Cdzinha Kamilinha

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Há muito tempo eu não sentia tanto tesão quanto o despertado por Kamilinha. Encontrei-a quando visitava um site de relacionamento. Uma bundinha linda, toda redondinha em fotos de muito bom gosto, nada das baixarias que comumente se encontra. Demonstrava ser uma pessoa inteligente, educada, pronta para deixar aflorar a fêmea que se ocultava dentro dela. Kamilinha mostrava-se nas fotos realizando uma fantasia secreta que não ousava mostrar para a sociedade machista e repressora. Ali, escondida no anonimato, Kamilinha extravasava toda a sua feminilidade, fotografando-se de sainhas e calcinhas que realçavam mais ainda a bundinha linda que tem. Não resisti e lhe escrevi uma mensagem elogiando-a. Da primeira vez não tive resposta. Insisti, pedi para me acrescentar como seu amigo e ela me respondeu chamando-me de “tio”.

Bom, sou realmente tarado por cdzinhas, apesar de amar as mulheres eu adoro brincar com menininhos vestidinhos de meninas, lisinhos aiii. Pensei cá com meus botões: Pô cara, não é para o seu bico. Kamilinha é uma gatinha muito jovem e gostosa. Mas, de brincadeira, respondi perguntando se ela me achava muito velho para ela. A esta altura, já tinha perdido as esperanças, quando, para minha surpresa, ela respondeu se justificando. Dizia que o “tio” era carinhoso e que ela sentia atração por homens maduros. Bom, aí foi a glória. Passamos a nos corresponder e, como suspeitava, Kamilinha era uma pessoa inteligente, culta, com um bom papo e bastante senso de humor. Assim, nossa conversa foi se desenvolvendo e brotando uma grande atração entre nós dois. Eu enviava-lhe mensagens seduzindo-a, românticas, carinhosas e demonstrando o tesão que sentia por ela. Ela me respondia dizendo ter ficado excitada, que apesar da fantasia, nunca tinha estado com um homem. Eu lhe dizia que queria ser seu macho e ela, toda dengosa, que queria ser minha putinha, que queria se tornar mulher comigo.

Só tinha um problema: ela morava em Belo Horizonte e eu em São Paulo. Precisava arquitetar um plano. Aluguei um Flat no centro para instalá-la, e a convidei para vir dar um passeio em Sp, como minha convidada. No dia de sua chegada, preparei o ambiente para a noite maravilhosa que se anunciava. Coloquei na geladeira duas garrafas de vinho carmener Concha Y Toro, uma trilha sonora só de divas do Jazz e fui buscá-la na rodoviária kk vcs deem estar rindo, mas cada momento é especial.

Kamilinha chegou ainda de garoto, é óbvio, para não dar bandeira. Se assumiria ou não, de vez sua feminilidade, o fim de semana seria decisivo. Era um garotinho moreninho, de 22 aninhos com uma boquinha de lábios grossos, gostosos de serem beijados, e uma bundinha linda, roliça, realçada pela calça jeans justinha. Cumprimentei-a discretamente com um aperto de mãos e peguei a bolsa que ela trazia a tiracolo. Acompanhei-a até o meu carro, abri-lhe a porta e aí sim, dentro dele, na discrição do vidro fume, rolou um beijinho no rosto. Fomos conversando para o centro. Assunto nunca lhe faltou e Kamilinha falava sem esconder o nervosismo. Enquanto a ouvia, apoiava a mão nas suas pernas num discreto carinho. Fui pelo caminho mais longo e enquanto passava pelo marginal, Kamilinha já abria e fechava as pernas demonstrando sua aceitação. Ao chegarmos no flat, dei-lhe a chave com o número e deixei-a sozinha. Fui tomar um café num bar próximo enquanto ela se preparava. Uns trinta minutos depois subi. Nossa, que visão deliciosa. Kamilinha vestia um babydoll vermelho, com uma calcinha também vermelha que lhe entrava pelo rabo, deixando apenas aquele triangulozinho em cima do reguinho e aquela bundinha, que me encantara nas fotografias enviadas, todinha de fora. Fizera uma leve maquiagem e um penteado mais feminino com um gel.

Abri e servi-lhe o vinho, liguei o som num blues, na voz arrastada de Billie Holliday e chamei-a para o sofá ao meu lado. Passei-lhe as mãos pelas pernas macias, afaguei-lhe o rosto e segurando-lhe a nuca, trouxe-o em minha direção. Kamilinha entreabriu os lábios em assentimento e beijei-a. Nossas línguas se encontraram em revolvei-os e nossas mãos procuraram nossos corpos, tocando-se, apertando-se... Nossos corpos se colaram e pude sentir minha pica duríssima, como há muito tempo não ficava, imprensada na sua barriguinha. Ela também sentiu o meu estado e dirigiu sua mão para apalpá-la. Enquanto isso eu alisava sua bundinha e procurava com meu dedo médio o seu reguinho. Kamilinha, olhando-me nos olhos, abriu o fecho da minha calça e, enfiando a mão por dentro da minha cueca, pegou minha pica e trouxe-a para fora em direção aos seus lábios, quando ela viu o tamanho e a grossura da minha pica ficou tremendo e nervosa, pois ela era virgem e eu com todo carinho disse que era muito carinhosos e iria cuidar dela, ela ainda tremula depositou um suave beijo na cabecinha, antes de engolir tudo.

Fui arriando no sofá enquanto ela me fazia uma chupeta deliciosa segurando minha pica ja babando muito com as duas mãozinhas . Estava bom demais e eu não queria me acabar naquela boquinha. Quer dizer, não naquela hora. Já espichado no sofá, puxei-a para cima e, beijando-a novamente, fui baixando sua calcinha enquanto com os pés, acabava de tirar as calças e a cueca que ficaram emboladas no chão da sala. Tentei vestir a camizinha mas pela grossura da minha rola a camizinha machuca muito mas mesmo assim vesti a camisinha e Kamilinha veio por cima, mostrando também sua excitação e de joelhos, em cima da minha barriga, com as mãos, dirigiu minha rola durissima para o seu cuzinho. Não ia ser facil, mas Kamilinha passou um lubrificante no seu olhinho e mostrando a vontade que estava, foi sentando.

Na penumbra, o lamento grave da voz de Billie Holliday abafava os gemidos sensuais de Kamilinha. Ela foi se abrindo, rebolando e sentando, enfiando milímetro por milímetro de minha pica grossa na sua bundinha até que entrou tudo. A expressão de seu rosto alternava-se entre a dor e o prazer. Eu apertava-lhe os peitinhos por cima da seda do babydoll, alisava-lhe o corpo, segurava firme com a mão espalmada em sua bunda e lhe ajudava na cavalgada. Torcemos nossos corpos e fiquei por cima. Levantei-lhe as pernas deixando-a toda aberta na posição de franguinha e meti gostoso. Deslizava sentindo a pressão do seu anelzinho na minha rola e futucava lá no seu fundinho, acertando-lhe a próstata. Kamilinha gritava desesperada, piscava o cuzinho em torno do meu pau e pedia: - “Mete, meu macho, arromba sua putinha, crava essa rola gostosa no meu cu. Ah, como eu queria ser fudida assim. Come sua mulherzinha...” Atendendo seus desejos, que também eram os meus, acelerei o ritmo e gozamos juntos a camisinha estourou no momento do vai e vem pois só estava cobrindo a cabeçona todo o tronco estava de fora as bolas estavam batendo nas bolinhas dela e o leite vazou todo como um vulcão.Quando tirei minha rola fez um estampido e sangue e fezes veio junto ela caiu de lado e ficou gemendo e tremendo como tento um ataque epilético seu pintinho de 13cm estava durinho eu então abocanhei e rapidamente o engoli e todo leite foi parar no meu estomago ela gritou e ficou estática gemendo bem baixinho.

Ainda ficamos fudendo por mais dois dias. Eu chegava do trabalho e Kamilinha a minha espera era uma mulherzinha perfeita, pronta para se entregar ao seu macho, toda putinha e coquete, exibia suas roupinhas sensuais para o meu deleite. Foram dois dias onde Kamilinha abria seu rabinho pra mim, bebia meu leite e se deliciava com minha pica. Claro, eu também me deliciava no seu cuzinho e boquinha

Kamilinha voltou para Belo Horizonte decidida. Nunca mais deixaria de sentir prazer como fêmea. E eu? Bom, fico contando os dias para ela voltar.

Foto 1 do Conto erotico: Cdzinha Kamilinha


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Ficha do conto

Foto Perfil dommonteiro
dommonteiro

Nome do conto:
Cdzinha Kamilinha

Codigo do conto:
101685

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/06/2017

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1


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