Incesto por acidente II

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Depois de uns dias de fisioterapia, já havia recuperado totalmente meu braço. Que alívio me ver livre daquele maldito gesso. Espero nunca mais ter que utilizar um. Porém, por causa dele passei a ter outro sentido em minha vida.

Pensei que após retirar o gesso e a tala, tudo voltaria à normalidade. Mas, não foi o que aconteceu. Inicialmente, os banhos até diminuíram um pouco. Eram dois por dia, em média. Passou a ser dois ou três por semana. Apenas para não perder o costume.

No entanto, as visitinhas da minha mãe todas as manhãs, essas continuaram. Bem melhores que antes, pois eu já tinha os meus braços livres para fazer carinhos nela também. Inicialmente, me contive apenas em segurar a cabeça dela enquanto ela me chupava deliciosamente. Os carinhos foram aumentando aos poucos e não demorou muito para eu passar a bolinar a boceta lisinha dela. O fetiche maior dela era transar com meu pai antes dele sair, para depois vir esfregar na minha perna, enquanto me chupava e punhetava, a boceta toda melecada e escorrendo. Nem me incomodava com isso, pois logo em seguida, ela me levava pro chuveiro e me dava aquele banho, demorado, cheio de carinho e tesão.

Só não chupava a boceta dela até então, por dois motivos: primeiro que não via necessidade, pois ela se saciava realizando a fantasia dela, tomando o leitinho todas às manhãs. Segundo, porque não estava preparado psicologicamente para tomar porra por tabela, do meu pai, no caso. Deixaria isso para dias vindouros, quando soubesse que seria somente minha.

Umas coisas apenas me deixavam encucado: será que o meu pai não desconfiava de nada? Será que ele realmente não se incomodava quando nós íamos pro chuveiro e lá ficávamos um tempão? Afinal, eu já era um adulto e isso não é tão normal assim. Outra, porque ele não se importou pelo fato de a mãe continuar a me dar banho, mesmo depois de estar livre do gesso? Cedo ou tarde eu iria descobrir. Existia algo que não encaixava nessa história.

Os dias passaram e meu relacionamento com mamãe avançava cada vez mais. Passei a dormir sem roupas, pois era certeza que pela manhã ela viria ficar comigo. Por sua vez, ela também não usava mais roupas para dormir. Até meu pai, já estava se acostumando a ficar pelado em casa. Várias vezes, ao chegar do colégio à noite, eu encontrava ela, senão os dois, nus na sala, assistindo TV.

Quanto aos banhos com ela, voltaram a acontecer com freqüência. Todos os dias, para ser mais exato. Mas, já não ficávamos mais na punhetinha, somente. Ela fazia boquete e quando eu gozava, tinha que ser na boca. Passou a engolir sempre, tudo.

Um dia, numa conversa franca durante o almoço, eu questionei sobre o nosso caso. Perguntei por que depois de tanto tempo, ela ainda não tinha transado comigo, ou sequer, ter sugerido algo. Deixou bem claro que deveria partir de mim essa atitude. Ela simplesmente estava aguardando as minhas ações. Foi então que perguntei sobre papai, se ele desconfiava de algo.

- Acho que sim. – respondeu.

- E como fica? – perguntei

- Como está, oras. Não muda nada.

- Mas, ele não se importa?

- Caso se importasse, já teria falado alguma coisa.

- E não tem problema nenhum com ele?

- Não. Acho até que ele está gostando. Não vê como mudou nos últimos dias?

- Mas, se ele falar alguma coisa? O que vamos dizer?

- Nada. O que estamos fazendo juntos já diz tudo.

Ela me tranqüilizou dizendo que, provavelmente, ele já sentira o gosto da minha porra na boca dela, pois logo depois dos nossos banhos, ela ia pro quarto e beijava-o muito. Que se fosse para acontecer alguma coisa, já teria acontecido. Foi então que decidi encarar de vez a situação, haja vista que até o momento, tudo estava sob controle.

Logo após terminarmos o almoço, fui pro quarto, liguei o PC e fui navegar um pouco na internet. Claro que pesquisei sobre incesto, mãe e filho, essas coisas. Encontrei inúmeros relatos dessa prática mundo afora e pensei: Sou apenas mais um maluco desses.

Escutei ela me chamar. Estava na hora de irmos pro centro. Ao chegar à sala vi minha mãe muito bem vestida, com um vestido curto, verde escuro, sapato alto, cabelos bem feitos, uma beleza de mulher.

- Estou bem assim, meu querido? Ainda dou pro gasto? – perguntou ela, dando uma voltinha.

- Linda, linda mesmo. – respondi.

Pedi pra ela levantar o vestido e mostrar o que estava usando por baixo. Prontamente ela atendeu meu pedido, levantando o vestido até na altura do umbigo. Usava uma calcinha branca, muito pequena, que mal cobria a xana depiladinha. Fiz sinal com a mão para ela virar de costas pra mim. O fio da calcinha escondia-se entre as nádegas dela. Tomado por um tesão incontrolável, me aproximei dela e carinhosamente passei a mão naquela bunda maravilhosa. Ela correspondeu ao meu carinho, empinando a bunda e dobrando o corpo um pouquinho para frente. Segurei-a gentilmente pela cintura e dei-lhe um beijo na bunda.

- Vai, filho. Não me torture mais. Faça o que tem que fazer. Faça logo. – insistiu.

Largou a bolsa no chão e debruçou-se no braço do sofá, oferecendo-me seu corpo. Não hesitei um segundo sequer. Tratei de tirar minha calça, cueca e tênis, tudo ao mesmo tempo. Encostei-me nela e, puxando a calcinha para o lado, coloquei meu pau na entrada da xana. Um suspiro e uma abridinha de pernas foram o suficiente para eu escorregar para dentro daquela gruta quente e úmida. Ouvi outro suspiro, mais forte, mais longo.

- Pronto filho! Estás comendo a mamãe. Agora mexe bastante, vai! – foi só o que ela disse.

Num vai-e-vem alucinado, meti gostoso. Senti cada contração que ela dava, ouvi cada gemido que ela soltava. Era minha primeira trepada na vida. Peguei logo a mulher mais gostosa do mundo. Meio desajeitado, continuei naquele entra-e-sai, colocando meu pau o mais fundo que eu podia. Ela gemia muito, suspirava, mexia e rebolava aquela bunda lisinha, branquinha. Ao sentir o gozo chegando, avisei a ela. Pela primeira vez, eu iria gozar dentro de uma boceta. Estendendo a mão para trás, me puxou contra o seu corpo, obrigando-me a enfiar bem fundo e deixar lá dentro meu leite quente e abundante. Caí sobre ela, abraçando-a por trás, ficando ali até que meu pau, agora flácido, saísse daquela xana encharcada.

Recompôs-se, virou-se para mim e me deu um beijo apaixonado.

- Agora sim, você é um homem de verdade! – exclamou.

Ainda com as pernas bambas enquanto me vestia a vi se dirigir ao quarto para fazer a higiene. Apesar de ser rapidinho, tinha inundado a boceta dela. Mas, por ser a primeira vez, eu até que me saí bem.

Em poucos minutos, ela volta à sala, apanha a bolsa que estava no chão e sem tocar no assunto, estendeu-me a mão, me chamando para irmos ao centro. Nem um comentário, nada. Durante todo o trajeto, falamos de várias coisas, mas a trepada que demos antes de sair de casa ficou como que se não tivesse acontecido. Somente quando chegamos, ao sairmos do carro, ela me olhos nos olhos e disse:

- Você foi bem gostoso. Vou querer novamente, viu.

Deu-me um beijo no rosto e entrou na academia, da qual ela é dona. Eu, com um sorriso bobo no rosto, peguei o caminho para o shopping, feliz da vida por ter conseguido encarar a situação e ainda ter realizado a fantasia da minha mãe.

Certamente, esse seria o início de dias bem promissores. As manhãs seriam diferentes. Já não bastava mais as punhetas matutinas ou os boquetes maravilhosos. Ela, a partir de agora, era minha por completo. Seu corpo me pertencia e eu não iria decepcioná-la.


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Comentários


foto perfil usuario marcoza

marcoza Comentou em 21/05/2017

Fantástico seu relato,muito gostoso de ler e excitante demais;tens meu voto




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Ficha do conto

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paulofernandes

Nome do conto:
Incesto por acidente II

Codigo do conto:
100847

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/05/2017

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
0


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