Visita da cunhadinha.

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Faz um bom tempo que não posto relatos devido à correria do dia-a-dia. Mas aos poucos darei conta desse hiato, pois pra alguém que mantém a mente aberta, as oportunidades de prazer sempre aparecem.
Pra facilitar me descrevo: 43 anos, 1,75m, 90 kg, negro, mantenho a cabeça raspada e pica média (foto do perfil) e grossa. Para entendimento deste relato, peço a gentileza de ler o “Eu e Zilda ajudando sua irmã e o cunhado”, pois a putaria aqui relatada tem conexão com o relato citado. Tudo é absolutamente verídico.
Estava no escritório quando minha coroa gostosa Zilda me ligou e disse que sua irmã Nice viria passar o fim de semana com ela, e me pediu para buscá-la na rodoviária de nossa cidade, da qual meu escritório era próximo, pois ela chegaria um pouco depois do horário em que costumo deixar o trabalho, na sexta-feira. Disse que seria um prazer, e ela me contou por alto o motivo da visita: o casamento dela com o marido, Nil, depois de uma aparente retomada, parecia não estar mais funcionando, e ela estava vinda pra espairecer, deixando as crianças com a mãe e ele. Tive uma leve desconfiança do motivo, mas não podia entrar em detalhes com ela. Achei que o Nil andava mesmo pendendo pra levar rola, e tive certa participação nisso... vejam no conto “Nil, o cunhado da Zilda”.
No dia pedido fui buscar a minha “cunhada”. Nice é morena, têm 1,65m, uns 70 kg, uns peitos deliciosos apesar de três filhos, coxas enormes e uma bunda que endureceria o pau de um defunto, redonda, perfeita. Eu a tinha visto de short e regatinha na casa dela e pirado, e terminei de pirar quando eu e a Zilda e ela e o marido fizemos sexo no mesmo ambiente. Soquei muito pau na minha coroa de olho nela. E quando o ônibus chegou não decepcionou: cabelo escovado, uma regatinha (sempre) mais arrumadinha branca e de mini-saia jeans. Quando o pau terminou de endurecer deu até frio na barriga. A cumprimentei com um beijinho e quase derreti ali mesmo.
Chegando em casa as duas irmãs logo se atracaram num abraço cheio de saudade. São diferentes em quase tudo, pois além de mais velha, minha coroa tem a pele branca e está loira, menos no tamanho da bunda, das coxas e dos peitos. Minha delícia estava à vontade: short e camisetinha, tudo apertado, tudo marcando... porra, essas duas queriam me matar ? Tomei uma cerveja com elas, mas não fiquei, pois era dia de futebol com a galera, mas prometi que sairíamos na noite seguinte.
Passei a noite seguinte pra pegá-las e vi que ambas estavam com o coração cheio de maldade... rs. As duas de salto alto, calça jeans justa arrebitando os bundões e blusinhas sem mangas. Com aquela estampa, valia a pena levá-las no bar do momento na cidade, que após as vinte e duas horas recebe um excelente grupo de samba. Chegando ao local, cumprimentei alguns conhecidos, que cresceram o olho nelas, fazendo eu me sentir por estar acompanhando as duas gostosas, e pedi cerveja pra elas e uísque pra mim, porque eu queria ver se ainda dava uma metida com a minha coroa gata, e scotch encaixa melhor. E começamos a conversar.
Aí soube dos detalhes da história da viagem, e era simples: o marido não procurava mais a Nice. Se quisesse algo, tinha de montar no sujeito, e mesmo assim era serviço meia bomba,depois virava e dormia. Ela disse que passados meses, as únicas situações em que conseguiu alguma reação dele foi quando o lembrava da nossa brincadeira. “Aí ele parece outra pessoa” disse. A Zilda brincou e disse que então o jeito era aparecermos mais vezes. E rimos os três juntos.
“Olha, não faria mal viu... não só pra ver se ele acorda, mas porque falando a verdade também fiquei maluca com aquilo... fiquei com tesão até na minha irmã” e jogou pra Zilda um olhar super safado. De novo rimos, mas o ar na mesa ficou elétrico. Zilda pôs a mão no meu pau por debaixo da mesa e apertou. Acendeu algo na minha safada. Tanto que em seguida eu fui ao banheiro e percebi que elas tinham mudado de posição, pra eu ficar entre as duas. Pra ver o show eu abraçava Zilda, mas pra Nice poder ver, ela tinha de pôr a cabeça no meu ombro, e fez. Uma ou duas vezes senti a mão dela sobre a minha rapidamente. Achei que estava bebendo demais, mas só tinha tomado duas doses de uísque...
Resolveram ir pra casa. As duas alegríssimas, pois tomaram um bocado de cerveja. Chegando lá, ainda pegaram mais duas latinhas da geladeira. Resolveram tomar banho juntas e fiquei na sala vendo TV, tomando uma saideira dose de whisky, pois era noite de eu dormir lá.Ouvia as risadinhas no banheiro, mas mais de uma vez tive a impressão de que ouvi gemidos. Depois foi minha vez e quando saí Nice já tinha ido deitar. Zilda pôs a camisola branca que curtinha que eu adoro... a noite prometia.
Deitei na cama e ela já baixou meu calção fazendo aquele boquete caprichado. Passava a língua, engolia, lambia as bolas uma de cada vez e tinha descoberto o prazer de pôr o dedo no meu cu. Era difícil não gozar, então a virei, pus de quatro e sentei a vara sem dó. Metemos como sempre, com barulho, e nem lembramos que tinha visita, pois gememos muito. Ela brincava com a bucetinha enquanto eu socava por trás batendo naquele bundão e logo gozou, e gozei em seguida. Deitamos de conchinha e lá pelas tantas da madrugada, acordei com algo gostoso roçando minhas costas. Meio dormindo, senti uma respiração na minha nuca e acordei com Nice nua, conosco na cama, roça-roça eram os seios dela em mim. No reflexo coloquei a mão naquele corpo que eu andava cobiçando, mas tirei. Como se tivesse lido meus pensamentos, Zilda do outro lado, voz meio sonada, disse:
“Bem, disse pra minha irmã que se ela não conseguisse dormir vir deitar com a gente... fiz mal?”
“Mal não fez, mas não viu como ela veio...”
“Nua? Ela só dorme assim...”
Já alerta e embarcando no que estava pra vir, falei:
“A senhora sabe muito bem o que acontece quando dorme nua do meu lado... por que com ela ia ser diferente? Não sou um monge, porra...”
“Mas quem disse que é pra ser diferente?”
Era a senha...
Virei pra gostosa e já troquei um beijo bem quente. Já que tava liberado, o serviço ia ser completo. Ela já estava gemendo, então fui explorando aquele tesão moreno, suguei os seios dando pra ver que tinha muito tesão neles, pois estava se torcendo toda. Minha coroa já tinha se virado pra ver a ação. Eu lambi os seios e vim descendo pela barriguinha, até chegar onde eu queria: aquele bucetão que eu vinha querendo e caí de boca. Assim que cheguei lá ela enlouqueceu. Gemia, chorava, enquanto eu a sugava como se não houvesse amanhã. Adoro chupar bucetinha de casada, ainda mais mal comida... elas adoram. Ela colocou a mão na minha cabeça e eu enfiei a língua o mais fundo que pude, enquanto ela lavava meu rosto com seu tesão. Quando pude, olhei pra cima, e vi o que também estava contribuindo praquilo: Zildinha estava sugando os seios dela! Isso me deu um tesão louco, e mais vontade de fazer a morena gozar gostoso. Acelerei a língua, pus um dedinho, depois dois, e vi que estava chegando...
...e não me lembro de ter visto uma mulher gozar daquele jeito! Ela deu um urro, endureceu o corpo, tremeu como se estivesse febril, chorou, e eu continuava chupando a bucetinha, até ela me afastar. Ela se encolheu, e continuou chorando. Ouvi os estalinhos dela e da irmã trocando selinhos. A pobre coitada demorou um tempão pra voltar a respirar normalmente, e ainda chorava. Deu pra ver que ela precisava muito daquilo, e isso me satisfez, adorei ajudar a cunhada.
Mas a noite ainda não tinha acabado. Fui até o outro quarto, trouxe o colchão de solteiro e colocamos o de casal no chão, pra podermos ficar a vontade. Dormi entre as duas gostosas. Quando começou a clarear, senti uma mão suave no meu pau. Era a cunhada. Ela brincava com minha pica dura, e então a colocou na boca. Não tinha a habilidade da irmã, mas estava sedenta, uma delícia, conseguia engoli-lo até o talo. Em seguida montou em mim, encaixou minha pica na buceta e começou a cavalgar. Logo senti o riacho escorrendo. Minha gata pegou meu rosto, virou pra ela e me beijou, dizendo:
“Ta gostando da minha irmãzinha, meu nego?”
“Demais!” E segurei a cunhada pela cintura. Ela dobrou sobre mim, enfiou a língua no fundo da minha boca, desesperada, e começou a tremer... gozou de novo, ainda muito intenso. Ela mal saiu de cima de mim e minha gata me puxou.
“Agora é minha vez...”
Montei nela, e fizemos um papai e mamãe delicioso, com muito beijo e tesão, vendo ao lado minha cunhada gostosa, num sono profundo. Eu não agüentava mais segurar e gozei muito na minha coroa delícia, que gozou um pouco depois.
“Nego safado... tava louco pra meter na cunhadinha né? Gozou tanto que estou até escorrendo...”
“Culpa sua!! Falei que não era um monge, que mulher não dorme pelada do meu lado sem levar rola!!”
Ela riu, e me contou que não havia sido planejado. No bar elas brincaram a respeito, mas ficaram com tesão e deixaram acontecer.
Nice voltou pra casa no fim daquele dia, não sem antes levar mais uma rodada de pica. Sentindo-se mulher novamente, segundo ela, nem ta ligando mais que o Nil não a procura, porque diz que é só lembrar a nossa deliciosa noite, por o dedinho na buceta, e gozar gostoso. Parece que ele está com a pulga atrás da orelha...rsrsrs. Deve desconfiar do que aconteceu na visita da mulher, e como já fodi ele também, não pode perguntar, mas deve estar batendo umas punhetinhas... rsrsrsrs


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Ficha do conto

Foto Perfil negroexpert
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Nome do conto:
Visita da cunhadinha.

Codigo do conto:
112480

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
31/01/2018

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
0


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