Édipo Rei

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Até hoje não entendo bem o que aconteceu, as lembranças que tenho desse dia são apagadas e por vezes até irreconhecíveis, eu contava com 20 anos, sou filho único, meu pai viaja muito devido ao trabalho e acabo por passar a maior parte do tempo com minha mãe, foi em um desses intervalos entre uma viagem e outra que o inesperado aconteceu, a mais o menos um mês atrás aconteceu algo de fantástico em minha vida é claro que tudo não acorreu de uma hora pra outra desde os 18 anos eu sentia um imenso tesão pela minha mãe só não tinha coragem de assumir ela é uma morena de 45anos, aproximadamente 1,65m, seios médios e é dona de uma bunda extremamente gostosa, ela nunca teve problemas em trocar de roupa em minha frente, procurava evitar mais quando não dava trocava, como eu disse passei a sentir tesão por ela aos 18 anos, pois até então nuca tinha olhado para ela com outros olhos, mais foi numa noite em que estávamos sozinhos em casa que eu pude perceber o quanto ela era gostosa lembro de Ter entrado no seu quarto para lhe perguntar algo mais não cheguei a dizer nada pois ao entrar me deparei com ela deitada de bruços dormindo tranqüilamente, ela estava com uma camisola curtinha que deixava a amostra o encontro de suas coxas com sua bunda, a linha que separa o possível do inimaginável, lembro que nesse momento eu parei na porta e fiquei admirando a cena, o fato dela estar sem calcinha me excitou mais ainda meu pau respondeu na hora, senti um puto tesão uma vontade de passar a mão, de beijar e principalmente de socar a pica naquele rabo, mais me contive pois senti medo também, medo dos meus sentimentos até então totalmente desconhecidos, sai dali com peso na consciência e com o pau na mão, não resisti e fui pro meu quarto e bati a mais gostosa punheta da minha vida não sabia que era possível alguém gozar tanto. A partir daquele dia passei a aproveitar todos os momentos possíveis em que pudesse ver minha mãe nua ou de calcinha ela sempre tomava banho por volta das seis da tarde quando esse horário se aproximava eu corria pro quarto dela e ligava a televisão pra desfasar, ela sempre tirava a roupa na minha frente mais nunca a calcinha, evitava ao máximo fazer isso, mais um certo dia eu não entrei no seu quarto esperei primeiro que ela entrasse e encostasse a porta logo depois eu encostei e olhei pelo buraco da fechadura, vi ela tirar a blusa e o short, sua calcinha era larga mais sexy, e tinha alguns bichinhos desenhados eu tratei de botar logo o pau pra fora e me preparar para uma deliciosa punheta, seus peitos eram médios mais tinham bicos enormes mais o melhor de tudo foi quando ela tirou a calcinha ela estava de costas para porta fazendo aquele movimento natural de se curvar para retirar mais facilmente a calcinha pude ver perfeitamente sua bunda suas coxas, e imaginei como seria meter naquele cú e apalpar aqueles seios... Quando minha mãe se virou para porta a principio tive medo dela me descobrir mais o medo foi logo embora quando olhei para aquela buceta peluda e gostosa, sua buceta era grande e os pelos provavelmente sairiam pelas bordas de qualquer calcinha, o telefone tocou, me assustei, mais minha mãe se virou e o atendeu, ele ficava do lado da cama portanto ela permaneceu na minha linha de visão e pelo teor da conversa (era minha tia), eu sabia que ela ia demorar horas, já que as duas costumam ficar horas no telefone, e portanto eu poderia ficar ali por um longo tempo, deixei minha imaginação me levar e me imaginei comendo aquela bunda deliciosa que estava virada para mim, imaginei como seria enrabar aquela mulher, como seria faze-la gozar, chupar sua boceta e socar no seu cú, meu tesão era imenso, olhar para aquela bunda e não poder toca-la era um castigo, passei horas segurando meu tesão e olhando para aquele corpo, quando ela desligou o telefone e foi pro banheiro entrei no quarto, sua calcinha estava encima da cama a pequei e levei ao nariz, seu cheiro ainda estava nela, levei sua calcinha em direção ao meu pau e pressionei ela na cabeça dele quase gozei, bati uma punheta ali mesmo, no quarto dela, passando o pau na calcinha dela, acabei por sujar todo o chão o tesão era imenso, bater uma punheta ali com ela no banheiro podendo sair a qualquer hora, me deixava mais alucinado ainda, tentei limpar o chão mais é claro que não deu tempo, ficou umas manchas que provavelmente ela perceberia, mais não deu tempo de pensar nisso logo ela saiu do banheiro e eu corri pro meu quarto. Depois daquele dia eu percebi um tratamento diferente... Certo dia estávamos sós em casa na cozinha quando minha mãe inventou de ‘’lavar algumas peças de roupas acumuladas’’, palavras dela, já que meu pai iria chegar no dia seguinte de viajem com muita roupa suja. Pediu que eu trouxesse todas minhas roupas sujas, que por sinal eram muitas, e começou a lava-las no tanque para depois jogar na maquina de lavar, eu estava sentado na mesinha da cozinha comendo alguma coisa (era por volta das 4 da tarde), ela ficou de costas para mim enquanto lavava a roupa, usava uma blusa longa e uma calça de ginastica apertada, se movimentava com o objetivo de esfregar melhor as roupas o que me possibilitava uma visão tentadora de sua bunda ( ela tem os quadris grandes e umas pernas que combinam com eles), para minha felicidade ela tirou a calça e ficou lavando a roupa só de blusa e calcinha com a desculpa de não poder molhar a calça já que iria para academia logo depois. O que se viu a seguir foi um dos momentos mais excitantes da minha, ela ali na minha frente a poucos metros e com a bunda (objeto do meu maior desejo) a amostra, ela esfregava as roupas com movimentos de vai e vem fazendo a blusa subir e descer, hora tampando hora mostrando sua deliciosa bunda e me deixando louco meu pau faltava explodir dentro da meu shrot, sua calcinha era relativamente larga mais devido aos movimentos bruscos acabou por entrar uma parte dentro da sua bunda, eu quase não aquentava mais queria bater uma punheta ali mesmo, como eu queria comer aquele cú grande e gostoso, mais o melhor ainda estava por vir, ela pegou um balde para colocar as roupas de molho de modo que quando ela abaixava para colocar a roupa no balde que estava embaixo do tanque ficava quase de quatro, e eu podia ver a marca que sua vulva fazia na sua calcinha, e passei a entender porque ela evitava ficar nua na minha frente sua boceta era enorme ( como já poderá constatar antes ), não arregaçada, apenas grande na mesma proporção que sua bunda, não tinha como não desejar uma mulher daquela, eu me deliciava com cada roupa que ela colocava no balde e as vezes ela virava para pegar alguma peça e eu desfasava abaixava a cabeça e fingia que estava comendo mais eu acho que ela percebeu, com um movimento lento puxou a calcinha que estava socada no cú e a colocou na posição normal, o que poderia ser um mal sinal acabou por se tornar um sinal positivo pois quando ela puxou a calcinha para retira-la do cú eu pude ver perfeitamente todo seu cuzinho já que ela demorou para posiciona-la novamente no lugar certo demorando uma eternidade pra voltar e deixa-la no lugar normal, mais não voltou a tardar, novamente a calcinha enterrou no seu cú e ficou no lugar ‘’correto’’, estando ali no lugar onde deveria estar meu pau, ela se virou e me pegou olhando para sua bunda novamente, me perguntou se eu estava com fome pois estava comendo a horas, eu disse que sim, ela me disse que eu poderia comer o resto do bolo que estava na geladeira, mal sabia ela (ou sabia) que eu queria comer outra coisa bem mais gostosa que qualquer bolo, levantei e fui em direção a geladeira nesse pequeno intervalo pensei será que ela sabia que eu a desejava que eu queria come-la, já que me tinha me flagrado inúmeras vezes olhando para sua bunda, ou para sua boceta quando ela sentava no sofá de pernas abertas ? Voltei pra mesa da cozinha e fiquei pensando nisso, não tirando é claro o olho da sua bundona na minha frente. Estava decidido iria bater uma punheta ali mesmo, olhei para trouxa de roupa e vi que ainda tinha um número considerável de peças corri pro meu quarto e tirei o short e a cueca e botei uma bermuda longa voltei pra cozinha, de bermuda mais sem cueca, lembro dela Ter me perguntado por que eu tinha trocado de roupa eu desfasei e disse que iria sair logo mais, o pano da mesa era longo não permitindo que ela vise o que eu estava fazendo por baixo da mesa, não usei as mãos para não dar bandeira somente ajeitei meu pau de um modo a ficar pressionado entre minhas pernas, enquanto minhas mãos ficavam livres por cima da mesa como se nada estivesse acontecendo, pressionava minhas coxas no meu pau gozei ali atrás dela sem ela perceber o que acontecia sujei a bermuda e minhas pernas olhando pra aquela bunda maravilhosa e pra aquela calcinha que parecia como o meu pau sempre estar querendo entrar no rego da minha mãe, terminei de comer o bolo lentamente para dar tempo dela terminar de lavar a roupa, quando ela terminou se virou para pegar sua calça que estava atrás dela, pareceu esquecer que sua calcinha branca estava molhada na frente e eu pude rapidamente ver o contraste dos pelos de sua buceta intensamente negros que por sinal saiam pela borda da calcinha antes dela vestir a calça, é claro que quinze minutos depois meu pau já estava duro de novo e a pora já tinha secado em minhas pernas. Ela se virou e disse que iria junto comigo até embaixo do prédio já que ela iria para academia, eu perguntei para que, e ela retrucou: você não disse que ia sair, eu disfarcei, a sim claro, ela ficou de pé esperando que eu levantasse e colocasse o prato na pia, fiquei com vergonha de levantar pois meu pau ainda estava duro como uma barra de ferro, ainda mais depois de Ter visto os pentelhos da sua boceta, levantei de vagar mais não teve jeito ela viu o volume que fazia o meu pau na bermuda, tentou fingir que não tinha visto coçou o pescoço se virou e fingiu que pegava um suco na geladeira, dizendo: nossa tá quente aqui, tem feito muito calor esses útimos dias ! E eu, ah... pois é, é o verão mais logo logo deve chover. E ela: a tomara. Nessa epoca eu já contava com dezesseis anos, era punheta atrás de punheta aproveitando todas as situações em que pudesse vela totalmente nua mesmo que de forma rápida, olhando pelo buraco da fechadura, ou vendo sua bunda gostosa dentro shortes apertados enquanto ela lavava louças, shortezinhos que ela só usava quando estava em casa e sem visitas, só com meu pai e eu. Minha tia venho nos visitar no aniversario de 45 anos da minha mãe, ela meu primo pequeno, e minha vó, claro que meu pai não estava em casa, pois minha tia detesta ele, tenho certeza que ele come outras mulheres nessas viagens que ele faz de mês em mês. Elas beberam até anoitecer quando minha vó e tia decidiram ir embora era por volta de dez da noite minha mãe tinha bebido demais mais não a ponto de perder os sentidos estava cansada e disse que tomaria um banho e iria dormir, eu falei que tudo bem que iria fazer um suco e levaria pra ela na cama ela sorriu e foi pro seu quarto. Fazia calor e era seu aniversario talvez por isso ela não tenha estranhado quando eu disse que levaria um suco pra ela na cama, no dia anterior tinha arrumado com um amigo uns calmantes, . Minha mãe estava cansada mais bem acordada, então preferi usar os calmantes pra fazer ela apagar de vez, levei o suco na sua cama ela estava deitada assistindo tv coberta com um lençol ( apesar do calor), sentei ao seu lado na cama e tomei o suco com ela, alguns minutos depois fingi estar com sono e disse que iria dormir ela me desejou boa noite dei um beijo no seu rosto e sai do quarto, fiquei no meu quarto esperando o remédio fazer efeito, tomei um banho de pau duro e vesti um short folgado sem cueca, ainda de pau duro, decidi ir ver se as drogas já tinham dado efeito atravessei o corredor nervoso, e com o pau duro dentro do short, a luz do seu quarto estava desligada só o abajur iluminava o ambiente, chamei: mãe, mãe, mãe ela não respondeu, toquei no seu ombro ela não se mexeu, levantei o lençol e me deparei com aquela camisolinha de dois anos atrás, meu pau latejava, não acreditei quando vi, liguei a luz do quarto queria vê-la perfeitamente fui em direção a cama ela, dormia profundamente, subi na cama e levantei sua camisola ela estava usando uma calcinha preta e estava com os peitos a amostra, com seus mamilos grandes e pontudos, brinquei um pouco com seus peitos apertando e sugando tirei meu short, pequei meu pau e coloquei no meio dos seus peitos, apertando seus peitos contra o meu pau quase gozei mais preferi esperar, concentrei minha atenção na parte debaixo tirei sua calcinha lentamente ela gemia, me assustei mais constatei que ela ainda dormia, olhei pra aquela buceta imensa e peluda na minha frente e cai de boca, chupei seu clitóris enquanto apertava sua bunda ela balbuciava algumas coisas como se estivesse sonhando, depois de chupar sua boceta virei ela de bruços e lambi seu cú, passando a língua pelos pelos e enfiando o dedo até o talo, queria socar a pica naquele cú, mais queria come-la quando ela tivesse acordada e pudesse sentir prazer também, fiquei de joelho na cama e virei ela de um modo que pudesse gozar pra fora da cama, enfiei novamente o dedo no seu cú e gozei como um louco, fiquei com remorso, mais tratei de limpar logo o chão e fui pro meu quarto, acordei varias vezes de madrugada mais não achei prudente voltar lá. No outro dia acordei dez horas ela ainda dormia, estava preocupado será que eu tinha colocado calmantes demais ? deu onze horas e ela acordou entrou na cozinha e me desejou bom dia eu fiquei aliviado e doido de tesão minha mãe estava usando uma blusa branca e sem roupa debaixo só uma calcinha preta ( a mesma da noite anterior ) totalmente atolada no seu cú, coisa que nunca tinha visto ela fazer, já que não costumava usar calcinhas socadas a não se por ‘’acidente’’, como no dia em que ela lavava roupa. Ela me disse que nunca tinha dormido tanto e perguntou como foi minha noite, eu disse que fazia tempo que não tinha uma noite tão boa, decidi naquele momento que seria mais ousado, era sábado dia de faxina e como sempre eu iria ajuda-la ela me disse pra eu ir pegando o rodo e os baldes que ela iria trocar de roupa, eu retruquei pra que só vai acabar sujando outra roupa, não acreditei quando ela disse que eu tinha razão, foi logo pegando no rodo( no de madeira) e começou a passar pano na casa eu fui tirar o pó lógico que não saindo de perto dela, ela foi limpar o banheiro e me pediu para limpar o box enquanto ela limpava a pia, passei esfregando meu pau duro na sua bunda ela não disse nada, um tempo depois mandou eu pegar um pano pra ela na cozinha, passei quase enfiando meu pau na sua bunda e voltei com o pano na mão. A faxina acabou mais meu tesão não a noite chegou, e caiu um temporal para compensar o calor que fazia naqueles dias, sentamos depois do jantar minha mãe e eu no sofá, ela estava só de camisola eu não parava de olhar pra suas pernas, com o pau já duro, ela levantou foi na cozinha pegar uma maça eu aproveitei pra olhar sua bunda. Ela voltou sentou no sofá e comeu a maça, sentou de um jeito em que eu podia ver perfeitamente sua buceta eu não acreditei ela estava sem calcinha, depois que acabou a novela ela disse que iria dormir mas antes falou a frase que iria mudar minha vida: Bem que você poderia fazer aquele suquinho de laranja de novo e me levar na cama. Eu quase tendo um troço falei que tudo bem, que iria tomar um banho e depois fazer o suco, ela foi pro quarto dela. Tomei um banho rápido e fiz o suco dessa vez sem colocar nada, chequei na porta do seu quarto e antes que eu dissesse alguma coisa me deparei com a cena dela deitada de bruços, com a bunda totalmente a amostra (como a dois anos atrás), entrei devagar e coloquei o suco encima do criado-mudo, fiquei olhando pra sua bunda, ela se virou, tomei um susto, ela me perguntou porque eu estava branco, eu disse que não era nada, falei que tinha trazido o suco mais achei que ela estava dormindo, ela me disse que se deitou porque sentia uma dor nas costas provavelmente pelo esforço feito de manhã durante a faxina, me pediu para fazer uma massagem nela, não hesitei subi na cama e ela me pediu pra sentar nas pernas dela e massagear suas costas, sentei nas pernas dela e meu pau logo entrou em contato com sua bunda, ela gemia e dizia nossa você deveria ser massagista, eu comecei descer as mão em direção a sua bunda ela retrucou e disse que a dor era nas costas, eu voltei a tocar suas costas, mais a visão daquela bunda me deixava louco, ela estava de olhos fechados, foi quando eu tirei meu short e fiquei de joelho na cama agora totalmente nú não tinha mais volta, eu vou tei a tocar sua bunda mais dessa vez apalpando com toda vontade, ela disse zangada o que você pensa que está fazendo e se virou tomou um susto quando me viu nú e disse o que é isso que está acontec... não deu tempo dela terminar a frase, eu abri suas pernas e enfiei o pau na sua buceta por trás ela tentava escapar, mais eu socava com força e segurava seus braço, acho que ela não pensou que eu pudesse chegar tão longe, nem que eu fosse agir com tanta rapidez, socava com vontade o pau no sua buceta e ela se mexia tentado fugir, ela gritava o que é isso filho, eu disse que dez de pequeno queria come-la, que era era a mulher dos meus sonhos, e que meu desejo maior era comer o seu cú, talvez por não Ter outra alternativa ela começou a se entregar, ainda fingia querer sair mais eu não fazia mais esforço para mante-la ali embaixo de mim, só socava e apertava seus peitos, e dizia que ela era muito gostosa e que eu queria comer o rabo dela, gozei feito um louco na buceta dela por um longo tempo e deitei-me a seu lado me senti extremamente culpado, fiquei ali por uns dez minutos ao seu lado ela sem se mexer, de repente ela virou pra mim com o rosto borrado pelo choro e disse: você não queria comer meu cú? Pega o KY na gaveta. Eu fiquei sem ação. Ela disse agora! Eu pulei peguei o KY e lambuzei todo o seu cú, ela mandou eu enfiar todo de vez eu obedeci soquei todo meu pau no seu cú ela estremeceu, ela se masturbava enquanto eu comia sua bunda, dizia que meu pau era muito bom, e que queria senti-lo lá dentro eu socava feito um louco gozei no seu cú, a pora escoria pelas bordas eu apertava sua bunda com vontade, minha mãe gozou três, quatro vezes, deitei na cama cansado pelo esforço mas ela subiu em cima de mim e colocou sua buceta na minha cara, Só me restou chupa-la, chupei até ela gozar novamente, ela parecia insaciável meu pau apesar de dolorido ficou duro novamente minutos depois, ela começou a cavalgar em cima dele numa velocidade alucinante, gozamos feito loucos ela totalmente suada deitou-se em cima de mim e me beijou a boca, e ficou brincando com meus mamilos, eu apertava amorosamente sua bunda fazendo com que ela esfregasse mais seu corpo suado ao meu. Ela disse sussurrando no meu ouvido: estava doida pra te dar. Eu perguntei então porque resistiu no começo? Ela disse que sentia medo das conseqüências, perguntei por fim o que a fez mudar de idéia, ela disse falando baixinho e com uma voz que revelava certo tesão: descobri que seu pai come minha irmã (minha tia), e que os dois tem um caso! Por isso resolvi dar pra você pra mim vingar. Fiquei pensado naquilo e dormi ali ao lado dela, acordei de madrugada, tudo parecia um sonho. Olhei pro lado e vi minha mãe dormindo passei a mão na sua bunda e enfiei meu pau vagarosamente ela levou a mão na minha bunda e forçou meu corpo em direção ao seu, gozei profundamente melando seu cú mais uma vez ela se virou e beijou minha boca longamente, dormimos abraçados, nos beijando. Acordei com ela chupando meu pau com os peitos nus só de calcinha, é minha vida tinha mudado!

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico cortéz

Nome do conto:
Édipo Rei

Codigo do conto:
1159

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/04/2003

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
0


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