Sexo rumo a faculdade

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Uma noite de realizações sexuais com Paulinha.

Há tempos, Paulinha vinha cobrando uma noite a sós com ela. Era desejo, não fantasia; acordar comigo a seu lado.
Devido a minha esposa, era difícil realizar seu desejo, até que ela mesma teve a idéia.
Paulinha propôs que eu a levasse até a cidade de Sobral-CE quando reiniciasse sua faculdade (Anhanguera) que aconteceria entre os dias 26 e 31/07/2010. Ela mesma iria falar com a Mazé (dizendo ter recebido telefonema de sua faculdade, cobrando sua presença para reativação de sua matrícula, sobe pena de perder mais aquele semestre letivo) para me pedir para levá-la até Sobral-CE em caráter de URGENCIA.
Dia 28/07/2010, 14:00h, Mazé me pedi como se fosse um favor. Reclamei dizendo que ela devia ter se preparado antes, bla, bla, bla. Reclamei para não parecer satisfeito, até falei de gastos. Mazé disse que Paulinha se prontificou a apagar tudo.
Concordei em ir, mas teria que me programar no escritório, só poderia ir sexta feira. Ela foi logo reclamando que, não daria certo, as renovações de matriculas encerrariam dia 31, domingo, poderia haver algum problema no sábado e Paulinha poderia perder o semestre e a viagem.
Combinei ir quinta feria dia 29, à tarde. Chegaríamos lá no mesmo dia.
Liguei com Paulinha para dar a notícia.
Ouvi um grito de alegria ao celular.
Dia 29/07 13:30 Fui atendido pela mãe de Paulinha, informando que Paula estava terminando de vestir-se e convida-me para almoço. Aceito.
Sentados a mesa conversamos até entrarmos no assunto Paulinha. Sua idade, ainda solteira e sem namorado.
Ela me pediu para aconselhar sua filha sobre casamento, não que fosse contra nosso relacionamento proibido, até acha que dá mais vida a uma mulher (que coroa safada!), mas Paula não tinha outro parente e já estava passando a hora de ela formar sua família.
Concordei com a cabeça.
Ela continuou:
+ Se vocês souberem fazer, não vai atrapalhar em nada. Também não fui santa em meu casamento.
Eu já vinha olhado á coroa com outros olhos, na hora, meu membro se agitou dentro da calças. Surpreso, instintivamente a olhei diretamente nos olhos.
Ela baixou a cabeça, soltou um leve sorriso e continuou:
+ Se tu consegues ficar com ela estando casado, dará para ela fazer a mesma coisa.
Mais um sorriso.
Quando ela levantou a cabeça, notou que eu estava ajeitando o Juninho dentro da calças. Ele estava incomodado com as declarações dela e me incomodando.
Meio sem jeito, retirei a mão dali.
Ela viu, sorriu novamente. Um sorriso malicioso e olhar safado, perguntou; o que estava havendo, se eu precisava do banheiro.
Sorri sem jeito e respondi:
- Não. Não foi nada, é que...
Paulinha abre a porta do quarto e diz:
Pontual como sempre, em! O que está rolando ai?
+ Nada filha. Eu estava pedindo a ele para lhe alertar sobre sua vida.
Lá vem à senhora de novo mãe! Deixe que quando chegar a hora vai acontecer naturalmente, não é Roberto?
Calado estava, calado fiquei.
D. Fátima continua:
+ Estava explicando a ele que não será problemas para vocês e que...
Paulinha a interrompeu com um beijo na face, pedindo para ela parar, que provavelmente eu não gostasse de falar sobre aquele assunto, e por educação eu concordaria com tudo que ela falasse.
Tive que Intervir para relembrar a Paula.
- Não Paula. Sua mãe tem razão no que diz. Uma de nossas promessas desde o início foi de que, não deixaríamos o ciúme nos dominar e que nosso relacionamento não poderia atrapalhar nossa vida pessoa. Lembra?
Somente após ter falado, pensei ter falado demais; pois sua mãe nos olhou com olhos incrédulos e arregalados.
Paula acabara de sentar ao lado da mãe, respondendo.
Lembro, mas não creio que este seja o horário apropriado para este assunto. Não quero sair de casa, para passar seis meses fora, tendo discutido com minha mãe.
- Também concordo.
Falei olhando para D. Fátima.
+ Nossa Já vi isto em novela, mas não acreditava que houvesse relacionamento tão liberal.
Paulinha já me servia um prato e disse sorrindo:
A Senhora não sabe de nada mãe. Nós não temos relacionamento algum, fazemos sexo, somente isso. Não é Beto?
Não tive como responder.
Enquanto Paula colocava o prato, notei algo de diferente no olhar de D. Fátima. Acho que causado pela sensação de liberdade, para algo, além de uma simples conversa entre mãe e filha.
Meu membro reagiu novamente com aquele olhar, tive que mudar o olhar em direção á Paula, para não dar bandeira ou na encorajá-la naquele momento.
Paula não levava muita coisa para passar seis meses fora de casa, estranhei e perguntei.
Ela disse que havia deixado boa parte de suas coisas na casa de uma amiga lá em Sobral.
Sua mãe corrigiu:
+ Não só sua amiga, antes de tudo ela é sua prima, não esqueça!
Paula se despede de sua mãe enquanto vou para o volante. Sua mãe dá a volta chega à porta, me agradece, pedindo para tomar cuidado na estrada e me dá um beijo melado na face. Safada, notei que aquele beijo não foi somente de despedida ou agradecimentos, pareceu mais, um convite.
Retorna para a janela de Paulinha, conversa mais um pouco, se despedi com um abraço no pescoço da filha, me olha e me alerta:
+ Cuidado com o que vai fazer com minha filha em, ela não vem tomando anticoncepcional.
Que safada! Estava me deixando desconcertado. Ela poderia ter liberdade de falar deste assunto com a filha dela, não comigo.
Nunca a coroa havia sido tão insinuante e direta comigo, quanto naquela hora.
Respondi com ar de brincadeira:

- Então, eu é que terei que tomar cuidado.
Aproveitei para mais uma deixa:
- Não tenho mais idade para assumir um filho, por tanto se ela não esta protegida, não haverá problema algum, não estou a fim de usar camisinhas, não vai haver nada. Não vou correr o risco.
Sorrimos.
Sai taxiando até esquina, dali impus velocidade.

Primeira parada - A tarde estava muito quente, parei em São Gonçalo do Amarante para uma água gelada.
Meu membro estava todo melecado devido as carícia de Paulinha, tive que me ajeitar para que não notassem meu estado.
Durante o percurso, não paramos de nos agarra e bolinar.
Ao descermos, todos olharam admirados, vendo uma deusa daquela idade (28) com um quarentão (47).
Paulinha fazia questão de se esfregar e agarrar-me, deixando todos imaginarem o que rolava entre a gente.
Não fossem pela elegância no andar e a qualidade de suas roupas, todos poderiam pensar que era uma piranha que eu tinha pegado na estrada, apesar da etiqueta pareciam com o de uma Patricinha, vestida para faturar em bailes.
Ela esfregava-se tanto que chegava a deixar parte dos seios fora da camiseta (não sei como chamam aquelas camisas de meias, alças finas, sem gola e mangas), sem contar os bicos dos seios excitados e salientes, empurrando o tecido à blusa.
No pequeno balcão, uma jovem e uma senhora de idade, observando nossa aproximação. Peço uma água mineral, dou as costas e vou para a única mesa exposta para clientes.
Sento numa das cadeiras, Paula senta no meu colo, fazendo com que a pequena saia levante, deixando quase todas as pernas expostas, pega meu braços e cruza-os ela mesma, sobre seu corpo.
Havia dois homens sem camisa, acho que; pescadores. Em sentado no alpendre e outro escorado no mesmo, pelo lado de fora. Estavam calados, não tiravam os olhos do corpo dela.
Em seguida a jovem nos oferece a água acompanhada de dois copos descartáveis.
O olhar dos homens para Paula me incomodou.
A fim de evitar problemas, pago a água ali mesmo na mesa, agradeço, me despeço, pegando os copos e a garrafa d’água.
Saímos em direção ao carro e eu segurando o pulso de Paulinha.
Notei que os pescadores comeram a bunda da Paula com os olhos, tive receio de olhar para traz.
Ao chegar à porta do motorista, não pude evitar olhá-los.
Vi perfeitamente o estado de embriaguês, causado pela excitação que Paulinha provocara. Conheço muito bem a face de um homem, quando maquina algo relacionado a Sexo, eu fizera isto minutos antes com D. Fátima.
Tenho certeza de que fiz o melhor saindo logo daquele local.
Após retornar ao carro, sai lenta e cuidadosamente rumo à rodovia, Paula olhou para eles e se insinuou, baixando a alça esquerda da blusa.
Acelerei para evitar qualquer reação deles.
Paula não parava de rir da cara deles, comentando como ficaram boquiabertos.
Reclamei da provocação e que não fizesse mais aquilo, alertei-a de que; quanto mais distante da capital, mais ignorante eles seriam, por tanto, ela não deveria mais fazer aquilo.
Ela pegou meu membro, acho que para conferir meu estado de excitação. Vendo que não havia alguma, ela desculpou-se e disse que pensava que iria me excitar agindo daquela forma, Respondi:
- Me deixou raivoso, não excitado! Poderíamos ter no envolvido em problemas graves, por simples provocação sexual.
Durante a viagem, não parávamos de nos bolinar, era tudo maravilhoso, nunca tive o membro chupado tantas vezes, nem por tanto tempo.
Devido ao calor, a maior parte do tempo, ela estava sem blusa e os bicos dos seios rosados, sempre em riste e auréolas arrepiadas, demonstrando sua excitação.
Várias vezes ela recolheu o lubrificante de meu membro e melecou os bicos, retirando-o, com a língua, deixando um filete de saliva entre eles e sua língua, como também, metia os dedos na vagina e me dava para chupar. Fazia isto com uma naturalidade que jamais pensei existir. Foi tudo muito excitante até que; por voltas das 16h20minh, em uma curva aberta, de uns 160 graus. Vi que circulávamos uma enorme lagoa. O asfalto circula quase toda a base dela. De longe notei que, ao final, havia uma bifurcação, levando-a a uma estreita estrada de terra, acho que usada por agricultores e ou pescadores.
Olhei toda a lagoa e em seu entorno, não havia ninguém na pequena estrada. Diminuí a velocidade.
Paulinha notou, tirou a boca de meu membro, cobrindo seus seios com a blusa, para ver o que acontecia e perguntou:
O que foi?
- Nada.
Ela viu que eu entrava para a estrada de terra e disse:
Não é por ai não Beto. Tens que continuar no asfalto!
- Eu sei. Vou tomar um banho para tirar este calor.
Ela sorrir satisfeita vestindo a blusa.
Agora ela havia sido prudente.
Adentrei uns 400 metros, até sair do campo de visão da estrada principal, bem próximo a uma cerca de arame farpado.
Olhei ao redor e por toda a lagoa antes de sair do carro.
Havia cinco pessoas do outro lado da lagoa, não dava para identificar se, homens ou mulheres, nem o que faziam.
Ajeitei-me para sair ela falou:
Vou colocar meu biquíni.
- Para quem ver?
Ué! Não vamos tomar banho!
- Sim, mas para que a roupa? Pega só uma toalha para nos enxugar e pronto.
Tu é safado mesmo! Aposto que já conhece esta alagoa? Não tem perigo não?
- Não sei. Acho que era isto que tu tava procurando lá no bar. Perigo, aventura, não era?
Ela não responde.
Vira-se para pegar uma mochila, tira uma câmera fotográfica e a toalha de dentro, descemos.
Ficamos na lateral do carro de frente para a lagoa, havia reflexo do por do sol, que já começara. Ela encosta seu bumbum em mim, fica tirando algumas fotos; dos reflexos do sol na água e toda a lagoa.
Vira tira do por do sol, mira para mim. Ponho a mão na frente, reclamo chamando-a de maluca.
Por quê?
- O que vai fazer com estas fotos, colocar no Orkut ou num álbum? Como vou explicar uma foto destas? Dizer que paramos para fotografar? Tu acreditarias? Melhor não!
Pego a câmera de sua mão e tiro algumas fotos dela.
Peço-a para tirar a roupa, ela me olha meio inibida pela lente da câmera, mas atende. Bato algumas sem blusa.
Depois que perdeu a inibição, tirou toda a roupa, a cada peça uma pose e várias fotos.
Era um de meus desejos: Fotografar Paulinha em pelo, nunca tive oportunidade, a única vez que tentamos fomos proibidos por Olívia.
Tirei fotos de sua bocetinha com penugens loiras e em crescimento; boceta aberta, boceta fechada, arreganhada, com meus dedos metidos, com ela se masturbando, com seus dedos atolados, da bundinha perfeita, do cuzinho delicioso, de pernas abertas deitada no capô do carro (não sem esconder o carro), de todas as formas.
Quando tirava fotos da boceta com as pernas arreganhada em cima do capô do carro, ela me puxa pelos cabelos até sua vulva e pede para eu a chupar.
Chupei com tanto gosto aquela xarequinha, que seus lábios ficaram alaranjados, quase da cor de seu interior.
Dei umas tapas forte naquela boceta e meti um, depois dois dedos e fiquei fincando dentro dela.
Ela puxou minha cabeça para mamar seus seios, enquanto metia eu meus dedos nela.
Chupava e mordiscava seus grandes mamilos, a safada urinou na minha mão.
Não parei de fincar meus dedos ali. Metia com força, como se fosse destruir aquela bocetinha gostosa.
A temperatura do motor do carro incomodava-nos. Peguei-a pelos braços de forma grosseira, levei-a para perto da lagoa, deite-a no chão.
Uma mistura de mato com areia, também incomodou. Enquanto ela estirava a toalha, tirei minha roupa.
Ela estava tão a fim quanto eu.
Ainda de pé e ela de joelhos na tolha, abocanhou meu membro em uma chupeta ao ar livre. Estava divino...
Olhei para os lados com medo, ninguém a vista.
Segurei sua cabeça e meti todo meu membro em sua boca, senti sua língua em meus escrotos. Ela teve ânsia de vômito. Retirou a boca e veio uma baba grossa de dentro da boca dela, esparramando-se pelos peitos e barriga. Levanta à cabeça, sorrir para mim, respira fundo e recomeça a mamar-me.
Segurei novamente sua cabeça, meti meu caralho até sentir passar por sua garganta, seguro ali por alguns minutos. Sufocada ela recua deixando derramar novamente uma enorme quantidade de baba, tosse algumas vezes e diz:
Tu vai me matar sufocada!
- Sei que tu gostas de ser tratada como uma putinha! Não gosta?
Ela de boca cheia, me olha nos olhos, tentado num sorriso, engasgado novamente pelo meu membro. Aproveito o sorriso e empurro tudo novamente, ela recua de novo e mais uma enormidade de saliva.
Fica de cabeça baixa por alguns minutos, olhando seu corpo todo melecada, levanta a cabeça e diz.
Chega! Agora vem fazer a mesma coisa na minha boceta. Vem!
Deita-se na toalha, seus pés ficaram próximos a água, tenho que entra na água (aprecia um gelo) para ficar entre suas pernas.
Ela segura seus pés com as mãos, fica toda aberta para me receber. Abaixo-me e chupo sua xana novamente.
Que delícia, que cheiro gostoso, naquela posição dava para ver o interior se sua boceta. Meti os dedos, explorei cada centímetro daquela bocetinha, parecia um estudante de medicina analisando a anatomia daquela Xereca.
Vem logo Beto! Vem! Não quero gozar assim. Quero algo dentro de mim.
Sorrindo falei.
- Meus dedos estão metidos por completos dentro dela.
Não quero gozar com teus dedos, quero teu pau dentro de mim! Quero sentir o peso do teu corpo, quero foder de verdade para quem quiser ver.
Preocupado olhei novamente para os lados, para ver se tinha alguém. Havia me esquecido de que estávamos transando ao ar livre.
Do outro lado da lagoa ainda estavam o pessoal que vimos quando chegamos, mas já anoitecia e quase não se via nada. Na estrada viam-se alguns carros, já de faróis acesos, não havia ninguém por perto. Respondi.
- Agüenta ai. Já, já eu meto tudo.
Vem logo amor, vem! Estou quase gozando.
Meti o dedo indicador na bocetinha e o médio no cuzinho dela. Ela começou a rebolar e urrar mais forte e implorando pediu:
Vem amorzinho, Meti. Já estou gozando. Hummm.
Apressei-me em atendê-la. Mesmo estando toda arreganhada ainda errei na metida, ela solta a perna direita, segura meu membro e leva para sua boceta.
Assim que a cabeça entra, finco o restante de uma só vez atingindo seu útero, ela solta a outra perna e me atraca com as duas em um abraço, fico sem mobilidade, ela começa a rebolar seu quadril e sua xana no meu cacete e pede.
Me chama de puta chama! Come tua puta! Me chama de puta, vai! Quero ouvir tu me chamar de quenga. Chama seu cachorro!
- Tu quer rola não é sua puta? Pois vai ter rola a noite toda! Sua piranha! Vou te comer a noite toda. Não vou te deixar dormir, sua puta!
Isto seu Puto! Me faz tua puta. Me fode de todo jeito. Quero te sentir todo dentro de mim. Pode gozar dentro, não tira quando for gozar, quero sentir tua porra dentro da minha boceta! Vem goza comigo! Gooooza... Aaaai! Estou gozando seu filho da puta! Goza dentro de mim.
Com medo de ouvirem os gritos dela, calei-a com um beijo e acompanhei seu gozo. Quase desmaiei.
Naquele momento, Foi como se minha alma estivesse sendo transferida para dentro dela pelo meu Pênis. Fiquei deitado em cima dela pro alguns minutos, ela ainda se movimentava e remexia com meu pênis dentro dela. Quando se acalmou, foi como se ela tivesse pegado no sono, como se tivesse dormido comigo dentro dela com suas pernas cruzadas sobre minhas costas.
Levantei a cabeça e vi que ela estava com olhos fechados. Tirei parte de seus cabelos loiros de cima de seu rosto e beijei sua boca.
Ela fechou mais as pernas sobre minhas costas levando-me mais para dentro de si. Nossas línguas se cruzaram dentro de sua boca.
Quis sair, ela cruzou também os braços sobre meu pescoço fincando sua língua dentro de minha boca para me impedir sair. Sorrir.
Agora sua língua em minha boca, fiquei de joelhos, forcei e nos levantei com dificuldade (são 59/60 kg dela contra 63/64 meus), trazendo-a colada a meu corpo. Era como se estivesse colada em mim. Meu membro saiu de dentro dela o que a fez lastimar.
Ô não! Queria ficar com ele dentro de mim. Deixa ficar dentro e vamos para a lagoa!

- Não Paulita. Está na hora de irmos. Já está escurecendo. Daqui a pouco não enxergaremos nem o carro. Vamos tomar um banho e nos ajeitar. Certo?
Tá bom, me deixa caminhar assim, com ele dentro de mim até a lagoa.
Com uma das mãos, recolocou dentro de sua vagina. Eu andava e ela se movimentava no meu Pênis, estava gostoso para mim também, mas pedi:
- Desce putinha, tu é muito pesada!

Ela atracada como estava, recuou a cabeça, olhou-me nos olhos e perguntou:
Está me chamando de gorda?
- Não Linda! É que realmente não agüento, não tenho forças para comportar teu peso.
Ela não desceu.
Já estávamos dentro da lagoa. Coloquei minha mão em suas axilas, fiz força e joguei-a, dentro d’água.
Ela tomou um baita susto, não esperava por aquilo.
Reclamou e jogou água o suficiente para banhar-me. Atirei-me sobre ela para impedi-la de continuar. Abracei-a segurando seus braços, nos beijamos e sentimos aquela lama sob nossos pés.
Estava escurecendo muito rápido. Não víamos mais um raio de sola. Agora era ela que estava com medo e sorrindo diz.
Melhor irmos logo antes que não vejamos mais nada.
Joga água entre as pernas, mete alguns dedos para se lavar e pergunto se ela vai se masturbar ali. Tira os dedos e esfrega na minha cara e sai correndo e falando.
Termina logo seu tarado! Vem logo se não vias ficar sozinho.

Creio que estávamos na localidade de UMIRIM, logo, logo estaríamos na cidade de Itapipoca.
Paula não parava de acariciar meu membro, ela estava totalmente despida dentro do carro e eu somente de camisetas, nas mais, além disto. Porem nossas roupas estava bem a mãos caso fosse preciso eu vestiria o calção ou calça e ela sua pequenina sai e blusa.
Quando passávamos por algum veiculo contrário, vários dos motoristas e passageiros buzinavam quando viam ou seios desnudos de Paula. Riamos a cada buzinada.
Paula continuou manipulando meu membro, que seguia em riste e vez ou outra, ela abaixava a cabeça e mamava novamente.
Em vários momentos pedi-a para parar a fim de concentrar-me na estrada. Na velocidade que íamos uma gozada na poderia ser mortal.
Conversávamos também sobre o que já havíamos realizado em termo de sexo.
Puxei o assunto fantasia. Perguntei a ela por que não satisfazia a minha, a de participar de uma dupla penetração.
Irada respondeu dizendo que já tínhamos discutido isto, inclusive com Olívia; e que não era nem uma quenga, Prostituta ou tarada sexual, estava comigo por gostar e blá, blá, blá.
Disse-lhe que não pensava isto dela e completei:
- É uma fantasia. Você sabe o que é isto? Fantasia a gente faz uma vez e esquece. Nunca propus dar continuidade na transa. E não precisa ser com conhecidos, podemos perfeitamente contratar um cara, para em local discreto e nunca mais o veríamos.
Não. Não vai ser comigo.
- E qual fantasia ainda tem por realizar?
Ainda raivosa respondeu:
Deixa pra lá, já esqueci.
- Acho imatura tua reação, depois de tanto tempo ainda não me conhece.
Não é questão de conhecer, esse assunto me ofende!
Aproximei meus lábios para um beijo de conciliação, ela recuou negativamente. Insisti alertando-a:
- Não vai deixar que isto estrague nossa noite, vai? Vai estragar esta fantasia? E sorri.
Ela me olhou sorridente aceitando o beijo.
Não! Não vou.
Insisti na pergunta:
- Agora diga: Qual é a fantasia que quer realizar?
Ela olha pra mim e sorridente responde:
Quero saber como é um cabaré.
- Só isso?
Sorri e comecei a descrever um.
Ela me olha de forma engraçada, também sorriu e me aplicou um monte de tapas nos ombros e cabeça, chamando de abestalhado, imbecil, anta e várias outras qualidades e adjetivos.
Só parou a pancadaria quando eu disse ter entendido. Que a levaria para conhecer um.
Estávamos chegando a Itapipoca, era quase noite e o clima estava agradável.
Quem vai pela Rod: CE-402 logo na entrada da cidade há um posto de combustível, vestimos nossas roupas e parei no posto para abastecer.
Desci e perguntei onde poderíamos passar a noite.
Fui informado de um hotel e de duas pousadas, aproveitei para perguntar baixinho ao frentista:
- Sabe onde tem um cabaré legal por aqui?
Abismado, o frentista olhou para Paulinha dentro do carro, voltou a me olhar não entendendo nada; respondeu também em voz também baixa e apontando com a mão livre da bomba, informou que ficava próximo o saída oposta da cidade, de quem vai para a BR 222.
Paula perguntou-me o que estava falando com o frentista.
- Perguntando sobre o Hotel ou pausada.
Não vamos ficar em hotel ou pousada! Quero um motel para poder foder e gritar a vontade.
Risos.
- Concordo. Não fique com raiva, mas vou perguntar:
O quê?
- Vamos ficar só nós dois mesmo?
Sorri.
Acho que tu que está a fim de estragar minha noite!
Convenci-a ficar no hotel, mais movimentado com bar, restaurantes e muitas outras atrações para aquela noite, iríamos nos distrairmos um pouco.
18:00h Era um belo quarto de hotel, a cama nem se fala, era dupla.
Tomamos um belo banho ensaboamos um ao outro, nos esfregamos. Depois do banho ficamos no banheiro nos acariciando, estava ótimo.
Perdi o interesse em sair, mas eu queria fazer-lhe uma surpresa, ia realizar sua vontade de conhecer um cabaré.
Interrompi as carícias pedindo-a para arrumar-se, ia mos sair em seguida, dar uma volta pela cidade.
Ela reclamou dizendo está muito bom e que não queria ir para lugar algum. Queria aproveitar toda a noite do meu lado o resto que ficasse para depois.
Falei que era cedo e teríamos muito tempo para curtirmos aquela noite.
Ela estava tirando uma calça jeans par vestir.
Pedia para colocar um short colado.
Ela me olhou pedindo para eu não tentar oferecê-la a alguém, já havia falado que não queria e seria a ultima coisa que esperaria. Brinquei falando:
- Então quer dizer que mesmo sendo contra espera que aconteça?
Ela me olhou com feições reprovadoras.
Dei uma tapa no bumbum dela e disse:
- Deixa de conversa e te veste logo!
Dei-lhe uma de minhas camisas branca manga longa. Pedi para por um sutiã vestir a camisa deixando alguns botões abertos formando um grande decote. Ela me olhou e perguntou:
O que está tramando em? Não me venha com surpresas desagradáveis!
- Confie em mim!
18:15h Na portaria do Hotel, pedi a Paulinha para esperar e fui confirmar o endereço que o frentista me dera, o atendente discretamente olhou para Paulinha, quando voltou à visão para mim confirmou endereço e me cedeu número da casa.
Não sei o que ele pensou da Paulinha, mas havíamos nos registrados como um casal, ele nada fazer, principalmente perguntas indiscretas.
Não foi difícil encontrar.
Quando chegamos a casa, nada denunciava ser um cabaré.
Diante da casa Paula pergunta:
Por que não me disse que conhecia alguém aqui?
Já fora do carro, respondi:
- Não conheço!
18:25h A casa era modesta, mas limpa, ninguém para nos recepcionar.
Portas estavam abertas, peguei mão de Paulinha e entrei puxando-a pela mão, o que a fez chamar-me atenção perguntando:
Se não conheces ninguém aqui, como vai invadindo a casa dos outros?
- Confie em mim! Vamos!
Ouviam-se vozes no interior da casa. Passamos por vários cômodos, todos de portas fechadas, num deles Paula ouviu gemidos, só ai caiu à ficha. Parou de repente e sorrindo disse:
Seu safado. Devia ter me falado para eu me preparar espiritualmente.
Sorri dizendo:
- Tive receio de que recusasses entrar!
Ela passou a prestar mais atenção em detalhes da casa.
Já chegávamos ao fundo da casa, quando uma jovem branca de cabelos longos, sem distinção de cores, nos recepciona dando boa noite.
Achando que estávamos no local errado, ela nos informa localidade de um motel.
Sorri e disse que estávamos ali, por que, Paulinha gostaria de conhecer um Cabaré.
A Jovem sorriu e toda receptiva disse:
+ Agora não usam mais o nome de: cabaré, Agora é cassa de massagem.
Ela também mesma sorriu.
Levou-nos até os fundos, apresentou-nos e em voz alta falou para todas ouvirem que estávamos ali para conhecer a casa.
Engraçado como mulheres fazem amizades rápido, em alguns minutos Paulinha parecia amiga de todas, e de longa data.
Duas delas pensando em faturar, ofereceram-se para fazer uma demonstração no quarto o que foi recusado por Paula, sem ferir as jovens.
Havia dois rapazes no ambiente que não tiraram os olhos de Paulinha. Ela notou comentou comigo e perguntei com sorriso nos lábio:
Qual deles te agradou?
Levei algumas tapas.
A jovem que ouvira a minha pergunta, falou que o moreno era avantajado e sabia fazer bem.
Paula riu sem jeito, desconversou perguntando se o movimento era só aquele. Que imaginava que haveria dançarinas e muito homens gritando.
Não é assim? Não existem dançarinas?
Uma das jovens que tem um belo corpo, falou que ia haver uma vaquejada e só na madrugada, a casa iria estar movimentada, ao mesmo tempo se ofereceu para dançar, fazer um Streep.
Concordei na hora. Paula não se opôs.
A jovem nos cobrou R$ 20,00.
Sorrindo, reclamei dizendo que era só uma dança e todos iriam assistir, por que eu pagar sopzinho já que ela faria para todos?
Ela disse que custa bem mais que aquilo e estava cobrando por não poder fazer nada de graça para ninguém. Norma da casa.
Após alguns minutos de dança a garota ficou totalmente nua. As peças de suas roupas espalhadas, atiradas por elas durante sua exibição.
Sempre dançando, desceu de o pequeno palco caminhou pelas mesas, sentou no colo dos rapazes, alisou e foi alisada; veio em nossa direção segurou meus cabelos e fez que esfregava sua xana na minha cara. Paula olhava bem de perto estática.
Com as mãos livres, segurei a bunda da dançarina pelas poupas e a abrindo suas nádegas, expus seu anus para a pequena platéia.
As outras garotas ovacionaram.
Tentei introduzi um dedo no cu dela. Ela recuou e foi para Paulinha.
Sentou no colo dela e levou sua boca bem próxima a de Paula, quase beijando-a.
Levantei e no ouvido da garota, cochichei pedindo-a para beijar e mamar os peitinhos de Paula. Excitá-la para ver no que dava.
A jovem não a beijou, ela foi além do pedido.
Meteu as mãos por entre a camisa de Paula colando seus seios na boca dela, que os mamou sem cerimônias.
Quando a jovem retirou suas mãos das costas de Paula trouxe seu sutiã.
Eu atrás de Paula sussurrava em seu ouvido para deixar, metia a língua em sua orelha, beijava seu pescoço, tudo para excitá-la.
A jovem enroscou o sutiã no pescoço de Paula e a fez ficar de pé.
Sempre dançando, esfregou sua xana por todo seu corpo no de Paula, mamou e mordiscou os mamilos grandes e duros, lambeu todos os seios, apertou-os, notei que Paula já estava mais que excitada.
A jovem não parava de alisá-la. Foi para trás de Paula passou, segurou-a pela cintura e fez que copulava.
Eu já não me agüentava mais, minha cueca estava toda melecada.
A jovem por traz não parecia realmente estar metendo em Paulinha, apertava os seios dela, e a exibia para que todos a vissem, inclusive os dois homens que estavam boquiabertos com a sena.
Sempre ao ritmo da musica, a jovem por trás, segurando os longos mamilos da Paula que a tudo consentia. A jovem desceu sua mão até a boceta de Paula, acariciou-a ali, desabotoou o short e foi descendo-o por traz, baixou o suficiente para alcançar sua xana na bunda de Paulinha. Encaixou-se ali e copulou como se a enrrabasse.
Nesta hora a jovem que estava no quarto quando entramos; entra na roda mamando um dos peitos de Paula, esta levou as mãos aos seios para proteger-se, foi impedido pela jovem que a enrrabava. A garota usava sua língua como a de uma cobra nos mamilos de Paulinha. Víamos perfeitamente seu mamilo indo para os lados, para cima e para baixo seguindo os movimentos de língua da jovem.
Eu não agüentava mais de excitação.
Já com o membro de fora, aproximei-me já jovem que copulava a bunda de Paula e tentei meter nela.
Ela se esquivou, saiu do trio e foi pegando suas roupas espalhadas pelo chão, indo para dentro de casa, Paulinha se recompôs imediatamente.
A potranca que acabara de chegar reclamou em tom de brincadeira:
# Pô só por que eu cheguei! Volta aqui sua vaca! Todos sorriram.
Fiquei injuriado por eu ter acabado com a festa, devia ter ficado na minha. Eu queria o que por R$20,00?
Sentamo-nos e Paula falou:
Se tu não tivesses chegado a tempo, eu teria gozado com elas.
- Quer que eu as convide? Vamos levá-la para o hotel ou Motel! Vamos?
Paulinha me olha com agradecimento, beija-me e diz:
Não seu bobo. Estava bom aqui por que estava com platéia, estava excitante ser bolinada na frente do outros.
- Queres que eu a convide para mais uma seção? Desta vez digo que é pra ir até o fim!
Não! Quero sair daqui. Estou morrendo de vergonha.
Fui até a jovem de cabelos sem cor definida, agradeci, paguei inclusive o Streep da Jovem. Brinquei com algumas das mais afoitas que reclamavam nossa saída e fomos.
No corredor reencontramos a jovem do Streep, saindo de um dos quartos; agradeci e perguntei se ela não queria nos acompanhar no hotel.
Paula me olha com ar reprovador.
A jovem sorrir e disse que adoraria trepar com Paula, mas não pode sair sem permissão da proprietária e ela não se encontrava ali, estava nos preparativos para o rodeio.
Dentro do carro com a janela do passageiro aberta, coloquei meu membro para fora e pedi a Paula para me fazer gozar ali.
A jovem estava na porta ficou nos olhando e sorrindo, assistiu a tudo.
Gozei rapidinho. Paulinha com a boca cheia de esperma fez questão de olhar para a garota, a fim de que esta a visse engolir tudo o liquido e se despediu.
A jovem respondeu a despedida da seguinte forma:
#Malucos! Votem logo! Ainda tenho muito a ensinar! Caímos na gargalhada.
20: 50h Paramos no hotel para trocamos de roupas e irmos jantar.
Novamente dentro do Box, esfregamos um ao outro. Lembrei da excitação da Paulinha e que ela não havia gozado.
Nesta hora lembrei-me de uma amiga que conheci no site Alana. Certo dia, enviei a ela um curta metragem pornô, em que a jovem era massageada antes de enrrabada. Oferecia a Alana massagem idêntica, Ainda não recebi resposta.
Em uma ligeira massagem, desci o corpo de Paulinha até as panturrilhas, subi vagarosamente até a junção de suas grossas coxas, concentrei-me ali sem tocar sua vagina. Descia e voltava até ali. Paulinha arfava quando me aproximava de sua xana.
Em determinado momento eu abri suas nádegas e encostei língua em seu cuziho, ela empinou a bundinha, voltei a acariciar suas pernas. Ela tremia de tesão, suas pernas reinavam.
Vi em cima da pia um vidro de óleo corporal, não o suficiente para massagear todo o corpo de Paulinha, mas ajudaria bastante.
Levantei-me lentamente sem tirar as mãos de seu corpo, meu membro encaixou-se entre suas coxas, ela as abriu para facilitar o encaixe.
Devido á altura dela só a cabeça de meu membro entrou na sua boceta, o restante ficava de fora, eu teria que ficar nas pontas dos pés para penetrar algo mais. Paula passou a baixar-se para que entrasse mais dentro de si.
O Box de banheiro era pequeno, não encontrávamos posição melhor. Pedi a ela para sairmos. Encostei-a na pia de rosto, de frente para o espelho; por trás dela, meti com força dois dedos na boceta, fiquei no entra e sai, empurrei-a pelo pescoço próximo ao espelho e disse:
- Olha ai a tua cara de puta safada!
Ela abre os olhos, sorrir e pergunta:
Era assim que eu estava lá no cabaré?
- Não. Estava pior. Sorrimos.
Apanhei o vidro de óleo e de shampoo, pedia para deitar-se no piso do banheiro. Ela entendeu. Completei o vidro de óleo com shampoo e iniciei a massagem pelos ombros.
Massageei toda suas costas descendo até ao bumbum, meu membro havia derramado bastante lubrificante em sua bunda, principalmente naquele reguinho, comentei com ela e perguntei:
- Está sentindo escorrer no reguinho?
Estou. Gostoso... Parecer mel.
- Quer sentir mais?
Huhum!
Juntei com os dedos o restante de liquido seminal, que estava nas paredes de suas nádegas; no centro de seu cuzinho e meti para dentro com o dedo médio. Meti até encostar o dorso de minha mão.
Hummmmm. Que gostoso...
Retirei o dedo e pincelei a cabeça de meu membro para deixar ali mais liquido. Ela empinou a bundinha querendo a penetração. Quando recuei, ela disse:
Faz isso não... Tu vai me matar de tesão.
- Ainda nem comecei.
Retornei a massagear a cintura e bumbum me concentrado nas nádegas que vez ou outra eu baixava para meter a língua no cuzinho. Estava tão oleosa que minhas mãos deslizavam suavemente. A mistura de óleo com shampoo era perfeita. Lubrifiquei todo seu corpo, desde o pescoço As solas dos pés. O Box estava encharcado e escorregadio. Deitei-me sobre o corpo dela, meu membro ficou entre no rego das nádegas, tudo era gostoso e diferente para mim. A temperatura do corpo dela, seu corpo escorregadio, o chão deslizante... Deslizei sobre seu corpo, ela virou-se de frente sem dificuldade, nos beijamos, desci até sua xana e mamei sua boceta. Ela rebolava gemendo e segurando minha cabeça. Meti o vidro de óleo na vagina dela, o mesmo recuava pela pressão de sua vagina e o excesso de lubrificante. Metia novamente e ela o expulsava, estava batendo uma para ela. Eu a masturbava com um vidro plástico de uns 12, 15 Cm de tamanho e grosso o suficiente para preencher as paredes de sua boceta.
Estava divino, até que meu celular toca.
Revoltado sai de cima dela às pressas, vou até a cama, atendo o celular, era Olívia.
Esta me chama de: Escroto, safado, de sacana, diz que sabe muito bem qual foi à intenção de nossa viagem, que nós devíamos ter falado pra ela.
Encabulado eu só sorria.
Ela pede para falar com Paulinha.
Não deu teeeempo! Já disse! Falei para tua mãe, pensei que ela fosse te contar!
Não podia fazer pela Internet. Eu tenho que apresentar documentos.
Entendi que falavam sobre a inscrição.
Paula já havia feito pela internet. Não tinha que apresentar nada, restava só pagar.
Nãããão! Juro que não ia fazer isto contigo. Se tivesse programado algo te chamaria. Recebi o telefonema em cima da hora, se eu não viesse iria perder outro semestre.
Deixei-as falando e foi ao sanitário.
Ao retornar Paula estava desligando e comentou sorrindo:
Eu ia deixar que ela atrapalhasse minha noite! Não mesmo. Abraçou-me, me beijou dizendo:
Hoje a noite vai ser só nossa.
E perguntou:
Onde aprendeste a massagear deste jeito?
- Vi um filme na Internet.
Tu continuas vendo estas putarias?
- Se te tivesse todos os dias, não precisaria disso.
E a Mazé? Não dá no couro?
Sorri como resposta. Pegando-a pela cintura, tentei levantá-la. Não deu. Deslizava muito. Perguntei:
- Teu cuzinho deve estar tão deslizante quanto à cintura?
Tu quer comer ele não que seu tardo?
- Quero.
Pois vem! Mete nele! Come ele todinho!
Virou-se de costas colocando meu pau no rego, pedi-a para baixar um pouco, ela obedeceu curvando a cintura para frente, colocando as mãos nos joelhos. Altura perfeita.
Fiquei roçando o Juninho na bundinha dela, que estava com o rego semi- aberto.
Pressionei as duas polpas da bunda para recobri todo meu membro. Fiz uma espanhola na bunda dela.
Que gostoso...
Ela pediu:
Mete. Quero sentir arrombando meu rabo! Vem mete.
- Vamos para a cama.
Segurei pela cintura encaixando meu membro entre suas pernas, fomos caminhando até lá.
Ela ia deitar-se, segurei-a pedindo:
- Não! Ajoelha aqui.
Ala ajoelhou-se ao pé da cama colocando seu tronco sobre o colchão, abaixei-me e meti a língua no rabo dela. Meti lambi o que pude.
Ela empurrava sua bunda de encontro a minha cabeça e com a mão direita puxava meus cabelos, como se quisesse me meter ali dentro.
Respirei, voltei com a língua, salivei desde a boceta até o rabinho. Ela arfou pedindo para eu fazer novamente.
Atendi-a com prazer.
Lambi várias vezes aquela boceta e cu, passando pela junção dos dois com a língua espalmada. Ela vibrava tentando meter minha cabeça no seu rabo ou boceta.
Segurou minha língua com dois dedinhos (ela sempre faz isto quando mamo seus peito ou sua bocetinha, mas no cu era foi a primeira vez.) e pincelou no seu cuzinho vária vezes, até ela mesma meter um dedo em si e implorando pediu:
Vem come meu cu! Quero sentir teu pau pulsar dentro dele. Vem mete! Arromba ele.
Nunca vi uma penetração tão fácil, deslizou tudo para dentro do rabo.
Ela recebeu o tranco e foi para frente encostando-se á cama. Perguntei:
- Doeu?
Um pouco.
Finquei novamente, desta vez meti todo que podia, senti tocar seu útero.
Adoro quando isto acontece, Adoro sentir o útero da mulher na cabeça de meu membro. Perguntei:
- E agora doeu?
Não sei. Foi booom...

Meti com força uma, duas, três vezes, ouvi o estalido de minha pélvis batendo na bunda dela, presa pela cama.
- Dói?
Não!
Segurei-a pelas ancas meti com força. Não tive o êxito que queria, suas ancas estavam deslizantes. Abaixe mais as mãos segurando-a pela pelve e coxas e finquei novamente, segurei-a deixando o Juninho atolado no rabo dela, forçando o útero. Perguntei novamente:
- Está doendo?
Um pouco, mas o tesão que sinto é maior. Tá mais para um carinho gostoso. Adoro quando tu crava ele dentro de mim! Quando ele pulsa em todo meu rabo. É boooom de mais...
Puxei seus braços para traz, não consegui, estavam muitos lisos; ela dobrou os antebraços, segurei ali e fiquei entrando e saído com força. A cama recebia todo o impacto do tranco que ela recebia.
Seus cabelos esvoaçantes que vez ou outra, eram jogados para trás.
Soltei o braço direito e segurei seu cabelo com a mão direita, o que há fez curvar a cintura. Realmente parecia uma potranca.
Iiiisso seu cachorro, me faz de puta. Mete tudo no meu rabo!
Segurei seu cabelo com as duas mãos e puxei com força. Ela levou a mão para soltar-se. Vi que a machucava. Soltei e levei a mão esquerda para sua xaninha.
Ai que enrabada gostosa! Mete gostoooso mete! Mete os dedos no meu priquito mete! Arregaça Minha boceta!
- Quer quê eu meta na boceta também quer?
Quero. Mete na tua putinha, mete. Come ela do jeito que tu sabe!
Tirei do rabo e meti na boceta. Ala jogava seu quadril para trás tentando meter mais.
Seu útero é mais próximo a boceta que o anus, por isto não agüenta todo e quando meti com força ela recuou para frente com um gritinho de dor (eu adoro machucá-la desta forma), mas não parou de se rebolar no meu caralho.
Tirei da boceta, meti no rabo novamente, tirei do rabo meti na boceta, fiz isto varia vezes, revezei várias vezes até que ela comentou:
Queria ter trazido o consolo da Olívia. Ia atolar ele na boceta também.
- Eu já estou metendo nela também.
Queria os dois ao mesmo tempo.
- Queria sentir os dois buracos atolados é?
Queria!
- Posso voltar e convidar um dos caras do cabaré?
Ela parou o rebolado, me olhou reprovadoramente.
Sorri e para não quebrar o clima. Peguei o vidro de óleo e mostrando a ela disse:
- Tá aqui o negão olha!
Ela também sorriu afastou-se um pouco, abriu as pernas, tentei meter. Não acertei a entrada.
Ela pega o trambolho, saliva um pouco e meter ela mesma.
Senti que estava difícil, parei de me movimentar-me, ele foi metendo lentamente.
Acho que era mais grosso que o consolo. Ela não desistiu. Insistiu até meter boa parte, sente o tubo de óleo forçando meu membro. Que excitante...
Ela acomodou o recipiente no colchão, usando-o como apoio, tirou a mão dali e procurou segurar-se na cama. Lentamente voltei meus movimentos.
Ela recuava quando o vidro entrava mais que o esperado, isto fazia com que e meu membro atolasse no seu rabo.
Ela levantou seu tronco, ficando literalmente de joelhos; meteu a mão lá embaixo novamente, segurando o vidro. Segurei seus peitos, apertei os mamilos. Ela ergueu a cabeça, beijei seu pescoço, chupei, lambi e meti a língua na sua orelha e ouvido (não sei se todas as mulheres, mas as minhas adoram isto).
Paula passou a copular vagarosamente, sua bundinha ia para frente e para trás, para frente e para traz.
Ela ainda segurava o vidro com a mão e engolia o Juninho com seu rabo. A posição que ela estava (de joelhos); deixava as paredes de seu cuzinho bem fechadinhas. Elas premiam meu pau. Lembrou-me o primeiro anal com ela.
Ela aumentou os movimentos e começou com palavras de baixo calão que tanto me excita.
Tu querias me arrombar não era? Tu querias que eu desse pra ti e pra outro pintudo! Faz de conta que é o pau dele e arromba meu cu vai! Arromba... Mete nele até o fundo. Deixa sentir tua porra dentro dele. Deixa seu trado de uma égua.
- Vou te arrobar sim, sua vadia. Puta gostosa. Safada! Tu gostas de dar o rabo não gosta? Pois toma! Vou meter nele até tu gozar, sua cadela.
Isso meu cachorro. Me chama de puta, me chama de cadela.
Ela baixou o corpo sobre a cama procurou se segurar no colchão e ficou gritando.
Isto! Meti fundo. Mete tudo! Fode meu cu e acaba com minha boceta.
Atendi a seu apelo. Da forma como ela estava meti com força. Senti os ossos de minha pélvis bater na sua bunda, ouvíamos os estalidos. Ela gemeu de dor, tive receio de tê-la machucado, aliviei um pouco, ela pediu:
Não para não! Mete seu baitola. Mete tudo! Enfia teu pau no meu rabo, faz esse cacete encher minha boceta. Quero sentir ela se partindo ao meio.
Quando ela está agindo desta forma, descontrolada; está prestes a gozar. Acabou acontecendo de ela gozar primeiro que eu.
Ela teve vários espasmos denunciando ter gozado varia vezes, sem interrupção.
Como ela amolecera o corpo, a posição não muito boa para mim, meus joelhos já doíam e agora eu tinha que baixar-me, para melhor penetrar.
Sem tirar de dentro e com dificuldade pelo óleo, que deslizava bastante; consegui colocá-la em cima da cama. Ia aliviá-la do vidro, este já estava no chão.
Fiquei por cima de suas pernas fechadas, abri as polpas e fui metendo naquela bundinha gostosa.
Parecia uma grande agulha penetrando a pele, em uma injeção. Ajudado pelo óleo, vi toda a entrada do Juninho naquele orifício.
Não sei se relaxada, dormindo ou desmaiada, só sei que a sensação de estar transando aquela mulher indefesa, me deu um tesão tão grande, que gozei rapidinho.
Quando comecei a gozar ouvi-a sussurrar:
Que maravilha... Ele esta golfando dentro de mim.
Fiz questão de gozar parte bem na entrada, só pra ver aquele rabo lambuzado de esperma.
Não agüentei e deitei sobre o corpo dela, com meu cacete na por cima da bunda, deliciosa daquela safada.
Meu pau pulsava e ela premia suas nádegas, envolvendo meu pênis com sua bundinha. Quis ver o esperma vazando, saindo de dentro dela.
Recuperei forças e me aproximei de suas nádegas. Estavam fechadinhas. Peguei um travesseiro, tentei colocar em baixo dos quadris, Ela pediu para eu esperar um pouco. Eu disse-a para ter calma. Não precisava ela se mover, era só levantar o corpo para eu colocar o travesseiro, eu não ia fazer nada. Fui atendido.
Voltei recuei meu corpo, fiquei de cara com seu cuzinho arrebitado.
Vi o esperma, derramado sobre sua poupança, se espalhando por todo o bumbum, separeis suas nádegas e vi o que havia transbordado, saindo de dentro do cuzinho dela, descendo em procura da xaninha.
Com o dedo médio, juntei tudo e trouxe de volta aquele liquido e levei até o final do rego das nádegas. Ela premeu um pouco as nádegas, quando passei pelo cuzinho, esperei o líquido descer novamente, quando chegou ao orifício anal, usei o dedo para colocá-lo para dentro. Ela empinou o bumbum, eu Pedi:
- Relaxe!
Massageando aquelas polpas e rego, espalhei o esperma por toda sua bunda, ela começava a reagir novamente, movimentando seu quadril. O esperma secou naquela parte da bunda, ela havia despertado. Eu não agüentaria outra gozada. Levantei-me disse:
- Vamos?
Ela vira espantada e pergunta:
Para onde?
- Não me diga que vais querer jantar aqui no quarto?
Ela retorna a posição, põe a cabeça sobre os braços e diz;
Não vejo coisa melhor para fazer nesta cidade, prefiro ficar aqui e comer lingüiça.
Vira-se e sorrir de braços abertos, me convidando para a cama e completa:
Quero aproveitar toda a noite.
- Meu bem. A noite é longa! Precisamos jantar. O restaurante daqui tem seresta, vamos dar uma volta lá!
Quem disse que aqui tem seresta?
- Não está ouvindo a musica?
Ela parou escutou um pouco e gritou em resposta:
É o novo! (Tocavam Princesa de Amado Batista). Tu vai sair daqui para ouvir isto?
Sorrindo falei:
- Não meu bem, vou jantar. Aproveito e ouço musica.
Pede pra cá e liga o som.
- Não. Quero que te vejam como tu és linda! Mulher é fácil de convencermos quando mexemos com o ego delas.
Tá bom, mas não vou me vestir para festa alguma. Vou normal.
Brinquei:
- Estais loucas? Se tu fores normal, vou morrer de apanhar e tu vais ser estuprada por todos da cidade até a morte. Põe ao menos uma roupa!
Ela levanta sorrindo e corre atrás de mim até o banheiro, como se fosse me bater.
Paula vestia um top preto de alças finas, formando um decote em um grande V, por baixo recobria somente, mas todos; os seios, empurrando-os para cima e dando-lhe volume.
Saia de tecido fino (não sei que tecido era aquele, Meio transparente) de cor azul claro, por baixo, uma de minhas cuecas Box. O salto alto alongava mais ainda suas pernas. A saia tem o cós (é assim que chamam a parte que sustenta a roupa na cintura da mulher.) largo de cor preta, indo até metade da cintura, acima de seu umbigo. Parecia mais o restante do top que da saia. Quem observava a transparência da saia, pensava que ela estava usando um short por baixo, desta forma tirava qualquer vulgaridade ou provocação de seu traje.
Uma coisa que Paula sabe muito bem é combinar as roupas de acordo com a ocasião. Ela estava atraente, não vulgar ou posso dizer: Estava bastante sexy. Mesmo assim comentei sorrido:
Estais prontas para o abate!
Ela simplesmente sorriu.
A música ao vivo, rolava no salão que dava para a rua. Boa parte das mesas ficava na calçada, por tanto aberto ao publico.
Uma banda com seis componentes, entre eles uma mulher, tocavam todos os ritmos.
E muito bem!
Pedimos uma peixada à moda da casa e para acompanhar sugeri a ela um vinho branco (eu não bebo) Ela perguntou se não era forte de mais. Perguntei:
- Está com medo que te leve para o quarto e faça algo contigo?
Tu não levas nada a sério mesmo, não é? Estou falando para eu não me embriagar e perder a noite!
- Não perderá. Se me obedecer quando eu pedir para parar não haverá problemas.
Ela sorriu perguntando:
Se eu te obedecer, é?
E deu-me um beijo na face.
O garçom trouxe o prato e quis servi-la, pedi para deixar que eu mesmo a serviria.
Lisonjeada ela me olhou e sorriu e agradecida.
Tocava um forro que dizia que: mulher não trai, mulher se vinga!
Ela pede para dançarmos, Também sabe que não gosto, nem danço forro. Na verdade eu detesto até o ritmo do forró eletrônico.
Recusei-me alegando que iria esfriar o jantar.
Um gaiato na mesa ao lado esquerdo teve a cara de pau de perguntar, se eu me incomodaria de dançar com ela. Esperta, ela tomou a dianteira não me deixando responder e educadamente respondeu:
Não! Vou preferir desfrutar desta peixada ainda quente.
E completou:
E acho que ele não vai gostar que eu dance com um estranho, não quero contrariá-lo. Mesmo assim obrigado pela cortesia.
Falou de uma forma tão natural e educada, que o rapaz respondeu com a mesma educação:
+ De nada!
Terminávamos quando começa a tocar: roque, discoteca; dance dos anos 80 e algumas dos anos 90.
Ela estava alegre, se remexia na cadeira em todo inicio de musica.
Vez ou outra, quando erguia seu braço, seus seios ficavam próximos a saltarem do top. Vários marmanjos ficavam torcendo para isto acontecer, inclusive o jovem que a convidara.
Ela se recompunha logo em seguida quando baixava seus braços.
Fomos ao salão dançamos algumas, ela pediu-me para acompanhá-la até a mesa e retirar as sandálias.
Voltamos e logo a seguir começou a tocar musicas românticas.
Estas são raras nas baladas de hoje. Acho que por isto, aquele restaurante estava ou era lotado. O salão que já estava cheio, lotou!
O cara que a convidara antes, também dançava com uma amiga, eu acho; não tirava os olhos de Paulinha, mas não se exibia para ela. Não havia ameaça alguma.
Depois de algumas musicas, tocou Tone Braxton - Unbreak my heart – Linda sabe o quanto adoro esta musica.
Dançávamos como se fossemos um só corpo.
Estávamos no canto recuado do salão, ao lado oposto ao da banda. O centro do salão e próximo a banda, estava muito tumultuado.
Notando minha excitação Paula começo a roçar sua xana no meu membro, fazendo com que ele se assanhasse mais ainda.
Estava ficando dolorido dentro das calças. Nos beijávamos e agarrávamos, como se não houvesse alguém ali perto. Disfarçadamente ela pegou meu membro sobre as calças e comentou:
Nossa! Parece esta maior que o normal.
E continuo alisando-o até chegar à braguilha e baixar o zíper. Excitada por meu estado, pela musica, a penumbra do ambiente e pelo álcool, achei que devia alertá-la do perigo e pedir-lhe calma. Estávamos em local que não conhecíamos ninguém.
Se fizermos direito, ninguém vai perceber nada!
Colocou meu membro para fora, direto entre suas cochas roliças e quentes. Que coisa gostosa... Que sensação diferente...
Olhei para os lados e vi que o rapaz do convite, estava próximo a nós. Tive receio de que ele tivesse visto, pois, ele não tirava os olhos dela. Ele notou e me pós de costas par o rapaz, virou novamente olhou para mim e disse:
Se ele viu algo não vai nos delatar.
Com a mão direita levantou a frente de sua saia, abaixou a cueca e meteu a cabeça meu membro na xaninha. Senti toda a entrada apertadinha de sua bocetinha e a pressão da cueca sobre meu membro.
Nossa que diferente! Que safada! Estava mais audaciosa que eu. Deduzi que fosse efeito do álcool.
Mais uma musica lenta, acho que Bee Gees.
Continuamos daquela forma até que ela passou a introduzir mais de meu membro dentro de si. Não tudo de uma vez. A safada metia um pouco e mordicava com a xana, cada centímetro que entrava, ela mordiscava. Eu sentia perfeitamente a musculatura se sua vagina se contrair para massagear meu pau.
A velha altura não foi problema. Eu estava de botas, que me dá mais cinco centímetros; e ela estava descalça. Se ela quisesse daria para eu meter todo!
Eu já não agüentava mais, queria meter mais profundo naquela putinha, mas estava tão delicioso a forma como ela estava fazendo que, me contentei em esperar e deixar que ela mesma fizesse todo o trabalho, metendo como e o quanto quisesse, e que metesse até o talo, ou não,
Avisei a ela o quanto estava gostando.
Levantou a cabeça me olhou nos olhos e perguntou-me ao pé do ouvido:
Quer gozar nela?
- Irei adorar.
Pois pode gozar! Ela toda sua.
- Posso te fazer uma pergunta?
Pode.
- Tu achas que eu ia deixar passar essa oportunidade?
Sorrindo ela me beija e responde:
Não meu safadinho. Sei que não!
Encostou seus lábios em meu ouvido lambeu, meteu a língua e sussurrou de forma dengosa, me instigando:
Goza na tua xaninha... Vem safado, Goza! Quero que tu goze dentro dela aqui mesmo, ao lado de toda essa gente. Se pudesse eu gritaria para todos te verem gozando. Ai safado. Issso... Ele já esta pulsando. Vai gozar, vai?
Ela passou a movimentar seu quadril para os lados de uma forma que, quem estivesse nos vendo, acharia que estávamos tirando a casquinha um do outro.
Pareceu que estávamos nos roçando ao ritmo da musica, dançando escandalosamente excitados.
Agora tocava hotel Califórnia. Ela Vinha de frente e de lado, meu membro entrava e saia, ia para lado oposto ao do dela, sentia meu membro explorar toda a cavidade se sua vagina. Haaaaaa como estava que gostooooooso!
Aquela putinha estava me matando de tanto desejo. Eu estava pronto para gozar, mas não queria que acabasse tão rápido. Queria passar o máximo de tempo possível dentro dela. Naquele momento me esqueci de tudo e de todos. Só existia ela e eu, sem ninguém para nos incomodar, estávamos em outro mundo, àquele era nosso espaço. Eu estava totalmente entregue a ela, que não parava de me estimular ao ouvido.
Goza meu taradinho. Goza na tua putinha goza! Vem safado, estou esperando teu liquido. Tá sentindo como ela esta sedenta, tá? Ela tá doida para ser preenchida com teu esperma. Derrama essa porra dentro dela vai!
Desmanchei-me dentro dela.
Minhas forças estavam sendo transferidas para ela, em forma de esperma ou porra como ela chama. Tive que extrair forças extras de meu interior para me manter equilibrado.
Com os braços, segurei seu pescoço para encontrar apóio e segurança.
A safada sorriu e com seus braços, puxou-me mais para dentro de si me beijando e segurando-me, dentro dela por alguns minutos, eu acho.
Nossas línguas se enroscaram. De olhos fechados, eu não via nada nem ninguém exceto, Paulinha que me segurava e sorria satisfeita em meu ouvido.
Eu não estava ali, estava nas nuvens, amparado pelos braços de Paulinha. Tentei me desvencilhar para me recompor. Ela apertou seus braços sobre minhas costas, pressionando-me para junto de si e pediu:
Derrama o restinho.
Sorriu novamente.
Só ai; dei-me conta do quanto ela gosta de sexo ao ar livre e/ou em publico. Por isto ela ficou tão excitada e imóvel no cabaré e gozou de forma tão explosiva na beira da lagoa.
Eu esperava que, ao gozar, ela de imediato se recompusesse. Não foi isto que aconteceu.
Que safada!
Não era efeito do vinho, ela estava perfeitamente sóbria. Aquilo que ela estava fazendo era por satisfação e não embalada pela força do álcool.
Fui interrompido de meus pensamentos com ela me informando:
Se ele não viu, ele notou.
Seguindo a musica, circulei com ela em busca do rapaz, sabia a quem ela estava se referindo. Localizei o rapaz que naquele momento estava de costas para nós.
Calma e com sorriso nos lábios, foi nos ajeitando e comentando:

Deixa o coitado.
- Devias ter me falado antes e tentar evitar problemas?
Adiantaria?
Foi minha vez de sorrir. Colocando o Juninho para dentro das calças completei:
- Não! Acho que não.
Sorrimos os dois.
Aguardamos terminar a musica e fomos para nossa mesa.

Engraçado cidade de interior. Em Fortaleza não teríamos encontrado nem o lugar, quem dirá o os pertences que havíamos abandonados na mesa.

Ela pediu outra taça ao garçom. Eu ia comentar sobre a bebida ela falou.
Vou tomar mais uma taça e outra que a levarei para nosso quarto. Não quero perder nada deste dia.

Nosso quarto!
Senti-me orgulhoso ao a ouvi-la referir-se ao quarto como sendo nosso.
Rapidamente meu cérebro se perguntou: Como ou o que; fiz para conquistar aquela mulher? O que ela ver em um homem 19 anos mais velho que si!
Interesse financeiro? Ela não estaria comigo.
Temos algumas afinidades e muito carinho um pelo outro, muito mesmo! Fora isso, não tenho explicações. Talvez a liberdade que temos entre nós, a quebra de pudores. Não! Não sei explicar.
Em Fortaleza, quando saio a Rua com Paulinha não me sinto a vontade caminhado a seu lado. Receio o que os outros possam pensar sobre a diferença de idade, altura, beleza e outros. São notórios os diferenciais, não que me ache feio, mas não sou belo o suficiente para conquistar uma mulher como esta. Naquela cidade – Itapipoca-Ce, eu me senti diferente, orgulhoso estando o seu lado. Senti prazer em exibir-me com ela.
Posso afirmar que, todos os presentes, nos olharam quando passávamos entre as mesas e continuaram a olhar quando nos sentamos.
O rapaz da mesa ao lado e que havia se insinuado para ela, estava acompanhado de duas garotas. Uma delas veio até nós, dirigindo-se a Paula, cumprimentou-nos e pediu o isqueiro. Ascendendo o cigarro, perguntou de onde éramos se estávamos a passeio ou trabalho e etc.
O volume da musica não me deixava ouvir bem.
Bateu um breve papo com Paulinha e se foi.
Paula me sorriu e disse que a pergunta principal era sobre eu? Fique intrigado, quis saber o que conversavam.
Ela queria saber se eu te acompanhava ou se era alguma parenta tua.
- Então não foi sobre eu! O que respondestes?
Ela me olha intrigada e responde:
Respondi que é obvio e notório, não precisava de respostas!
E completou:
Acho que foi a mando daquele cara.
Aproveitando que ele estava olhando para nós e me beijou.
Adorei sua atitude. Ela sabia perfeitamente como não deixar que situações bobas, evoluíssem para situações indesejáveis.
Não parecia em nada com a mulher que, naquela tarde havia se insinuado para pescadores em um bar de estrada, sujeito a por em risco sua segurança.
Chamei o garçom, pedi para colocar despesa na conta do quarto, o mesmo disse só ser aceito com autorização da recepção do hotel.
Para chegarmos às escadas que ligava os andares superiores, onde ficava nosso quarto; tínhamos que passar por um corredor entre todas as mesas.
Ao atravessarmos, fomos seguido por todos os olhares, inclusive pelas duas jovens e os rapazes da mesa ao nosso lado.
Por um momento, fiquei imaginando como ficaria aquele povoado, se vissem Paula vestida de longo (como no dia do aniversário X chá de fraldas, basta clicarem no nome do autor e conferir o relato) a comeriam viva. Porem os olhares nada haviam de recriminadores.

00:05 do dia 30/07/2010 - Tínhamos acabado de entrar no quarto, quando batem educadamente á porta. Era o garçom que trouxera a o vinho de Paulinha.
Levei a garrafa para o frigobar, primeira vez que o abria. Nele continha água, cerveja, refrigerantes, castanhas de caju, chocolates e frutas; dentre elas; bananas, morangos, pêssegos e uvas.
Ao ver o tamanho das bananas, sorri maliciosamente. Coloquei ali o vinho, voltando a tirar o restante das roupas para um banho.
Iria tomar um banho por força de habito. De agosto a novembro o tempo fica maluco aqui no Nordeste, as noites são frias, o que desestimula qualquer ser vivo á meter-se em baixo de um chuveiro. São poucos os hotéis que possuem ducha quente.
Paula pergunta de dentro do banheiro:
É meu vinho?
- Não! Era o garçom, mas trouxe o vinho.
Ela sorriu e comentou.
Estou tão acostumada com tuas brincadeiras que, quando falas sério, não sei se está com raiva ou simplesmente comentado sobre o assunto.
Eu já estava do seu lado, na pia do banheiro.
Ela tentava a prender seus cabelos, para evitar molhá-los durante o banho.
Abraçando-a de lado, envolvi seu corpo em meus braços, meu pênis colou na sua cocha e nádega direita; fechei os olhos e beijei-lhe a face, sem a interromper o que fazia.
Ao abrir os olhos, via-a admirando a cena pelo espelho. Sorridente virou a face, enroscou meu pescoço para um beijo na boca.
Durante o beijo, me invadiu uma sensação, como ha muito tampo não sentia.
Uma sensação de paz, segurança e carinho. Um momento sublime em minha vida.
Ao separar-me do beijo, vi que ela também curtiu momento igual. Vendo-a com todo aquele êxtase de satisfação, me veio à cruel realidade.
Em milésimo de segundos, meus pés pisaram novamente em terra firme. Fui invadido por sentimento de culpa tão grande, que Paula notou minha mudança facial e perguntou:
O que houve? Será que beijo tão ruim assim?
Não quis estragar sua noite comentando sobre nossa real condição. Ela é madura, inteligente e conhece minhas limitações como amante. Ela mais que ninguém, sabe que jamais terá minha companhia diária. Nossa condição será sempre proibida e limitada a poucos momentos.
Esta é uma das desvantagens da condição de amante. A pior delas é a divisão. Não digo a condição de o amante estar dividindo, refiro-me a condição do ser, que é dividido.
Meu cérebro naquele momento ficou com raciocínio desordenado. Vieram-me muitas imagens de bons momentos vivenciados com Mazé e outros com Paula, até eu voltar ao presente novamente. É tão o pior ser dividido que dividirmos. Pelo menos foi o que passou por minha cabeça naquele momento.
Nunca a enganei com promessa de separar-me, nunca prometo o que não possa cumprir; nem nunca fui exigido Poe ela, de algo parecido.
Ela desejava somente; acordar um dia a meu lado, eu estava ali para isto. Eu não Estraguei seu desejo com ou discussão de assunto já conhecidos.
Respondi-a mentindo com brincadeiras.
- Não meu tesão. Eu imaginei como deve estar fria, à água.
Ela sorriu e brincou enroscando mais forte, seus braços por meu pescoço, me beijando novamente, disse:
Verdade! Deve estar tão fria quanto à de ontem. Mas não deves te preocupar, prometo que vou te aquecer a noite toda com meu corpo.
Aquilo entrou por meus ouvidos, atingindo meu coração como se fosse uma punhalada.
Para que ela não visse meus olhos, que marejaram em lágrimas; pela resposta, Sorrindo me desvencilhei de seu corpo, falando em tom de brincadeiras:
- Então vou logo me banhar para ser aquecido por ti! Segui para o Box.
Já estava embaixo da ducha quando ela entra. Tomei um banho rápido, o que não pode ser feito por ela. Reclamando disse:
Agora vou ter que congelar minha boceta, para poder tirar a porra que tu derramaste aqui dentro!
- Não devias reclamar comigo e sim com tua mãe que ti fez assim.
Com as mãos cheias de água, jogou-a sobre o Box atingindo-me, assim como boa parte das paredes do banheiro.
Mas é um sínico mesmo. Se continuar assim, vai ficar a noite de castigo.
- Tu vai te castigar também?
Rimos.
Enxuguei todo seu corpo; dos cabelos aos pés. É prazerosa a sensação de posse que tenho sobre aquele corpo, sobre aquela mulher.
Mais magnífico ainda, é saber que existe reciprocidade.
Uns dois meses antes, apesar de já há possuir por vários anos, nosso envolvimento era apenas sexual. Não sei como evoluiu para o estado que nos encontramos agora. Eu a tinha tudo sob controle.
Enquanto enxugava seus pés, minha boca ficou de frente para sua xaninha, quase encostando-se a ela, ela baixa a cabeça, olha, põe as mãos sobre minha cabeça e diz:
Que calorzinho gostoso! Esbaforia novamente em cima dela vai!
Abri a boca e soltei aquele ar quente sobre sua boceta.
Que delícia!
Aproximei minha boca e encoste a língua num lábio vaginal.
Não assim não. Assim vai congelar ela! Vem pra cama vem?
Ela toma a toalha de minhas mãos e ruma para a cama.
Os lençóis eram muitos finos, não conseguiríamos dormir com eles naquele frio.
Liguei com a recepção e pedi um edredom.
Paula estava de costas para mim e eu agarrado a seu corpo, acariciando seus seios. O Juninho estava bem aquecido dentro da xaninha; estávamos bem juntinhos, assistindo: Ídolos na TV Record.
Apresentavam cenas da participante NISA. Não vou relatar sobre a feminilidade dela, mas é uma forte candidata a vencer. Bateram na porta.
Contra vontade, saio de dentro da xaninha e vou atender.
Tive que enrolar-me com uma das toalhas úmidas, fazendo que o frio voltasse de imediato.
Abro a porta e não acreditei no que vi: Uma mulata com avental e tudo.
Meu cérebro ativou todo meu sangue, fazendo-o circular a mil por hora. Frio? Que frio? Minhas veias queimavam pela velocidade do sangue.
A jovem falou:
+ Vim troca as roupas de cama e banho que solicitaram.
Affffff... Tive a certeza de que ela estava na profissão errada, por falta de oportunidade naquela região.
Convidei a jovem a entrar.
Ela seguiu em direção a cama.
Quando deu as costas para mim pude observar toda a parte de seu corpo traseiro.
Cabelos pretos, amarrados por baixo de uma touca, pelo volume da touca notava-se que eram longos; pescoço alongado como o de Paulinha; Pele morena de uma cor que não sei explicar, mas era lisainha, cheirosa e tinha um brilho diferente. Ombros largos, braços grossos, cintura mediana e um par de bunda que mesmo dentro da saia, da grossa bata; deixava-nos saber que eram perfeitas, Capaz de deixa qualquer um maluco e eu então...
Via-se pouco das coxas, porem o pouco que víamos era tentador. Suas pernas calçadas em meias longas e grossas, denunciava que tudo estava bem dividido. Senti a fragrância suave com sua passagem, mas não consegui identificar seu perfume.
O Juninho que acabara de sair da bocetinha de Paulinha para atender a porta, pulsou com o que via.
Iria ser difícil escondê-lo sem ser notado pela jovem, e para quê escondê-lo?
Paula notou meu interesse e fez que nada tinha visto. Safada!
Ao chegar à cama, Paula fez-se que ainda ouvia a apresentação musical, pediu para a jovem deixar as roupas que ela mesma trocaria. Continuou vendo a apresentação.
A jovem me olhou, sem saber o que fazer. Falei:
- Mau bem! É função dela. Ela não pode deixar sua tarefa para que os hospedes a façam, ela tem que levar as sujas para lavanderia.
Sem cerimônias, Paula levantou de baixo do lençol, nua em pelo e veio em minha direção.
Incrédula, a jovem olhou Paulinha de cima a baixo, não sei se com o corpo ou atitude de Paulinha, mas ela ficou paralisada; acompanhou Paulinha com os olhos até eu entrar em seu campo de visão. Ela ainda viu quando Paulinha segurou com a mão direita, meu pênis e reclamando comentou:
Devia ter deixado para eu trocar mais tarde, para depois de terminarmos o que estávamos fazendo. Já, já, vai estar tudo sujo novamente!
A jovem sem palavras olhou-me envergonhada. Eu disse:
- Não se preocupe, pode trocar em paz. Não iremos incomodá-la.
Paula sussurrou em meu ouvido, chamando-me de tarado, insaciável, estuprador e perguntou-me:
Tu a queres pra ti?
- Seria o máximo!
Ela sorrir me chama novamente de tarado, fez menção de se dirigir a jovem que estava de costas trocando a cama, segurei-a, sorri pra ela afirmando e fazendo-a pensar antes de qualquer atitude:
- Iria adorar vocês duas. Imagina ai uma loira e uma Mulata na cama? Eu ia morrer de satisfação. Mas, tu não acha que vai impedir de realizar teu desejo?
Agradecida ela me beija e sem cerimônias põe a mão por dentro da toalha e segura meu membro e pressiona-o, ele responde pulsando em sua mão.
A jovem que não conseguia se concentrar no que fazia, nem tirar os cantos dos olhos de cima de nós; arregalou-os incrédulos.
Paula separou-se e foi toda insinuante até a jovem, oferecendo-se para ajudar.
A moça assustada pediu desculpas, disse não poder aceitar a ajuda.
Paula insistiu, pegando as tolhas úmidas que estavam em um dos braços da garota e falou também insinuativa:
Não tem problemas princesa. Ninguém vai saber de nada! Eu te ajudo e tu ajudas a gente!
Sorri baixinho. Acho que a jovem me ouviu sorrindo.
Ficou estática. Estava abismada e sem rações ou respostas. Paula completou deixando a jovem mais a vontade.
Isso mesmo! Eu te ajudo, tu terminas logo e ajuda a gente me deixando te ajudar a acabar rápido, deixando a gente voltar para nossa transa.
Paula estava deixando-a desnorteada. Ela falava em sexo com uma naturalidade! Como se tivessem discutindo o assunto com uma grande amiga e se conhecesse ha muito tempo. E eu não estivesse ali!

Com as toalha nos ombros apontou para o frigobar e perguntou:
Quer tomar algo? Estou com uma garrafa de vinho que não vou conseguir tomá-la sozinha, e como se não tivesse dito nada de estranho, apanhou os lençóis do chão colocando-os sobre os ombros.
A jovem respondeu dizendo ser proibida de beber algo durante o trabalho e de se relacionar com qualquer hospede.
Que pena. Ia adorar tua companhia. Da próxima vez, vamos nos hospedar em outro local, tu nos acompanhas para mostrar a cidade?
Sem esperar respostas, pediu o telefone da jovem.
Tu tem namorado?
A jovem deu o silêncio como resposta.
Paulinha acompanhou a jovem até a porta, ofereceu uma gorjeta que também foi recusada. Paula pergunta-lhe em tom de brincadeiras.
Nossa! Tu não vai querer nada da gente? Não vai levar nem uma lembrancinha?
E virou a cabeça insinuativa, fazendo com que a jovem olhasse para mim.
A jovem com sorriso tímido agradeceu desejando-nos boa noite, fechando ela mesma a porta.
Paula passou a chave e voltou sorrindo baixinho para a jovem não a ouvir.
- Tu é maluca mesmo. E se ela aceitasse, estava disposta a deixá-la conosco?
Claro que ela não ia aceitar! Está trabalhando esqueceu?
- Eu acho que mais um pouco de insistência e ela aceitaria. Se não, não teria te dado o telefone.
Paula sorriu dizendo:
Se ela aceitasse tu não ia gostar não? Seu safado! Tu só faltaste devorar a mulher com os olhos assim que abriste a porta! Sorriu e continuou:
- Eu iria adorar te ver fodendo uma camareira.
Eu! Tá maluco? Eu ia só assistir, nada mais!
- Por quê? Também queria ver como tu ti sairia com ela...
Há anos tento persuadir Paula ou Olívia á transarmos com outra companhia. Sairmos do trivial (se é que podemos considerar nossas transas trivial), as duas se negam sempre! Achei que desta vez seria diferente já que ela que estava convencendo a jovem camareira.
Eu não. Estou fora!
Pegou o papel entre seus dedos e fez menção de rasgar o papel com o telefone da camareira. Pedia a tempo para não fazer aquilo.
Ela sorriu aproximou-se de mim e me intimidou dizendo:
Se não me tratar bem e com respeito, nunca vai ver este telefone.
Abriu as pernas e fez menção de guardar a anotação dentro da xana.
Sorri segurando seu braço, abraçando-a, beijando-a e tentando tirar a anotação de suas mãos. Ela desvencilha-se, indo até sua bolsa guardar a anotação:
Se quiser possuí-la terá que ter minha permissão!
Sentado na cama e vendo-a seguir em direção ao móvel onde estava sua bolsa, fiquei a imaginar como seria viver na companhia de Paulinha. Teríamos sempre esta liberdade para fazermos e falarmos; sobre tudo e todos.
Não havia limites para imaginarmos e falarmos sobre qualquer assunto. Não havia receios ou segredos entre nós.
Não nos ofendíamos com os desejos um do outro. Gostamo-nos e respeitamo-nos fora dos padrões sociais, mas dentro de nosso conceito de liberdade.
Duraria, uma relação assim? Aceitaria eu, Paulinha falar-me que tinha encontrado ou saído com alguém que a satisfez?
Nossa! O que estava acontecendo comigo? Eu cogitava a possibilidades de uma união estável com Paulinha. Tudo que desejo, mas as possibilidades são remotas.
Balancei rapidamente a cabeça varias vezes, para dissipar aqueles pensamentos e evitar alimentar ou criar falsas expectativas.
Paula viu-me balançando a cabeça e perguntou:
O que foi? Calafrios?
Mais uma vez menti para Paulinha afirmando que sim, que estava muito frio.
Ela correu em minha direção, jogou-se sobre mim, obrigando-me a deitar na cama. Montou meu corpo deixando-me entre suas pernas, segurou meus punhos colados na cama, retirou a toalha que me vestia, sentou sobre meu colo e disse:
Vou acabar com este frio agora!
Por acidente ela pressionou o controle da TV mudando o canal para a TV Globo, José serra criticava o vazamento de informações de sua filha pela Receita Federal, estiquei meu corpo para ver a entrevista. Paula reclamou:
Você não vai me trocar por este careca!
Desligou a TV, jogou o controle na cama levando a mão para baixo de si, sentou em cima de meu pênis e o encaixou a cima de sua pelve.
Eu senti perfeitamente seus lábios vaginais recobrirem meu membro. Com meus punhos esticados e presos por suas mãos, ela movimentava sua pelve para cima e para baixo, roçando ali sua xaninha quentinha e perguntou:
Ele está mais aquecido agora?
- Não! Ela ainda está com frio, continua assim.
Safado.

Sem parar com os movimentos, ela me olha sorridente falando.
Adoro ver tua cara de safado sabia? Ainda mais quando se mistura com a de sínico. Sabia?
Sorrimos e completei perguntando:
- Não seria a de um tarado ou aproveitador?
Seria se fosse uma pessoa normal, mas para um sem vergonha como tu, a qualidade correta é a de sínico safado.
Ela ergue seu corpo juntamente com meus braços, baixou a cabeça e ficou friccionando os lábios vaginais de sua bocetinha sobre meu membro. Eu sentia a maciez da pele interna de seus grandes lábios, recobrirem e deslizarem sobre meu pênis. Ela ia e vinha de forma sensual, sem pressa, sem vergonha ou pudor.
Olhávamos nos olhos um do outro, na intenção de vermos a sensação de o outro sentia.
Mais uma vez fui traído por uma onda de sentimentos de culpas, misturados a uma paixão avassaladora.
Um filme de todos os meus relacionamentos passou por meu cérebro, em busca de algum momento igual aquele. Os que mais se aproximavam; Paula estava sempre presente.
Revi desde o primeiro dia que tive Paulinha a sós, a minha disposição.
A cada fricção de sua vagina em meu pênis, eu agradecia Olivia por ter levado Paulinha a meu quarto, quando eu estava com a virose; para uma demonstração do grau de intimidade sexual nós tínhamos. Ali tudo começara.
Fui interrompido por Paulinha que, abrindo nossos braços e dando passagem á seu corpo que arriava sobre o meu, até chagar em meus lábios e dar-me um beijo.
Lagrimas vieram á meus olhos.
Quando Paula convenceu a Mazé para eu a lavar até a faculdade, sobre a alegativa de perder a inscrição.
Eu imaginei que teríamos sexo, sexo e mais sexo, seria um dia de sexo e suas evoluções em toda a viagem, preparei-me para isto fisicamente, não emocionalmente. Jamais esperei que meus sentimentos aflorassem daquela forma. Não naquele momento. Eu tinha que me controlar para evitar falar algo que Paula se iludisse. Não podia falar-lhe de um sentimento puro e impossível de ser vivido como ela, pela eternidade ou até que a morte nos separe. Ela levantou seus lábios e perguntou:
E agora está bom assim? Ele está aquecido ou quer mais?
- Pra mim tudo bem, ele é que não se conforma.
Vou dar um beijinho nele para ele se conformar.
Ela ia recuando seu corpo sobe o meu, segurei-a e pedi;
- Não. Fica assim mais um pouquinho. Tu estás tão quentinha...
Baixando beijou meu queixo e se acomodou sobre meu corpo. Notei que seus mamilos estavam durinhos, demonstrando que ela estava excitada novamente.
Sua cabeça colada a minha, queixo em meu ombro, olhos fechados e seu corpo preso ao meu pelo abraço que eu lhe dava. Somente seu quadril e sua bocetinha se movimentavam na tentativa de agasalhar e aquecer meu membro.
Liberei a mão direita e procurei seu seio esquerdo, ela recuou um pouco; peguei seu mamilo e fiquei acariciando-o. Ela me confidenciou:
Era exatamente assim que eu pensava.
Com meus pensamentos absortos, não entende e perguntei:
- Como?
Era assim que eu imaginava dormir e acordar contigo.
Acho que aquela foi a primeira vez que eu mesmo procurei seus lábios para um beijo que não fosse safado. Beijei-a e a abracei fortemente.
Lembrei novamente de muitas promessas que fiz, e tive. Inclusive de muitas de meus contatos do MSN. Será que algum dia, eu terei uma satisfação como está? Impossível! Tive alguns relacionamentos primorosos, mas nada comparado este sentimento.
Teve um tempo que tive que me ausentar de Olívia para acalmar nossos sentimentos, mesmo assim, ara impossível comparar com o que eu estava sentindo por Paulinha.
Paula recuou seu quadril para a direita, e como se quisesse retribuir ao carinho que recebia no mamilo; continuou com o beijo, segurou meu membro panhetando-o de forma cadenciada ao que recebia nos seios e mamilos, friccionando sua pelve em minha perna e parte do quadril. Separou-se do beijo, levantou a face e com olhos semi-abertos perguntou:
Posso gozar assim?
- Não. Não faça isso...
Deixa!
- Não. Quero que goze comigo dentro de ti.
Está tão gostoso...
- Também acho. Por isto quero ficar mais tempo curtindo e quero que goze no meu membro. - - Quero sentir tua vagina engolindo ele.
Mas não vou agüentar.
Os movimentos de sua xana em minha perna e a manipulação de sua mão em meu membro aumentavam a media que ela falava e se excitava.
- Agüenta mais um pouquinho.
Só se você prometer deixar gozar assim.
Brinquei:
- Deixo. Mas tem que agüentar mais uma meia hora.
Ela sorriu. Sussurrando em meu ouvido e disse:
Não dá!
Eu também estava no auge, estava me segurando para não gozar na mão dela. Queria sentir a temperatura de sua bocetinha, mas...
Perguntei também sussurrando:
- Por quê?
Aumentaram os movimentos de sua pelve contra minhas pernas e suas mãos mais agitadas e desordenadas sobre meu membro.
Senti suas pernas comprimirem mais fortes as minhas, sem deixar de se movimentar e respondeu em sussurros:
Já estou gozando. Goza comigo?
- Tu quer gozar assim?
Queeero.
- Quer que eu goze na tua mão?
Queeeero.
- Quer que eu te mele todinha com meu esperma?
Queeero!
- Pois goza!!! Vou te melar todinha. Encher tua mão de espermas.
Com voz trôpega e soluços de choro, ela pediu:
Vem. Goza comigo. Derrama teu leitinho na minha mão.
Notei que aquela não era uma transa como as outras, ou, eu não queria eu que fosse uma transa comum.
Tentava usar palavras que normalmente usamos para apimentar nossas transas, não conseguia.
Ela tentava conter os soluços que teimavam em sair baixinhos, juntamente com sua respiração acelerada, levantou a cabeça olhou-me nos olhos. Vi perfeitamente seus olhos mareados, assim como os meus estivera minutos antes.
Será que ela também me vira daquela forma? E pediu:
Vem amor. Goza comigo!
Não me lembro de alguma vez, tê-la ouvido tratar-me de amor durante nossas transas. Sempre me chamava de: Beto, Magão, filho de uma égua, safado, cachorro, puto, e muitos outros adjetivos, o mais carinhoso era Meu Bem. Mas de amor... Acho que foi a primeira vez.
Se me tratou assim alguma outra vez, não lembro!
Em seus olhos, vi o quanto estamos envolvidos emocionalmente um com o outro.
Aquele olhar não era somente espasmos de gozo, era de denuncia, de entrega. Existia muito mais que satisfação sexual ou de um simples desejo. Notei o quanto estamos ligados.
Também não agüentei e gozei.

Gozamos em silencio, como nunca havíamos gozados, exceto quando estávamos em algum local publico, onde não nos era permitida uma transa e não podíamos gemer mais alto.
Aquele momento não era de volúpia, mas de entrega.
Novamente senti-me culpado por ter deixado aquilo acontecer.
Dormimos abraçado, agarrados, ligados um ao outro, literalmente; física e emocional.
Acordei pelo frio que me incomodou.
Foi difícil, ela estava com parte de seu corpo em cima do meu, mas consegui levantar-me sem acordá-la.
Para protegê-la do frio, cobri-a com o edredom, limpei sua mão, ainda, cheia de esperma, parte dele já ressequida e fui ao banheiro me limpar.
Não abri o chuveiro para: não acordá-la com o barulho da água, como também não tive coragem de me meter embaixo dele.
Peguei papel higiênico, limpei-me.
Voltei para a cama deixando uma das luzes do banheiro acesa.
Não queria que ela acordasse no escuro, caso precisasse ir ao banheiro. A penumbra que ficou no quarto, estava excelente, via-se perfeitamente os objetos que o completavam.
Aproximei-me da cama, olhei para ela e o mundo existente lá fora voltou a minha cabeça.
Sentei a seu lado. Vagarosamente, acariciei seus cabelos, desci pela face, apreciei seus cílios loiros comparando-os aos cabelos; cheguei á seus lábios. Ela segurou meu dedo com os lábios e dentes. Chupou-o soltando-o e segurou-o com a mão, puxou-me para junto de si.
Ainda com olhos fechados perguntou:
Não minta. Em que está pensando agora?
Calei por alguns minutos, esperando que ela voltasse a dormir.
Ela reformulou a pergunta:
Quero saber em que estava pensando, Vai mentir para mim?
Curvei meu corpo até encontrar meus lábios com os dela.
Aquela era a segunda vez naquela noite, que sentia necessidade de beijá-la.
Com o braço, ela me enlaçou-me o pescoço evitando que eu fugisse após o beijo, e cobrou novamente:
Quero que me diga o que pensava enquanto me olhava.
Acomodei melhor meu corpo na cama, colando-me a ela, rocei meu nariz no dela e menti em parte:
- Estava te apreciando na cama.
Mentira! Sei quando estais pensativos. Quero saber o que pensavas!
- Já disse! Estava te apreciando, enquanto tu dormias.
Eu não estava dormindo, estava te olhando enquanto relaxava.
Aproveitei para devolver a pergunta:
E o que pensou enquanto me olhava?
Ela me bateu no ombro, me abraçou mais forte, reclamou por eu tentar me desvirtuar da resposta e pediu com carinho:
- Por favor, amorzinho, me diz... Quero saber o que estava pensando de mim.
Movido pelo que sinto por ela, e por não ter compreendido erroneamente sua interpelação, achei o cumulo aquela pergunta.
Como eu ira pensar algo dela? Senti-me ofendido e fui incisivo em reclamar dizendo que não estava pensando nada dela. E devolvendo a pergunta com tom de braveza quis saber:
- O que você acha que eu estava pensando de ti? Tenho algum motivo para pensar mal de ti!
Ela sorriu e carinhosamente me abraçou, fazendo-me voltar para perto de si e diz:
Não foi isto que eu quis dizer. Sei que não pensa nada ruim de mim. Quero saber o que pensava em quanto me olhava e não o que pensava de mim enquanto me olhava.
Me cobriu de beijos. Calamos por alguns segundos.
Ela esperando que eu a respondesse e eu, pensando que ela houvesse desistido de ouvir a resposta.
De repente escuto seu sussurro em meu ouvido.
Estou esperando! O que estava pensando?
- Eu estava pensando em nós. Em nossa situação.
O que eu tentava evitar não respondendo, era que fosse criada alguma expectativa que não pudesse se cumprir.
Naquele dia foram várias as vezes que, fui traído por meu cérebro e me vi pensando de como seria a convivência diária com Paulinha.
Fiz de tudo para ela não perceber. Evitei tocar em algum assunto relacionado a isto.
Estávamos vivendo muito bem à condição de amantes, porem...
Eu não podia causar esperanças a Paula, nem a mim mesmo. Não foi o que aconteceu com o que respondi.
Paula toda eufórica e um brilho excessivo nos lindos olhos, levantou seus ombros da cama, curvou-o sobre meu tórax, colocado sua face de frente á minha, prendeu novamente meus braços a cama, pediu:
Continua?
- Continuar com o quê?
Me diz o que pensava sobre nós. A que situação se refere?
A fim de concertar a situação, comentando falei:
- O que estamos fazendo agora! Estava pensando como está bom e quando teremos mais um dia destes.
Isto ai não depende de mim.
E sorrindo complementou:
Por mim você nem voltaria pra Fortaleza!
Instintivamente, enlacei seu pescoço trazendo-a para mais um beijo, prendendo o resto de seu corpo com minhas pernas, demonstrando minha satisfação em estar ali.
Aquela foi a forma mais pura de agradecimento que fiz, pela resposta que eu acabara de ouvir. Sua resposta confirmou que nossos sentimentos são recíprocos.
Uma coisa era eu sentir, outra totalmente diferente, foi eu ouvir seu desejo, que confirmava que meus sentimentos são correspondidos.
Eu tina que ser mais prudente e tentar me esquivar daquela proposta, sem magoá-la.
Ela estava levando a sério tudo que ouvia. O que eu falasse naquele momento poderia me comprometer e iludi-la. Não sou de voltar a traz no que digo, e ela sabe disto.
Assim que me desvencilhei do beijo falei:
- Maluquinha, está esquecendo-se de quem está aqui contigo e do que tenho a minha espera?
Tanto sei que vou repetir; Por mim, tu não voltarias para Fortaleza! Aqui será mais fácil de eu trabalhar e tu pode muito bem me ajudar administrando.
Abracei-a. Desta vez mais forte, até que ela sorrindo, pediu-me para eu soltá-la.
- Se eu ti fizer uma pergunta, tu me responde com sinceridade?
Engraçado o ser humano. Eu me esquivando de dar a resposta sincera, e exigindo sinceridade a minhas indagações.
Não que eu estivesse mentido, muito pelo contrário. Eu estava omitindo para privá-la de mágoas, que minhas respostas poderiam trazê-la.
Desde que não seja mais uma de tuas propostas indecentes, sim.
- Por que choraste quando transávamos?
Ela segurou-me com as duas mãos pela face, beijou-me e disse:
Não vou mentir. Mas prefiro não responder.
- Por que não?
Por que não sei explicar. Me deu vontade de chorar. Chorei!
- Quando se chora tem algum motivo. Alegria, tristeza, alguma emoção ou até mesmo por representação; mas nunca vi ninguém chorar sem motivos.
Tem razão. Se eu te fizer um pedido antes, tu prometes me atender!
Realmente eu estava ansioso para saber o motivo de seu choro.
Pensava eu que desta forma, poderia pensar no que e como falar, ao pedir um tempo para eu analisar o que estava acontecendo conosco, ou melhor; Comigo.
Jamais pensei que ela usaria de artimanhas para se excluir da resposta, e disse-lhe:
- Prometo.
Ok! Por favor, não faça mais esta pergunta! Certo?
Sentei-me na cama para reclamar, agora foi minha vez de dar umas tapas nela.
Sorrindo ela se defendia com os braços, tentando agarrar os meus. Enlacei-a pelos ombros segurando-a por traz e falei a seu ouvido:
- Sua safada! Não vale. A promessa que lhe fiz não valeu. Você tinha prometido me responder com sinceridade. Responda ou não lhe solto.
Mentira sua. Não prometi nada. Eu disse que responderia com sinceridade, não fiz promessa de responder.
- Mas vai ter que responder! Se não, não vou te soltar.
Sempre sorridente inquiriu:
E quem disse que desejo que me soltes?
Apesar de meus momentos de indecisões e incertezas pelo qual eu passava naquela noite, confesso que há muito, mais muito tempo mesmo; não me sentia tão bem.
Havia momentos que eu esquecia minha identidade, de meu passado, para viver o presente.
Sério. Quero que me digas o que estava pensando.
Ainda sorrindo ela respondeu.
- Não. Você prometeu não mais perguntar.
Fiquei pensativo, tentando adivinhar o que a fez chorar, ia perguntar se a razão havia sido eu. Antes que eu a perguntasse, ela se escancha em minhas penas, sobre o meu quadril, abraça meu pescoço, me olha nos olhos e diz.
Não quero mais tocar neste assunto. Quero aproveitar a noite sem problemas. Tu faz isso por mim?
- Tudo bem. Vamos esquecer este assunto, mas...
Não senhor. Não vou aceitar condições, vamos esquecer tudo. Certo?
Abracei-a puxando-a para mais perto de mim. Eu agora segurava sua cintura e ou nádegas, ela de pernas abertas comigo entre elas, sua pelve encostava-se a meu membro. Montada como estava, ela olhou para baixo e viu que meu membro, ia próximo a seu umbigo e brincou:
Vendo-o assim, fico me perguntando; como é ele cabe todo dentro de mim?
Abaixou uma mão e premeu meu membro contra sua barriga para confirmar o tamanho do Juninho, e disse:
Ele vem até meu umbigo. Devo estar toda rasgada por dentro.
Sorrimos.
Completei:
- Verdade. Vamos confirmar?
Agora fui eu quem liberou a mão direita para posicionar meu caralho na entrada da xaninha.
Ela ergue um pouco o quadril aproveitando para me beijar. Veio descendo o quadril lentamente, até passar a cabeça pelos lábios vaginais e encostar-se à cavidade da xaninha. Cheguei a sentir a ponta da cabaça, encostar-se aos ossos da vagina, ela recuou o corpo como se fosse fugir. Eu a segurei pelo quadril forçando-o para baixo. Mais uma vez ela desceu lentamente, desta vez engoliu quase toda a cabeça prendeu-a, com os músculos de sua xana. Neste momento fui á lua de desejo. Esbafori de satisfação sobre a face dela.
Ela sorriu ao ver minha satisfação, sobe novamente o corpo, e desce premendo o que entrava de meu cassete em sua xana. E pergunta:
Está gostando tá? É bom assim?
- Não sei. Faz novamente.
Ela baixa novamente sua bundinha, agora engolindo metade do meu membro, para e o preme novamente por várias vezes.
Sua vagina funcionou como uma boca fazendo-me uma chupeta e lábios prensando, mastigando meu membro e pergunta com sopros em meu ouvido:
Assim? Quer que eu faça assim?
- Não sei. Ainda estou indeciso. Faz de novo?
Safado, esta se aproveitando de minha inocência não é? Deixa ver se assim é melhor.
A safada usou seu quadril como uma socadeira.
Suas pernas pareciam uma mola, sua bundinha subia e descia com uma rapidez tão grande, que se eu não tivesse gozando ha pouco tempo, teria gozado na oitava ou nona vez que sua xana engoliu meu membro.
01:48h – Meu celular toca novamente. Por mim ele tocaria a noite toda. Eu não estava a fim de sair daquela posição, de deixar aquele corpo em troca de um telefonema. Paula estendeu a mão para alcançá-lo. Gritei:
-Não! Não faça isso!
Ele está tocando. Pode ser a Mazé?
- E tu és louca de atendê-la? Deixa que atendo.
Vejo no identificador que é Olívia, tento atender, tarde de mais. Acabamos perdendo o tempo de atendimento.
Coloquei o telefone do lado, Paula pergunta:
Quem era?
Abraço-a e respondo.
- Olívia.
Ela desligou na tua cara? Deve estar se roendo. E gargalha.
- Não. Não deu tempo de atender. Se fosse a Mazé, como tu ia explicar estar comigo há esta hora?
Verdade. Não pensei nisto. Estava querendo curtir a foda e esta droga tocando.
Ainda estávamos engatados, ela de pernas abertas montadas sobre mim, eu de joelhos, querendo voltar a curtir aquela bela penetração, pedi-a:
Rebola de novo vai. Estava tão bom...
Com as mãos ela segura minha nuca, estica os braços, derreia seu corpo para trás, me encara nos olhes e fica friccionando seu útero no meu Pênis.
Não rebola como eu pedira, mas deu para eu sentir toda a anatomia de útero deslizando pela cabeça de meu pênis.
Nossa. Que coisa boa. Ele está todo dentro de mim.
Que linda... Ela estava magnífica. Seu corpo esguio voltado para traz, sustentado e cravado pelo meu. Sua cabeça derreada para trás deixando a mostra seu pescoço. Seus cabelos soltos, lisos, longos e loiros quase encostados no colchão. Estava linda!
Quando tive Paulinha pela primeira vez com a participação de Olívia, pensei que fosse só para satisfação momentânea, a realização da fantasia de uma delas, ou ago parecido. Ou até mesmo por exibição de Olivia, em quere mostrar a amiga que, não mentira ao contar-lhe que havia transado com seu padrasto.
Aquela mulher “Paulinha” deveria ter muitos pretendentes. Não passaria daquela transa.
Eu não era um homem que a atraísse ou a agradece.
Ainda mais por eu ser casado com a mãe de sua melhor amiga, inclua-se ai, a diferença de idade.
Com certeza aquilo seria só uma transa para realização de fantasia, de duas amigas ou de uma garota que fantasiava transar, duas o mesmo cara juntamente com outra.
Poderia ter sido qualquer um, e eu havia sido o escolhido devido à intimidade e cumplicidade que eu já tivera com Olívia, ou seja: fui o felizardo.
Jamais imaginei que aquela aventura perdurasse.
Quando estive pela primeira vez a sós com Paulinha, foi para a iniciação anal. Achei ser mais uma fantasia a ser realizada, isto por aconselhamento e insistência de Olívia que queria estar presente a iniciação.
Meu cérebro mais uma vez me levava de volta à realidade.
Como fazer para Paulinha voltar a ser a mulher de quando iniciamos nossas aventuras.
Como convencê-la de que; o melhor para nós é continuarmos a nos encontrar somente para sexo, sem envolvimento emocional. Transamos como combinado desde o início, sem comprometimento.
Como falar isto á ela sem magoá-la a ela nem a mim mesmo?
Como farei para convencê-la a sair de um romance, que, eu mesmo estou envolvido emocionalmente? Mas tinha que falar. Tínhamos que aproveitar aqueles cinco ou seis meses que ela estaria em outra cidade.
Será mais fácil para nós, nos esquecermos temporariamente, com a distância e o período que nos separaria.
Fui despertado com a pergunta:
Tu está sentindo cutucando meu útero?
Abri os olhos, novamente lacrimejados e voz trôpega respondi.
- Sim! Estou.
A posição que ela estava não deu para notar meus olhos marejados e a voz trôpega, foi disfarçada como se eu estivesse no auge da excitação.
Com uma das mãos peguei parte do edredom e enxuguei os olhos.
Soltei o edredom e curvei meus braços em sua cintura trazendo-a para perto de mim.
Eu sentia necessidade de seu corpo junto ao meu. Não queria somente estar dentro dela, eu queria seu corpo, sua alma.
Ela notou mudança no meu comportamento, parou os movimentos, abraçou-me fortemente por alguns segundos; prensando minha face contra seus seios, alisando minha cabeça, perguntou:
O que foi amor.
Meu coração acelerou mais ainda, não queria ser tratado por ela daquele jeito. Reprimi a vontade de pedi-la para, não mais me chamar de amor. Mas isto acabaria com sua noite. Não teria explicar o porquê sem a magoar.
- Nada não.
Beijei seus seios, colocando o mamilo entre os lábios e mamando-o com carinho.
De repente tu ficou frigido! Parece que está na lua! Diz pra mim o que foi? Por que ficastes assim?
- Se eu te pedir um favor tu me faz?
A safada sorriu, e me disse:
Não! Não pense que vou cair nessa. Você vai ter que me contar o que aconteceu.
Ela fez menção de sair da posição, eu a segurei pedindo:
Fica mais um pouquinho.
Eu queria um tempo para ordenar meus pensamentos antes de responder algo, a fim de não estragar aquela noite. Queria que fosse marcante não decepcionante.
Engraçado desde que vi Paulinha pela primeira vez a desejei sexualmente.
Nunca me insinuei, por respeito à Mazé e muitos outros motivos que me seguraram.
O motivo principal era pensar que; jamais existiria a possibilidade de eu conquistar Paulinha. Tinha receio de levar um fora e ainda ser dedurado. Sempre achei assim.
Depois que nos conhecemos sexualmente (apresentado por Olívia, para que não sabe: minha enteada.), jamais imaginei nos apaixonar. Havíamos nos comprometido que, isto não podia acontecer.
No fundo eu queria que isto acontecesse da parte dela, não da minha.
Egoistamente eu pensava: ela estando apaixonada, seria a forma de tê-la, sempre que eu a quisesse possuir. Mais uma vez pensei não ser possível isto acontecer.
Agora, eu estava com ela ali, possuindo-a de corpo e alma e eu, não podendo me entregar como ela merecia. Sem condições de compartilhar seus dias, seus carinhos; por complicações da vida. Que destino!
Dizem que o amor é cego. Acredito! Quem sabe depois que explicá-la, ela, volte a enxergar! Mas eu não devia falar agora. Não era o momento. Estávamos ali para realizar seu sonho. O de um dia, ela acordar a meu lado.
Ia omitir novamente a resposta, quando o celular toca novamente.
Automaticamente esticamos nossos braços em busca do telefone.
Sorrimos.
Peguei celular e brincando disse:
- Se ela quisesse falar com você, teria ligado para o seu.
- Boa noite.
+ Tu já está em casa Magão?
- Não.
+ Está na estrada?
- Não.
+ Tu tá com minha mãe?
Sorri descaradamente e falei:
- Borá Olívia tu sabe que não. Tu já deve ter falado com tua mãe, são 020:00h. Com certeza tu já deve ter ligado com ela. Então diz o que tu queres?
+ Magão tu toma cuidado! A mãe me ligou para saber quantos Km são até sobral. O Josafá disse pra ela que são no máximo 300 km. Daria para tu ter voltado hoje.
Ela também sabe que D. Fátima não foi com vocês e ficou de orelhas em pé!
Aproveita bem ai, para compensar as explicações que vais ter que dar a ela. Tu ainda tá fodendo essa vadia ou esta em alguma pousada de estrada?
- Ainda estou com a vadia. Nem imagina como está bom.
+ Tu devia ter vergonha de ter me dado um cano desses. Se tivesse me falado, tinha ido com vocês, agora eu ia ajudar a limpar a barra.
- Não te ilude Olívia. Se tu tivesses inventado de vir, tua mãe não teria deixado que eu trouxesse a Paula. Tu sabe o por que. Não sabe?
Ela pensou um pouco antes de responder:
+ Verdade. Tem vezes que esqueço. Mas se eu tivesse ido, ia ser uma putaria daquelas. Íamos passar a viagem toda fudendo.
Eu sorrir de novo e disse:
- Nem por isto vou deixar de trepar a noite toda.
+ Eu sei! Tu é um tarado mesmo. Seu safado! E ao lado dessa putinha ai em? Toma cuidado que ela está ficando caída por ti. Vai te trazer problemas.
Novamente meu cérebro rodou todo o globo terrestre em busca de uma fuga, não consegui encontrar.
+ Deixa falar com essa vadia ai.
Instantaneamente meu instinto de defesa foi ativado, Não gostei do modo como Olívia pediu para falar com Paula. Não foi o tratamento, este, já estou acostumado. Realmente foi pelo timbre de voz, achei irônico e recriminador. Na tentativa de defender Paulinha, automaticamente perguntei:
- Quem!
Sorrindo brandamente ela perguntou:
+ Tu está com mais de uma vadia ai, é, seu safado? Está fazendo suruba é?
Desta vez, fui eu que sorri entregando o telefone a Paulinha.
Eu estava absorto, pensando no que imaginar para explicar o motivo de eu não ter retornado naquele mesmo dia. Não foi difícil. Exceto no escritório e a mãe de Paulinha, ninguém sabia o horário que eu havia pegado a estrada. Pedi a Para me deixareu falar com Olívia antes de desligar.
- Ao receber o telefone falei: Olívia, amanhã cedo liga e diz tua mãe que vim depois do trabalho, por isto não voltei hoje.
+ E foi?
- Você quer a verdade? E sorri.
+ Vai te lascar Magão. Tu não tem jeito mesmo. Vou dormir sozinha hoje.
- Devia ter me avisado antes.
+ Vai dar o cu Magão! Boa noite.
Ainda estávamos entrelaçados um ao outro, não desgrudamos nem um segundo. Mas o Juninho estava meio adormecido, devido à circunstância anterior.
E para me esquivar da resposta ou fazê-la esquecer, perguntei o que Olivia queria com ela.
Ela explicou que; Olívia estaria de folga e sozinha em casa, hoje e amanhã. Josafá teve que estender-se no trabalho. Ela está chateada por que poderia ter vindo conosco e tra La lá, tra la lá e etc.
Naquele momento eu não ouvi bem suas explicações. Senti-ame aliviado e me preparava, caso ela voltasse à pergunta.
Mais calmo e voltei a sentir a temperatura da xana de Paulinha enquanto ela falava. Passei e me movimentar dentro dela.
Com algumas mulheres, para mudarmos de assunto, basta entrar com outro.
Paulinha não mais perguntou o motivo de minha mudança minutos antes.
Para ela reafirmar meu intento e ela definitivamente não voltar novamente para a pergunta, disse-lhe
- Quando chegar a Fortaleza vou fazer uma visitinha a xereca da Olivia. (Sem contar que seriam meus agradecimentos; por ela ter-me, me tirando daquele sufoco).
Meio desconcertada, com sorriso amarelo, Paula me deu um abraço de urso como resposta completando.
Tu não tem vergonha mesmo não, não é? Seu safado. Está fodendo uma e já pensando em outra. Ainda me fala isso na cara de pau!
Brinquei:
- Está com ciúmes da Olívia? Não acredito.
Paula disse estar com cede, iria tomar água. Tentei segurá-la.
Sorrido ela arriou seu corpo de lado, em cima da cama arrastando o meu. Segurou meu e membro, deu um beijinho na cabeça dele e saiu em direção ao frigobar.

Tomou e ofereceu-me água. Exibiu algumas frutas e chocolates oferecendo-me. Aceitei bananas e morangos.
Colocou vinho na taça, tomou um gole, saboreou-o e trouxe par a cama uma bandeja com duas bananas, alguns morangos, uma taça com restante da água que ela havia bebido e outra com vinho.
Ao pegar a banana exibi-a perguntando o que fazia lembrar.
Sorridente disse:
Uma banana.
Descasquei-a, mordi um pedaço e disse que; pelo tamanho deveria ser a mais saborosa.
Ela respondeu que; As melhores coisas estão nos menores embalagens. Sorri discordando e fazendo comparações a seu corpo. Também sorrindo e seguindo minha linda de raciocínio ela pergunta:
E qual a parte tu mais gosto? Não é da menor?
Sorrindo beijei-a concordando. Eu acabara de comer aquela banana, servi-me de um morango, mordi-o. Estava azedo. Fiz cara de quem não tinha gostado e disse a ela:
- Vou adocicar ele.
Ela estava sentada na cama com as pernas cruzadas, sua xaninha estava totalmente exposta e sem esperar sua permissão, introduzi o morango na xoxota dela, retirei mordi e menti novamente falando:
- Melhorou bastante.
Safado!
Ainda mordiscando o morango, retirei outro da bandeja introduzi na xoxota e disse:
Vou deixar ele de molho para pegar mais sabor.
Ela encostou a taça de vinho no criado mudo, retirou o morango, colocou-o nos dentes a parte da raiz e o ofereceu a outra para eu tirá-lo de sua boca e degustá-lo. Saboreei cada pedaço. Ela perguntou se estava melhor que o outro. Afirmei que sim e que agora queria a outra banana. Sorrindo ele disse que eu estava com segundas intenções, não com fome.
Deitei-me sobre ela obrigando-a, a deitar na cama derramando o conteúdo da bandeja da cama. Comentei em tom de brincadeiras:
- Ainda bem que só havia as frutas, caso contrário teríamos que chamar novamente a camareira.
Sorrimos.
Ficamos deitados naquela posição, meu corpo em cima de seu. Procurei a banana, descasquei-a bem próximo a seus olhos safados, sorrindo perguntou:
Ela não vai desmanchar com a temperatura?
- Não vai dar tempo. Levei a banana até sua xana e comecei a introdução:
Sorrindo e reclamando ela impediu-me de continuar dizendo:
Não! Tira! Tá gelada de mais. Tira!
Retirei, comi o que achei ter entrado dentro dela.
- Huuumm... Uma delícia. Está bem meladinha, quer um pedaço?
Que nojeeento.
Ia colocar o restante dentro dela. Ela fechou suas pernas e protegeu a xaninha com as mãos e disse.
Não Beto! Tá muito frio. Deixa de sujeira. Ainda nem me limpei da ultima gozada.
- Há... Por isto! Não sabia que banana em caldas era tão saborosa...
Tentei novamente ela pediu:
Por favor, para não. Está muito fria. E inda estou suja.
Levantou-se, tomou mais o gole da taça de vinhos e foi em direção ao banheiro.
Se não fossem as pantufas oferecidas pelo hotel, eu não teria descido da cama naquele momento.
O piso do quarto estava mais frio que pista de gelo. Senti ao tentar calçar as pantufas e tocar um pé descalço no chão.
Segui Paula até o Box, os respingos do chuveiro, pareciam focos de neve ao tocar em meu corpo. Mas tínhamos que nos lavar.
Fechei o Box para evitar os respingos. O Box não era em vidro, acho que, uma espécie de acrílico, semitransparente. Fiquei admirando a Siluetas de Paulinha.
Engraçado; Eu tinha aquele corpo a minha disposição, e me excitei com sua silueta.
Fiquei a imaginar aquele corpo que estava ali dentro, nem parecia que acabara de sair de meus braços.
Meu membro enrijeceu novamente desejando possuir aquela silueta.
Comentei exatamente o que senti para Paula, ela não acreditou e abriu a porta do banheiro e ao ver o Juninho ereto comentou irônica:
Nossa! Tu é tarado mesmo, sabia? Procura um tratamento se não, um dia tu vai sair por ai estuprando às outras. Vem pra cá vem! Deixa lavar ele para ver se ele acalma!
- Não prefiro ficar aqui te vendo tomar banho pelo vidro.
Ela abriu a porta do Box e disse:
Acabou a brincadeira. Vem deixa eu te lavar.
Puxou-me pelo pênis.
Com a ducha direcionou os jatos só em meu membro, ensaboou-o, enxaguou-o, ao terminar ela cheirou ele e disse:
Agora sim ele está bem limpinho.
Em seguida o abocanhou. Preparei-me para sentir frio, muito pelo contrário. Aquela boquinha gostosa estava bem quentinha.
Me fez lembrar sua xaninha; úmida e quente.
Tentei segurar sua cabeça para introduzir tudo em sua boca.
Ela me impediu, levantou-se, abraçou-me e me beijou falando:
Não Beto! Assim não. Se não vou me sujar todinha. Não quero tomar novo banho.
- Então por que começou? Vai me deixar assim?
Não. Temos a cama para isto. E você já estava assim seu tarado! Você estava pensando na silueta, não em mim. Vem!
Segui-a me justificando:
- Mas a silueta não era a tua, dá no mesmo, não?
Não seu safado! Sei que você imaginou outra, não eu.
- Não é verdade.
Ta bom. Vou fazer de conta que acredito. Vamos!
Deitamo-nos, conversamos muito. Relembramos a viagem, o cabaré, o restaurante. Sorriamos com as lembranças. Até que chegamos a relacionamentos duradouros.
Tivemos como exemplos D. Estelita (minha sogra), minha Mãe, comparamos com Olívia que já está no segundo casamento e outros relacionamentos. Ela comentou minha União com Mazé, (este, fiz questão de fugir e mudar rapidinho para oura pessoa) sua Mãe.
D. Fátima que apesar da idade, até hoje vive como viúva o que demonstra a fidelidade que teve pelo falecido e chegamos nela: Paulinha.
Ela não se esquivou nem escondeu nem um de seus relacionamentos. Cheguei a ter ciúmes de alguns dos detalhes. Não gostei de saber, que ela foi feliz com outro, que fez sexo com outro; quanto egoísmo. Perguntei:
- E o que pensas para teu futuro?
Deste assunto, ela tentou se esquivar, levando para outra área, a dos negócios e falou:
Como assim, o que penso de meu futuro? Estou na segunda faculdade, tenho um negócio que mamãe sempre está por lá (salão de cabeleireiros) e posso administrar a distância, o projeto do colégio. Acho está bom não?
Montei em cima dela, segurei seus ombros sobre a cama, encarei-a e disse:
- Nojenta! Quero saber sobre o emocional, não do trabalho!
Sorrindo ela comentou:
E tem coisa que nos emocione mais do que o trabalho quando dá certo? Eu estou satisfeitíssima.
- Sério Paulita. Me preocupo com teu futuro. Sinto-me culpado por estar te atrapalhando. Adoro tua companhia, mas não posso estar sempre presente. Não posso te dar a companhias que mereces. Tu já tens 28 anos (Corrigindo para quem leu este relato em partes: eu havia descrito que sua idade era de 32 anos, errei, sua idade real é de 28 anos) e não tens nem um namorado. Tua mãe está certa quando fala que: tu vai acabar ficando sozinha na vida. Sem pais, irmãos, parentes. Tu não podes contar somente com amigos, tem que formar uma família.
Eu sei disso. Enganam-se, quem pensa que não ligo. Mas eu que vou formar minha família não vocês. Sem contar que,
- O que?
Nada!
Diga. Estamos conversando. É bom para nos conhecermos melhor, botar fora o que pensamos, sentimos e não conseguimos realizar, que sabe eu possa te ajude!
Eu já tenho um parceiro e posso perfeitamente ser uma mãe independente.
Aquilo me veio como uma pedrada na têmpora. Quase desmaio.
- Por isto havia suspendido os anticoncepcionais?
Ela me abraça forte puxando-me para junto de si. Agora estávamos completamente colados um ao outro.
Senti sua respiração e seus batimentos cardíacos, calmos e cadenciados. Ali vi que a resposta seria negativa e que ela não estaria mentindo ou tramando isso para mim.
Confesso que pensei na idéia depois que parei com os comprimidos, mas não ia fazer um negócio deste sem te comunicar. Quando digo que posso ser uma mãe independente, quero dizer que, existem várias formas de ser uma. Adoção é uma delas.
Quando cheguei a Fortaleza e saímos pela primeira vez, eu poderia muito bem, não ter te comunicado nada, Lembra? Ninguém sabia que eu não estava protegida. Mas não. A primeira coisa que fiz foi pedir-te para gozar fora. Lembra? Parei os comprimidos por que estavam me engordando!
Ela me pegou com as duas mãos pela face e olhando nos olhos disse:
Não meu amor. Nunca farei isto sem seu consentimento, e sorrindo disse:
Mas a idéia me consome.
Gargalhou fazendo-me acompanhá-la, com uma risada forçada e continua.
Acredita que até já visualizei o perfil dele? Levando em conta teus filhos, criei o perfil e ele é mais bonito que o Bruno ou ela mais linda que Priscila! Já imaginou um irmãozinho para a Priscila e o Bruno? Eles iriam adora! Nova gargalhada, desta vez abraçando-me mais forte.
- Deixa eu te falar uma coisa. Já me passou pela cabeça, vários meios de tu formares tua família, ter teus filhos.
Em todas elas eu te perco. E isto me dá um nó na garganta. Egoísmo? Talvez!
Mas tem uma que eu não havia pensado. Lembra da proposta que tua mãe fez hoje no almoço?
Hoje? Não. Mas lembro de ontem? O que tem?
Dei uma tapinha na sua face e disse:
- Estou falando sério! Esta seria uma forma.
Engraçado as idéias de minha mãe. Ela ainda hoje vive o casamento com meu pai falecido há 08 anos. Isto demonstra fidelidade dela. Justamente ela vem me propor ser infiel, antes de arranjar um namorado! E sorrir.
- Mas tu já está sendo infiel! Ou acha que o que estamos fazendo hoje quer dizer fidelidade?
É diferente. A infidelidade está partindo de sua parte, não da minha!
- Infiel sim. Estais sendo infiel a uma amizade de família.
Bem. A proposta não me soou negativa, mas daí a aceitar... Terei que arranjar alguém que eu goste e que me atraia. Não vou sair por ai procurando alguém para ser meu corninho.
Sorrimos com a situação. Ela continuou:
Imagina ai eu chegar para um cara e dizer: Quero casar contigo, mas tu vai ter que ser liberal, aceitar eu sair com que quiser, sem reclamar.
Neste momento sorri e a interrompi falando:
- Com quem quiser não. Comigo!
Certo. Te apresento a ele e digo: Este é o cara que tu vai me dividir.
E sorrir novamente. Aquele sorriso não foi espontâneo, foi forçado. Notei que ela não estava gostando do papo e mudei.
- Te entendo. Não sei como farás, mas sempre me pergunto o que tu farás de tua vida. A uns dois ou três meses atrás, não pensava nisto, até que fui alertado por tua mãe. Eu te atrapalho, tenho certeza disto. Temos que tomar uma decisão. Corrigi de imediato: arranjar uma solução.
- Tu tens que tomar uma decisão, e que seja melhor para teu futuro, não para o presente. Viver somente o momento é ser irresponsável com teu próprio futuro. Pode-se muito bem programar o futuro e criar momentos, estes sim, devem ser aproveitado. Neste sentido; preocupo-me contigo. Não te vejo programando teu futuro.
Ela me abraça, beija e diz:
Fico feliz por saber que se preocupas comigo. Não esperava isto de ti. Tu era tão frio comigo!
Juro que, até pensei em cortar nosso relacionamento, não fosse a Olívia eu já estaria em outra.
Achei que aquele seria um bom momento para abrir o jogo, falar o que eu iria falar mais tarde. Mesmo que estragasse sua noite, aquele era o momento.
Respondi perguntando:
- Por que não fez isto? Acho que teria sido melhor para ti!
Meio zangada ela respondeu e disse mais ainda:
Simplesmente não consegui! E que historia é essa de, seria melhor para mim! Se você está querendo se esquivar, se sair, diga! Não venha com remendos, dizer o que é melhor para mim. Se dissesse que, seria melhor para nós dois ou ainda, que fosse melhor para você, eu até entenderia seu lado, mas que é melhor para mim!.. Há... Não Senhor... Tenho idade suficiente para saber o que é bom ou ruim para mim.
Enquanto ela falava, eu estava imaginando, como acabaríamos aquela conversa. Como seria nossa despedida.
Será que ela conseguiria entender e acreditar que, eu estava pedindo só um tempo para nos ordenarmos e aplacar um pouco o que EU, ou nós estávamos sentido?
Será que ela entenderia que, com o caminhar das coisas, aquele não seria o melhor para nós? Que nas condições que nos encontrávamos, estava contribuindo para nos separa de vez? Eu queria pedir um tempo, para voltarmos a nos controlar emocionalmente. Não pensava terminar nosso relacionamento. Apesar de que esta ultima opção seria o melhor para o futuro dela, não para o meu.
Mais uma vez a covardia, meu egoísmo, e desejo de não contrariá-la antes do amanhecer, me fez recuar.
- Tá bom. Desculpa não queria que ficasses contrariada. Vamos mudar de assunto?
Houve um momento de silêncio e inércia até que; ela me abraçou, encostando meu corpo ao seu, sem muita convicção. Soltou um ar de tensão, preso aos pulmões e perguntou:
Foi por isto que tu mudaste de comportamento naquela hora?
Menti novamente.
- Não! Esquece! Não vamos estragar nossa noite. Não sabemos se teremos outra.
Sorrindo, levantei meu corpo deixando-a entre minhas pernas e para fugir do assunto, reclamei do hotel:
- Aqui era para ter um aquecedor. Estou parecendo um pingüim.
Ela sorrindo e puxou de volta para junto de si e disse:
Entendi. Não quer tocar no assunto, não é safadinho... Eu também não. Pega aquele morango ali pra mim.
O morango estava jogado em cima da cama.
- Vamos ter que dividi-lo.
Tem mais no frigobar!
- Tu te atreve a sair do edredom para pegá-los?
Não!
Ela sorrir dizendo.
Um cavalheiro faria isto por uma dama.
- Tá brincando... Qual cavalheiro se mete dentro de uma câmara frigorifica, em pelo, em pleno Pólo Sul; para pegar algo para alguém? Se fosse um cavaleiro eu entenderia, todos eles são burros o suficiente, para não terem noção do perigo.
Sorri abraçando-a, pondo parte do morango em sua boca. Quando fui mordiscar a outra parte, ela o colocou-o para dentro de sua boca.
Segurei seu pescoço apertando-o, fazendo que fosse estrangulá-la.
Sorrindo ela o põe para fora. Baixo-me mais uma vez em busca da fruta, ela o engole novamente. Forço mais seu pescoço, tento buscar com a língua, o morango dentro de sua boca, ela mudava a fruta de posição quando eu a tocava com a língua. Com as mãos tento retirar a fruta, ela sorrir e diz.
Tá bom, tá bom... Poder vir que eu te dou.
Receoso encosto a língua em sua boca, quando meto minha língua entre seus lábios, ela a segura com os dentes.
Com minha língua presa ente seus dentes, sorrido ela diz:
Se tentar novamente me dar um fora, eu a arranco!
Meus pensamentos me corroeram novamente. Ela não esqueceu o ocorrido.
Vi que eu havia errado ao deixar o assunto para depois, o pedido de tempo necessário á nós.
Ainda com língua presa, falei, não sendo compreensível, ela solta minha língua, prende com as mãos minha face e ordena:
Repita novamente, não entendi direito!
- Quem disse que você vai se livrar de mim? Jamais pensei isto.
Seus olhos brilharam, ela estava maravilhada.
Aproveitei aquele descuido e com meus dedos, roubei o morango de dentro de sua boca.
Ela despertou e tentou impedir-me de consumir sozinho o morango que eu tentava colocar na boca.
Ela tentava tirar a fruta de minhas mãos. Propus a ela, mais uma vez dividirmos.
Coloquei em meus lábios e expus parte para ela pegar com a boca, a safada conseguiu me enganar de novo. Tirou toda fruta de minha boca, consumindo-a antes que eu pudesse impedi-la.
Abracei-a tentando sufocá-la com o abraço. Ela não parava de sorrir e pedir-me para soltá-la. Só soltei-a, por que ela mesma disse que ia buscar mais para nós.
Ao voltar do frigobar ela pergunta:
Posso fechar a janela?
Não acreditando que estávamos sofrendo de tanto frio, por não fechamos uma simples janela. A mesma era de viro transparente, por isto não tínhamos notado se estava aberta ou fechada. Caímos na risada.
O clima havia melhorado e muito, ainda conversávamos sobre várias coisas, até eu perguntá-la:
- Satisfeita com a noite?
Muito.
- Era assim que tu imaginavas?
Não!
Intrigado, respondi não estar entendendo. Com cara de safada manhosa, ela responde:
A noite está maravilhosa, nunca passei uma noite assim, nunca mesmo! E não é isto que eu desejo.
Mais uma vez, ela vem monta seu corpo sobre o meu, sinto a maciez de seus seios empresarem-se sob os meus, desce a mão direita segura meu pênis, meio flácido; manipula-o, dando-lhe nova vida, encosta seus lábios aos meus para um beijo e antes de beijar-me, diz:
Desejo acordar do teu lado, isto ainda não aconteceu!
Beija-me com sofreguidão.
Acho que o assunto de mudança de vida havia mexido com ela. Enlacei seu pescoço retribuído o beijo.
Mais uma vez me perguntei, por que fui me unir maritalmente novamente? Eu devia ter aproveitado para ficar solteiro, curtir a vida e talvez pudesse me unir a Paulinha agora.
Lembrei também que, já senti a mesma volúpia por Mazé. Então me perguntei: Como devemos proceder, para preservarmos e partilharmos sempre de momentos com este?
Por que deixamos que os problemas do dia a dia, nos envolva a ponto de não mais sabermos como recuperar os prazeres iniciais da união?
Acho que o tempo de união ao invés de preservar nossas cumplicidades, acaba por criar obstáculos e nos distancia. Não devia ser assim.
Ela suspendeu o beijo, mordeu suavemente a ponta de minha narina, desceu para o queixo, chupou-o e foi lambendo até o tórax, a umidade não era tão fria quanto antes, agora dava mais prazer. Ela concentrou-se nos mamilos.
Ali não precisava de frio para me fazer arrepiar, ara uma sensação indescritível que eu sentia quando era acariciado ali, com a língua. Paulinha sabia disso, não era a primeira vez que ela me excitava daquela forma. A safada mamou, sugou, mordiscou meu mamilo direito, virou os lábios em busca do outro, abriu a boca e soprou ali. Uma temperatura agradável, logo interrompida por seus lábios que recobriram o pequeno mamilo, arrepiou-me novamente.
Ela acomodou sua cabeça sobre seu braço e ficou mamando-me o mamilo, ao mesmo tempo em que punhetava meu membro.
Estava ótimo tudo que ela fazia até ela começar a roçar sua pélvis no meu quadril, Não. Daquela vez eu não queria gozar na sua mão. Queria curtir seu corpo o máximo que pudesse. Explorar todas as formas e posições possíveis e imagináveis, exceto me acabar novamente na mão dela ou que ela desfalecesse mais uma vez, rosando no meu corpo.
Sorrindo lhe propus um travesseiro. Ela soltou meu mamilo e respondeu sorrindo:
Se ele for gostoso assim, vou levar para casa. Assim me satisfarei com ele pensando que é teu corpo.
Arrastei seu corpo para cima do meu. Ela recuou indo em direção a meu membro, lambendo toda a extensão do tórax, até chegar à junção com o abdômen, parte muito sensível a afagos, principalmente a cabelos. Não resisti, com as mãos ajudei-a a saltar aquele trajeto.
Apoiou a cabeça sobre parte da barriga, acima o pênis, beijou-o e voltou a punhetar, baixou-o e beijo-o novamente, desta vez pressionou o meio do pênis e puxou-o com a mão para uma chupadinha. Colocou parte da cabeça na boca e voltou a punhetar. Senti que ao poucos meu membro ia penetrando sua gulosa boca. Meu membro esta quase que completo, dentro de sua boca, o pouco que estava de fora, era manipulado para dentro e fora de sua boca. Sua mão, agora estava abaixo de meus testículos, seus dedos e unhas “ainda bem que, curtas” passeavam pela extensão deles, de repente sinto um de seus dedos pressionarem a pele que divide meu anus de meus escrotos, justamente onde fica a próstata.
Sem deixar de mamar meu caralho, ela apertava aquela parte fazendo-me ir às nuvens. Somente ela conseguia chegar ali. A safada sabe como me dominar. De repente seu dedo chega ao local proibido. Alerto-a.
- Não...
Ela sorrir de boca cheia volta à próstata, aos testículos, sobe para o membro, retira a boca e punheta todo ele, agra sua mão desliza pelo excesso de saliva.
Põe novamente os lábios sobre a cabeça, evolve toda ela, suga e punheta ao mesmo tempo. Peça a ela:
- Por favor. Pare se não vou gozar.
Goze. Pode gozar na minha boquinha.
- Não meu bem, quero gozar dentro de ti.
Gozando na minha boca, estará gozando dentro de mim!
- Não! Quero gozar dentro da tua bocetinha. Não quero gozar assim!
Tu quer minha boceta é?
Quero!
Tu quer gozar dentro dela?
Quero não, eu vou gozar nela!
Vai mesmo?
A safada estava me provocando para ver se eu gozava daquele jeito. Ela me fazia perguntas excitantes sem parar de me punhetar e entre uma pergunta e outra, abocanhava todo meu pênis, recuava um pouco e punhetava o que ficava de fora. Com minhas mãos, seguro a sua intervindo-a de seu intento, pedi carinhosamente:
- Safadinha... Não faz mais isto se não vou gozar...
Ela levanta seu corpo, segura meu membro para cima, baixa a cabeça e abocanha meu membro até encostar os lábios na minha pelve. Sustentou aquela posição por alguns segundos. Levanta e baixa novamente, fez isto a algumas vezes, quase gozei com a cena. Recua de vez levanta, jogando a cabeça, juntamente com seus cabelos; para o alto e respira.
Ela cruza a perna direta ficando de costas para mim e diz;
Pois vem, vou te fazer gozar dentro dela. Mas vai ter que esperar por mim!
Ajoelha a perna esquerda e a direita semi-curvada sobre a cama, segura o Juninho com a mão direita e vem descendo a xana sobre ele. Ao encostar na cabeça do Juninho ela o pincela entre os lábios vaginais, vi perfeitamente o Juninho correr toda a extensão dos lábios; fez esse movimento, repetidas vezes; antes de direcionar para a abertura vaginal. Vi perfeitamente os grandes lábios recobrirem lentamente a cabeça de meu membro. Estica a perna pra a frente e mete mais da metade naquela bundinha. Adorava quando ela metia vagarosamente. Sei que ela tentava sentir a musculatura do membro, pulsando nas paredes vaginais, não sei se ela sabia o prazer que me proporcionava, ao fazer aquilo.
Recuou a perna direita ajoelhando-a como a outra, fazendo meu membro atingir seu útero. Apoiada pelas mãos em minhas pernas, ela começa um gostoso e lento vai vem, sempre pressionando meu membro no útero. Eu tinha visão quase que total da penetração, sem contar que sua bundinha toda vez que levantava, abria suas nádegas, deixando totalmente exposto seu cuzinho.
Tentei ajudá-la na pressão em seu útero, levantando meu quadril para acompanhar seus movimentos. Ela aprisionou meu quadril á cama, com o peso de seu corpo e pede dengosamente.
Fica paradinho... Fica?
Naquele momento, qualquer pedido seu era uma ordem. Parei meus movimentos e ela voltou os seus. Estava difícil me manter inerte, a visão já era estimulo suficiente, para eu tomar a iniciativa e acabar de rachar aquela xana que teimava na penetração vagarosa. Eu queria mais fricção, mas rapidez, meu membro pulsava, cada vez mais excitado. Ela aumentava gradativamente seus movimentos, de repente parava friccionando seu útero contra meu membro. Aquilo para mim estava uma tortura. Coloquei as mão em suas nádegas na tentativa de participar da transa, ela nada disse. Passei a alisar suas nádegas mais forte, até que meus instintos me fizeram levantar uma das mão e baixar com força na nádega direita. Em protesta simplesmente ela segurou minha mão ali, proibindo-me de erguê-la novamente para mais uma tapa. Ia levantar a outra, desta vez fui repreendido com palavras.
Não amorzinho... Assim não.
Mais uma vez atendi a seu pedido. Continuei alisando sua cintura, nádegas descendo até o encontro de suas coxas com o bunbum quando possível. Ainda tinha a visão de seu orifício anal se expondo para mim. Era como se pedisse para ser bolinado. Salivei o dedo polegar direito, encostei-o ali e fiquei circulando e pressionando seu anus, ela nada disse, até acelerou o vai e vem do quadril. Salivei o dedo médio, tentei penetrar o anus, forcei e quando penetrei parte dele, ela olhou para trás com seus cabelos estirados sobre minha perna “visão maravilhosa, parecia uma seria olhando para seu perseguidor” e disse:
Se continuar me atrapalhando, vou parar!
- Não gosta?
Não! Agora não. Quero desfrutar só dele.
Voltou para a posição inicial e começos novamente agora ela friccionava seu útero com mais força, literalmente queria romper com ele. Ergui mais minha pelve, ela arfou. Eu queria me mover para participar, sentia necessidade da cópula, além ajudá-la, mas ela havia pedido para ficar imóvel. Continuei alisando seu corpo e vendo seus movimentos. Acho que para sentir melhor o encontro de pênis com o útero, ela se acocorou sem tirar o junhinho de dentro de si. Agora eu tinha visão total da penetração. Ela engolia todo meu caralho com sua boceta. Falei para ela.
- Assim não vou agüentar muito tempo.
Ela responde: Vai ter que me esperar seu safado. Se gozar antes de mim eu encerro por hoje. Coloco uma calça jeans e quero ver como tu vai ficar.
A safada ainda conseguia brincar com minha situação.
Não foi difícil segurar, eu já havia gozando bastantes vezes; seria perfeitamente possível.
Eu estava muito excitado, porem a possibilidade de passar o resto da noite sem ela, ou seja: sem possuí-la; me deu força para esperá-la.
Estiquei meus braços segurei seus ombros e forcei ela deitar-se sobre mim. Não a vendo foder naquela posição, seria mais uma forma de me controlar, me daria mais forças em não gozar. Expliquei-a antes de sua reclamação eu disse:
- Fica assim. Do jeito que tu estavas eu não ia agüentar muito tempo.
A safada sorriu respondendo.
Era exatamente isto que eu queria. Queria ver até onde tu te segurarias, para me atender.
Continuou sorrindo.
Enlacei meus preços por seus tórax empresando seios e ombros, deixando-a sem fôlego e reclamando falei.
- Sua malvada! Safada sem vergonha. Estava me torturando, não era? E eu pensando que tu estavas curtindo a transa.
Sorrindo e tossindo pela força que eu fazia em seu corpo. Aliviei-a força, transformando-a em um abraço.
Ainda sorrindo, ela disse que estava realmente curtindo, que mais algumas estocadas e gozaria. Ela curvou a cabeça em busca de um beijo como forma de desculpa ou retribuição.
Ainda nos beijávamos, quando ela voltou a movimentar seu quadril de encontro ao meu. Suspendi mais sua cabeça para melhor nos beijarmos.
Naquela noite. Tudo que falávamos, fazíamos ou até mesmo quando calávamos, era envolvente. A cada carinho ou falta dele, ficava mais distante minha intenção de pedir a ela que tentasse manter-se longe de uma possível paixão.
Como eu pediria isto se eu mesmo pensava em desistir e deixar que tudo corresse naturalmente? Sei é perigoso! Ainda hoje acho que valia a pena correr o risco. Vale a pena para quem? Para mim? E ela? Eu estaria estragando a vida dela se deixar continuar assim. Nossa união será rejeitada por todos. Teremos apóio somente de sua mãe, eu acho.
Agora ela aceitava meus movimentos, meus carinhos e recebia todo em dobro. Ela levanta seu corpo e mais uma vez faz aquele belo torno. Eu a pedi:
- Não meu bem. De novo não...
Ela vira a cabeça esvoaçando seus cabelos para o lado oposto e diz:
Agora pode gozar meu tarado.
- Não. Não quero. Quero dormir dentro de ti.
Quem disse que vamos dormir?
Sorrindo eu a trouxe de volta a posição anterior e a perguntei:
- Se não dormimos, vai ficar difícil realizar teu desejo. Como iras acordar comigo do lado se não dormirmos?
Deixo para realizar de outra vez.
- Não maluquinha. Tu vai acabar nos colocando em situações que não teremos como explicar.
Ela sorrir sai da posição, segura e manipula meu membro, deita a meu lado e de frente para minha face, e comenta:
Teremos! Eu não tenho satisfações a dar a ninguém! Agora tu... Tenho é pena de ti!
E continuo sorrindo, levantou seu corpo e montou-me. Com a mão meteu meu pau novamente em sua boceta, agora de frente, e antes que eu falasse algo ela completou; agora séria.
Não leva a sério. Estou brincando. Tu sabe que eu jamais farei algo para te prejudicar, acho que já demonstrei isso em todos estes anos. Não farei nada que possa contribuir com a possibilidade de tu te afastares de mim. Se quiser fazer isto vai ser por motivação sua.
Não sei quantas apunhaladas eu havia levado naquele dia. Estava impossível contar.
Eu novamente me preparava para justificar um afastamento temporário e antes de eu começar a falar escuto-a falar tudo aquilo. Cheguei a pensar que ela sabia que eu estava ali, para lhe falar justamente sobre aquele assunto. Sem ação simplesmente respondi:
- Eu sei.
Ela me cobriu de beijos. Curvou seus joelhos, apoiou-se no colchão com as mãos, me deixando entre seus braços; começou a cavalgar de forma que somente seu quadril subia e descia.
Com a boca alcancei seus seios, seus mamilos estavam em riste, mais ou menos um centímetro e meio alem da aureola que os orna. Suguei-os, mordisquei, deixando filetes de saliva entre minha língua e lábios quando recuava, voltava e chupava-os novamente fazendo um barulhinho aquoso, como se fosse um sorvete; ela se excita rapidinho quando faço isto.
Com dificuldades, meti o dedo médio no cuzinho dela.
Ela começou a arfar gemer e a se contorcer, para frente, para traz e para os lados; sempre procurando roçar seu útero sobre meu pau, Eu sentia sua pelve sobre a minha; dizendo:
Agora pode gozar. Vem goza comigo meu taradinho!
- Ainda não.
Vem. Goza dentro mim. Quero sentir pulsar e derramar o leitinho dentro da minha bocetinha. Vem! Aiii. Que gostoso. Vem safado. Isto enfia tudo! Mete com força. Ai! Ai! Mais forte. Mete me come toda. Assiiiim. Iiiisso. Mete gostoso! Aiiiiii. Aiiiii! To gozando. Goza comigo vem! Goooooso...
Eu sugava fortes seus seios e mamilos, mordia-os, com os lábio e dentes.
Ela estremeceu seu corpo arriando-o sobre o meu, lentamente foi reduzindo seus movimentos, senti todos os seus espasmos; antes dela relaxar e adormecer em meus braços.
Não consegui acompanhá-la em seu gozo. Isto não quer dizer que, eu não tenha sentido prazer. Só em ter Paulinha em meus braços, já era motivo de prazer e estar dentro dela é uma sensação indescritível. O gozo é um sentimento uma satisfação como outra qualquer, satisfazer minha companheira então... Eu estava mais que satisfeito.
Naquele momento, senti uma paz interior há muito não sentida. Torci. para o tempo parar, não queria que aquela noite acabasse. Aquela paz fez-me esquecer de prováveis conseqüências relacionadas a mim e a Paulinha. Esqueci de tudo, de todos. Não havia nada, nem ninguém fora daquele quarto. Eu estava maravilhado com a sensação de posse daquela mulher, do prazer do corpo dela sobre o meu, a temperatura de sua xana adormecida com meu membro ainda ereto; dentro dela. Estava embriagado pelo cheiro de sexo que exalava do corpo de Paulinha e espalhava-se pelo quarto.
Há... Como torci para que tudo continuasse como estava.
Eu acariciava seus cabelos longos e sedosos, como se estivesse desembaraçando-os; e com a direita alisava suavemente suas costas, braços e bumbum. Ela ali adormecida, entregue de corpo e alma, pronta para satisfazer meus desejos mais íntimos.
Procurei saber por quê; atrás de todo desejo vem uma proibição, um medo. Desejei que tudo fosse simples e prazeroso como o que eu senti naquele momento.
Meus pensamentos foram interrompidos por Paula que, ainda sonolenta e com voz de embriagada, pergunta:
Por que não gozou comigo?
- Por que ainda estou gozando.
Ela sorrir sobre meu tórax e pede:
Se explique melhor.
- Estou gozando do prazer de estar contigo.
Ela levanta a cabeça, me beija afirmando.
Poderás curtir deste prazer todas as vezes que quiser, e serás sempre bem vindo.
Entrelacei mais forte seu corpo e puxei-a para mais um beijo.
Lá fora ainda ouvíamos a musica da seresta, não muito compreensiva, depois que fechamos a janela.
Paulinha ainda sonolenta pelo gozo e por seu relógio biológico, se aninhava a meu lado de frente para mim, sem tirar o braço de meu tórax ela pergunta:
Posso cochilar um pouquinho?
- Pode.
Se eu pegar no sono tu me acorda?
- Não.
Ela acaricia meu rosto e pergunta:
Por que não?
Também preciso dormir.
Ela beija minha face e vira-se de costas puxando-me para junto de seu corpo, fazendo com que o Juninho ainda meio ereto, encostasse-se a suas nádegas. Ela o segura pelo dorso, apalpa-o, levanta um pouco a perna direita e encaixa meu membro na entrada de sua vagia, empurra seu quadril de encontro ao meu, encaixando quase todo o pênis dentro de sua xana e diz:
Acho que ele vai gostar da caminha dele.
Sorrio e penetro-a mais profundamente e digo:
- Deste jeito, ele não vai me deixar dormir.
Vai sim. Sei que tanto ele como você desejam dormir bem agasalhados.
Abracei-a aconchegando-me o máximo possível a seu corpo, beijei e lambi sua orelhinha. Ela falou:
Assim que não vai dormir sou eu.
Acordei com as pernas de Paulinha sobe meu quadril. Ela de frente para mim com sua face quase colada a minha. Sentia de toda sua respiração, consumia o ar que saia de seus pulmões, Ainda dormia. Evitei acariciá-la para não acordá-la. Preferi ficar velando seu corpo que jazia em tranqüilidade. Ela é linda! Eu flutuava em meus pensamentos quando ela cumprimentou-me com um bom dia e um rápido beijo, nos lábios perguntando:
Em que está pensando?
- Nada. Estava te olhando.
E o que viu?
- Uma linda mulher.
Ela me acariciou com as mãos agradecendo.
Era assim que eu desejava acordar.
- Satisfeita?
Sorrindo responde:
Não. Quero outras vezes.
- Receio não ser possível, mas prometo que se te comportares, e for aprovada neste semestre poderá acontecer novamente.
Chantagista.
- Não é chantagem. Se não for aprovada qual vai ser sentido de tu vinda?
Por mim este momento foi o sentido de minha vinda. Já valeu por todo semestre.
Abracei-a confirmando.
- Também acho, valeu todo o risco. Mas para ganharmos outro, tu tem que ser aprovada, não deixar que nada te atrapalhe. Promete?
Ela sorriu novamente e disse:
Tenho que prometer a meu amante ou a um pai postiço? Pensei que estava com meu amado. Ou será que estais me confundindo com Olívia, e dando uma de Pai?
Não gostei da comparação, ela notou e corrigiu em seguida me tentando a negociar.
Certo. Pode considerar-me aprovada, se me disser que não vai ser só, mais uma noite.
- Se desejo for suficiente, afirmo que sim. Mas por falta de condições não posso garantir que sim, mas tentarei.
Ela me beija, afirmando entender a situação e que não ira me cobrar nada.
Vamos deixar as coisas acontecerem com naturalidade. Se não acontecer podemos dar uma forcinha, não podemos?
- Sim. Podemos! Agora tenho que escovar os dentes. Posso levantar agora? Faz tempo que estou acordado apreciando tua beleza. Não sai para evitar que, tu acordasses e não estivesse na cama.
Lindo... Vamos!
Meu estojo estava no carro, por tanto, eu estava sem escova dental, reclamei por ter esquecido. Acabei usando a dela para não ir ao carro.
No percurso de Itapipoca a Sobral não houve nada diferente do dia seguinte exceto ao chegarmos á cidade destino.
Quando lá estavam sua prima/amiga, duas outras jovens e um rapaz, esposo de uma das amigas e com uma criança nos braços; e a mãe de sua prima, segunda esposa de seu falecido tio.
Sua prima reclamou horário do telefonema, se tivesse sido avisada antes, teria chamado restante das amigas. Fiquei corado quando sua prima abriu os braços em minha direção comentando:
+ O famoso Roberto. Pensei que nunca fosse conhecê-lo. Fizeram boa viagem?
Recebi um forte abraço, como se estivesse voltado à terra Natal. Exceto pela altura, nada tinha que parecesse com Paulinha. Não que seja feia muito pelo contrário, é uma bela mulher, não o meu tipo; Mas muito carinhosa e fácil de fazer amizades. Sua mãe não negava ser interiorana. Inibida, mal me cumprimentou. Vim saber, mais tarde, que não aprovava nosso relacionamento liberal. Acabei por conquistar conquistando sua amizade, não sua aprovação.
Tomamos banho e nos trocamos. Como não foi possível fazerem almoço para todos, fomos convidados a irmos a um restaurante no centro.
Lá encontramos outros amigos e amigas de Paulinha. Foi uma comemoração em tanto.
Ao voltamos para casa de sua tia, a realidade nos acompanhou; não havia como fugir. Era chegada à hora de falar com Paulinha.
Eu estava meio desambientado na casa, desajeitado com a situação que eu tinha que expor. Não sabia como nem por onde começar. Estava nervoso.
Paulinha notou meu estado, perguntou o que estava acontecendo, se estava me sentindo bem. Andréia também apreensiva, perguntou se não era melhor eu tomar um banho e deitar, que devia ser o calor que me agitara.
Procurei me acalmar e disse a Paulinha que precisava falar a sós com ela. Andréia nos ofereceu seu quarto. Eu disse preferir sair para conversarmos, mas Andréia foi insistente, quase nos empurrando porta adentro. Mandou que ficássemos a vontade, sua mãe iria logo, logo iria a Igreja, voltando à noitinha.
NOTA: Por vários dias, este relato foi suspenso por não conseguir descrever corretamente todo o ocorrido, nem lembrar os diálogos daquele dia 30/07/10 Foi traumatizante para ambos.
O que posso narrar é que; Não houve baixaria acusações, palavrões, voz alta nem tentativa de ridicularizar um para ao outro.
Apesar de muitos prantos entre nós, Paula compreendeu que nosso amor é proibido. Talvez uma paixão passageira. Sendo assim teremos que manter como tal e controlar nossas emoções. Não podemos deixar que atrapalhe nossas vidas a ponto de nos excluirmos, na esperança de que algum milagre aconteça, citei-a como exemplo.
Ela tentou se esquivar dizendo não estar se excluído de viver sua vida, para ficar a minha espera ou disposição. Que ha muitos anos, pensava primeiro na sua estabilidade financeira, para depois pensar na vida emocional, porem concordou que não estava acontecendo como previa. Que deixara se levar por emoções, ilusões e esperanças, que talvez não viessem acontecer, tinha ciência disto. Mas não queria acabar com o que vinha sentido por mim e via que era recíproco.
Falamos sobre minhas dificuldades, já conhecidas por ela de longa data.
Eu quis impor a condição, que estes seis meses distantes, iríamos deixar de nos comunicar a fim de que, quando voltássemos a nos ver, que fosse como antigamente. Sem comprometimento. Proposta recusada por ela.
Seu pranto só aumentou e ela pediu explicações perguntando:
Sempre que pedimos um tempo, o pedimos por não queremos magoar o companheiro, ao nos despedirmos. É isto que está fazendo comigo? Está querendo se despedir de mim?
Aproximei-me dela, que meio arredia acabou aceitando o abraço e beijei-a.
Sentamos na cama e falei:

- Não Paulita. Estou te pedindo um tempo para você, não para mim. Apesar de eu não ter opções, sei o que quero. Este tempo é para nos acalmar só isso. É duro o que vou te pedir, mas, siga o conselho de sua mãe.
Está confirmando que o tempo é para eu me acostumar com a idéia e que devo arranjar outra pessoa e te esquecer. Por quê??? Por que está fazendo isto comigo? Exatamente hoje? Depois da noite que tivemos, será que tudo foi falsidade? Não. Não estou entendendo. Não quero este tempo para mim! Diga que é para você que vou compreender. Mas não tome decisões pensando que está me ajudando, com certeza não está.
Jogou-se na cama aos prantos.
Sai em destino a porta para pedir um copo com água a Andréia, e servi-lo a Paulinha a fim de acalmá-la.
Ela levantou implorando para eu não ir, para não deixá-la daquele jeito. Falei para ela o que eu ia fazer, e fiz.
Andréa entra com a água, serviu um copo para mim e levou outro até ela na cama.
Não foi preciso pedir para Andréia sair. Está não fez pergunta alguma.
Após tomar a água, falou mais serena e menos soluços:
Vou aceitar a proposta de tentar arranjar alguém para eu apresentar, a ti e a mãe como namorado. Mas,
- Não meu bem! Não acredito! Acho que não estou sendo bem explicito.
Sentei novamente na cama, abracei-a com carinho, beijei-a para acalmá-la mais ainda e disse:
- Benzinho. Estou te pedindo este tempo, para aplacar o que estamos sentindo um pelo outro, não sabemos nem o que é! Isto pode nos prejudicar de tal forma, que seremos obrigados a nos afastar de vez. Não é isto que quero, apesar de achar que seria melhor para ti.
Ante de tu concluíres, me faz mais uma promessa. Não vou te chantagear, quero que me prometa que vai atender a meu pedido. Não é nada impossível, Promete?
- Sim. Prometo.
Prometa que de agora em diante, você vai pensar em decidir só no que é melhor para você, deixe que eu decida o que é melhor para mim. Promete?
- Mas como posso fazer uma promessa dessas? Seria egoísmo de minha parte. Seria me aproveitar de ti. Não acha?
Refiro-me as decisões que tomas e dizem respeito a meus sentimentos, não as decisões cotidianas para preservação de nosso sigilo. Até mesmo por que você deixou bem claro desde o início, que não queria se envolver. Mas isto não me impediu de, eu me envolver. Não vou te cobrar, nem lhe prejudicar em nada, eu garanto. Mas prometa que não mais vai tomar decisões sobre meus sentimentos. Prometa!
- Apesar de não compreender, nem concordar, eu prometo.
Agora deixa explicar: Entendi o que você quis dizer com o pedido de tempo. Isto servirá para eu amadurecer, como mulher, controlar meus sentimentos por ti e ver se não me envolvo novamente, com homens casados.
Aquilo foi uma bomba em meus peitos. Achei ter Perdido o controle da situação, ter perdido Paulinha para sempre. Não era aquilo que eu esperava. Eu estava atônito. Ela notou e me pediu:
Calma! Calma. Não se precipite! Expressei-me mal. Não é bem isto que eu quis dizer. Quero dizer que, neste tempo vou tentar acalmar meus sentimentos e caso eu venha me envolver com algum homem, não vai ser um casado.
Ela mesma me abraçou deitando-nos na cama novamente. Como me senti aliviado... E continuou:
Compreendi que você não quer que eu arranje alguém, para te esquecer. Agora entendi perfeitamente. Queres um tempo para saber o que está acontecendo conosco. Entendi.
Voltando a chorar ela pede:
Mas não me abandone agora. Não me deixa sem contato. Por favor...
Deixa ter noticia tuas, prometo ligar para ti só em horários determinados. Nunca depois, ou antes, disso. E te prometo que vou mudar.
Aquela ultima promessa me magoou e ainda magoa. Receio sua mudança de vida. Sei que é o melhor para ela, duvido ser a melhor para mim.
Naquele dia recebi umas 50 ligações na estrada durante a viagem, antes de chegar a Fortaleza. Todas dela. Uso um celular Nokia, com este, posso excluir as ligações recebidas ou discadas, ou todas as ligações. Não fosse isto Mazé teria descoberto tudo.
Foi à primeira coisa que ela fez ao pegar meu celular em cima da cama, consultar meu celular. Também ligou de meu aparelho para Paulinha, saber como tinha sido a viagem.
Ainda bem que havíamos combinado que, caso fosse perguntada, diria que eu há havia ajudado na matrícula, locomovendo-me para tirar algumas cópias e pegar alguns documentos faltosos.
Mazé ficou muito chateada, contudo. Achava que D. Fátima iria conosco na viagem. Ela não sabia que eu ia sozinho com Paulinha.
Ela não confia em mim quando o assunto é mulher. Não sei por quê?
Cheguei na sexta feira dia, 30/07/10 por volta das nove horas da noite, ainda a tempo de pegar Mazé no trabalho.
Não consegui sair de lá antes de me despedir de PAULINHA e todo seu corpo. Não deixei mágoas pendentes, sua prima me achou adorável, inclusive pela decisão. Será?
Dia 07 de setembro feriadão, Paula esteve em Fortaleza. Olívia fez um almoço para ela. Ocasião em que eu e Mazé fomos convidados, mas não sabíamos que era um almoço oferecido a Paulinha, nem que ela estaria presente.
Gosto da cozinha. Fiz o almoço quase todo tudo estava perfeito até a chegada de Paulinha e D. Fátima. Acho que elas também não sabiam que eu estaria lá. O clima ficou pesado, Errei no camarão, quebrei um copo. Eu estava visivelmente nervoso.
Olívia me chamou num canto da cozinha, pedindo para eu me controlar. Aproveitei para reclamar por ela não ter me comunicado que o almoço era para Paulinha. Olívia Fez o mesmo com Paulinha, esta consumia cerveja sem controle.
Ela não é acostumada beber. Só há vi uma vez alterada, num dos jogos na copa do mundo, ocasião em que tive que ir buscá-la, para deixá-la em casa. Evidente que exceto sua mãe, ninguém mais sabe.
Tive que ir embora logo após o almoço, não conseguia ficar tão perto, estando tão longe da possibilidade de ter Paula comigo.
Minha saída foi estranha para todos, exceto para Paulinha. Foi um alivio para ela também.
D. Fátima e Olívia Podem ter imaginado, pois sabem de quase tudo que rola entre a gente, menos o que aconteceu rumo à faculdade, nem a seriedade de nosso envolvimento.
Tenho uma amiga, por enquanto virtual (digo por enquanto, por que espero um dia conhecê-la pessoalmente. Quem sabe também faça uma viagem com ela?); que receia que eu me separe de Mazé para ficar com Paulinha. Ela discorda que Paulinha seja uma boa primeira mulher. Já discordei dela e expliquei o por que. Segundo Alana, ela não gosta de saber que alguém separou, mesmo que ela não conheça pessoalmente, este alguém. Vou acalmá-la amiga.
Não tenciona separa mias uma vez. Mas pretendo manter meu relacionamento com Paulinha até que a morte nos separe ou ela vá a um oftalmologista e volte a enxergar. Beijos para você, Safadinha!
Hoje, tanto eu como Paulinha, conseguimos controlar nossas ligações, e emoções.
Choramos juntos ao telefone, sempre as quartas feiras após as 19:00h e aos sábados depois das 16:00h. Temos até as 10:00h da noite, horário em que sempre busco Mazé no trabalho. Não temos nada marcado, mas creio que em Dezembro deste ano, possamos chorar de alegria um ao lado do outro, em uma confortável cama.
Abraços a todos que acompanharam meus relatos e as peripécias de Olívia e Paulinha, e lamento a todos, mas não mais haverá relatos sobre Paulinha. Não me sinto bem em relatá-los, a única forma encontrada foi: expondo meus sentimentos e isto não mais acontecerá.
roberto_monteiro@yahoo.com.br


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Ficha do conto

Foto Perfil roberto filo
roberto

Nome do conto:
Sexo rumo a faculdade

Codigo do conto:
10987

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
17/12/2010

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
3


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