela atender, ela veio de shortinho branco e um top vermelho que realçava e muito seus belos seios, a Karol sabia ser sexy, na dia-a-dia ela era bem diferente daquela fera que eu enfrentei na cama, era doce, meiga e muito educada, porém sempre vestia roupas bem sexys e com certeza deixava muito nego babando por onde passava.
Ela estava bem afobada e me convidou pra entrar, pois estava com pressa, tudo bem entrei cumprimentei a mãe dela (bem gostosa por sinal) e ela correu pro quarto, a mãe dela me mandou ficar a vontade e esperar que ela já voltaria, perguntei se estava atrapalhando algo já que a Karol parecia bem nervosa, ela disse que não e me explicou que iria passar o fim de ano na casa da praia dela que ficava num local chamado Caiobá e que tinha muitas coisas pra levar, ela iria lá com a filha pra deixar, já que o filho dela tinha viajado, porém estava com pressa, pois tinha outros compromissos na parte da tarde e a Karol estava muito atrasada.
O telefone tocou, ela saiu da sala dizendo novamente para eu ficar a vontade e foi atender, também aparentando estar bem nervosa.
A Karol desceu correndo as escadas e arrumando o cabelo, foi uma das cenas mais sexys que vi na vida, ela estava de camiseta preta de alcinha com seu decote sexy de costume e com uma calça jeans bem justinha e com um rosto de quem estava mal humorada, ela se sentou do meu lado me pediu desculpas e disse que não iria dar pra conversar agora, já que teria que sair com a louca da mãe dela, nisso a mãe dela volta com a mão na testa dizendo que estava atolada de coisas pra fazer à tarde, que o tempo estava matando ela e que não sabia o que fazer, bom, percebendo o desespero dela eu me ofereci pra ir junto com a Karol até Caiobá levar as coisas, como a viagem era mais ou menos 2 horas ela já economizaria tempo, a Karol concordou e disse que assim não teria “uma louca enchendo o saco no ouvido enquanto dirigia”, a mãe dela perguntou se eu faria isso e eu disse que sim, só teria que ligar pra avisar meu tio, ela me agradeceu e me deu o telefone sem fio pra ligar, avisei meu tio, tudo beleza, pegamos o carro e fomos em direção à praia, eu e a Karol levaríamos a primeira parte e depois ela levaria o resto e antes de sair a Karol teve que ouvir um “cuidado com o rapaz, vai devagar”, hahaah, mal sabia a tia o que eu já tinha feito com a filha dela.
Fomos conversando muito no caminho, a Karol é uma ótima companhia fora do sexo também, me falou da vida dela dos namorados e comentou também sobre o que eu tinha lido no diário dela, ela me disse que era bem fiel quando amava e quando o cara valia a pena, mas também me disse que quando estava sozinha adorava fazer umas brincadeiras bem sacanas com minha priminha, ela falou que era bem danada, se divertia bastante com os caras de Santa Catarina pra não dar boi na área onde ela mora, e que minha prima apesar de ser um pouco tímida na hora se soltava que era uma beleza, só não deixava comer o cú .
Eu disse que achava isso bem interessante, que era totalmente a favor da liberdade sexual desde que isso não magoasse ninguém, nisso ela responde:
- É por isso que te adoro fofo, e saiba que você é um privilegiado, aquilo que a gente fez é coisa pra muuuuuuuuuuito poucos você nem imagina, só pra quem é realmente especial.
Após isso eu falei que me sentia honrado e ela disse que o prazer era todo dela, que a Ty sempre falava de mim, só que transar comigo foi muuito bom pra ela, disse que a Ty comentou que nunca tinha gostado tanto com um cara, isso colocou meu ego nas alturas e olha que não foi só o ego.
Depois de muito tempo de conversa chegamos, a casa delas era enorme, entramos e depois de colocar o carro na garagem, percebi que tinham dois caras no fundo do quintal.
- São os tios da piscina, eles vêm de vez em quando pra limpar.
Ela acenou pros caras e começamos a descarregar o carro. Depois de uns 20 mins tiramos e colocamos tudo no lugar, coisa pra churrasco, som e tal, nisso a Ty me liga dizendo que estava em casa e perguntando o que eu estava fazendo com a Karol, disse que seqüestrei e ela começou a rir, ela disse que queria falar um pouco com a Karol, conversaram uns minutos ela pediu pra devolver o primo dela inteiro e desligou, já dentro da casa a Karol abriu a bolsa tirou a carteira e foi até os limpadores de piscina, disse que ia levar uma grana extra que a mãe dela tinha mandado, porque além de limparem a piscina parece que os caras cuidavam da casa durante o ano, tipo uns caseiros, ela voltou pra dentro e fomos pra sala, nisso ela falou que tinha um lugar legal para me mostrar, descemos uma escadaria curta no fim de um corredor e embaixo tinha um salão de jogos que tinha outra pequena escada que levava a uma porta de alumínio que dava na piscina, lá era bem espaçoso, tinha uma TV grande, uma mesa de sinuca, uma de totó e um mini-bar, um espaço bem amplo e no fundo outra TV menor com um vídeo game, ela perguntou se eu queria jogar sinuca e claro aceitei.
Passamos um tempo jogando, vez ou outra rolava uma encoxada pra ensinar ela a segurar o taco, conversamos muito e se divertimos também, ela desistiu do jogo e falou que eu era bom com qualquer tipo de taco, com um sorriso malicioso no olhar, foi até a porta que dava pra piscina e a fechou, me pediu pra ir até a geladeira da casa pegar uma cerveja pra ela, pois no bar da sala de jogos ainda não tinha nada, deixei o taco na mesa e fui .
Voltando vi uma das cenas mais fodas da minha vida, a Karol estava sentada sobre a mesa sem a calça, só de calcinha e com a camiseta e segurando o taco, ela ria pra mim enquanto me chamava com os dedos, não resisti, fui com tudo pra cima dela, peguei pela cintura, a deitei e taquei um beijo de língua, ela agarrou meu pescoço de jeito e retribuiu o beijo de forma bem selvagem e safada, ela deitada na mesa e eu de pé, ela ia levantando minha camisa enquanto me beijava e eu tirei logo de uma vez, coloquei mais força no beijo, coisa que me dava mais tesão porque ficava cada vez mais quente e molhado, deitei sobre ela na mesa e comecei a apertar suas coxas, e nosso beijo era ótimo, duas línguas sedentas de prazer se cruzando loucamente, passando pelos nossos lábios e me deixando cada vez mais louco, perguntei se não tinha problema por causa dos caras da piscina e ela disse que não, que quando foi dar a grana eles já estavam de saída, porém enquanto a beijava sempre via uma sombras se mexerem do lado de fora.
Ela ficou por cima de mim na mesa, eu tentei pegar nos seus seios, ela me deu um tapa na mão e me chamou de safado, começou a morder meu pescoço, depois a lambe-lo, foi descendo para meu peito e me lambeu todo até a barriga, era maravilhosa a sensação que senti naquele momento, eu acariciava seus cabelos enquanto ela descia até meu umbigo, lambia olhando pra mim, mordia com um olhar bem safado.
Sentei e trouxe-a até mim, ficamos bem encaixados segurava a Karol pelas costas e beijava seu belo pescoço enquanto ela inclinava pra trás com os olhos fechados de prazer e me chamando de tesão, a Karol quando transava ficava tipo atriz pornô, até aquela época nunca tinha visto isso em garotas, e não era só pra agradar o parceiro pois pela lubrificação dela percebia que ela estava gostando muito também.
Ela me chamava de vários nomes, me abraçava e me arranhava enquanto estávamos lá, nós dois deitados novamente na mesa, comigo por cima agora apertando suas coxas, sua bundinha linda e mordiscando sua orelha, aquelas coxas, aquela pele branquinha e macia deixava qualquer um louco de tesão, ela se sentou no canto da mesa e me mandou ficar de pé novamente, abriu bem as pernas e pediu pra tirar sua calcinha, levantei uma das pernas dela e fui levantando a calcinha dela, enquanto mordiscava bem suas coxas e ela mordia meus próprios lábios, deixei a calcinha dela presa em só uma das pernas e ela disse:
-Me chupa.
Fui na hora, puxei uma cadeira que tinha ali perto, me sentei e com ela bem aberta na ponta da mesa comecei a passear com minha língua na parte interna das coxas dela e logo estava lambendo a porta da cetinha dela enquanto apertava bem aquelas coxas, claras, grossas e lisas; ela já estava molhada e era delicioso provar, ela gemia baixo enquanto eu lambia bem rápido a portinha daquela buceta molhada, lambia bem rápido e depois comecei a sugar também, sentia todo aquele mel vindo e adorava, tirava minha boca e colocava meu dedo do meio lá dentro, ela já deu um “Ohhhh” mais alto e eu fiquei mais excitado, metia e retirava meu dedo da cetinha dela girando ele a cada tirada, ela apertava o seio direito e com a mão esquerda tocava no seu grelinho lindo, coloquei dois dedinhos dessa vez e comecei a mexer mais rápido e me deleitava com aquela cena, meus dedos dentro e ela se tocando.
Voltei a sugar a buceta dela e ela sempre pedindo mais, tirei a mão dela de cima e comecei a chupar aquele grelinho gostoso, o prendia nos dentes, passava minha língua bem devagar pra sentir cada milímetro dele e depois ficava passando a língua bem rápido sobre ele, prendia entre os lábios e ela já gemia relativamente alto, nessa altura ela já estava toda esparramada sobre a mesa, afastei a cadeira e voltei pra cima dela, agarrei os cabelos dela com uma mão e enquanto a outra deixava dois dedos dentro da buceta dela, voltei a beijar, um beijo bem melado agora, porque adoro dar um beijo desses depois que chupo uma buceta, coloquei minhas mãos dentro da blusinha dela e comecei a acariciar aquelas tetas que me deixavam loucos e ela também adorava ser tocada nos seios, ela tirou um pouco pro lado a alça direita da blusa deixando à teta a mostra, não resisti, comecei a mamar aquele seio de deusa enquanto deixava dois dedos dentro da cetinha dela, mamava feito um bebe no seio dela, parava e beijava –o um pouco, depois lambia ele todo, devagar adorava aproveitar cada parte daquele seio, depois ia no biquinho dele e esticava um pouco com os dentes e ela soltava um “AHHHHHI”, bem safadinho.
Ela pediu pra eu ficar de pé e tirou o resto da blusa, ela ficou deitada na mesa dessa vez virada de frente pra mim, eu colei na mesa, ela abriu minha calça e puxou meu pinto pra fora da cueca, eu logo fiz questão de abaixar a calça e a cueca, depois disso ela agarrou minha bunda e começou um boquete bem gostoso, inicialmente ela fechou os olhos e começou a fazer um pra frente e pra trás bem gostoso com a cabeça, abria os olhos, olhava pra mim e começava, eu a chamava de gostosa e ela não parava, começou a apertar minha bunda com mais força e botava mais velocidade no boquete, era demais, ela largou da minha bunda e agarrou meu pau e apertou com as duas mãos, depois ficou segurando só com a direita, cuspiu tudo em cima da cabecinha e começou a lamber, lambia a cabecinha, depois lambia tudo, da base até a ponta, colocando muita força na língua, falava que eu tinha um pauzão gostoso e que estava adorando, ela cruzou as mãos em cima da bunda e deixou a boca aberta, eu logo saquei, agarrei com carinho a cabeça dela e coloquei minha rola dentro, no começo eu ficava forçando a cabeça dela pra frente e pra trás, mas depois comecei a fuder a boca dela, ela ficava de olhos abertos olhando fixamente pra mim, enquanto eu metia e tirava da boca dela, estava cada vez mais excitado e bombava mesmo,ela começou a grunhir como se estivesse engasgada, mas nem liguei, continuava bombando aquela boca relativamente rápido, nisso ela pegou uma das mãos e começou a bater na minha virilha, tirei meu pau e ela estava quase engasgada mesmo, cuspiu tudo na cabeça do meu pau, eu virei ela e meti meus dois dedos na buceta dela, e dessa vez mexi bem rápido, mexia forçando pra cima pra ver se ela sentia o grelinho enquanto eu colocava meus dedos violentamente, eu mexia e dessa vez ela apertava os dois seios, mexia cada vez mais não queira nem saber, sentia a danada cada vez mais molhada e quando vi ela já tava toda gozada e como eu mexia bem rápido o melzinho dela já estava todo espalhado pelas coxas e pela mesa, ela deu um suspiro bem alto e virou o rosto de lado ofegante, ela sentou na mesa me puxou pelo pescoço, beijou e mordeu meus lábios.
A Karol ficou de pé, me agarrou pelo pescoço e cruzou as pernas na minha cintura, eu encostei na parede e beijava loucamente, as pernas dela voltaram pro chão, eu ergui a esquerda com a mão e tentei encaixar meu pau enquanto ela beijava, nem liguei de estar sem camisinha e meti assim mesmo, ela levantou a outra perna e eu agarrei, segurando ela por debaixo das duas coxas e com ela agarrada em mim pelo pescoço comecei a meter aquele buceta quente, e bem molhada, ela começou a gemer mais, me chamando de “meu macho” e falando que minha pica a preenchia toda, parei de meter e com ela agarrada em mim voltei a mamar seus seios e aperta-los bastante, ela dizia:
- Não para, chupa com força meus peitos, eu quero muito ser sua vaquinha.
Já que ela disse, chupava e mordia com força, ela gemia alto e eu nem queria saber se tinha alguém do lado de fora ou não.
Ela pediu pra eu parar um pouco e se afastou, ligou o ventilador de teto e apoiou os cotovelos na borda da mesa e me chamou com o dedinho, ficou bem estiradinha, eu a agarrei pela cintura, e encaixei meu pau com a mão
-Ahhhhhhh delicia, enfia essa rola toda em mim meu tesão.
Eu entrei e deixei ele quase todo lá dentro e agarrei os seios dela, ela jogou a mão pra trás me pegou pelo pescoço e me deu um beijo, ela colocou novamente os cotovelos na mesa, ficando de 4 bem linda pra mim, eu pousei minhas mãos sobre a bunda dela e comecei a meter, dessa vez a penetração era bem profunda, comecei bem devagar e ouvia ela sussurra:
-Vai, amor, delicia, me fode toda.
Isso me endoidava, comecei a bombar aquela buceta cada vez mais rápido, ela tinha deixado a timidez de lado e estava gemendo bem alto como da outra vez na casa dela,dava tapinhas na bunda dela e ela gritava, a posição era muito boa e ela gemia muito, sentia aquela buceta cada vez mais molhada e latejante, ela olhava pra trás com o cabelo já jogado no rosto, mordia os lábios enquanto olhava pra mim e apertava os seios, eu delirava, me deixava louco aquilo, parei de bombar nela e deixei meu pau dentro e pedi pra ela mexer, ela deu várias reboladas bem gostosas e toda vez que parava eu enchia a mão e dava vários tapas da bunda dela, com certeza se os caras da piscina estivessem lá eles teriam ouvido aqueles tapas, ficaram até as marcas da minha mão, mas ela gritava:
-Bate que eu gosto.
Ela parou de rebolar e começou a fazer o pra frente e pra trás sozinha apoiada na mesa, fiquei mais louco ainda, vendo aquela deusa de cabelos negros e pele clara se batendo no meu pau sozinha enquanto eu só olhava, por um momento não acreditei e pensei que estava sonhando.
Já estava muito louco, foi quando pedi pra ela parar, estiquei todo o tronco dela sobre a mesa deixando pra fora só da cintura pra baixo, ela ficava com a cabeça e com os seios encostados na mesa, abri bem as pernas dela, mais do que já estavam.
-Agora você vai ver o que é bom danada.
Peguei bem a cintura dela, apertei com vontade, coloquei meu pau dentro e comecei a mandar ver, bombava bem rápido e só ia aumentando a velocidade, eu lembro bem do sorriso na face dela essa hora com o rosto colado na mesa e isso me excita até hoje, bombava cada vez mais, respirando rápido, eu não queira saber mais de nada, só de bombar aquela buceta bem rápido e cada vez mais forte.
Ela gritava nem gemia mais, falava muitos palavrões estava completamente louca e eu também, já não sabia mais de nada, estava olhando pro teto, suando e metendo feito um animal maluco, o barulho dos nossos corpos molhados era alto e minhas bolas sempre batiam na porta da buceta dela quando eu metia, ela gritava loucamente e eu cada vez mais excitado, meu quadril batia com violência contra ela que chegava até a doer em mim, comecei a gritar também, estava que nem um louco, mas estava bom demais, der repente ela solta um grito mais alto, sinto o corpo dela amolecer e meu pau completamente encharcado dentro daquela buceta, ela tinha gozado muito e estava até pingando no chão, encaixado nela a abracei por trás e dei uma respirada, estava muito cansado, mas queria mais, deixei a Karol na mesma posição e coloquei meu pau no cú dela, ela gritou, eu enfiei tudo bem devagar, depois fui tirando e quando ia entrar dava um tranco bem forte pra entrar com tudo, fui tirando e colocando assim por um bom tempo e ela chegou até a chorar de dor, mas pediu pra não parar, fiquei um bom tempo castigando aquele cú e ela gritava cada vez que eu entrava, eu tava bem cansado e deitei no chão pra descansar um pouco, a karol ficou um tempo estirada na mesa, depois ela veio e disse:
-AGORA É MINHA VEZ.
Se encaixou no meu pau e começou a cavalgar, ela subia e descia muito no meu pau, eu tava morrendo mas não podia negar fogo, mesmo ofegante agarrava as coxas dela enquanto ela subia e descia, era mágico a ver subindo e descendo no meu pau com as mãos segurando o cabelo ver aquelas tetas mexendo aquele piercing no umbigo balançando, ela inclinou o corpo pra frente apoiando as mãos no chão e começou a mexer só o quadril bem rápido bombando meu pau, pirei de vez, adorava aquilo, eu cara a cara com ela enquanto aquela safada castigava meu pau com a buceta, ela se virou e ficou sentada de costas no meu pau, subindo e descendo ainda, sem cansar de cavalgar em mim e me chamando de cavalo, já estava fora de mim, ela voltou a ficar de frente a abraçada comigo agora começou a mexer de novo naquela tortura safada, eu ficava buzinando seus seios enquanto ela ficava naquele vai e vem, até que ela começou a rebolar naquela posição, não agüentei e gozei muito dentro da buceta dela.
Ficamos abraçados um tempo no chão, sem falar nada só apertando bem forte um contra o outro, ela levantou e disse:
-VAMOS PRA SALA .
Nem fiz cerimônia, chegando lá ela se jogou bem aberta no sofá e esticou os braços como se fosse pra mim abraça-la e disse bem sexy:
- VEM.
E eu fui, beijei, apertei, lambi, fiz de tudo no corpo daquela safada e ela também em mim, me arranhava muito e até me mordia, eu a virei e fiquei por baixo,e com a cabeça encostada no sofá ela sentada em cima de mim ficou pressionando os seios na minha cara, me acabei ali, apertava muito os dois, lambia muito,mamava querendo muito colocar os dois na boca de uma vez, apertava mais e ela colocava a mão dela sobre a minha pra apertar junto, deitei ela no chão novamente e comecei a mamar aquelas tetas, ela disse pra eu mamar o quanto quisesse enquanto meu pau subia de novo, e fui mesmo, metia a boca com tudo nos peitos enquanto apertava aquele rabo gostoso, ela dizia muitas sacanagens pra mim, meu pau já estava meio duro e ela resolveu fazer um 69, com aquela boca macia e gostosa não demorou muito pro meu pau ficar duro de novo apesar de estar doendo bastante, sugava sem dó dessa vez a buceta dela que derramava mais mel sobre meu rosto, fiquei sobre ela no chão, abri bem as pernas dela me apoiei e comecei a meter novamente, ela se agarrou em mim e só gemia, gemia alto.
-VAIIIIIIIII, CANALHA, METE COM VONTADE, NÃO OUSE PARAR POR NADA VIU, OHHHHHH.
Troquei a posição e comecei a meter de ladinho nela e ela adorava, levantava a coxa dela e metia sem dó e ela parecia não estar nem um pouco a fim de parar, meti muito com ela ainda deitada, sentei sobre ela apoiando-me sobre meus joelhos que ficavam do lado do seu corpo e com o sol entrando pela janela em nós dois coloquei meu pau entre os seios dela que ela pressionava só de ter cruzado os braços, nem precisou forçar com as mãos, ela esticava bem os braços e eu comecei a fuder entre aqueles seios maravilhosos, meter naqueles peitos era ótimo, bem quente e bem apertado, fiquei um bom tempo lá, depois disso coloquei a cabeça do meu pau sobre o grelinho dela e comecei a roçar bem rápido, ela gemia e se contorcia toda, até que só vi aquele melzinho lindo saindo da buceta e ela esparramada de cansaço, voltei a meter nos seios dela e dessa vez ela pressionava um contra o outro usando as mãos, não agüentei muito gozei de novo e melei toda a cara dela que não pensou duas vezes lambeu e engoliu tudo.
-Adoro provar seu leitinho morno.
Ficamos um tempo abraçado no sofá conversando sobre nossa transa, quando percebemos já eram quase 5 horas, ela disse que tinham dois banheiros na casa e que seria bom tomarmos um banho logo pra voltar e assim fizemos, eu tomei logo um banho limpei o pau e me sequei com uma toalha que tinha lá, ela demorou um bom tempo, disse que pra mulher era mais embaçado o banho depois de foder, vestiu a roupa mas disse que ia voltar sem calcinha porque estava toda melada, demos uma limpada na mesa e no chão da sala de jogos e da sala, me vesti, trancamos a casa e fomos embora, na volta conversei com ela sobre o lance de termos feito sem camisinha, ela disse pra não me preocupar porque ela estava saudável e que também ia tomar pirula, eu disse pra ela ficar de boa também, já que a última vez que tinha metido sem camisinha foi com ela e com a minha prima mesmo, ela riu e voltamos pra casa.
Karol me deixou na porta da casa dos meus tios, me desejou feliz ano novo e disse que ainda esperava me ver na volta, eu taquei um belo beijo nela e ela se foi, entrando em casa só minha tia e a Ty vendo TV, conversamos um pouco e fui me deitar, estava morto, a Ty ainda veio e ficou do meu lado falando sobre o dia dela e perguntou o que eu tinha aprontado com a Karol, simplesmente disse você já deve saber, ela riu me chamou de safadinho e foi deitar.
Bom, essa é a segunda parte das minhas férias, em breve estarei publicando o fim, espero que tenham gostado.



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Ficha do conto

Foto Perfil mad_guy
mad_guy

Nome do conto:
A Prima Ticynha Pt.2

Codigo do conto:
14989

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
07/01/2012

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0

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