PAINHO: DELÍCIA DO MAR 04

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Depois que Piaba e Ricardo saíram, preparei minha rede, tomei um banho e deitei. O sono não chegava. Comecei a sentir remorso e medo. Pensava em painho e um sentimento de culpa e arrependimento tomou conta de mim. Tive até vontade de chorar... mas depois, cheguei à conclusão de que não devia sentir aquilo pois foi o próprio painho quem convidou Piaba a participar de nossas intimidades. Decidi que contaria tudo assim que ele chegasse. Dormi.
Acordei com o barulho dos pescadores na frente da casa de Piaba que se organizavam para voltar ao mar. Abri a janela e vi quando eles se encaminhavam para o local onde o barco estava atracado. Porém, achei estranho que Ricardo não estivesse entre eles, pois sempre os dois filhos de Piaba acompanhavam o pai até o barco ajudando a levar o material de pesca e outras coisas que os pescadores utilizavam durante os dias que passavam no mar.
Piaba notou que eu os olhava e me chamou atenção também o jeito como ele reagiu: desviou rapidamente o olhar e apressou os passos. Rogério, que vinha logo atrás do pai, percebeu e olhou em minha direção. Foi aí que fiquei ainda mais cabreiro. O rapaz lançou-me um olhar e sorriu com certa malícia. Fechei a janela e voltei a deitar...
Mais tarde, acordei e comecei os afazeres normais do dia-a-dia. Não vi nenhum dos gêmeos... nem mesmo escutei suas vozes. Chegou a tarde... Anoiteceu... E, na hora costumeira, deitei-me e logo adormeci. Horas depois, despertei com uns leves batidos na janela que ficava próxima à minha rede.
_ Quem é?
_ Sou eu, Nilsin... o Ricardo. Abre aqui...
_ Já vou! Deixa eu acender a lamparina...
Mal abri, Ricardo pulou para dentro e sorriu.
_ Égua! Faz é tempo que estou batendo!
_ Ora... Eu estava dormindo...
_ Pensava que eu não vinha era? Mas eu cheguei na horinha que eu marquei!
_ Como é? Marcou com quem, doido? Eu não vejo você desde aquela vez!
_ E o papel?
_ Que papel?
_ O papel... o bilhete que eu botei por baixo da porta?
Eu fiz uma cara de espanto e dúvida, e fui até a sala. Realmente tinha um papel no chão. Abri e li: “Não consigo esquecer o que fizemos, mas com meu pai não deu pra curtir legal. O pessoal daqui dorme cedo. Espera por mim meia noite. Se não quiser repetir, não tem problema. Mas pelo menos me espera pra eu poder saber a resposta. Cardinho.”
_ Não tinha visto...
_ Ah! Por isso, então...
Olhei pra ele e rimos.
_ Ricardo, aconteceu alguma coisa depois que vocês voltaram pra casa?
_ Não.
_ Você falou pro Rogério?
_ Porra... Claro que não. Eu não prometi que ficaria na minha? Por quê?
_ Achei seu pai estranho e o seu irmão olhou pra mim de um jeito... sei lá... diferente. Na hora que eles foram ao barco. E por que você não foi junto?
_ Porque não tinha o que levar. Muita coisa já estava no barco. E deve ter sido impressão sua. O pai nem tocou nesse assunto. E eu até pensei que ele ia ficar diferente comigo... mas ficou normal. E o mano... sei lá! [Risos]
_ Ah! Contou! Eu sabia que você ia contar!
_ [Risos] Não contei! Juro, Nilsin! [Risos] Égua, cara... Acredita!
_ Então por que riu?
_ Por nada! [Risos]
_ Anda... conta!
_ Nada! Tô falando... Ele não sabe! [Risos] Se soubesse...
_ Se soubesse...?
_ [Risos]
_ Se soubesse...? Fala, Ricardo!
_ [Risos] Porra, Nilsin! É foda!
_ Tá. Tudo bem... Então, tchau! Vou dormir!
_ Espera... Pô! Certo... Eu falo!
_ Fala!
_ [Risos] Eu acho que o mano é afim de você! Mas eu “acho”... não tenho certeza!
_ Afim como? Gosta de mim?
_ É! Eu andava desconfiado... Já tinha flagrado umas coisas... Eu tenho quase certeza! Mas claro que ele nunca ia dizer isso pra mim! Na minha frente ele é todo machão... dá uma de garanhão! Mas, só pra você ter uma idéia, ele nunca trepou. Eu já tinha trepado com umas garotinhas, e tal... Mas ele...? Nunca! E só teve uma namorada!
_ E por qual razão você desconfia que o Rogério gosta de mim?
_ Ah... Muita coisa! O jeito que ele olha quando você passa. Quando a gente está jogando bola, na praia... Caralho! Várias vezes, eu notava o jeito dele... assim, lesado olhando você passar. E quando você fica fazendo carinho no seu pai... ele fica meio irritado e sai de perto. Nunca reparou, não?
_ Não! [...] Ah! É impressão sua!
_ É? E olhando, escondido, você tomar banho?
_ Como é que é?
_ [Risos] Já dei dois flagras! [Risos] Mas ele sempre desconversava!
_ [?]
_ Tenho quase certeza!
Comecei a rir e fui caminhando de volta ao quarto. Ricardo me agarrou e ficou me roçando. Deu um assopro que apagou a lamparina e chegou pertinho do meu ouvido...
_ Mas enquanto ele cria coragem de “chegar junto”... o maninho dele vai antecipando o serviço! Irmão é pra essas coisas, né?
_ Ainda mais gêmeos, não é? Pra mim, seria com trocar seis por meia dúzia! [Risos] Vocês são iguaizinhos em tudo, tudo, tudo?
_ De corpo... Melhor: de pica – que é o que interessa – a gente é idêntico! Mas de safadeza... modéstia a parte... eu dou de dez a zero! [Risos] Mas isso... você ensina pra ele! Pra safadeza, não tem professor melhor que você! Só de trepar com o próprio pai, trepar com o amigo do pai junto com o filho... [Risos] E ainda fazer o outro filho ficar “com os quatro pneus arriados”... Quem pode ser mais safadinho?
_ Issssssss...! Hummm...! E o que é isso tão duro que você está esfregando na minha bunda, heim?
Ricardo me empurrou contra a parede, abriu as pernas e começou a apertar com força a pica na minha bunda. Ele respirava forte ao pé do meu ouvido e enfiava a língua em minha orelha...
_ Isso que estou esfregando?
_ Ahhhh...! Sim...
_ Por quê? Está ruim?
_ Não... Está ótimo!
_ Ótimo? Issss...! Tá não! Só tá bom! Ahhh...! Ótimo vai ficar agora!
Ricardo, numa rapidez impressionante, baixou meu calção até os joelhos e, com os pés, levou-o até meus tornozelos. Ao mesmo tempo, baixou a sua bermuda e pôs o pau, direcionado para cima, encaixado no meio de minha bunda. Apenas abaixando a face, soltou uma boa quantidade de saliva que caiu certeira em sua pomba... que continuava encaixada. Começou a roçar a rola... subindo e descendo... e, apertando meu corpo contra a parede, gemia, lambia e dava leves mordidas em meu pescoço...
_ Agora... ficou melhor?
_ Ahhhhhhh...! Ficou! Ficou!
_ Mas pode melhorar ainda mais, não pode?
_ Pode! Ahhhhhhhh...!
_ Vem cá!
Ricardo me pegou pela mão e fomos em direção à cozinha. Apesar da escuridão, era possível enxergar nossos corpos pois as brechas entre as paredes e o teto da casa deixavam a luz da lua entrar. E esse ambiente de penumbra deixava aquele momento ainda mais excitante.
Olhei para a rola de Ricardo e ela apontava para cima, muito dura, e chegava e dar uns latejados de tão excitado que ele estava. De repente, Ricardo encostou-me à mesa e me agarrou de frente, esfregando sua rola à minha... Começou a lamber meu pescoço e, para minha surpresa, colou sua boca à minha e enfiou sua língua entre meus lábios para começarmos, assim, um delicioso beijo. Não foi um beijo curto... e foi pouco a pouco ficando descontrolado... e nossos paus começaram a babar.
_ Chupa minha rola, Nilsin... Chupa!
Ele deu um pulo e sentou sobre a mesa... Segurou a rola...
_ Vem!
De primeira, enfiei aquele pau inteiro na boca e ele segurou minha cabeça por uns segundos fazendo escorrer muita saliva...
_ Isssssssssss...! Isso, Nilsin! Ahhhhhhhhhh...!
_ Ahghghhhh...! Que rola gostosa!
_ Mama gostoso, vai! Ahhhhhh...! Isso! Mama! Ahhhhhhhh...!
_ Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Delícia! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...!
_ Chupa meus ovos! Isssssssss...! Gosta de engolir as bolas, gosta? Uhhhhhhhh...! Safadinho! Isssssssssssss...!
_ Gosto! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Gosto muito! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...!
Empurrei o corpo dele, fazendo-o deitar e levantei suas pernas... Comecei a lamber por debaixo do saco e passei a língua sobre suas preguinhas...
_ Ahhhhhhhhhh...! Coisa boa, Nilsin!
Comecei a pincelar o cuzinho de Ricardo e segurei sua rola, punhetando-a.
_ Ahhhhhhh...! Que coisa boa! Ahhhhhhhhh...! Safadinho! Ahhhhhhh...!
Enfiei a língua em seu cuzinho e Ricardo estremeceu. Pôs as mão em minha cabeça e foi puxando-a contra si.
_ Isssssss...! Enfia essa língua inteira, Nilsin! Issssssssss...! Que delícia! Ahhhhhhh...!
_ Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Cuzinho gostoso! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Gostoso demais!
Ricardo começou a piscar e eu enfiava a língua cada vez mais rápido...
_ Vem... Senta aqui!
Subi sobre a mesa e Ricardo começou a chupar minha rola, mas logo parou...
_ Fica de quatro, Nilsin!
Fiquei como ele pediu e abri as pernas deixando minha bunda bem empinada. Ricardo puxou meu cacete para trás e começou a chupá-lo, alternando entre o pau, o saco, e o cu.
_ Ohhhhhhhh...! Assim, Ricardo! Delícia! Uhhhhhhhhhhh...! Ohhhhhhhhhhhh...!
_ Abre a bunda!
Encostei o rosto no tampo da mesa e levei as mãos até minha bunda. Arreganhei o máximo que pude...
_ Ummm...! Ummm...! Que cuzinho gostoso! Ummm...! Ummm...! Ummm...!
_ Isso! Mete a língua bem fundo! Ahhhhh...! Ahhhhhhhh...! Ahhhhhhhhh...!
_ Aperta minha língua! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ai, coisa gostosa! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Ummm...!
_ Ahhhhhhhh...! Assim... Uhhhhhhhhhhhh...!
_ Fica de quatro aqui no chão... Vem! Quero meter minha rola nesse cuzinho!
_ Vem! Mete gostoso! Vem! Ahhhhhhhhhhhh...! Deixa um pouco dentro!
_ Hummmmmm...! Que cuzinho quentinho! Meu pau tá latejando... Tá sentindo?
_ Tô! Isssssssssss...! Que delícia!
_ Delícia, nada! Delícia é assim... Toma!
_ Aiiiiiii...! [Risos] Safado!
_ Toma!
_ Huuuuuu!!! Que coisa gostosa! Soca bem forte... Vai! Aiii! Isso! Aiii...! Aiii...! Aiii...
_ Toma! Toma! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Cu gostoso! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...!
_ Aiii! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Mete forte! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Mais! Uhhh! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...!
_ Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Gosta da minha pica? Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Gosta? Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...!
_ Gosto! Aiii! Isso! Fode! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Mais! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...! Ahh...!
_ Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Delícioso esse cu! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Vou gozar! Vou encher esse rabo de gala! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...!
_ Goza! Goza! Isso, me punheta! Ahhh! Isso! Vamos gozar juntos! Isso!
_ Vou gozar agora! Goza, vai! Goza, Nilsin! Uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...! Isso, goza! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...!
_ Tô gozando! Isssssssssssssssssssssss...! Ahhh...! Hummmmmmmmmmmmmmmm...!
_ Porra, Nilsin! Você acabou com minhas forças! [Risos]
_ E você acabou com minhas pregas! [Risos]
_ Mas foi gostoso, não foi?
_ Delicioso!
Ricardo voltou a me beijar e em seguida foi embora. Fiquei nas nuvens e em seguida comecei a pensar sobre o que ele tinha falado a respeito do irmão Rogério. Adormeci.
No dia seguinte, acordei mais tarde que o normal. Após tomar um banho e comer alguma coisinha, fui à venda do seu Tonho fazer umas comprinhas. Lá encontrei a tia – mulher de Piaba – que esperou por mim para que eu a ajudasse com umas sacolas.
Já chegávamos à sua casa...
_ Oh, Nilsin... Obrigado meu filho!
_ Que é isso, tia!
_ Estou num sufoco! Tenho umas costuras pra terminar, e o Piaba ainda foi inventar de levar o Ricardo com ele!
_ O Rogério, a senhora quer dizer!
_ Não... o Ricardo mesmo! O Rogério não gosta dessas pescarias... Passa mal todas as vezes!
Eu fiquei em choque. A tia gritou:
_ Rogério! Oh, Rogério!
Ele apareceu na porta...
_ Oi, mainha?
_ Pegue aqui essas sacolas que o Nilsin está segurando...
Ele me olhou desconfiado, sorriu... Eu então falei com a tia, mas olhando pra cara dele:
_ Ah... Então o Ricardo foi com o tio?
_ Foi! [...] Esse aí tem umas histórias de vomitar!
Ela entrou e ele olhou pra mim rindo... Eu ri também e disse baixinho:
_ Cachorro!
_ Ser gêmeo tem dessas vantagens...
_ E como você sabia do que tinha acontecido?
_ Quando o pai pulou sua janela, eu vi... fiquei meio curioso e resolvi ir "curiar"... Fiquei escondidinho, quietinho... e escutando tudo... [Risos] Quando pensei que a coisa tinha acabado, chega o mano... Claro que continuei lá! [Risos] Só saí depois que os dois foram embora...
[Risos]
_ Cretino!
_ Olha... mas eu fiquei muito puto! Nilsin, o que eu falei era verdade, viu?
_ O quê?
_ Que sou afim de você...
_ Agora é difícil de acreditar...
_ Então, mais tarde eu vou lá... e provo!
[Risos]
_ Dessa vez... me espera! No mesmo horário!
_ Vou pensar no seu caso!
_ Vai me esperar sim... seu gostoso! Quero você só pra mim!
Foto 1 do Conto erotico: PAINHO: DELÍCIA DO MAR 04


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Ficha do conto

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Nome do conto:
PAINHO: DELÍCIA DO MAR 04

Codigo do conto:
13710

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/09/2011

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